História Jiminology.com - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Suga
Tags College!au, Fluffy, Lemon, Sexfic, Shorfic, Virgin!jimin, Yaoi, Yoonmin
Exibições 244
Palavras 1.599
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OOOII GNETY <3
Tudo bom?
Então antes de mais, eu queria pedir algo bem sério. Eu amo criar universos alternativos e cês já devem ter notando o quanto eu noio. ;-;
Aqui não difere muito do que eu costumo escrever, em partes sim. De início, o plot era contraditoriamente PWP. Eu pensei bem, contudo. Nós precisamos de bases, de um porquê do envolvimento dos dois. Então será isso e mais uma background story. Normal.
Outra coisa que eu quero pedir é imaginação. Eu quero que visualizem o Jimin. Está? Okay. Agora, peguem naquela personalidade tímida dele e botem ele naquela bolinha de fofura e algodão doce que é essa criatura meio pré-debut meio meados desse ano, os cabelos naturais, as bochechas fofinhas, as roupas maiores que ele mesmo. Esse é o nosso Jimin. Eu vou no tumblr procurar uma foto que se encaixe e boto o próximo, pode ser?
Agora o Suguinha... Mano, o Suga é swag. Ponto. Vejam ele naquela personalidade forte, mas, nesse ano, esse comeback maravilindo, os cabelos todos naturais, sem tinturas ( se bem que o verde-menta ainda slay my life completamente. Min Suga, dono do meu cu) e é isso.
Antes de lerem e acharem chatinho, como eu disse, tem estória lá atrás. Eles vão enrolar porque o Suga concordou em ensinar. Então. A gente vai brincar de preliminar antes do tcheco-tcheco. Pode ser?
Acho que já falei tudo o que tinha que ser falado.
sÓ VAI LENDO, POVÃO.

Capítulo 2 - Promising


“Dançar é a minha vida. Eu sei quem sou eu quando estou dançando” – Jimin falava com paixão. Parecia estar bem longe de onde realmente estávamos. Seus olhos cintilam de uma maneira que jamais havia visto em alguém. Denotar-se-ia isso somente pelo tom da sua voz suave que, tudo o que falava lhe vinha do coração, sem nem mencionar os suspiros constantes.

Eu assentia ao que ouvia falar, Jimin gostava de gesticular imenso, que dizia que no fundo era uma pessoa conversadora. Se soubesse dominar sua timidez… Teria o mundo da palma da mão.

“Não sei se me entende, hyung. A música me liberta… eu só- é mágico demais, não consigo descrever em palavras” – sorriu, encarando-me por cima da borda da caneca. Já tirada dos seus lábios que agora estavam adornados pelo marrom do cacau.

“Ah, eu entendo, Jimin. É basicamente o que eu sinto quando estou compondo ou produzindo ou até mesmo cantando.”

“Você canta?”

“Mais ou menos isso… eu meio que sou rapper e tal” – ele arregalava os olhos, mas sorrindo largo de seguida. Suas bochechas erguiam-se ao passo que seus olhos tornaram-se meias-luas. Era mais um item que compunham o adorável que era seu todo. Jimin é cá uma peça.

O clima estava ameno, a lareira nos aquecia e das duas horas que passaram, as conversas entre nós igualmente não faltaram. A chuva cessara a não mais de meia hora, mas Jimin emanharou-me com suas conversas. E eu sequer gostava de falar tanto. Foi difícil, mas aos poucos, Jimin foi-se soltando e pude concluir que ele é cá um tagarela… nada de tão mau assim. Nesse meio tempo, partilhamos gostos, alguns sonhos e até mesmo perspetivas políticas – que eram divergentes, vale ressaltar. Jimin é alguém culto. Mais uma vez, não vejo por que existe tamanho ódio redirigido a si.

Minha curiosidade estava atiçada desde o momento que lhe dirigi a palavra e eu estando no querer saber mais sobre ele, não me contive. As palavras são pronunciadas por mim de forma quase involuntária.

