História Jin the human doll - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bonecas Humanas, Bts, Deep Web, Dolls Maker, Drama, Terror
Visualizações 78
Palavras 1.188
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que o estômago de vocês seja forte

Capítulo 2 - Comprador


Fanfic / Fanfiction Jin the human doll - Capítulo 2 - Comprador

Pov’s Yoongi

 

-P-por favor… eu não quero, senhor Min.

-Venha, nós precisamos começar os procedimentos. -Disse, acariciando seu ombro e pescoço enquanto ele chorava.

-Eu quero ficar com o Tae… ele é meu amigo. -O garoto disse, se ajoelhando e abraçando o corpo sem vida. Peguei-o por um dos braços para levá-lo até minha sala. Ele é leve e sem força alguma, foi fácil praticamente arrastá-lo. SeokJin, enquanto chorava, estendia uma das mãos na direção do corpo do seu amigo. Ele parecia ainda estar em choque, acredito que por isso não demonstrava interesse em reagir ou fugir. Coloquei-o sobre a mesa de cirurgia. SeokJin é muito baixo, tanto que seus pés ficam longe do chão. Abaixei a sua mão que seguia na direção do corpo de seu amigo e comecei a tirar suas roupas. Ele está imundo, precisa de um banho antes da cirurgia. Quando o despi por completo, observei seu corpo por alguns instantes. SeokJin olhava para mim assustado enquanto seguia chorando. A minha vontade era de cortar suas cordas vocais agora mesmo… choro de criança me irrita.

-Se eu não tivesse que te entregar virgem para o seu dono… te foderia agora mesmo. Eu deveria te dar uma lição por chorar feito um bebê. -Disse, preparando os anestésicos.

-O-o que você vai f-fazer comigo? -Perguntou, observando as agulhas e seringas.

-Você logo descobrirá. -Respondi, sorrindo sarcástico.

-E-eu não quero q-que você me machuque.

-Você não tem querer. Entenda que você tem um dono agora, pagaram por você, criança medíocre. Fique quieto antes que eu quebre todas as suas costelas. Odeio crianças como você. -Depois disso, ele não falou ou fez nada que senão chorar como um bebê recém-nascido. Fiz o garoto se deitar na mesa, logo injetei os anestésicos pouco a pouco até ele apagar. Uma dose é mais forte que a outra… certamente ele ficará por um bom tempo desacordado. Peguei meu celular e mandei uma mensagem ao comprador.

 

Você: Alguma exigência ou serviço completo? -Perguntei, mandando uma foto do menino desacordado e despido sobre a mesa.

Comprador: Não o quero surdo e com as cordas cortadas.

Você: Tem certeza? Posso fazer um desconto se me deixar cortar as cordas vocais. Ele chora alto, certamente o senhora não vai gostar disso nele.

Comprador: Eu já paguei por ele, você não tem como me dar qualquer desconto.

Você: Na próxima compra…

Comprador: O quero com as cordas vocais intactas. Quero ouvi-lo chorar quando chicotear suas costas.

Você: Algo mais?

Comprador: Não.

Larguei o celular em qualquer canto e coloquei minhas luvas. Limpei o seu corpo e quando tentei prendê-lo com as amarras da mesa… não consegui. Seus braços e pernas eram muito curtos. A mesa apesar de pequena, era grande para ele. Improvisei amarrando seus tornozelos e cotovelos com cordas que eu costumava usava para prender uma de minhas bonecas na cama. Antes de cortar metade dos seus membros, o observei por alguns instantes. Passei a minha mão pelo seu rosto, peito e barriga, até chegar ao se falo. Normalmente os compradores pedem garotas, transformei pouquíssimos garotos em bonecos. Por isso quero aproveitar esse momento raro. Masturbei-o, porém o seu corpo não teve nenhuma reação. Talvez ele seja jovem de mais para isso.- Espero que o seu dono saiba fazê-lo amadurecer, garotinho. -Disse, rindo. Tive que pegar mais um pedaço de corda e amarra os seus joelhos para que suas pernas ficassem bem firmes para eu serrá-las. O corte fora feito pouco acima dos seus joelhos, separei o restante das suas pernas do que havia sobrado e anexei uma barra de metal (de cerca de 5 cm) em cada um dos tocos e, logo após, costurei as feridas. O mesmo fiz com os seus braços. Corteio-os pouco acima de seus cotovelos, anexei as barras e costurei as feridas. Nestas barras há uma rosca de parafuso, o dono pode colocar uma junta tórica nesta parte da barra e, quando quiser, pode pendurar o boneco em qualquer lugar. Quando as feridas curarem, vou encapar o toco dos seus braços e pernas. Mas como o comprador deste aqui quer ele em breve, é o seu dono quem provavelmente fará isso.

