História Jikook;; fight for love - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Hoseok, Jhope, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Rapmonster, Suga, Taehyung, Yoongi
Visualizações 26
Palavras 1.481
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Festa, Luta, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Chwihan.


O juíz vendo a situação, apitou e pareceu xingar alguma coisa para Youngjae, dando fim ao round que tinha acabado de começar. Rapidamente vieram dois homens socorrer Jungkook, o levando para os fundos do bar, fazendo-me levantar e ir atrás, mas ao chegar lá onde Jungkook entrou, fui barrado por dois seguranças.

— Não pode entrar. – diz um deles, com um tom de voz autoritário.

— Mas o Jungkook é meu amigo, deixe-me entrar! – imploro.

— Sinto muito, não dá. – diz e em seguida fecha a porta.

— Mas que droga! – grito.

— Vá se acalmando ou teremos que expulsar você daqui. – disse o outro.

Então sem eu falar nada, saio de dentro do bar, e em seguida vou para os fundos do mesmo.

Jungkook estava sentado dentro de uma ambulância, e seu braço estava sendo enfaixado, o mesmo estava com uma cara de dor, e olhando para o que os médicos faziam em seu braço. Me aproximei então do mesmo, e quando um dos médicos me viram, mandaram eu me afastar ou iriam acionar a polícia.

— Ei! Ele é meu amigo. – disse Jungkook com uma voz de choro. – deixe-o vir até mim.

O médico então suspirou e olhou pra mim, balançando a cabeça em seguida e voltando pra ambulância. Eu então me aproximei.

— Oi, campeão. – ele me olhou. – sinto muito pelo seu braço. – sorrio de leve, e então entro na ambulância, sentando ao lado dele em seguida.

— Eu não acredito que aquele otário conseguiu quebrar o meu braço. – ele suspira. – eu sou um perdedor.

— Ei... – levo minha mão até seu ombro. – você não é um perdedor, não pense assim.

— Eu tento. – o médico então coloca um apoio para o braço do Jungkook, enrolando entre seu pescoço e depois no braço.

— Repouso por três semanas, depois deverá retornar à um médico para ver se o seu braço já estará bom. – diz o médico, que agora colocava alguns medicamentos numa lixeira.

— Ok, obrigado. – diz Jungkook.

— Iremos levar você para casa. – diz o médico que em seguida sai da parte de trás da ambulância e vai em direção à frente, abrindo a porta depois.

— Bom, e eu irei pra casa. – digo e me levanto, mas Jungkook me puxa levemente pela camisa.

— Espera, eu... – ele me olha, então desvia o olhar. – pode vir comigo na minha casa? – me olha nos olhos.

— Mas eu... – olho em direção à rua. – está tarde, Jeon Jungkook.

— Por favor. – implora.

— Tudo bem. – me sento novamente. – irei só porque você está implorando.

— Cala boca. – ele ri.

Durante a ida até a casa de Jungkook, o mesmo estava quase caindo de tanto sono, ele não falava nada, então eu deixei assim. Foi então que Jungkook caio com a sua cabeça no meu colo, fazendo-me ficar surpreso e sem reação, mas depois de um tempo, eu lentamente levei uma de minhas mãos até sua cabeça, e fiquei acariciando a mesma.

Chegamos na sua casa, e Jungkook ainda não havia acordado, foi então que eu lentamente levei meus lábios próximo ao seu ouvido e então sussurrei:

— Jungkook, chegamos. – ele murmurou alguma coisa pela qual não consegui entender.

— Meu braço dói. – ele reclama.

— Vamos tomar um remedinho pra parar de doer. – sorrio.

Jungkook então se levantou do meu colo e me olhou, acho que ele não tinha entendido como foi parar assim no meu colo.

Entramos na sua casa, mas antes, um dos médicos me receitou remédios para dores, se despediram do Jungkook e depois de mim, indo em direção à ambulância depois.

Peguei então meu telefone e liguei para uma farmácia, a única de Seul que estava aberta essa hora.

— Estou com fome. – reclama novamente, sentando no sofá logo em seguida.

— Sinceramente? Também estou. – sorrio. – gosta de pizza?

— Quem não gosta?

— Pois é, todo mundo gosta. – me sento ao seu lado. – que sabor você gosta?

— De morango com chocolate.

— Boa escolha. – sorrio, e então pego meu celular novamente, discando o número de uma pizzaria.

A pizza demorou cerca de 40 minutos pra chegar, fazendo Jungkook a cada cinco minutos reclamar de fome e dor. Seus remédios haviam chegado, então eu li a bula do remédio e dei um comprimido para ele, junto com um copo com água que eu tinha pego na cozinha.

— Ainda está com dor? – pergunto.

— Estou um pouco melhor. Mas esse gesso me incomoda. – suspira.

— Você irá se recuperar logo. – a campainha toca. – bom, a pizza chegou. – me levanto do sofá e me aproximo então da porta, abrindo a mesma logo em seguida.