“Jimin, eu posso perguntar-te algo meio pessoal?” – suas mãos largaram a caneca ao chão, alguns centímetros afastados de si. Estando sentados no tapete um de frente para o outro, o objeto ficara prostrado ao meio, junto ao prato vazio que uma vez tivera muffins – todos devorados pelo pequeno citado acima

 O mais novo – descobri ter dezoito anos a recém – fungava, puxando as mangas do meu blusão para baixo, cobrindo totalmente suas mãos, Esta peça, tal como a primeira, fica-lhe incrivelmente maior que ele próprio e veja bem, nossas alturas são quase similares.

Sentou-se na posição do índio, seus dedinhos dos pés se remexendo dentro das meias.

 “Hm, depende. Mas, e-eu posso tentar responder.”

“Por que Mandy briga tanto com você?”

“Po-porque ela é uma… uma vadia” – cobria a boca, corado. “Perdoe-me. Saiu sem querer.”

“Yah, não há o que perdoar. Que ela é uma eu já sabia. Todo o campus sabe disso, pelo amor do swag” – Jimin ria baixinho, com a destra ainda sobre a boca. Tinha a cabeça inclinada e os seus cabelos negros lhe cobriam os olhos, o que o tornava ainda mais pequeno a meu ver. Gracinha. “Não tem um motivo específico? Tipo, a princípio achei até que era por você ser caloiro e tal mas, a gente já vai a meio do segundo semestre. E isso já não serve de desculpa.”

“YoonGi hyung… eu-”

“Tudo bem se não quiser responder, Jiminie” – uma parte de mim repreendeu-me por tratá-lo com toda esta intimidade. Há seis meses nem um bom dia trocávamos e da primeira vez que faço-o, vou avançando de maneira tão afoita. Foi um passo em falso, confesso. Mas do que aprendi nessas duas horas é que vê-lo corar desta forma vale todos os passos em falso que eu poderia cometer.

“É porque… eu não sei como, ela descobriu que, eu- eu sou gay, hyung” – suspirou, falando. Não olhava para mim. Mas podia enxergar suas orelhas avermelhadas.

“E…?”

“Você não acha isso ruim?”

“Bom, Jimin-ssi. Se eu achasse, estaria negando minha própria sexualidade” – seus olhos levantaram-se e eu os recebi sorrindo. Algo que também não fazia constantemente. Sentia, dentro de mim, que Jimin merecia tudo isso e algo mais. Queria… queria protegê-lo.

“Hyung…”

“Isso ainda não me parece motivo suficiente, Jimin. O próprio namorado dela diz-se «bissexual» ” – afirmei, as aspas presentes no meu tom naturalmente debochado. “Além do que 45% de toda a cidade universitária é” – suspiro. “Então, isso também descarta-se.”

“Eu sou virgem, YoonGi hyung” – se as chamas da lareira e as últimas gotas de chuva lá fora não fossem a nossa única música de fundo, certamente não o teria compreendido de primeiro e ele certamente não concordaria em repetir. Estaria ele, Park Jimin confirmando os boatos que circulavam pela faculdade de dança? Ridículo. Ridículo se é realmente isto os alicerces de todas as provocações vindas da loira. Suspirava eu, cansado. Quando foi que o universo tornou-se mesquinho ao ponto de levar a virgindade como uma ofensa? Não deveria ser o contrário? Na verdade, começo a achar que deveria ser todo o mundo calado e voltado para os assuntos que lhe dissessem respeito, que começassem a cuidar da própria vida.

Meus dedos pentearam meus cabelos, pensando muito bem antes de responder a Jimin.

“E…?” – okay, talvez, só talvez, tenha soado de uma forma grosseira e indiferente. Corou outra vez mas não da maneira certa. É só ir com calma, YoonGi. “Desculpe. Eu quis dizer, e o que isso tem a ver com ela?”

“Eu não sei. Mas eu meio que a entendo” – podia ver seus dedos batendo uns nos outros pela movimentação do algodão trabalhado que ainda cobria suas mãos pequenas. “Afinal, eu tenho quase dezanove e sou virgem” – riu nasal, sarcástico. “E… quem iria querer ficar comigo? Olhe pra mim, hyung! Eu sou uma piada.”

