História Jogo da velha (Imagine Hoshi) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Seventeen
Personagens Personagens Originais, Soonyoung "Hoshi"
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Palavras 4.869
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um! Rsrsrs.
Boa Leitura!

Capítulo 1 - Vodca com suco de laranja.


Fanfic / Fanfiction Jogo da velha (Imagine Hoshi) - Capítulo 1 - Vodca com suco de laranja.

Imagine Hoshi

Admiradora secreta!!!

Hoshi on

Entrei com meus amigos na sala após o intervalo, mas algo em minha mesa chamou minha atenção, um envelope, o peguei com uma visível curiosidade será que é pra mim mesmo. Está com meu nome então deve ser.

Você já sorriu hoje?

Sorria, mesmo que não saiba preciso dele pra continuar,

Em paz...

Admiradora secreta.

Acabei sorrindo, a quem não gosta de receber um bilhetinho assim, gostaria de responder.

Off...

Acredito que eu tenha batido um novo recorde de ficar mais tempo sem respirar, fora o medo de que alguém tenha visto.

Já não é de agora que gosto do Hoshi, minhas amigas convenceram que seria bom se tomasse coragem e fizesse algo, pra não chorar caso ele arranje alguém, pois sei que não sou a única. Então resolvi ir contando aos poucos, depois que leu ele sorriu, sorri junto, eu amo seu sorriso e como os olhinhos dele ficam com o gesto. Saio dali antes que desconfiem.  

Hoshi on

Passou-se o restante do dia e não tive mais sinal da admiradora secreta, contei aos meus amigos que de inicio duvidaram mais depois ficou tudo okay. No dia seguinte corri pra sala pra ver se encontrava algo ou se pegava a garota no pulo. Não tinha nada sentei na carteira, confesso que desanimei. Suspirei. Apoiei a cabeça entre o braço e pus-me a esperar. Acabei por dormir, mais fui desperto com a porta batendo com força. Levanto e deparo com um bombom, e mais um bilhete.

Para adoçar sua manhã.

P.s: Que você tenha um ótimo dia.

De uma garota apaixonada.

Não posso negar que fiquei eufórico com isso e logo comi o bombom. Mas fiquei com raiva de não ter visto, foi tão ousado. Mas pelo bater da porta ela deveria estar nervosa, deve ser tímida ri com esse pensamento. Como será que ela é? Será que temos algo em comum?  

Os meninos chegaram á sala. Não contei sobre o bombom será que algum deles está ajudando a garota. Talvez não os conheça não conseguem esconder algo por muito tempo.  

<><><><><><> 

Passou-se uma semana e garota não apenas se declarava como também me tirou de diversas enrascadas, quando esqueci o livro do professor mais chato, ou quando perdi o dinheiro do lanche, até uma redação que me esqueci de fazer. E todos vinham com recados fofos, acabei sorrindo bobo ao lembrar. Segundo ela estava perto de conhecê-la. Estava muito ansioso, eu suspeito de uma garota, não sei, será que devo surpreendê-la?

Voltei do intervalo ansioso, me pergunto quando foi que fiquei tão dependente dela, quando foi que passei a esperar tanto de alguém que ainda não sei quem é, e o pior será que já estou apaixonado pelas suas palavras?

Cheguei a minha mesa meu coração já não cabia em mim. Peguei e pus-me a ler.

Não consigo olhar no fundo dos seus olhos

E enxergar as coisas que me deixam no ar,

Deixam no ar...

As várias fases e estações que me levam com o vento

E o pensamento bem devagar

[Desde 1° vez que lhe vi, senti algo, não quis admitir, mas agora não posso negar.]

Outra vez, eu tive que fugir

Eu tive que correr, pra não me entregar

As loucuras que me levam até você

Me fazem esquecer, que não posso chorar

[Por mais que eu tenha fugido, eis que estou aqui de mãos atadas, entregue a você, e apenas a você. É insano e avassalador. Não quero mais fugir decidir viver. Viver com você.] 

Olhe bem no fundo dos meus olhos

E sinta a emoção que nascerá quando você me olhar

O universo conspira ao nosso favor

A consequência do destino é o amor, pra sempre vou te amar

[Diversas vezes sonhei em estar entre seus braços em um abraço caloroso. Ao me olhar eu quero que sinta tudo o que sempre senti, agora que vejo suas reações ao que escrevo, minha esperança está renovada. E de fato pra sempre vou te amar.]

