História Jeg Elsker Skandinavia - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Hetalia: Axis Powers
Personagens Áustria, Dinamarca, Finlândia, Hungria, Islândia, Japão, Noruega, Prússia, Suécia
Exibições 14
Palavras 1.431
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Lírica, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Antes de tudo unnkyld folk!!!!(desculpe pessoal)

Estou na reta final do ensino médio, e eu tenho tido dificuldade em consilhar o gerenciamento das minhas fics, com os dois seminários que eu tenho que apresentar, os TCCs, e exposição do curso de desenho da qual eu tenho que apresentar dois trabalhos finalizados.

Capítulo 7 - Ha males que vem por um motivo do qual eu não sei bem


Quando avisei a Lukas sobre a volta de Lukliv ele não esboçou uma reação, tão pouco se importou em perguntar o motivo de sua volta, perguntei se iriamos buscar Lukie no aeroporto, recebi uma resposta negativa por isso, Lukas justificou que provavelmente ela voltaria em horário de aula nossa na faculdade, então não deveríamos perder aula por tão pouco, além do mais ela voltaria de táxi. Estranhei o comportamento extremamente frio de Lukas, mas não ousei me aprofundar mais no assunto, provavelmente acabaria o deixando irritado e eu não queria isso.

                Assim como Lukas previu, Lukliv chegou enquanto estávamos em aula. Quando chegamos Lukie estava deitada no sofá assistindo TV, a cumprimentei e fui para o meu quarto, já Lukas ficou parado a encarando, inexpressivo, esperando por uma reação da garota.

 

                - O que? Vai ficar me julgando aí parado? – Lukliv perguntou retoricamente, sentou-se no sofá e desligou a televisão.

               

                - Você não tem nenhum tipo de remorso por jogar sua carreira fora por nada? – Lukas cruzou os braços.

 

                - Eu sei, o intercâmbio tinha apenas três regras, não beber, não dirigir e não namorar, mas nós nos dávamos tão bem que eu não vi motivos para não ter um relacionamento com aquele cara.

 

                - Não fale disto como se fosse motivo de orgulho, você já não é uma criança Lukliv, aprenda a criar responsabilidade. – Lukas deixou a sala.

 

                - Eu não me orgulho de ter sido “convidada a me retirar da Alemanha”, mas também não me arrependo, tem de haver um lado bom de tudo isso, e é isso que eu quero que prevaleça daqui para frente. – Lukie disse em um tom mais alto para que o irmão escutasse.

 

                Se eu achava que Lukie tinha sido besta de desistir de seu intercambio por um alemão qualquer? Claro ou com certeza? Ela podia ter esperado um tempo pra encontrara este garoto que no final nem acabou namorando com ela, porém bem que prefiro que Lukie esteja aqui, mesmo que tenhamos nos tornado mais próximos nestes últimos quatro meses, que foi o tempo em que Lukie esteve fora, ainda sim tinham dias em que Lukas e eu nos tratávamos como completos desconhecidos, e o clima quando não se tem assunto com a pessoa é o pior.

                O clima no apartamento estava péssimo, ninguém desceu para o almoço e muito menos para a janta, pareciam estar se ignorando de propósito, evitando encontros para evitar confrontos, uma maneira inteligente de não testar a paciência ou uma maneira covarde de evitar o problema? Todavia agora me via em uma situação de mediadora do problema que ao certo não sabia se deveria ou não me intrometer, acabei optando por sim. Havia bolo na geladeira, cortei um pedaço, enchi uma xícara de café e levei pra Lukas em seu quarto, ele parecia um viciado, vidrado em editar fotos no computador, não poderia culpa-lo por ser tão dedicado ao seu oficio.

 

                - Aqui, trouxe pra você. – Coloquei tudo ao lado do teclado.

 

                Lukas soltou o mouse, bebeu um gole a xícara de café e olhou para mim.

 

                - Não precisava se sentir obrigada a fazer isso.

 

                - Não é uma obrigação, só pensei que... – Tá eu não fazia ideia de como terminar esta frase ou de como tocar no assunto Lukie.

 

                - Que? – Ele tentou me incentivar a continuar.

 

                - Que... eu queria um pretexto pra entrar em seu quarto e introduzir um momento pra falar sobre a volta de Lukliv. –Confessei.

 

                - Se era isso, eu insisto que vá embora agora, não existe um motivo par termos está conversa. – Colocou a xícara de vota à mesa e passou a clicar o mouse.

 

                - Mas...

 

                - Sem mas, não é como se a minha ou a sua opinião pudesse mudar os fatos, Lukliv está de volta, por um fim ou pelo outro ela retornaria a Noruega mesmo, não tem o que discutir.

