História Jessie Roque - Capítulo 13


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Categorias Capitão América, Mitologia Grega, Os Vingadores (The Avengers), Saga Crepúsculo, Violetta
Personagens Alice Cullen, Benjamin, Carlisle Cullen, Diego, Emmett Cullen, Federico, Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Francesca Cauviglia, Jacob Black, James Buchanan "Bucky" Barnes, Jasper Hale, Personagens Originais, Pietro Maximoff (Mercúrio), Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers
Tags Capitão América, Feiticeira Escarlate, Imprinting, Jacob Black, Saga Crepúsculo, Vingadores, Violetta
Exibições 21
Palavras 1.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OOOOOOI galerinha!!!
Com vocês mais uma capítulo da Fic.
Boa leitura, espero que gostem...

Capítulo 13 - Stúdio On Beat



Nem consegui dormir direito essa noite, tanto pela cama nova quanto pela aula de hoje. Levantei e quando tia Alice bateu na porta do quarto já estava de pé. Desci e tomamos café, a aula de Diego era de segunda a quinta de 07:30 ás 11:00. No meu caso, sendo curso de verão seria de segunda a quinta de 09:00 as 11:00, então não precisaria de sair correndo para me arrumar. Eu sabia tocar bateria, mas só o básico, aprendi com tio Jasper, no estúdio iria aperfeiçoar e aprender alguns truques. Me arrumei, era hora de estrear as roupas do guarda roupa, peguei minhas baquetas e torci para a aula fosse legal. Carlisle me levou até o estúdio, de lá iria resolver alguns problemas pessoais, cheguei lá exatamente faltando 10 minutos para 09:00. Sentei-me em um dos bancos que ficam perto da entrada do On Beat até que desse o horário, Diego me mostraria quem era o tal professor Beto. O estúdio parecia extraordinário, mesmo de fora, a entrada era linda.
- Ei, garota arquinho.
Tá eu escutei, não dei atenção, acho que seria apenas uma coincidência, não consegui identificar de onde vinha.
- Garota arquinho, não finge que não está escutando.
Virei-me e quem estava lá? Federico. Peste chata. Federico era brasileiro, morou na mesma cidade que eu moro, mas sua mãe e avós são italianos (por isso o nome é Federico e não Frederico). Me chamava de garota arquinho, pois o conheci numa época que eu usava muito arquinho no cabelo. Se ele era meu amigo? Não, não era, apenas o conhecia.
- Federico! - levantei e lhe dei um abraço ao cumprimenta-lo.
- Jessie e ai tudo bem? Saudades de mim? - falou sentando no banco ao meu lado.
- Nossa tava morrendo de saudade, imagina (continua convencido).
- E mal lhe pergunte, o que faz aqui? Estúdio não terá audição.
- Curso de verão, bateria - lhe mostrei as baquetas - Só estou esperando dar o horário.
- Bateria? Me avise antes, para que eu possa proteger meus ouvidos.
As 09:00 as pessoas começaram a sair de estúdio, acho que era interva-lo e vi Diego, subir as escadas, veio na minha direção.
- Matando aula, que bonito em? Você perdeu a maravilhosa aula do Gregório. - disse a Federico
- Ainda bem que perdi, mas agora tenho de ir,  é com o Pablo - e entrou no estúdio.
- Venha, vou te apresentar ao Beto - disse Diego se dirigindo a mim.
Entramos no estúdio, olhava para um lado e tinha pessoas dançando, pro outro pessoas cantando ou tirando um sonzinho, parecia que estava em um filme. Entrei em uma sala cheia de instrumentos diversos e havia um cara, professor.
- Lisensa, Beto. - ele se virou e derrubou algumas partituras - Essa é Jessie, minha prima e é sua aluna nesse verão.
- Oi, ai, pera. - enquanto juntava as partituras - Oi, eu sou Beto, sim - ele me estendeu a mão mas estava com uma maçã, apenas olhei - A sim, uma maçã, que maçã bonita não? - e colocou a maça na mesa - Oi eu sou Beto, seu professor nesse verão.
- Oi Beto - o cumprimentei sem a maçã.
- Relaxa, ele é assim. Mas é ótimo, graças a ele nós aqui, tocamos isso ai - cochichou ao meu ouvido me mostrando os instrumentos na parede.
- Diego. Você não tinha de estar na sala de canto agora? Vai, some. - e Diego saiu.
Beto era realmente engraçado, mas parecia ser bom professor (parecia não, ele era, aqui é tudo de elite), hoje seria uma aula light, apenas para ver o que eu sabia e o que ele poderia fazer por mim, Beto não dava aula só de bateria, ajudava os alunos em violão, guitarra, teclado, instrumentos de sopro, ou seja, era completo. Foi apenas uma aula de estreia onde ele me passou alguns conceitos a ser aprimorado nessas quatro semanas: Noções básicas de leitura, estrutura física e sonora, marcação com os pés para independência, a bendita da mão esquerda, viradas, condução e aperfeiçoamento do solo. Parece muito? Não é não, o segredo é nunca parar de praticar.
A aula acabou, uma professora (acho que era a de canto) entrou na sala e me deu as boas vindas e fez atípica pergunta: É do Brasil? Ao sair da sala acabei esbarrando em... imagina quem?
- Ai Federico. Me desculpa, não te vi. Na verdade... você que veio do nada - já que ele era brasileiro, não ia gastar meu espanhol com ele.
- Garota arquinho. Pode admitir que você que quis trombar em mim, mas te desculpo.
- Eu? Por que iria querer trombar em você?
- Olha para mim, você sabe, todas queriam. Mas e ai, quer tomar um suco?
- Todas queriam? Não sei quem, já que não estou vendo ninguém fazendo fila aqui. E prefiro ficar com sede.
- Você quem sabe, mas saiba que muitas aqui queriam estar em seu lugar. - e aquele sorriso convencido.
- Você não mudou muita coisa. Manteve o senso de humor. - na real, ele havia melhorado a aparencia, tipo ele era engraçado, antes ele era magro e parecia um grilo, hahahaha.
- E você tirou o arquinho. E cresceu... um pouco. - me olhando de cima a baixo - Mas ainda continuo te chamando de Garota Arquinho. Tenho que ir, até mais.
E ele saiu quando uma viu uma garota loira vindo de outra sala, em pouco tempo consegui entender que aquela garota deve ser algo como namorada dele, e que até hoje continua mulherengo. Subi as escadas e vi Diego no outro lado da calçada, conversando com outros caras do estúdio, ao me ver se despediu deles e veio em minha direção perguntando sobre a aula e Beto. Senti os olhares de curiosidade sobre mim, do tipo, quem é ela, curso de verão, novata, brasileira e prima do Diego. Cheguei em casa e almoçamos, agora tenho de estudar e praticar o que aprendo com Beto. E tia Alice tenta me da "dicas de moda", acho que não vai funcionar mas vamos deixar ela feliz, ela já está com planos para minha próxima vinda aqui na Argentina e de que eu deveria pensar em começar andar de patins para uma tal competição que acontece aqui todo ano,  quando comecei me interessar no assunto disse que era para uma outra hora. Antes de deitar converso com minha mãe e Jake todos os  dias, antes de deitar, enquanto admiro esse quarto que quero levar pro Brasil comigo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Compartilhem com amigos que também gostem desse gênero.
A partir do próximo capítulo, teremos trechos de músicas em alguns capítulos relacionado a Violetta.
Bye, bye... até a próxima.


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