Mas talvez, você não entenda

Essa coisa de fazer o mundo acreditar

Que o meu amor não será passageiro

Te amarei de janeiro a janeiro

Até o mundo acabar

[Passar um final de tarde juntos, passear a noite e poder dizer ‘Como a lua está bonita’ e ter certeza que seu sorriso estará mais. Mais ouça você não precisa se sentir pressionado, quando realmente me conhecer assim você poderá escolher se vai ou se fica.]

Obs: De janeiro a janeiro até o mundo acabar...

Venha até mim, estou esperando na entrada, venha pra mim.

.......

Quando terminei de ler, minha mente queria correr até ela, mas minhas pernas travaram no chão, respirei fundo e quando um pouco do nervosismo passou comecei a andar apressadamente até a entrada, quando vi a parada apenas corri pro abraço ela não tinha me visto.

Off...

Estava esperando, ele que está demorando ou só eu que estou muito apressada, mais não é pra menos, quando o vi correndo na minha direção, acredito que meu coração levaria uma multa por ultrapassar os limites eu estava segurando uma caixa com comida japonesa que sei que ele gosta comeríamos juntos. A distância foi diminuindo e minha alegria aumentando até ele passar direto por mim e abraçar a Soo. Que porra é essa? Ele tinha que vim até mim, não ela, tudo que fiz foi em vão é isso mesmo?

Não pude conter as lágrimas fui saindo do campus e a primeira lixeira que vi depositei á caixa, nunca mais quero comer comida japonesa, pelo menos lá na frente não vão dizer que não lutei acabou. A decepção não cabe em mim, doí tanto, chega a queimar, nem sei como mais cheguei em casa, minha mãe falou alguma coisa apenas ignorei e subi, literalmente me joguei na cama, eu não iria chorar não agora, apenas dormi com a dor na rejeição fazendo eco na minha cabeça.

Woozi on

Eu sabia que Hoshi andava diferente, os outros fingiram acreditar que ele realmente disse a verdade sobre a garota secreta. Mas pra minha surpresa diversas vezes vi a (seu nome) deixando as coisas pra ele e saia eufórica eu poderia dizer que ela apenas levava mais só um cego não veria o amor estampado nos olhos dela, passei todo esse tempo os observando, eles foram feitos um pro outro acabo rindo com a minha constatação. Ela estava radiante e pelo que vi com uma caixa de comida japonesa nos braços então ela decidiu se revelar.

Eu queria ver tudo, seria algo digno de dorama, torço tanto pra felicidade desses dois e logo o vejo se aproximar com a mesma euforia que via nela, mais pra minha surpresa ele foi até a Soo e passou por ela, logo vi seu sorriso murchar e sair, a comida japonesa foi destinada ao lixo e assim o lindo sorriso foi substituído e eu vi a saindo no automático, como pode meu amigo ser tão tapado! Quando olhei o vi sozinho varrendo com o olhar todo o lugar acredito que a esnobe da Soo tenha dito algo, cheguei perto do Vernon que ria do amigo, fiz de desentendido.

-- Ei o que aconteceu?

-- O Hoshi abraçou a Soo e ela o empurrou perguntando se ele estava louco e que o namorado dela ia quebrar á cara dele, mas agora ele está assim com cara de perdido, praguejando e procurando algo. – explicou ainda rindo um pouco.

Eu até riria se não soubesse que ele também está sem chão assim como ela que viu o seu amor abraçando outra, mas já viu, mente burra o corpo padece.

Não irei soltar essa informação tão fácil ela se empenhou em conquista-lo agora ele tem que se empenhar em encontra-la e desfazer essa merda toda. 

 Fui até ele, já estava ficando esquisito iam pensar que ele endoidou.

-- Vem Hoshi, vou te levar em casa. – segurei em seu braço e ele apenas o seguiu velo daquela forma não era legal, ele tinha que ter analisado a situação. Mas ele devia estar muito ansioso, pra ter sido muito cego.

Já no quarto dele dei um copo de agua pra ele, acredito que ele precise conversar.

-- Ei desabafa.

