História Jogo do pecado - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amnesia, Amor Doce
Personagens Ambre, Castiel, Dimitry, Ikki, Kent, Lynn, Lysandre, Personagens Originais, Shin, Toma, Ukyou
Tags Romance
Exibições 27
Palavras 2.597
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite gente!! Me desculpem pela demora, mas estou aqui com o novo capítulo. ^-^ Se eu não me engane, mençionei que neste capítulo teria cenas quentes, mas não haverá. Decidi que seja light, espero que gostem.




Boa Leitura!!

Capítulo 6 - Declaração


Fanfic / Fanfiction Jogo do pecado - Capítulo 6 - Declaração

Heroína não consegue negar que Emi se encontra bastante bela com a roupa, vestido que no passado lhe pertençeu. A jovem mesmo sendo graciosa com a bolsista, nunca foi de ficar com amizades com garotas que se envolviam com os rapazes. Mas no caso de Emi, é diferente. Heroína sente que a jovem, não é uma garota que se ficar com um dos cincos príncipes é por interesse. Ao contrário, sebe que ela valoriza da melhor forma sua moral, por isso, faz questão de ajudá-la. Querendo deixá-la mais graciosa, Heroína tira a maquiagem que Emi estava, começando a fazer outra. Acgo que Okyou tinha carregado bastante na base.

-Por que está fazendo isso? -questiona Emi, fechando os olhos, enquanto Heroína passa uma leve camada de sombra.

-Sabe, admiro Okyou... admiro mesmo! Mas as vezes o ego dele, acaba matando-o. -responde Heroína prosseguindo a maquiagem.

As duas jovens ficam um bom tempo no quarto. Os rapazes, e os demais convidados, já se encontram na sala conversando assuntos paralelos. O evento que ocorrerá no resto da noite, é um famoso jogo de cartas que o que vençer leva o prêmio. Por ser uma disputa de alto nível, o prêmio tem que corresponder respectivamente. Nesse caso, como Lissandre chamou o seu irmão para participar, Heroína viu como ótima idéia, usar Emi como aposta. Os rapazes ao saber, com certeza iram aceitar as disputas, e assim seu esposo, terá mais mídia do que já tem. A cozinheira ao preparar o leve jantar que sua patroa ordenou assim que chegou, sobe as escadas indo em direção ao quarto. Batendo na porta em seguida.

-Pode entrar! -responde Heroína. 

A empregada abre a porta em seguida, pondo a bandeija em uma escrivaninha perto da entrada, saindo em silêncio. Heroína por ter pedido a janta, especialmente por causa da fome de Emi, decide não colocar o batom, deixando-a que comesse antes de concluir o look. Já que é a única coisa que falta. Emi por ser um pouco tímida em certas ocasiões, fica um pouco sem jeito em aceitar o prato de sopa que foi mandado preparar.

-Eu sei que você está com fome, coma. É todo seu! -fala Heroína, pegando a bandeija colocando-a ao lado de Emi. -Sua cara de pidona não me engana, eu sei que foi difícil passar aquela festa sendo uma pessoa que você não é.

-Não é isso... -fica envergonhada Emi, olhando para a bonita sopa de legumes ao seu lado. Percebendo que o prato é da mais alta linhagem de produção. -Eu só não sei o que está passando por aqui.

-Meu amor, o que você está passando na mão desse rapazes, e também passei. -comenta Heroína, notando o olhar de espanto que Emi fez no momento ao ouvir. -Também estudei em Ashford com a bolsa de estudo, mas a diferença é que eu sempre tive uma boa condição financeira. Mas para provar aos meus pais que tenho capacidade o suficiente de viver sem seus dinheiros, decidi fazer a tão temida prova. -fala a jovem, sontando um riso ao lembrar o medo que teve no dia quando não soube fazer algumas questões.

Emi fica surpresa ao escutar a confissão de Heroína. Em seu pensamento, sempre achou que a questão da bolsa de estudo, fosse diereçionado para os alunos que não possui condição financeira de pagar. Pensando da maneira que ouviu, chega a uma conclusão que os rapazes fazem de empregados aqueles que conseguem passar na prova, e não só pela condição financeira.

