História Jogo perigoso. - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Bang
Personagens G-Dragon
Tags G. Dragon
Exibições 37
Palavras 1.897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Este capítulo terá part 2. Espero que estejam preparados. A part 2 será mais pesada. COM ESPECIAL ♥ mas muita coisa vai rolar nesse 2° cap de "EVERYTIME I SEE YOU"
Bom, eu pensei seriamente em.excluir essa fic, eu passei por momentos ruins e me senti abandonada por vocês. Mas uma leitora especial me disse para não parar e não pararei. Desculpem a demora, voltarei a todo vapor com esta Fic ♥

Capítulo 17 - Everytime I See You. ○


Acordei novamente e Ji Yong não estava mais lá. Levantei e o procurei, por um segundo meu coração se aliviou ao vê-lo sentado socialmente na sala tomando um café. 


- Ah, você está aqui. - disse como se estivesse aliviada. 


- Estava com medo de que eu fugisse de você? - ele sorriu terno fazendo meu coração palpitar. 


- Claro que não! - neguei, eu e meu orgulho de sempre. 


Sorri sentando ao seu lado. 


- Aish! Está quase na hora. - disse olhando pro relógio na parede. 


- Hoje você não trabalha. - Ji Yong disse agora me encarando sério. - É feriado, Yang liberou as dançarinas. 


- Você pode ficar aqui. Eu tenho uma viagem à Malásia hoje, voltarei depois de amanhã de madrugada, quando eu voltar precisamos conversar. 


- Conversar sobre o que? 


Disse já desesperada, eu odiava quando as pessoas diziam que queriam falar comigo, odeio esse suspense, não adia o que tem pra falar comigo! 


- Não, fala agora! 


Gritei seu nome inúmeras vezes enquanto ele caminhava me ignorando até a cozinha. 


- Ji Yong! - gritei seu nome demonstrando raiva e tive poucas respostas. 


Ji Yong vira e bagunça meus cabelos. 


- Calma, virgem! - ele sorriu da maneira mais fofa. 


Aquele momento eu tinha certeza que estava apaixonada por ele. 


- Calma nada! Não gosto desses rodeios. Fala logo. - empurrei sua mão dos meus ombros. 


- Yah! Pare de ser ansiosa. - ele olhou o relógio. - Faltam exatamente 30 minutos para mim sair. Que tal tomarmos um café juntos? 


Sorri da forma mais boba possível, ninguém nunca tinha me convidado para sair. Eu me sentia boba e idiota. Tudo ao mesmo tempo. 


- Mas não podemos ser vistos. 


- Não vamos sair. Iremos tomar aqui mesmo. 


Ji Yong se dirigiu a cafeteira. Levantei para ajudá-lo e fui barrado por seus braços. 


- O que foi agora? - pergunto afastando seus braços de mim. 


- Sente ali e apenas deixe que eu faça. 


Dei de ombros e apenas assenti. Observei por um bom momento como ele fica lindo de terno e que ele morde o canto da boca quando está concentrado. Tudo nele era extremamente atraente. Yah, Isabella! Pare de pensar essas coisas. 


Voltei a atenção, ele me serviu numa caneca, colocando o leite logo em seguida. Esse era o nosso primeiro encontro? 


- Você está muito bonito! - sorri e vi que sua expressão mudou. 


- Não precisava ter dito, já percebi quando não desgrudava os olhos de mim! - ele sorri debochado. 


- Não estava olhando para você, só estava distraída.  


- Ah, é? - Ji Yong segura meus braços que estava prestes à bater nele. 


Seus olhos me guiam, ele se aproxima e sela nossos lábios de forma calma e doce. Eu nunca pensei que foase viver essas coisas. Era demais pro meu coração. 


- Você está linda sempre. - ele sorri colocando uma mecha do meu cabelo para trás. 


Vou sentir sua falta. Abaixei o olhar, eu não conseguia pronunciar essas palavras. Uma vez aprendi com meu tio Nando que devemos dizer o que sentimos antes que seja tarde demais. 


FlashBack On 


Saía da escola apressada naquela temperatura de 30° graus em plena primavera, torcia para que uma alma boa aparecesse e me desse uma carona. 