Ele deitou na cama, ele soltou um suspiro tão triste que quase soltei um também.

-- Cometi um grande erro, e agora a verdadeira garota deve estar muito chateada e não vai se apresentar, como eu fui burro. – é ele foi mesmo, mas não vou dizer assim.

-- Calma, acontece.

-- Woozi eu sei que vc deve estar pensando o mesmo, porque a única coisa que devia ter feito era ter esperado ela vir a mim, não sai por aí na sorte.

Balancei a cabeça concordando.

-- E agora como vou encontra-la. – agora eis a questão falar ou não falar. Fiquei em silêncio pensando, será que poderia dar um empurrãozinho?

-- Woozi? – olhei pra ele, abaixei o rosto não queria que ele visse essa confusão. Porque eu não devia me intrometer, mas por outro lado deixar um amigo sofrendo é barra.

-- Woozi? O que você sabe que eu não sei? – ele havia sacado.

-- Talvez eu saiba de algo. – ainda estou em duvida, porque se eu falar ele vai correndo atrás dela e agora ela deve estar de cabeça quente.

-- Pode dizer, você sabe quem ela é não é mesmo? – suspirei, vou dizer mais também tentarei colocar algo útil na cabeça dele.

Off

Hoshi on

Saber que o Woozi sabia de algo me deixou aliviado mais também curioso pra saber como ele sabe.

Ele começou.

-- Hoshi eu vou dizer quem é mais se acalme e não é pra você ir atrás dela agora, ela deve estra nervosa e isso só irá piorar. – é serio que ele está pedindo isso? Mas de fato ela deve estar muito irritada.

-- Okay. – mesmo a contragosto aceitei, pois assim poderia bolar algo pra inverter tudo isso.

-- No inicio apenas pensei que ela entregava, mais percebi que ela também era a garota não apenas a correio. Enfim, observei vocês á distância, a garota é a (Seu nome). – meu queixo foi ao chão como eu nunca percebi? Agora que a verdade foi dita, minha mente está mostrando todas as pistas que realmente era ela, agora lembro que passei por ela. Baguncei meus cabelos na intenção de extravasar a raiva.  

-- O que você sugere que eu faça?

-- Espere até amanhã e faça algo que a emocione a presentei, peça desculpa se ajoelhe, não sei, se você gosta dela tem que provar. Alias você não a percebia mais todos nós sabíamos do amor dela por você, alias devia ter olhado mais pra ela antes. – ele tinha razão.

Ouço batidas na porta e vejo meu pai entrar.

-- Filho hoje nós vamos sair. – que estranho.

-- Onde?

-- Querido você sabe que tenho uma namorada e que ela é um pouco mais jovem do que eu, quero que você a conheça, mas serio a conheça e depois se não gostar reclama mais por motivos não caprichos. – eu poderia espernear mais meu pai merecia, perdemos minha mãe á tempos me admira ele se interessar por alguém agora.

-- Mas não quero ficar de vela. – digo suspirando.

-- Não vai a irmã dela vai nos acompanhar, assim pediu o sogrão. Vamos vai ser comida japonesa – ele terminou rindo, ele não tem jeito.

-- Okay. – hoje não estou com forças pra discutir.

Off...

(Seu nome) on

-- Querida! – ouço batidas na minha porta, pela voz é minha irmã. Levantei e abri a porta. E voltei a deitar.

-- Irmãzinha...- ela veio toca doce, algo ela quer mais não estou disposta.

-- O que você quer?

-- Nossa credo! Vc prometeu e se esqueceu, deveria ficar chateada? – nossa porque raios eu prometi, a é eu estava feliz, droga minha irmã não pode pagar por algo que deu errado.

-- Okay. – disse com falsa alegria.

-- Anima vamos comer comida japonesa sei que gosta. – droga foi o ápice lágrimas grossas escoriam pela minha face e vi minha irmã desesperada procurando algo que ela tenha feito que tenha me magoado, eu apenas a puxei de deitei minha cabeça em seu colo, quando acalmei contei tudo a ela.

-- Vai ser bom sair assim você clareai as ideias. – concordei fungando. Dormi, até ela voltar e dizer que era pra mim me arrumar.

