História Jogos - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrinette, Hentai, Romance, Tretas
Visualizações 942
Palavras 2.341
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey panquecas com calda de morango :3
MUITO OBRIGADA PELOS FAVORITOS E COMENTÁRIOS *-*
AMO MUITO CADA UM DE VOCÊS SEUS LINDOS *-*
Bom, quem é que está de férias???
Provavelmente vocês já que eu tenho aula até dia 20...
Véi, dia 20 é quase Natal já :v
Não tô nada feliz com isso...

Bom, como eu sou a autora dos recados, vamos aos recados:

* Olha, dia 22 eu vou para a casa do meu avô lá em Birigui (alguém ai é de Birigui? Vamo bater um papo)
Enfim, meus tios colocaram internet mas eu não sei qual a situação da internet e por esse motivo não sei com que frequência eu vou postar (pretendo postar todos os dias ou dia sim e dia não. Vamos ver no que dá)

*Pessoal que tá confuso ou achando que faltam informações. Eu sempre explico as coisas, isso para mim é como uma obsessão, sério...
Então sempre que colocar alguma coisa na fic, essa coisa vai ter significado.
Nesse capítulo mesmo, vai começar um lance meio confuso, mas ele vai ser explicado e vai ser importante.
E como eu sei que vocês pulam os especiais por que acham que eles não tem nada de importante, aqui vai uma revelação!
Os especiais de Jogos contam o passado dos personagens e contém fatos importantes para que você possa entender a merda que ta acontecendo.
Se você ta com dúvidas, sugiro que leia os especiais e lembre-se, tudo vai ser explicado e cada detalhe é importante...

Gente não liga de eu estar estranha, eu só dormi 2 horas essa noite e tô na base da cafeína hehe
Bom, pelo amor do Mestre Yoda, não me matem depois desse capítulo ok? Eu sou meio má mas gosto de finais felizes...
Música: Hate To See Your Heart Break do Paramore feat. Joy Williams
Paramore ❤
Ignorem os erros, eu escrevi esse capítulo era umas 4h da manhã...
Boa leitura e espero que gostem *-*

Capítulo 20 - Décimo Quinto Jogo - Aceite os Fatos


Fanfic / Fanfiction Jogos - Capítulo 20 - Décimo Quinto Jogo - Aceite os Fatos

Leiam as notas iniciais, do autor... A essa coisa ai em cima onde eu encho o saco de você! Sério...

Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança.
Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor.”
(Jorge Amado)

* * *

 

(Manicômio Charenton – França)

O homem do jaleco branco andava tranquilamente pelos corredores do hospital psiquiátrico. Chegou até o porão do prédio e após verificar se estava sozinho, discretamente puxou uma alavanca que abriu uma estreita passagem na parede. Desceu os vários degraus até chegar a um corredor com paredes e chão ainda rústico, onde haviam quartos com portas de ferro que, obviamente, estavam muito bem trancadas.

Riu, como ria toda vez que passava por ali, ao se lembrar do Marquês de Sade. Antigo residente do hospital e de quem ele próprio tirou ideias que testou com as pacientes mais atraentes que chegavam ao hospital. Ah o sadismo, um tipo de loucura que ele aprovava. Desde que fosse ele a provocar a dor.

Finalmente chegou, a sala era grande como um salão, rodeada por celas com grades onde estavam presas todo o tipo de pessoas: as que já chegaram loucas e as que ficaram loucas após receber o tratamento intensivo do homem do jaleco branco. Ele verificou as milhares de bolsas de soro, das mais diversas cores, que estavam sobre uma mesa no canto da sala e também os pacientes dopados e bem presos em algumas macas que ficavam do outro lado do salão, numa espécie de sala improvisada, fechada por plásticos transparentes.