Uma buzina soa quase estourando meus tímpanos. Sorrio ao ver tio Nando, me convidando para entrar em seu carro. Quem visse pensaria besteira, uma estranha aceitando carona de um homem qualquer. Se bem que poderiam pensar que era meu pai. 


- Como está sua mãe? 

- Sabe que não gosto de falar dela, a sua irmã no caso. 


Tio Nando sorri como se divertisse com minha raiva dela. 


- Acredite, Bella, ela já foi uma boa pessoa. 


Era estranho ouvir isso em relação a minha mãe, mas vindo do meu tio eu acredito em qualquer coisa. Nos meus 16 anos, nunca gostei tanto de passar um tempo com pessoas mais velhas. Meu tio serviu o exército coreano, daí a idéia de cursar faculdade em Seul. 


Mas parece que eu fiz as coisas tomarem um rumo diferente. 


- Gosta de remar? 


- O que? - questiono meu tio desconfiada. 


- Vamos! 


Ele para numa rua que dava entrada à uma trilha no meio do mato. Enquanto andávamos fui ouvindo aos poucos o barulho da água. 


Entramos entre alguns galhos e vi naquele dia umas das cenas mais bonitas da minha vida. A água verde dava um contraste com o sol batendo na água. 


- Como você sabe que isso fica aqui, tio? - questionei me segurando em seus braços ao descer no barranco. 


- Eu sei de várias coisas, Isabella! 


Ele sorri. Ele era sempre assim, com respostas sempre curtas, simples e mais inteligentes possíveis. 


Entramos no pequeno barco e senti uma brisa invadir meu rosto. 


- Você não me respondeu sobre sua mãe. - ele encarava a paisagem das árvores. 


Bufei e expirei todo ar que tinha em meus pulmões. 


- Você sabe, sempre bebendo, transformando a vida do meu pai um porre, assim como a minha. - abaixei o olhar. 


- Não vai remar? - ele questiona me encarando. - É preciso remar, Isabella! 


Eu sorrio entendendo o sentido daquela frase! Eu sei qie precisava remar para aquele barco ganhar força pra chegar no seu destino. Assim como minha vida, eu precisava remar para mudá-la. Dali em diante decidi que as coisas seriam diferentes. 


FlashBack Off 


- Isabella? - Ji Yong encara meu rosto preocupado. 


- O que foi? - acordo dos meus devaneios. 


- Eu já vou! - ele sorri com um olhar triste. 


Naquele momento senti uma vontade incontrolável de abraçá-lo. Me assustei com seu abraço repentino. Era apertado e gostoso. Sentia como se um precisasse um do outro. 


Ji Yong suspirava profundo no meu pescoço. 


- Se for sair avise! - assenti. - Coloque roupas quentes que está frio, não atenda ninguém além de Seungri e Daesung. 


- Ok! Já pode ir. - ele soltou do meu abraço. 


Bagunçando meus cabelos o vi sumir pelo corredor. 


Após nos despedirmos por mensagem. Passei a tarde toda rodando aquela casa enorme. Mustafa me seguia, ele estava entediado também. Minha casa era minúscula. Mas minhas colegas da faculdade estavam sempre lá. Depois desse tempo de estágio perdi total contato com elas. 


Depois de revirar minha lista de contatos, resolvo chamar Hyera para tomarmos um café. 


Coloquei uma jaqueta roxa, eu odiava aquela jaqueta, mas eu não tive tempo de comprar roupas de frio. 


Desço as escadas e encontro a pequena Hyera admirando o Hall do apartamento. 


- Sim, eu sei é muito bonito. Mas se continuar olhando assim vão pensar que você vai roubar alguma coisa. 


- Mas que diabo de roupa é essa? - Hyera perguntava com um sorriso nos lábios querendo gargalhar. 


- Yah, vai começar implicar com minhas roupas? 


- Isabella! Só está fazendo 9° graus! 


- Só? Pra você é só? Eu estou congelando. 


- Que exagero! 


Eu e Hyera rodamos caçando uma cafetaria barata por Seul. Eu estava sem dinheiro. Passamos aquela tarde toda rindo andando pelas lojas, eu não parava de pensar. O que será que Ji Yong quer falar comigo? 


Que dúvida cruel, eu sinceramente detesto essas coisas. 


O dia estava nublado e a qualquer momento poderia chover. 


- Vamos nos apressar, parece que vai chover.