A noite estava agradável então resolvi escolher um vestido agora qual, depois do banho pus-me a procurar. Escolhi um vestido branco com flores azuis e uma sapatilha preta, não vou passar maquiagem por mais que seja evidente que chorei. Cabelo amarrei em rabo de cavalo frouxo, pronta desci pra sala esperar minha irmã. Vejo meu pai com o cenho franzido eu sei é difícil que a filinha mais velha dele esteja com alguém da mesma idade que ele praticamente, mais eu acredito que toda forma de amor seja valida então por mim felicidades.

-- Bebê fique de olho nos dois! – revirei os olhos com aquele apelido, que mane ficar de olho, por mim ela vai beijar até a boca cair e vou encontrar um lugar pra encher-me de doce. Apenas concordei quando o vi esperar uma resposta. Ela desceu e logo fomos ao restaurante. Comer pela primeira vez pra mim seria algo doloroso.

-- Obrigado por vir mesmo estando triste. – assenti, não queria mais falar.

Estava tomando suco quando minha irmã disse que eles chegarão, antes de engolir os olhei, foi meu pior erro, acabei engasgando com o suco e deixando minha irmã desesperada, o restaurante parou pra ver, lembre se nada é tão ruim que não possa piorar. O motivo de ter engasgado, o acompanhante do namorado da minha irmã era nada menos que o Hoshi.

Há duas opções sair correndo ou fingir que não é comigo, enfim vou fingir que não é comigo, ele nem sabe que era eu mesmo. Tentei voltar a respirar normal, agora estávamos todos sentados.

-- Está bem? Se algo lhe acontece sua louca papai ia surta pondo a culpa no meu amorzinho. – aí meu senhor, que coisa amorzinho serio?

-- Me diz aonde que eu engasgando sozinha têm haver com o seu amorzinho? Se ele falar algo joga aquilo na rodinha e deixa a bomba rola entre ele e a mamãe. – ela acabou rindo com a menção de um segredinho do nosso pai.

-- O que vamos pedir? – perguntei enquanto via os olhares cumplices do casal, e para o meu total desconforto Hoshi não tirava os olhos de mim. Será que ele sabe? Impossível, ele achava que era a Soo. Não ousei a sustentar seu olhar nem seu sorriso que parecia se divertir com uma piada interna. E a minha piada interna é que conquistei meu amor para outra garota, sorri amargo com isso.

-- Então vocês escolhem, vamos sair e alias esteja na porta de casa até meia noite que é a hora que estarei também beijinhos. – disse se levantando e o “amorzinho se levantou pedindo desculpa” tudo bem cunhadinho sei o quanto minha irmã é doida. Mas e agora o que vou fazer tinha que ser justo o Hoshi.

Antes que ele levantasse a mão pra pedir algo, o interrompi.

-- Já que eles se foram, vamos pra outro lugar. – levantei e fui pagar o suco que consumi. Quando do lado de fora respirei fundo por finalmente estar sentindo um vento em meu rosto, estava sentindo calor.

-- Pensei que gostasse de comida japonesa. – Hoshi disse ao meu lado, por um momento havia esquecido a sua presença, seguimos andando até uma sorveteria, optei por um sorvete simples de baunilha.

-- Não gosto mais. – apenas respondi isso. Meu emocional estava muito desgastado. Foquei em qualquer lugar, menos nele.

-- Você está bonita (seu nome). – ele sabe meu nome, então não passei tão despercebida.

-- Obrigada. – não ousei dizer mais nada.

-- Que tal irmos pra minha casa, é aqui perto e ainda são 8 horas.

-- O que iriamos fazer lá? – não pude conter a pergunta.

-- Podíamos ficar atoa ou jogarmos algo, ou assistir não sei. Pedir uma pizza talvez. – acho que não mataria, afinal á algumas horas atrás seria tudo o que eu queria.

-- Okay. – Terminei o sorvete, mais ao olha-lo percebi o quanto está radiante. O segui até sua residência, que estava silenciosa. Adentramos e ele logo foi pedir a pizza. Sentei na sala.

-- Vamos jogar um jogo? – ele perguntou, com um olhar que escondia as coisas, o que será que estava tramando, confesso que meu coração deu um solavanco com o convite desse jogo.

-- Que tipo de jogo? – ele sorriu fazendo seus olhos sumirem.

