História Jikasei Yuudoku Dinner - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias AvelCain
Personagens Karma
Tags Avelcain, Karma, Ryuka, Savage
Exibições 9
Palavras 1.653
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heeey fic especial para a mana mais velha Dark_Doll!
Bem, essa oneshot foi baseada em uma cena que a gente imaginou uma vez... Foi bem engraçado e estranho...
Enfim, espero que todos vocês gostem e comentem! Ah, claro, é minha primeira fic com AvelCain e Savage!
Bon apetit!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Jikasei Yuudoku Dinner - Capítulo 1 - Capítulo Único

-Karma-san...
Ele estava em roupa de empregada. Aquilo era a coisa mais bizarra que já havia visto.
Mas era... quente.
-Não me chame de assim...
-Não gosta?...
-É estranho.
-Gostou da mesa?
-Bonita.
-Hm... - A lerdeza do menor o irritava - Karma... Você não está com fome?...
Na verdade, ele nunca parecia ter fome. Nem frio, nem calor. Nem nada.
E Ryuka queria arrancar algo dele.
Claro, além da maldita boneca...
-Será que você pode... Soltar ela?
Apontou o brinquedo em suas mãos. Ele apenas a apertou mais contra si.
-Acho que a Seiko precisa de um pouco de ar...
Tentou pegá-la. Em resposta, o garoto segurou sua mão.
-Eu não sei o que você quer com ela, mas não vai ter.
-Karma-san... - Aproximou a boca de seu ouvido - Não é com ela que eu quero...
Deu uma volta ao redor da cadeira dele. A mão deslizando por seus braços. Ele estava com um terno, e o deixava com cara de... gente.
Observou a mesa. Seu trabalho estava realmente maravilhoso. Tudo parecia atrativo. Num movimento rápido, sentou-se na frente do jovem, com as pernas bem abertas. Ele se assustou. Segurou Seiko com mais força. Aquela visão a sua frente era...
-Ryuka?...
-Me responda: Você está com fome?...
A voz, mesmo sendo grossa, estava brincalhona.
-Não...
-Karma-san!
Passou os dedos pelo terno. Em seus ombros e descendo pelo peito. Abriu a boca e mordeu a língua. Ele ainda parecia não entender nada. Lentamente, o maior segurou suas mãos. Abriu-as delicadamente, retirando a boneca com todo o cuidado. A deixou ao seu lado, na mesa. Apoiou bem os pés na cadeira. Guiou as mãozinhas dele para os joelhos. Ele desviou o olhar. Ryuka teve de puxar seu rosto. Em seguida, direcionou-o a tocar suas coxas. Gemia, sentindo seus dedos. Karma não quis encostar em sua cinta-liga. Parecia querer fugir.
-Calma... Aproveita...
Guiou suas mãos mais para perto da intimidade. Ele resistia um pouco.
-Vamos...
O pequeno estava entrando em desespero. Muito tempo longe da boneca, talvez. O mais alto apertou suas mãos. Rapidamente, antes que ele pudesse reclamar da dor, tomou sues lábios. Não houve retribuição.
Quando o soltou, ele estava em um aparente estado de choque. Paralisado.
E então o agarrou pelos cabelos, pedindo mais daquele beijo. Surpreendente, o baixinho tomando alguma iniciativa...
As línguas batalhavam por mais. Movimentos para frente e para trás. O menor puxava os cabelos de Ryuka. A saliva e o gosto dos cigarros se misturava.
De repente, Karma rompeu o beijo.
-Já chega! Já chega... Me deixa ir...
-Mas você nem comeu ainda...
As palavras dele eram envolventes e sensuais... Mas deveria resistir...
Sem que percebesse, ele já estava ao seu lado. Os lábios fartos roçavam seu pescoço. A ponta da língua... Arrepiou-se. Gemeu. A mão dele rastejou por dentro da gola de sua roupa. Era quente. Teve que segurá-la ali... Não queria que parasse... O maior mordiscou sua orelha. Mais um arrepio. Apertou as pernas.
-Estava quente aí embaixo?
-N-não...