-Eles mandavam você fazer serviços? como se fosse uma empregada? -pergunta por impulso Emi, querendo saber se o modo de tratamento que ela teve foi o mesmo ou diferente do que recebe hoje.

-Ah...eles pegavam muito no meu pé. As vezes eu tentava fugir das aulas, só pra não encará-los durante o dia. -responde Heroína, rindo. 

-Faz tempo? -faz cara de curiosidade Emi.

-Não, faz um ano. Na época eramos da mesma classe. Mas hoje eles são os líderes do conselho estudantil... mas Toma ainda não estava no bando, é o mais novo pelo que eu saiba. -responde Heroína, notando que Emi ainda não tocou na sopa. -Vai ficar enrrolando ou quer tomar a força?

-Eu só queria saber mesmo... vou tomar sim! -comenta Emi, pegando a colher, colocando a primeira poção na poca. O gosto da sopa se encontra radiante, fica se perguntando como certas pessoas possuem o dom da culinário impecável. Sem se acanhar, Emi coloca mais outra poção, assim fazendo repetidamente acabando em questões de segundos o prato que se encontrava cheio de sopa. Achando que faltou modos, se sente envergonhada pelo seu ato selvagem de fome. -Estava uma delícia.

-Percebi. -fala Heroína, sorrindo para a garota. Emi ao notar seu rosto, percebe a beleza que a jovem possui, começando a se perguntar como é que ela se casou com o irmão de Ikki, e não com ele ou com um dos outros rapazes. -Temos que descer, vou colocar o batom. É a única coisa que falta. -fala Heroína, passando um lenço itáliano nos labios da garota, como se estivesse limpando um rastro de nuvem. Começando o caminho calmo e cuidadoso do batom.

Ao terminar o serviço, Heroína levanta a garota, levando-a para a frente do espelho. A jovem ao se ver diante, se sente irreconhecível. A maquigem, a veste, todo o conjunto lhe fez se sentir outra garota. No momento, gosta de se ver desse jeito, pois percebe que há uma grande beleza em si. Heroína percebendo o olhar de satisfação, ficando ao lado de Emi, se olhando no espelho, indo para a pergunta principal da noite. Emi queria tirar sua dúvida no momento, mas como percebeu que não é boa hora, decide guardar para depois.

-Emi, você gostou? -pergunta Heroína, ao lado da jovem, olhando-a pelo espelho.Essa não é a pergunta que quer fazer, mas só um pequena dúvida.

-Sim. Obrigada! -responde Emi, bastante feliz com sua aparência. 

-Emi, quero te perguntar uma coisa... você é virgem? -ao perguntar, Emi se afasta de sua presença um pouco desnorteada, sem saber o motivo da dúvida. -Não precisa ficar desse jeito, foi só uma pergunta.

-Por que você quer saber?? Por acaso essa roupa... é isso que você quer eu faça? -fica espantada Emi ao imaginar a situação depravente que Heroína quer que tenha essa noite.

-Não pense bobagens. Esqueça a pergunta que eu fiz... faz de conta que eu falei nada. -tenta reverter a situação Heroína, percebendo que devido a ingênuidade de Emi, não irá conseguir explicar a situação. -Vamos, temos que descer. Estão esperando por nós.

Sem falar, Emi segue Heroína. A jovem ainda se encontra na dúvida do porque da pergunta, de início pensou que seria algum tipo de algum programa sexual que querem que participe, mas ao perceber em seu olhar que não se trata de tal coisa, se repreende mentalmente. Entretanto, continua do mesmo jeito inconformada.

...

Os convidados como se encontram na espera, ficam um pouco agitados com a demora da anfitriã. Ao verem sua chegada, sentem um alívio, notando que o evento desta noite irá ocorrer. Ikki por não ser muito amigado com os amigos do irmão, fica sentado no sofá, tomando um pouco de uísque que é servido pelo mordomo. Ao ver a chegada de Heroína, fica contente por dentro,pois poderá dar início ao jogo. Mas ao ver a imagem de Emi ao lado da mulher, sua visão congela por alguns segundos. Não sabe explicar o que sente no momento, a beleza da sua falsa noiva se encontra radiante mais do que ja é. O vestido em seu corpo, se encontra como uma luva. Se estivesse a sós com Emi nessa hora, não sabe do que é capaz de fazer com a jovem. No seu olhar, a jovem além de bonita, se encontra bastante gostosa.