 

~Dia seguinte~

 

Quando voltei a sala, encontrei o garoto chorando. Eu não havia limpado o sangue ao seu redor, então a sala fedia. Ele soluçava, sigo inconformado por não ter permissão para cortar suas cordas vocais.

-M-me ajude, senhor Min… por favor. E-está doendo muito. -Ele disse, chorando e soluçando. Peguei-o no colo e coloquie sobre outra mesa, uma que estava mais limpa. Havia um pano úmido sobre a pia, esta que eu lavava minhas mãos após as cirurgias. Peguei o pano e limpei o seu corpo ensanguentado. Ele não parava de soluçar, o barulho que fazia me irritava, por isso peguei uma mordaça e coloquei-a na sua boca. Mas de nada adiantou, os seus soluços continuaram… incessantemente.

-Foi nessa mesa que você está deitado que eu transformei o seu amigo. O corpo dele ainda está lá… no chão. Você me deixou cansado ontem, sequer consegui limpar as suas feridas. -Ele olhava para mim, aterrorizado enquanto eu o olhava sorridente.- Hoje eu vou te cegar. Quer ver o seu corpo antes disso? -Perguntei, me afastando dele e pegando um espelho.- Veja… -Mostrei a ele, que começou a gritar e se debater. Me irritei com a gritaria, logo dei um soco no seu rosto.- Fique quieto!! Sua criança imunda… qual é o seu problema?! Quer estragar o meu trabalho? -Perguntei, batendo nas suas costelas, fazendo-o gemer de dor e chorar ainda mais. Saí da sala e peguei o lazer. Quando voltei, amarrei sua cabeça à mesa. Ele tentou me impedir, mas nada que mais alguns tapas não resolveram. Abri bem os seus olhos e comecei o processo. Em menos de 40 minutos ele já havia perdido cerca de 75% da visão.- Não me esqueci das exigências do seu dono. -Ele não parava de gritar, por isso dei mais alguns anestésicos a ele, até apagá-lo novamente. Agora era a vez de seus dentes, que seriam todos arrancados e trocados por silicone. Quando dei inicio ao processo, percebi que alguns de seus dentes ainda eram de leite. Talvez o seu dono tenha que arrancar os que virão. Quando finalizei o processo, descartei seus dentes e preparei o silicone. Colei-o na sua gengiva, ele fica horrível desdentado, por isso providenciei o silicone assim que os dentes foram removidos. Agora ele é um boneco (quase) completo. Desmembrado, praticamente cego e sem os dentes. Só faltava ensurdecê-lo e cortar suas cordas vocais… é uma pena que o seu dono não queira. Amanhã vou ensiná-lo a fazer sexo oral… isso será muito bom. Não posso foder sua bunda mas posso foder sua boquinha carnuda. Só de pensar já sinto prazer. Mais uma vez deixei-o na sala, sozinho. Mas antes peguei meu celular e mandei uma foto dele ao seu dono.

Você: Ele está pronto. Mais alguns dias e você pode vir buscá-lo.

Comprador: Ele está lindo… mais que o anterior. Mal posso esperar para trazê-lo para cá. Não deixe o meu boneco pegar uma infecção, preciso usá-lo. Esta foto me excitou e agora eu preciso fodê-lo.



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