Ryuka voltou a sentar-se a sua frente. Ele gemeu novamente. Agora, as mãos moviam-se sozinhas. Hesitantes, mas sozinhas. Subiram pelas coxas. Massagearam alí. O maior gemia. Logo, Karma aproximava os lábios. O toque foi doce. Beijou a perna esquerda. E a direita. E então lambeu-as. Cada vez mais forte. Estava começando a se empolgar. Mordeu.
-Ah...
Subia mais. Aproximava-se do proibido.
Os dedos passaram por baixo das laterais da calcinha preta e apertada. Lentamente, puxou. Teve certo trabalho para livrar-se da cinta-liga. Quando conseguiu, não sabia muito bem o que fazer. Aquilo era delicioso... Ele não tinha pelo algum e era branco como leite.
-Ryu...
-Vamos...
Segurou-o. Era macio. Beijou da base ao final. Mais uma vez, usou a língua. Ele estava ficando duro. Estava crescendo. Tomou a glade na boca e começou a sugá-lo.
Era simplesmente maravilhoso.
Seu sabor... Sua textura...
Arranhava suas coxas e nádegas, extravasando o prazer e o nervosismo. Deixava marcas e pequenos sangramentos. Chupava mais intensamente, fazendo-o gemer e murmurar coisas obscenas. Mas precisava de mais...
Soltou-o e olhou para cima. Ele tinha os olhos azuis brilhando. Um pouco de saliva nos lábios. Karma ergueu as mãos aos seus quadris, indicando que se deitasse. Ele obedeceu. O pequeno levantou-se. Observou aquilo. Ele se movia eroticamente sobre a mesa. O membro ereto sob o micro vestido... Subiu. Ficou com as pernas entre as dele. Atacou seu pescoço. Mordia e chupava. As manchas roxas se formavam. Segurava seus cabelos. Pela primeira vez, alguém estava submisso a ele.
Desceu a boca por seu peito. E a roupa impediu que descesse mais. Não estava com paciência para abri-la corretamente. Cravou as unhas e rasgou o tecido, exibindo mais daquela pele branca. Beijou-o. Passou as mãos por sua cintura. Abaixou o rosto, arrastando a língua por seu corpo. Subiu até o mamilo esquerdo. Mordiscou, arrancando um gemido. Brincou com a língua, enrijecendo-o. Ele estava delirando sob seu corpo.
-Karma-san...
Subiu até sua boca, incitando-a. Colocou a ponta da língua no piercing, lambendo-o e mordiscando. Fez tudo o que podia em seu lábio inferior. A língua dele tocou a sua. Era pornográfico. Todo o batom se espalhava. Sentiu o membro dele roçar a barriga. Ele forçava os quadris contra os seus.
Sem pensar duas vezes, começou a trabalhar em tirar as roupas. As calças caíram ao chão. Abriu o terno. Afastou bem suas pernas. Não era tão grande em relação a ele... Pelo menos assim não precisaria lubrificar nada. Posicionou-se e entrou. Ele gemeu alto, arranhado a palma das mãos com as próprias unhas. Era quente e úmido. Karma nunca havia estado assim sobre ninguém. Apenas por baixo. Começou a se mover. Vai e vem. Ele rebolava. O ritmo era delicioso. Talvez nenhuma das comidas da mesa fosse melhor...
Isso lhe dava uma ideia...
Passou as mãos pelas carnes. Espalhou um pouco do molho sobre ele. Limpou com a própria boca. Não sabia que ele cozinhava bem!
Mais. Mais. Mais.
Mais fundo... Forçou-se. Ele gritou. Era alí. Concentrou-se naquele ponto. Mesmo nunca tendo estado por cima, já havia estado no lugar dele. Tinha um pouco de ideia sobre o que fazer.
-Mais forte!
Acelerou. Pancadas repetidas no mesmo lugar, o faziam estremecer. Era um espetáculo obsceno.
Logo, ambos estavam tomados pelo orgasmo. Tão quente!
Sentiu o próprio sémen se espalhando dentro dele.
Ryuka começou a escorrer. Aquele líquido branco por sua virilha e coxas...