-- Que tal o jogo da velha? – sorri gostava daquele jogo. Antes que eu respondesse ele continuou.

-- Mas tem um porem.

-- Que porem? – aquilo estava me excitando, claro ele não ira fazer nada pervertido ne?

-- Quem vencer faz uma pergunta pro outro, mas se recusar a responder terá que beber. E não vai ser água querida... – meus pelos do pescoço se ergueram com querida que foi sussurrado. O que tem de mal jogar, assim eu também poderia perguntar algo.

-- Okay. – ele passou a língua pelo lábio inferior, acabei por desejar fazer o mesmo. Eu vou enlouquecer de desejo por essa boca. Suspirei tentando acalmar enquanto ele não voltava. Apareceu com um tabuleiro próprio para o jogo da velha. E também nove copos supõem que seja um pra cada espaço, sentamos na sala, o tapete era tão fofo senti vontade de deitar.

-- Então vamos deixar claro como vai ser. – trouxe mais pra perto uma garrafa de bebida que não reconheci. Apontei pra garrafa e ele olhou.

-- O que é?

-- Vodca, por quê? – ele estava visivelmente debochando de mim?

-- Não vou beber isso puro. – cruzei os braços, não quero voltar bêbada pra casa e tenho certeza que vou falar muita merda. Ele levantou e suponho que ele tenha ido á cozinha. Voltando com uma jarra aparenta ser suco de laranja.

-- Que tal colocarmos suco de laranja. – disse mostrando a língua pra mim.

-- Não podemos beber apenas o suco? – falei baixo mais foi em vão.

-- Não assim não tem graça. Vamos começar.

1. Quem ganhar faz a pergunta, o que quiser.

2. Quem perder tem que responder se não responder terá que beber um copo de vodka com suco, mas a partir segunda vez quem perder e optar beber terá que dobrar o numero de copos.

--Vamos lá. – eu não poderia perder. Vou perguntar o que ele tem com á Soo. Começamos a jogar, e pela concentração de ambos não queríamos perder. Mais por um momento acabei literalmente viajando na maionese quando vi as cartas/bilhetes que mandei pra ele na mesinha e ele ganhou a primeira rodada.

-- Acho que eu ganhei hahahaha. – respirei fundo.

-- Manda. – ele colocou a mão no queixo e pensou por um momento.

-- (seu nome) você gosta de mim? – droga que maldita pergunta é essa pera calma, o que faço, se eu for responder não posso mentir e se eu beber ele vai suspeitar, quer saber vou beber pelo menos assim quem sabe a vergonha diminui peguei um dos copos e levantei pra que ele percebe-se que ia beber. Ele gargalhou com a constatação. Rapidamente colocou as bebidas e de uma vez eu bebi, senti um gosto ruim e diferente ao mesmo tempo, senti algo mudando e não sei.

Voltamos a jogar eu não vou me distrair...

-- (seu nome) você tem certeza que sabe jogar? – quando olhei mais uma vez ele tinha ganhado, só pode ser trapaça. Esperei pela pergunta.

-- Você tem desejos sexuais comigo? – vou bater nesse garoto, porra eu gosto dele, espera que vou ter esses desejos com quem?  E mais uma vez bebi mais dessa vez dois copos, ele estava se divertindo as minhas custas.

-- Porque não responde? – sínico dessa não passa. Comecei a sentir calor, tentei me abanar e nada, dessa vez concentrei ao máximo. E quando a vitória veio não pude deixar de fazer uma dancinha. Mais e agora o que vou perguntar? Não posso ser tão ousada mais não posso perder a chance também. Que se dane eu quero saber.

-- VOCÊ GOSTA DA SOO? – alguém me diz por que estou gritando? Acho que é o efeito do álcool nunca bebi. Ele simplesmente bebeu aquilo foi como um balde de água fria ele gosta dela, porque ele teria problemas pra responde isso acaso não gostasse então ele gosta toda a vontade que eu tinha de jogar acabou. Toda estrambelhada deitei no tapete macio e fechei os olhos, estou com a boca seca e com calor.

-- Não quer mais jogar?

-- Perdi a vontade. – ele riu, de olhos fechados nem sei onde ele se encontra.