Não sendo o único, muitos olhares começam a surgir em direção á Emi. A jovem ao perceber que está chamando bastante atenção, fica retraida, querendo sumir no momento. Heroína percebendo a timidez da amiga, fica sorrindo com a situação. Toma ao chegar da cozinha, pois foi lavar suas mãos, fica admirado em ver o estado que Emi se encontra. Demorou alguns segundos para reconhecê-la, mas no fim das contas fica surpreso. Okyou e Shin chegaram em seguida, os dois rapazes também fazem cara de espanto. Shin esconde seu desejo carnal, tomando um gole de um drinque. O cabeludo fica se prendendo para não agarrar sua dama, pois, quando está na propriedade de Lissandre, tem que agir como um cavalheiro.

Heroína percebendo que todos se encontram presentes, junto com o seu marido. A jovem decide começar o jogo.

-Peço desculpas pela demora, mas aqui estamos para dar o início da nossa batalha. Não direi as regras, pois não é novo para vocês... porém, uma coisa mudou! A aposta dessa noite vai ser de alto nível, um sonho ou uma realidade para um verdadeiro jogador. Quem ganhar a partida de hoje, será namorado por três dias dessa bela rainha de copas. -fala Heroína, direçionando para Emi.

A jovem não sabe como agir no momento, não sabe como e o porque de estar sendo apostada como um objeto de valor. Podia imaginar outra coisa, mas nada em tal nível. 

-Quem quiser ter esse prêmio, pode começar as batalhas! -dá início Heroína. Muitos dos rapazes sentam nos respectivos lugares, dando início aos jogos. Por não ter lugar para todos, os que não participavam da primeira rodada, substituia o lugar daquele que perdeu. Emi ao sentir que nada pode fazer, prefere se sentar e rezar para que o vencedor da noite seja um bom par. Nenhum dos jogadores pedem se comunicar com o prêmio durante as batalhas. Emi enquanto permaneçe sentada, fica olhando ao redor para ver quem está participando da loucura. 

Ao ver Okyou batalhando, não fica surpreendida. Pois sempre soube que o cabeludo lhe via como sua princesa ou algo do tipo. Não queria tê-lo como namorado, caso ganhe. Virando a cabeça, Emi vê Shin distante das mesas, com certeza sabe que o rapaz não vai participar. pois namora com a insuportável da Ambre. Loira que insiste em ficar grudada com o namorado. Toma querendo não perder a oportunidade, se junta aos jogadores. Por não haver mais lugares, fica a espera de um perdedor e se juntar a mesa. Emi fica contente ao ver o olhar de desejo do rapaz ao participar. Não será uma má idéia se ele conseguir vencer e ser seu namorado. Porém, algo começa a pertubar a mente de Emi. A jovem fica um pouco agitada ao ver Ikki sentado no sofá, sem ter mexido um só musculo para participar ou não. A garota fica um pouco magoada, pois queria que o rapaz participasse. Mesmo que não ganhasse, se sentiria feleiz em saber que possui um interesse por ela. Não queria que o que começou a sentir pelo Ikki, seja uma ilusão.

...

Minutos se passam, alguns jogadores perderam e seus lugares foram logo substituidos. Okyou demonstra ser um bom rival no jogo de cartas. Toma já se encontra na batalha e Ikki continua sentado em seu lugar, como se nada estivesse ocorrendo. Emi não sabe como agir no momento, a jovem sente que não irá suportar em vem a frieza que o rapaz está levando a situação. Olhando discretamente para os lados, percebe que Heroína e Lissandre não se encontram presentes, notando que é a hora para conversar com o rapaz. Sem chamar atenção, Emi levanta do lugar em que estava sentada, e senta ao lado de Ikki. O rapaz estranha a ação da jovem.

-Ikki. -fala Emi, com tom de séria, encarando os olhares límpidos do rapaz. -Por que você faz isso comigo?