— Quem é você? – pergunta então a pessoa que havia tocado a campainha, droga, era o Taehyung.

— Eu... Sou um amigo do Jungkook, prazer. – estendo a mão para que ele apertasse, mas o mesmo me deixa no vácuo e então entra na casa

— Taehyung? – pergunta Jungkook ao se levantar. – O que está fazendo aqui? Ainda mais essa hora?

— Eu pensei muito em nós dois, Jungkook. Estava pensando seriamente em nossa reconciliação, mas parece que você está muito bem sem mim. – diz Taehyung se referindo à mim. – o que aconteceu com seu braço? – Taehyung pergunta preocupado.

— Já disse que o que tivemos foi bom, mas sabe... Não dá mais, Taehyung. – Jungkook balança a cabeça negativamente. – e respondendo sua pergunta, eu quebrei lutando.

— Ou seja, está me dando um fora. – baixa a cabeça.

— Não posso continuar com você, sinto muito.

— É por causa desse cara. – Taehyung aponta pra mim. – não é, Jungkook? – olho para o Jungkook confuso.

— Ele é só o meu amigo, cara! – diz Jungkook se alterando.

— Então por quê está se alterando?

— Você só está falando besteiras, é isso. – celular do Taehyung começa a tocar.

— Alô? Olha, eu não posso agora... Eu... – ele olha pro Jungkook, o mesmo estava olhando-o decepcionado. – eu estou ocupado, por favor, me ligue mais tarde, Jung Hoseok. – ele desliga a ligação.

— É por isso que você não merece minha reconciliação, você anda falando com aquele tal de Hoseok de novo. – diz Jungkook.

— Me desculpa, Kookie... Eu não queria. – disse tentando se explicar, mas Jungkook o corta.

— Eu não quero saber se você queria ou não queria, eu só não quero olhar nunca mais pra sua cara, então por favor, vaza da minha casa. – aponta pra porta.

— Mas Jungkook... – Taehyung se aproxima, mas Jungkook o afasta com seu braço livre.

— Saia! – grita, fazendo Taehyung o olhar assustado.

— Tudo bem. – ele funga o nariz, estava chorando. – eu vou, mas sabe de uma coisa, Jungkook? Um dia você irá se arrepender, você vai se arrepender de ter me descartado desse jeito, mas quando esse dia chegar, será tarde demais. – Taehyung leva uma mão até seu ombro, mas Jungkook tira dali rapidamente, fazendo Taehyung suspirar logo em seguida. – Tchau, Jungkook. – se afasta, e vai em direção a porta.

Taehyung então abre a porta, e se depara com um homem prestes a bater na porta, era o entregador de pizza.

— Entregador de pizza! – diz o homem sorridente para o Taehyung.

— Não é comigo. – diz choroso, e em seguida sai pra rua, deixando o entregador sem entender nada.

— É comigo. – digo ao me aproximar, pego então uma nota de cinquenta e dou para ele. – pode ficar com o troco.

— Tenha um bom apetite, senhor, e muito obrigado. – ele sorri e entrega a pizza para mim, depois some na moto ligando-a em seguida, arrancando com ela depois.

Então ao olhar para onde Jungkook estava, o mesmo já não estava lá. Fui então para a cozinha, e Jungkook estava sentado na pia, com uma garrafa de pinga na mão.

— Jungkook...? – olho-o confuso.

— Oi. – diz baixinho, e toma um gole da cerveja pelo bico mesmo.

— A pizza... – digo e largo-a na mesa.

— Você quer? – me oferece a garrafa.

— Não, eu... Não posso. – riu baixinho e desvio o olhar.

— E por quê não? – pergunta.

— Eu fico fora de mim quando eu bebo, principalmente se for cerveja pinga.

— Todos ficamos fora de si quando bebemos.

— É, mas comigo é diferente. Eu quando bebo fico com um desejo incontrolável de sexo. – me sento na mesa, Jungkook me olha surpreso.

— Então você não é virgem. – ele baixa a cabeça e sorri.

— É, eu... Não sou mais. – digo e abro a embalagem da pizza, olhando-a em seguida. – está com uma cara ótima.

— Então isso quer dizer  que você já tem experiência. – ele se levanta da pia, e então se senta ao meu lado. – fica me olhando fixamente nos olhos e bebe mais um pouco.

— Eu não transei com muitas pessoas na minha vida. – digo ao pegar uma faca e cortar a pizza inteira em pedaços. – mas eu sei fazer isso muito bem quando eu quero.

— Então eu quero te pedir uma coisa. – diz Jungkook ao largar a garrafa na mesa, e continuar a me olhar.

— O que? – olho-o fixamente em seus olhos também, retribuindo seus olhares.

— Eu... – ele sorri e desvia o olhar, mas ao respirar fundo ele volta à me olhar nos olhos e então sussurra. – eu quero transar com você.



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