História [Jikook em] — Insinuations. - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bts, Hot, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Mensagens, Messages, Yaoi
Visualizações 308
Palavras 1.157
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ain cara, que saudade eu estava de poder escrever um capítulo por dia! Hoje nesse domingo consegui trazer mais um, eu espero muito muito que gostem... Mas pode ser que não... Né? Infelizmente não consigo agradar todos, mas faz parte!
Talvez eu demore um pouco para trazer o próximo... irei me esforçar para poder conciliar todas as coisas e retornar o mais breve possível!
Boa leitura, coisas lindas < 3

Capítulo 34 - O mar.


Fanfic / Fanfiction [Jikook em] — Insinuations. - Capítulo 34 - O mar.

~Jimin Pov.


Enquanto me entrego ao pranto; as lágrimas que deixam meu corpo me causam aos poucos um certo alívio. Yoongi a minha frente me olhava com dó, eu não gostava de receber esse tipo de olhar —quem gosta, não é mesmo?—. Porém, depois de ter desabado como um prédio velho e condenado a destruição, é difícil manter uma postura de respeito aos outros.

— Está melhor? — o de cabelos negros indagou ao perceber que não haviam mais lágrimas em meu rosto, apenas o inchaço e a vermelhidão acusando que um dilúvio por ali havia passado.

— Por hora estou. — solto um suspiro longo e passo as mãos pelo meu rosto, secando qualquer umidade que ainda houvesse.

— Você sabe que isso tudo poderia estar sendo evitado... — Yoongi volta com seu discurso a favor do irmão. — Você poderia estar muito melhor e feliz agora, se ouvisse o coração. — sinto vontade de rir, mas rir de nervoso.

— Se eu escutar a voz do meu coração, eu estaria pleno, mas não por Ukwon, e sim por outra pessoa. — digo vitorioso vendo o branquelo a minha frente me olhar embasbacado.

— Quer dizer que já está com alguém?

— Sim. — respondo simplista, tendo um sorriso a adornar meu rosto por me lembrar da noite que passei ao lado de Jungkook.

— Você julgou meu irmão, mas rapidamente encontrou outra pessoa? Que hipocrisia.

— Hipocrisia!? Não seja otário. Eu não sou obrigado a permanecer de luto por um relacionamento que acabou por culpa do teu irmãozinho.

— Tudo bem, tudo bem Jimin. Desculpa! Você tem direito de fazer o que bem entender. Eu só estou verdadeiramente chateado por vocês dois. Sempre me orgulhei do casal que eram e não conseguia imaginar que um dia fossem terminar. Talvez eu não esteja aceitando, coisa que não cabe a mim decidir por você.

— Exatamente. Eu tenho certeza que seu irmão nem faz tanta questão de voltarmos a ser o que éramos. Se ele realmente nutrisse algum sentimento por mim, jamais teria feito o que fez.

— Ok Jimin, ok! — disse se pondo de pé e indo até a porta. — Já volto, irei buscar um copo de água para você. Vai te deixar melhor.

— Não prec... — antes que eu pudesse terminar, ele se foi. Enquanto o esperava, me joguei na cama ficando de bruços nela, respirando fundo e lembrando dos momentos que passei com Jungkook. Foi simplesmente tudo lindo e inesperado. Estou me sentindo amado e valorizado, como eu pensei que nunca mais fosse conseguir me sentir. Uma virada de trezentos e sessenta graus em minha vida. Digna de um filme ou um livro.

Ouço a porta do quarto se abrindo.

— Demorou hein. — digo de costas para a porta, não obtenho resposta, só escuto a mesma ser fechada novamente.

— Desculpa. — a voz familiar e nada bem vinda a meus ouvidos ecoa por cada metro quadrado do cômodo, e também por cada milímetro de meu corpo.

— Ah não. — coloco minha cabeça entre as mãos e a balanço de um lado para o outro. O colchão se afunda ao meu lado e os dedos do outro se apoderam dos meus fios de cabelo. Iniciando um carinho. — Sai! — interrompo o contato me levantando apressado; caminho até a porta que estava trancada, procurei pela chave aos arredores, mas alguém deu um jeito de sumir com ela.

— Você não vai encontrar. Está com o Suga. Ele me disse para subir e tentar mais uma vez ter um diálogo com você, assim que entrei no quarto ele trancou a porta pelo lado de fora.

— E tu permitiu isso sabendo do meu asco por você? — digo impaciente, andando de um lado para o outro.

— Não julgue os atos de quem ama.

— Negativo. Não me venha falar de amor. É normal fazer mal a quem se ama? É normal machucar essa pessoa até ela sentir vontade de sumir? É certo pra você destruir o coração de alguém? Eu desconheço e renego esse tipo de amor. — soco a madeira que compunha a janela ao lado, recebendo um olhar assustado do que partilhava o quarto comigo. Meu rosto, meu corpo estão em combustão.

— Porque não me escuta? Você levou em consideração todos os anos que estivemos juntos antes de me deixar sem dar a mínima explicação? Você pensou em tudo de bom que vivemos e todos nossos momentos em que jurávamos permanecer unidos até velhinhos? Você não pensou em mim, não pensou em nós! Não estou dizendo que o que fiz é de se entender, realmente não é. Eu não me envolvi com ninguém por sentimento algum, mas sim por acreditar que eu fosse ganhar o suficiente para te dar uma vida digna!

— O quê está dizendo...? Eu não tenho mais forças...para discutir com você... Por favor... — me sinto exausto, quebrado, impotente. Eu não quero, eu não posso fazer as boas recordações virem a tona, eu tenho amor próprio... Tenho mesmo? Me viro de costas para Ukwon, não tarda para que eu escutasse o som de seus passos a se aproximar por trás.

— Jimin... — ele para a poucos centímetros de mim e eu posso sentir o seu perfume em notas frutais; o cheiro do seu cabelo muito bem recordado após os banhos que desfrutamos juntos. Eu estava me sentindo petrificado, não conseguia me mover, sair de perto. — Me deixe te tocar. — fechei meus olhos e pude sentir as mãos do outro a repousar sobre meus braços, movimentando-se em direção a minha cintura. — Me deixe te reconquistar. — o ar quente vindo de sua respiração agora invadia minha nuca. Eu o tinha tão próximo a mim. — Você sempre será o meu amor. — permaneço estático, respiro pela boca e inclino minha cabeça, tendo os lábios de Ukwon a rodear meu pescoço. Estou tão vulnerável nesse momento, nessa situação. Não me sinto vivo, não me sinto controlado, me sinto perdido em uma lembrança. Eu me perdi, me perdi novamente, e a doçura que inebria meu corpo agora sei que se tornará amarga. Meu olho pisca naturalmente e trás consigo o mar em minhas orbes. O mar tumultuado e perigoso demais para se permitir nele penetrar. Extraviando-se em sua própria imensidão.

— Uk... Por favor... Não... — Meu tom de voz baixo, minha voz embargada, meus olhos vermelhos, meu coração esmagado.

— Eu te amo. — dizia incontáveis vezes, sussurrando e compartilhando das lágrimas, nossas lágrimas. — Volta pra mim, eu te amo... 

Eu estava prestes a me entregar, prestes a ignorar tudo e todos ao meu redor apenas para reviver um momento, momento talvez errado, mas que me pertenceu por anos e anos. Momento esse que me fez falta por noites e mais noites, mas que foi substituído... Agora vivendo esse momento novamente, me pergunto demasiadamente culpado se realmente foi substituído.




Notas Finais


Se eu estou querendo ser apedrejada? Talvez! Mas quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra.
Que os jogos comecem. Eu não tenho medo da morte.


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