Quando Karma saiu, o maior sentou-se na mesa, puxando-o contra o corpo. O beijou novamente. Agora, estava mais dominante. Apertou suas nádegas. A essência de ambos misturada ao suor, molhando os corpos. Puxou o menor sobre o colo. Ele podia sentir a respiração ofegante do mais alto. Sua boca em seu pescoço, lambiscando sensualmente. Agora Karma se sentia em sua zona de conforto. Apenas deixava que ele apalpasse seu corpo. Ele apertava seus quadris, fazendo-o se mover para frente e para trás. Gemeu. Seu toque era forte. Mais uma vez, mergulhou a mão no molho, espalhando pela garganta e peito de Ryuka. Mergulhou a boca. Ele levou o anelar e o dedo do meio até sua entrada, fazendo movimentos circulares. O menor tirou o restante das roupas. Ele afundou os dedos em seu íntimo.
-Hm...
Ryuka inseriu-os até a base, massageando o garoto por dentro. Ele mordia seu corpo, consumindo todo o molho que havia espalhado.
O maior tirou os dedos e abriu suas pernas, ajeitando-o sobre o colo. O pequeno sentiu a glande dele, novamente rígida, roçando sua entrada.
Fechou os olhos e gritou, sentindo cada curva entrar em seu corpo. Ele estava pulsando.
O jovem começou a rebolar. Era grande demais... Iria machucar... Mas queria isso...
Ia para cima e para baixo. Pelo menos o sémen do maior havia servido de preparação. Segurava seus ombros, gemendo e gritando. Era dor e prazer... Ele acertava em cheio suas paredes. Sentiu o próprio sangue escorrendo.
Ryuka era venenoso, e estava tomando-o com isso...
Apertava as coxas ao redor da cintura dele. O maior se deitou. Segurou seus braços. Puxou sua cabeça e mordeu a garganta. Passou os dedos sobre o tapa-olho sujo. Karma segurou sua mão, parando-o. Levou-a até o quadril, fazendo-o sentir seu rebolado. Gemiam. O menor acelerava os movimentos. Não ligava para a dor. Logo, estava quicando em seu colo. Os cabelos molhados de suor balançavam. Olhou o rosto do seme. A boca aberta, marcada de batom e mordidas. Os olhos procurando os seus. Ao encontrar-los, sorriu maliciosamente. Karma ofegava. Estava tremendo. Mais uma vez, iria entrar em colapso. A glande do maior acertava freneticamente seu ponto. A cada vez, fazia o pequeno se afastar da sanidade.
Ele gritava por mais... Mais forte e mais rápido.
Todo o calor se concentrou, sendo despejado sobre o abdómen de Ryuka, que se desfez logo em seguida. Escorriam.
O menor arfava. Com muita dificuldade, voltou a sentar-se na cadeira. Pegou sua boneca com as mãos trêmulas. Acariciava seus cabelos.
Assim que voltou ao tamanho original, o mais alto se ergueu. Engatinhou sobre a mesa até ficar com o rosto bem em frente ao de Karma.
-Então, Karma-san... Eu cozinho bem?...
Ele sorriu. Levou o dedo até o pescoço do maior, limpando um pouco do molho e chupou.
-Muito bem...
E ficou quase deitado na cadeira, recuperando-se daquela loucura.
Foi quando as mãos começaram a ter espasmos. E voltou a tremer. Perdeu o controle das mãos. A respiração e os batimentos cardíacos tornaram-se irregulares. Uma espuma com filetes de sangue começou a escorrer de sua boca. Caía sobre a pele, já que ainda não havia nem se vestido.
Só então pensou que não deveria ter comido nada.
Ergueu o olhar. Ryuka ria, sentado entre os pratos de seu maravilhoso banquete tóxico. O veneno era sempre o melhor ingrediente...
-Boa noite, Karma-san!
Assim que ele parou com qualquer mínimo movimento, o maior desceu da mesa. Aproximou-se e arrumou a postura do pequeno, ajeitando a boneca entre suas mãos, sobre a barriga.
-Que bom que gostou...
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Comentem seus desejos homicidas sobre a minha pessoa!


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