Logo após constatar que quatro dos sete pacientes presos as macas e ligados aos soros, cada um de uma cor diferente, estavam mortos ele chamou seu assistente para que ele se livrasse dos corpos e assim pudessem iniciar mais um teste, crente de que dessa vez os pacientes não receberiam o beijo da morte, mas ao contrário, ganhariam um novo objetivo de vida.

* * *
(And I, I hate to see your heart break
I hate to see your eyes get darker as they close
But I've been there before
And I, I hate to see your heart break

E eu, eu odeio ver o seu coração se partir
Odeio ver seus olhos ficarem mais escuros conforme eles se fecham
Mas eu também já estive nessa situação
E eu, eu odeio ver o seu coração se partir)
* * *

 

“… -Adrien, desculpa interromper qualquer coisa que vocês possam estar fazendo, mas a Filomena… - ele parou de falar e pude ouvir gritos do outro lado da linha – A sua noiva – prosseguiu de mal gosto — Está aqui querendo falar com você e pelo que eu soube do assunto, é melhor vocês voltarem agora mesmo para Paris.

-Como assim Félix? O que aconteceu? — perguntei aflito e vi a Mari se remexendo curiosa na cama.

-Eu não sei muito bem, mas olha maninho, eu tenho certeza que coisa boa não é – ele desligou sem nem mesmo me deixar responder e eu olhei para a Mari, seus belos olhos azuis pareciam temerosos.

Talvez tudo não tenha passado de um doce sonho e agora, dias de uma escura realidade estavam por vir…”

*

Eu já estava agoniado de ficar sentado naquela sala de espera, o consultório branco com alguns detalhes em verde parecia que ficava menor a cada minuto. Faz dois dias que voltamos de Dublin e eu ainda não havia conversado com Filomena, na verdade fiquei tão eufórico com a notícia que a Mari me deu que, apenas hoje eu avisei minha ex-noiva de que eu tinha retornado da viajem.

Sei que a Filomena fará um escândalo quando souber que vou romper nosso noivado. Vai ameaçar prejudicar a carreira da Mari, mas conversei com Félix e com meu pai, ambos disseram que se a questão for o dinheiro que a faculdade poderia deixar de receber nossa família pode muito bem oferecer uma doação ainda maior que a dos Bourgeois. Isso me fez ficar um pouco mais tranquilo quanto a esse assunto mas, ainda tinha uma questão me incomodando. Mari ainda estava passando mal e era por isso que estávamos no médico, ela me disse que antes de qualquer coisa precisava ter certeza sobre o que estava sentindo e sobre o que poderia ter.

-Gatinho? - fui tirado de meus devaneios pela voz do amor de minha vida. Ela estava parada na minha frente e a porta do consultório 03 já estava fechada, provavelmente com outro paciente sendo atendido.

-E então princesa, o que você tem? - perguntei preocupado. Ela soltou um suspiro e pegou na minha mão.

-Te conto tudo, mas é melhor conversarmos em casa.

Mari ficou o caminho todo sem dizer uma só palavra, mesmo depois de eu ter guardado o carro. Ela apenas foi para casa, sem nem me esperar e devo dizer, isso estava me assustando muito. Quando cheguei na sala vi que ela estava falando com o meu irmão, peguei em sua mão e ela me olhou como se estivesse incerta de alguma coisa.

Fomos para o meu quarto e nos sentamos lado a lado no meu sofá. Juntei toda a paciência que eu ainda tinha para não forçá-la a nada mas, a cada segundo que ela olhava para o chão sem me dizer o que tinha parecia fazer meu coração se apertar mais. Enfim ela respirou fundo, assim como fez na pousada e pegou na minha mão.

-Adrien, eu queria ir ao médico e ter certeza da minha situação antes de te contar por quê, bem, você sabe que o nosso relacionamento é complicado. Você tem uma noiva e acho que isso pode ser um pouco chocante pra todo mundo, então.

-Ei princesa – falei acariciando a bochecha dela – Você sabe muito bem que aconteça o que acontecer, eu estarei do seu lado – ela sorriu e apertou mais minha mão.