Bastou dizer isso que uma chuva brotara nos céus de Seul. Avistamos um Hotel, Hyera e eu nos olhamos e decidimos entrar lá. 


O local era quente, a temperatura lá fora com certeza iria piorar. 


- Isabella! Vira seu rosto de vagar, só não grita! 


- Ai meu deus, o que foi Hyera? - me viro curiosa e com medo do que poderia ser e me deparo com Donghae, Eunhyuk e Kyuhyun parados os observando no Hall  do Hotel. 


Ai meu Deus! É o Super Junior. Naquele momento, por dentro eu estava tendo mil tipos de surtos. Super Junior foi um dos poucos grupos que acompanhei desde que vim a Coreia. 


- Vocês são as garotas que ganharam "Um dia no Hotel com o Super Junior?" - Donghae fez reverência logo após pergutando com um belo sorriso. 


- Não! 


- Sim! 


Olhei incrédula para Hyera que me respondera de forma contrária. Cutuquei ela para que me seguisse. Sim, seria um máximo passar um dia com os meninos, ainda mais o Kyu que é um dos meus favoritos. Mas não poderíamos fazer isso, com certeza há outras duas meninas que queriam isso tanto quanto nós.  


- Não, Hyera, não podemos. - disse pela 5° vez. 


- Isabella, é Kyuhyun, Donghae e Eunhyuk nos convidando para passar um dia nesse hotel maravilhoso com eles. - Hyera fazia uma carinha de choro. - Unnie, por favor! 


Omo! Como esta garota consegue ficar fofa com meus nervos à flor da pele? 


- Tá bom! Mas a responsável pra contar a verdade a eles vai ser você. 


Passamos um bom tempo rodando o hotel. Eu estava preocupada com o horário. Apalpei aquela jaqueta roxa ridícula para procurar o celular e não o senti. 


- Eu acho que esqueci o celular lá em baixo, já volto! 


Desci correndo para pegar o elevador, uma música clássica tocava e só me irritava mais. Estava apressada, eu nem tinha avisado Ji Yong que sairia. 


O elevador se abre, mas eu gostaria que não tivesse aberto. 


A mulher com rugas e marcas de expressão, estava com meu celular na sua mão esquerda e na direita aquele maldito cigarro. Algumas pessoas não perdem o costume. 


- Está procurando por isso? - ela sorri forçado com os dentes amarelos. 


Me aproximo bufando, não estava para gracinhas. 


- Menina mal educada. - ela diz ao me empurrar para longe. - Sente. 


Sentei torcendo que Deus jogasse um raio na cabeça dela. Eu estava nervosa, faziam 5 anos que não a via. 


Queria morrer ali mesmo. 


- Eu vou te fazer apenas uma pergunta. Acha que está preparada para proteger Ji Yong? 


- Do que está falando? - cruzo as pernas tentando esconder meu nervosismo. 


- Não me responda com outra pergunta. Acha que está preparada? 


Quando pensei em raciocinar Seung Hyun brota naquela sala como um herói. 


Sou puxada sem ao menos trocar uma palavra, tomei o celular da mão dela e segui Seung Hyun. Chegando ao carro ele encara a estrada por um momento.


- Precisamos conversar. 


Ai meu Deus! Só eu sei como odeio essa frase. 


- Fala. - tentei parecer calma.


- Vamos conversar em casa. 


- Não, vamos falar aqui, agora, sem rodeios. 


Eu disse irritada e Seung Hyun me ignorou. Meu deus, eu irei morrer no meio do caminho. 


O trajeto foi longo e árduo. 


Eu estava pensando, na minha mãe, em Ji Yong. Eu queria morrer. Hoje não foi um dos melhores dias, era meu aniversário e parece que Ji Yong nem sabe. 


Por um instante pensei que a visita dela teria sido por isso, mas creio que não. Eu não ligo muito para aniversários, então não faço muita questão. 


Todo ano sempre recebia uma ligação do meu tio, mas já faz dois anos que não recebo uma ligação dele. 


Chegando na casa de Seung Hyun, tiro meus sapatos. 


A porta se abre e balões caem e vários confetes. 


- SURPRESA! 


As pessoas gritam para mim e um sorriso se abre ao ver Ji Yong parado olhando para mim. 


Mas que porra está acontecendo aqui?





Notas Finais


Até o próximo. ♡


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