“Não acho que sejas uma piada” – aproximava-me de si, retirando o prato com resquícios de muffins e a caneca vazia de chocolate quente. “Na verdade, acho-te o oposto disso que dizes” –estava próximo demais. O suficiente para erguer seu rosto pelo queixo. Estava eu perdendo o controle das minhas próprias ações como quem quer fazer e sabe que não pode. A calma? A meio caminho para a puta que a pariu. “Eu na verdade acho-te muito sexy” – Jimin olhava-me nos olhos e ver seus orbes cor-de-ébano dobrando de tamanho incentivaram-me a continuar.

“Não diga essas coisas.”

“Está vendo? Se soubesse o quanto essa sua timidez te deixa extremamente sexy…” – sorri no canto dos lábios. Não achei que alguém pudesse ficar assim tão vermelho. “E respondendo à sua pergunta, o próprio namorado da Mandy, somado a todo o D-22 mataria só para ter a oportunidade de tocar seus lábios. E… isso secretamente me inclui também” – confesso, a esse ponto, eu já os contornava com o polegar. “Tão… pecaminosos” – ouvi-me grunhir, reprimindo quaisquer pensamentos impudicos que pudessem ser formulados na minha mente sobre Jimin. Ele é puro e não merece ser maculado por mim. Mesmo em pensamentos. “Merda Jimin. Eu ‘tô com uma puta vontade de te beijar agora” – estando tão próximos, o pequeno fechara os olhos, deixando que nossos narizes se roçassem.

“Então, então por que não o faz?”

“Beijar-te?” – falávamos tão baixo quanto um sussurro pode ser. “Não Jimin. Não te deixes levar por mim, não agora, não desse jeito.”

“Eu quero, hyung.”

“O que você quer?”

“Você” – já abria os olhos. Dessa vez brilhavam de uma forma diferente. Esse brilho que eu conheço tão bem. As noites de Seul que já acompanhavam minhas escapadinhas por alguns minutos de pura luxúria. Era desejo. Era um brilho de desejo que estava nascendo nas suas pupilas ditadas.

“O que você quer dizer, Jiminie?”

“Eu quero acabar com esses boatos de uma vez, hyung. Dançar em paz” – funguei. No seu hálito uma mescla de menta e cacau. Delicioso. O que me fez reparar o chocolate acima dos seus lábios, já seco. “Eu quero… quero fazer sexo. E eu quero fazer isso com você.”

“Olha lá o que dizes, Jimin. Devias continuar assim e entregar-te somente a alguém que mereça, alguém que confies realmente.”

“Eu confio em você.”

“Jimin, a gente nem se conhece direito!” – alerto-o. Ele sorri, fechando os olhos novamente. Audacioso, roçava já seus lábios cheios nos meus. Jimin, Jimin, você deveria ter cuidado com o que faz. Não saberá lidar com as consequências dessas ações.

“Eu já conheci o suficiente, hyung” – ele separou-nos. Voltando a sentar-se onde estava. Rechamava sua característica timidez. “Você é a única pessoa dentro da cidade universitária que faria isso. E eu sei que você não irá me machucar” – falava baixinho. “Eu quero… Quero sentir. Quero saber o que é o prazer que todos tanto falam” – resmungara manhoso. Exatamente como uma criança faria. Ri-me. “Por favor, hyung…!”  

“Okay, Jiminie” – cedo enfim. Passo mais uma vez os dedos entre os meus cabelos. Não irei recobrar minha consciência. E será um imenso prazer ensiná-lo tudo o que sei. “Okay. Eu aceito” – ele ia contra mim, surpreendi-me quando senti seus lábios nos meus, num selinho curto e envergonhado. Park baixara o rosto, com as mãos sobre o mesmo. Dessa vez, eu gargalhara. Em menos de um dia, Park Jimin arrancara de mim mais gargalhadas do que eu próprio em vinte e quatro anos de vida. O que ainda falta tirares de mim, Jimin? “Fofinho!” – beijo sua bochecha. “Mas se faremos isso, então que façamos como deve ser, pode ser?”

Ele assentia.

“Eu vou literalmente te ensinar o que é o prazer. Farei com que te sintas desejado, possuído, marcado… ah, Jimin. Você não irá se arrepender disso e, isso é uma promessa.”

 


Notas Finais


No próximo começam os ensinamentos do pai Suga, fiquem ligados ;)


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