-- Mais eu estou cheio de vontades. – é impressão minha ou ele falou isso com malícia? Não deve ser o efeito do álcool e olha que bebi apenas 3 copos, mas também eu não comi nada. Estava tão absorta em pensamentos.

-- Você não estaria disposta em compartilhar essa vontade estaria? – senti um arzinho quente bater no meu rosto e assustei com a proximidade. Ele estava com o rosto próximo e se seu corpo estava acima do meu, sendo sustentada pelos braços á volta da minha cabeça.

-- Vai compartilhar essa vontade com a Soo. – fiz bico e tentei sair, mais ele encaixou seu corpo sobre o meu não me deixando sair. Suspirei pelo contato mais intimo de nossas regiões.

-- Eu não a quero. – disse de cara sério.

-- Não foi isso que pareceu mais cedo. – respondi raivosa.

-- Ouça mais cedo foi um mal intendido. – soltei um riso debochado.

-- Não importa mais. Não o quero mais. – tentei empurrar seu tronco, mas apenas senti vontade de correr minha mão pelo seu corpo. Falei besteira ele deve estar achando que sou louca por dizer isso a ele. Ele segurou meu braço bem firme, assustei com a força.

-- (Seu nome) Então você é uma mentirosa! – ele não perguntou afirmou. Isso fez meu sangue ferver.

-- Não! – ele chegou mais perto do meu rosto e disse.

-- Então o que aconteceu com o vou te amar de janeiro a janeiro?

Ele sabia que era eu, mas como será que alguém contou, ou ele resolveu pensar um pouco. Apenas fiquei calada com meus pensamentos até sentir uma mão acariciando meu rosto.

-- Só me perdoa. – ele deixou uma lágrima escapar, levei minha boca até a lágrima e a beijei, beijei todo seu rosto, acabei afastando não queria que ele pensasse que sou atirada, ele estava de olhos fechados sorrindo. Quando voltou a olhar em meus olhos acenei que sim, não tem porque eu não perdoar.

-- Então me deixe fazer de você minha. – senti meu estômago revirar e o calor subir até o pico e com o toque de sua mão em minha cintura arrepiei como se tivesse passado uma brisa fria. Olhei em seus olhos e era repleto de desejo, ele quer tanto quanto eu. Levei minhas mãos a sua nuca puxei seus cabelos de leve, torcendo pra ele entender.

Sua boca foi de encontro a minha suave e calma, gemi em estase á quanto tempo esperei pra sentir esse lábios nos meus, segui com os seu movimentos, retribui com a mesma intensidade, desci uma mão da nuca até as costas dele sentido apertar seu corpo mais contra o meu. Seus lábios foram passando pelo pescoço como se conhecesse esse percurso muito bem. Minha pele reagindo aos seus toques é tão bom, remexi estava sentindo muito calor no meio das pernas, preciso aliviar isso, tentei esfrega-las novamente, mais Hoshi levou uma de suas mãos até lá e passou de leve por cima da calça tremi toda em baixo de seu corpo. Arfei com mais uma passada de mão entre minhas pernas.

-- Calma! Amor! Logo estarei por completo dentro de você. – arfei com suas palavras, deixou meu corpo mais atiçado pra tê-lo logo. Acabei retirando sua blusa enquanto ele castigava a pele do meu pescoço com mordidas. Arranhei suas costas eu não seria a única a sair marcada. Foi retirando devagar meu vestido seu troco nu encostou-se a minha pele recém-descoberta, estava sem sutiã, passou se um choque por todo o corpo. Arqueei mais meu corpo em busca de contato.

Não estava mais dando levei minhas até as suas calças e tentei tira-las ele sorriu com a minha pressa e a retirou, ofeguei com a visão da cueca com um volume grande passei a língua pelos meus lábios, voltamos a nos beijar, mas com mais fúria e força, com suas mãos apertando meus seios gemi em seus lábios que foi um incentivo pra jogar seu quadril pra cima do meu. Levei minhas mãos a sua cueca pra tira-la, mas ele impediu e com uma rapidez retirou a minha calcinha agora estou completamente nua, ele estava me torturando passando as mãos e a boca devagar, estava sem paciência, o incomodo em minhas pernas era tamanho que coloquei força e inverti nossa posições.