                Tentei falar alguma coisa, mas me detia antes mesmos dos pensamentos se transformarem em palavras, talvez Lukas não estivesse zangão, apenas precisava de algum tempo para se conformar.

                Desejei-lhe uma boa noite e voltei para o meu quarto, Lukie estava deitada na minha cama, me esperava para contar como foi passar quatro meses na Alemanha, ouvi de bom grado e depois quando julgou ser tarde demais ela voltou para seu quarto.

                Ates do intercambio Lukie estudava na mesma classe que eu, e a faculdade não viu motivos para mudar isso. Na classe toda a atenção era para Lukie, os curiosos queriam saber como foi, qual o motivo da volta antecipada entre outros assuntos, todavia havia uma pessoa que não se importava, Kiko, o que ele queria mesmo era saber se eu já havia pensado em alguma coisa para o stand.

 

                - O grupo do Kalahan entregou a sua proposta a direção hoje, um stand com um daqueles trajes de capitação de movimento, como você pretende superar isso?

 

                Eu não fazia a mínima ideia de quem era Kalahan, e pelos protótipos deste tipo de traje que temos na faculdade, a uma grande possibilidade dele dar defeito, é preciso um banco de animação com todo tipo de movimento e adequação para que esse traje capite com precisam os movimentos, e nem ao menos um aluno desta faculdade tem um computador com memória suficiente para isso. Além do mais eu odiava ser apressada, boas ideias não surgiam do nada e Kiko sabia disso, só se sentia um pouco intimidado com a concorrência.

 

                - Temos tempo, vamos fazer uma animação, não sei sobre o que ainda, podemos montar um stand com nossos materiais de uso para criar uma, mostrar aos alunos de ensino médio como funciona, os programas básicos, a edição, escolha de trilha sonora etc, podíamos montar um stand interativo, isso atrai as pessoas, daremos a oportunidade dos alunos terem um contato inicial com os matérias e os programas. – Falei a primeira coisa que veio a minha mente.

 

                - Bom, isso é bom, não é tão rápido quanto a roupa que capita movimentos, mas mesmo assim já é alguma coisa, vou anotar para passar para o diretor com termos mais formais. – Ele saiu correndo em direção a sua mesa.

 

                Com Lukie recebendo atenção de quase toda a classe e Kiko escrevendo o pedido do stand, eu tive finalmente tempo para continuar uma coisa que não fazia a séculos, escrever alguma história, antes da faculdade eu era fissurada em escrever, mas aí o tempo foi ficando cada vez mais apertado e pra não me sobrecarregar essa foi a primeira coisa que eu larguei. Achei um cantinho reservado no campos, a parte de trás do prédio da biblioteca, várias vezes eu ia lá para estudar, sentei-me no penúltimo degrau de uma escada de sete degraus, a movimentação era pouca, e a brisa suave do vento tornava o local cada vez mais propicio a escrita, peguei o notebook e abri o word.

                As horas se passaram, escrevi até que bastante, mas não o suficiente para concluir aquela história, minhas pernas passaram a ficar dormentes, estiquei-as e alguém caiu por conta disto, de imediato pedi desculpas, deixei o notebook de lado e fui ajudar a moça a se levantar, no caso a húngara Elizabeta.

 

                - Não se atreva a encostar em mim. – Ela disse se levantando sozinha. – Gente da sua cor, do país que vem e com as pessoas que anda não pode ser boa coisa, volta pra África refugiada.

 

                Elizabeta tinha fama no campus por ser uma hábil cozinheira no curso de gastronomia, por sua gentileza e seu encanto, cadê tudo isso agora?

 

                - Olha eu até entendo você me ter como sua inimiga por conta de seu passado com Gilbert, mas apelar pro racismo já é preconceito, eu não vim da África, tão pouco sou negra, meu tom de pele tá mais pra pardo.

 

                - HÁ! Acha que eu tenho qualquer consideração por Guilbert? Escute bem, meu único interesse é Roderich e ficar bem longe de gente como você, eu me lembro bem de como você ousou se jogar em cima dele, não vai toma-lo de mim, Roderich só se mistura com gente da mais alta sociedade como eu.

 

                Já ouviram falar de Yandere, desconfio de leve que Elizabeta é uma, a garota foi embora sem falar mais nada, ouvi falar que húngaros eram um tanto xenofóbicos mas não pensei que fosse ter minha dose disso, e também, de onde ela tirou que eu me jogo pra cima de Roderich, eu nem saberia seu nome se não fosse as lamentações de Gilbert. Dei de ombros, meus devaneios estavam muito bom, mas alguém tinha de trabalhar e infelizmente este alguém era eu.



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