Sem saber o que está passando, ou sabendo e não quer falar, Ikki se faz de bobo, sem dar muita atenção.

-Do que você está falando? -pergunta friamente o rapaz.

Sem muita paciência, por estar sendo ignorada pelo rapaz que acha estar começando a gostar. Emi joga o suco de limão no rosto de Ikki, se retirando do local em seguida. Angusn que estavam na espera, viram a situação e nada comentaram. Querendo ter explicações do ato, Ikki segue o caminho que Emi tomou. A jovem sem conheçer muito bem a casa, segue para a piscina. Não querendo borrar a maquiagem que Heroína fez, a jovem faz o máximo para não chorar. Mas a dor da dúvida e decepção vence, fazendo-a soltar soluços junto com algumas lágrimas. Ikki como lhe seguiu, chega em seguida na piscina e ouve o choro da jovem em um local escondido perto de uma churrasqueira.

Chegando mais perto, o rapaz vê Emi encolhida em prantos. Se sentindo culpado, Ikki senta a sua frente, passando sua mão na cabeça da jovem. Emi ao sentir um peso em sua cabeça, para de soluçar e levantando para ver quem se trata. Ao ver a imagema sua frente, os olhos brilhantes e dourados da garota, voltam a lagrimejar. Sem querer continuar a ver tal situação, Ikki põe o copo vazio ao lado de Emi, a jovem observa e nota que é o copo que estava a pouco tempo. Engolindo o choro, a jovem segura o objeto.

-Por que você está aqui? -pergunta Emi, sem direçionar o olhar para o rapaz.

-Eu deveria te perguntar o por que que estragou todo aquele suco jogando no meu rosto... mas acabei gostando do gosto que fiquei. -responde Ikki, soltando um leve riso. Emi tenta rir, mas para mostrar que se sente magoada com a atitude, prefere continuar séria. -Por que você está brava comigo?

-Eu não estou. -responde rápidamente Emi. -Eu só não me senti bem em saber que estou sendo apostada. Não sou objeto.

-Pensei que fosse por que eu não fui jogar... -comenta Ikki, querendo ver a reação de Emi. A jovem dá uma rápida olhada para o rapaz, o bastante para mostrá-lo que mentiu na resposta. -Se você me convencer, eu posso jogar.

-Não fale besteiras. -fala Emi olhando-o. O olhar do rapaz se encontra em bastante serenidade, a jovem fica perdida em seus olhos, ficando com o rosto corado. -Eu só queria que você participasse...

-Por que? -questiona Ikki, se levantando, estirando a mão para levantá-la. Emi concede o pedido, segurando. Ao ficar em pé, Ikki puxa-a para seu corpo, abraçando-a. A jovem fica sem fôlego, abraçando-o como retribuição do ato. 

-Participa Ikki, eu quero que você jogue. -sussurra Emi, levantando o rosto para ver a expressão do rapaz. -Se ganhar estarei bastante feliz.

Ikki com o simples pedido feito por Emi, percebeu o que a jovem sente por ele. O rapaz já teve alguns casos amorosos, mas essa jovem está mexendo com o seu pensamento, o se íntimo, mexendo como tudo que as demais nunca ousaram. Querendo não decepçionar a pequena, Ikki alisa o rosto da jovem, vendo que está gostando do carinho. Emi começa a se sentir melhor no momento, mesmo tendo alguns instantes de aperreio com o rapaz, gosta de ter se sentir próximo a ele. 

-Você acha que vou suportar te ver com intímidade com outro cara? Não se preocupe, eu vou ganhar e vou te fazer a garota mais feliz durante esses três dias. -declara Ikki acariciando o coro cabeludo da jovem. Tal carinho é irressitível.

-Você não precisa desses três dias... pode me fazer feliz a partir de agora. -declara Emi, beijando-o com o desejo que nunca teve antes. Ikki ao sentir o lábio da jovem ao seu, não consegue resistir, caindo do mesmo jeito na tentação. Mesmo se Ikki não for o campeão da noite, já sabe que não impedirá de ficar próximo de Emi. 

 

 

Continua...

 


Notas Finais


Pois bem, serviço entregue!!! Bjs e até a próxima. ^-^


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...