Agora por cima com pressa arranquei sua cueca com mais força que devia acabei por arranha-lo e ele gemeu e isso atiçou meu corpo de uma força que foi impossível não colocar seu membro em minha mão, comecei com um vai e vem devagar espalhando sua lubrificação. Ele estava mordendo os lábios para não gemer, mais eu queria mais, queria ele gritando por mim, senti vergonha quando pensei em abocanha-lo nunca pensei em fazer isso, mas agora parecia uma ideia tão boa. Quando levei minha boca até seu membro e o lambi como se fosse meu picolé favorito ele gritou meu nome e se sacudiu mais não soltei aquilo reverberou bem no meu útero senti o vibrar, agora suguei, Hoshi não parava de gemer meu nome. Comecei sentir o meio de minhas pernas molhados, era agora estava em chamas precisava senti-lo, soltei antes que ele pudesse abrir os olhos sentei em seu membro com tudo, mas me arrependi com a dor que veio a seguir. Uma lágrima desceu, Hoshi logo se prontificou a recolhê-la com a boca, ficamos parados.

-- Porque não foi com calma? – disse passando a mãos em meu cabelo fazendo um carinho, vi sua pele toda arrepiada, a cada mínimo movimento ele gemia e eu sentia algo esquentar mais ainda. Segurei seu rosto e beijei de forma desajeitada e desesperada.

-- Eu queria lhe sentir logo, esperei tanto. – soltei um gemido alto quando seu quadril foi de encontro ao meu, já não havia mais nada além do prazer. Comecei a descer e subir, suas mãos firmes colocando mais força no movimento, gemi e gemi muito no seu ouvido e cada vez mais sua espiração aumentava. Invertemos novamente e ele veio forte e fundo, girei os olhos enquanto ele sugava a pele do meu pescoço e bombeava dentro de mim.

-- Ahhh. – soltei mordi o lábio.

-- Você gosta assim? – diminuiu e foi mais devagar, neguei eu queria mais rápido. Ele segurou em meus ombros sem aviso aumentou a velocidade, estava próximo meu ventre já pulsava.

-- Ah simmm isso vaiiiiiii. – eu já não tinha noção, eu queria explodir em prazer e seria meu amor a me dar, ele chamava meu nome como se fosse um mantra, corpos suados se chocando, ali estavam confirmando nosso sentimento. Passei os braços em volta das suas costas e puxei pra mais perto, sua cabeça ficou entre meus seios o que gerou mais uma onda de prazer. Mais alguns vai e vem ele se retirou e se derramou em cima dos meus seios.

Ele caiu ao meu lado ofegante assim como eu. Esperamos a respiração voltar ao normal, mas antes a porta estava sendo esmurrada.

-- A pizza. – Hoshi pôs a mão na cabeça, corri por uma blusa dele e peguei o dinheiro na mesa que ele já tinha separado, eu ainda estava com as pernas bambas mais eu seria mais rápida, então abri à porta um pouco envergonhada, de abri a porta assim, tudo piorou quando o entregador me secou com os olhos, fiquei desconfortável.

-- Desculpa, demoramos um pouco porque tínhamos perdido seu pedido, mais espero que não tenha ficado no tédio se quiser posso recompensa-lo.

Hoshi on

Não estava crendo que ele estava dando em cima da minha mulher sim minha. Eu ainda estava nu. Vi a (Seu nome) entregar o dinheiro pra ele e dizer obrigado, mais ele não saiu. Foi quando ouvi.

-- Não tenho que entregar mais nada quer companhia? Levantei e fui até á porta, nu mesmo.

-- Ela não precisa da sua companhia e idiota eu lhe garanto que no tédio ela não ficou! – eu estava com os punhos fechados quem ele pensa que é? A me ver nu e ela com a minha blusa ele começou a ficar vermelho de vergonha.

-- Desculpa não sabia que ela tinha compromisso.

-- Na próxima pergunta ou ira ficar sem dentes! – eu nunca pensei em agredir ninguém mais esse cara, sim nele eu quero bater ele saiu correndo.

(Seu nome) me olhava espantada, a puxei para um beijo, mordi seus lábios e ela tremeu em meus braços.

-- Você é minha! Eu não irei deixar você sair dos meus braços. Nem que queira. Nós amaremos de janeiro a janeiro até o mundo acabar! 


Notas Finais


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