-Bom, acontece que hoje eu tive a confirmação e eu estou gra…

-Adrien! Ah, finalmente você está de volta meu amor – Filomena entrou no meu quarto gritando e mais uma vez interrompeu a Mari – Finalmente, você vai ficar superfeliz com a notícia que eu tenho!

Ela praticamente se jogou no sofá entre eu e a Mari e me agarrou. Lancei um olhar de desculpas para a Mari e ela soltou um suspiro cansado enquanto revirava os olhos, segurei uma risada, ela fazia isso no ensino médio quando a Chloé insistia em me agarrar mesmo sabendo do nosso namoro. Me levantei trazendo Filomena junto comigo e a Mari levantou-se em seguida.

-Filomena olha, nós temos que conversar.

-Ah eu sei, até porque o nosso casamento é daqui a duas semanas e ainda temos muito que organizar. Mandar os convites e etc.

-Sobre o nosso casamento… – antes que eu pudesse terminar a frase ela colocou um dedo sobre meus lábios e rodeou meu pescoço com um braço.

-Me deixa falar primeiro o que eu tenho para dizer, com certeza, é bem mais importante!

-Tudo bem, pode falar – ela me soltou e deu um passo para trás, colocou as mãos sobre a barriga e abriu o sorriso mais angelical e feliz que já a vi dar.

-Eu estou grávida, de quatro meses.

A Terra parou de girar. Grávida? A quatro meses a Mari ainda não havia voltado, eu e Filomena parecíamos o casal mais feliz do mundo e realmente essa possibilidade existia. Sem nem pensar levei minha mão até a barriga dela e senti que já não era mais tão lisa como antigamente. Eu ia ser pai e isso era maravilhoso, não tinha como não estar feliz naquele momento. Mas então eu olhei para a azulada que estava atrás de mim e ela parecia estar mais chocada que eu, seu rosto estava pálido, os olhos marejados e vi que ela segurava a barra da camiseta.

-Eu trouxe os exames pra você ver – Filomena falou tirando da bolsa um envelope retangular branco – Tem até o ultrassom. Ainda bem que o nosso casamento é em duas semanas, assim a barriga ainda tá bem pequena e caso não caiba no vestido consigo esconder com uma cinta.

-Filomena eu… vou assumir nosso filho, ele vai ter tudo o que precisar e vai ter o sobrenome dos Agreste. Mas não vamos nos casar.

-O quê? Como assim não vamos nos casar? - ela me olhou de um jeito que, se ela fosse o Super Man, com certeza já estaria morto, então deu um sorriso cínico e tirou mais um envelope de dentro da bolsa. Esse era menor e de cor champagne - Pensei que pudesse acontecer uma coisa assim. Depois que aquela vadia voltou eu percebi que você mudou e começou a se reaproximar dela, por isso tomei minhas precauções assim que você decidiu ter sua aventura com ela.

Olhei para trás preocupado, a Mari já não estava mais no quarto conosco, pensei em ir procurá-la, mas ela deve estar com Félix e eu tenho que resolver esse problema antes de fazer qualquer coisa. Pequei o envelope que Filomena me oferecia e gelei no momento em que li o remetente escrito em uma charmosa letra cursiva. Abri a carta com as mãos meio trêmulas, só não sabia se era de medo ou raiva.

Querida Filomena,

Fico feliz em poder ajudar e devo dizer, ansioso para cobrar o favor.

Sobre o que me pediu, tanto o histórico de notas quanto os documentos originais e digitais que comprovam que a senhorita Marinette Dupain-Cheng formou-se na Universidade de Oxford já estão em minha casa e eu apenas aguardo sua resposta para saber se devo ou não modificá-los, destruí-los ou devolvê-los a seu devido lugar.

Sei que tanto a senhorita quanto o senhor Brown sabem com o que estão lidando, mesmo assim quero avisá-la que isso pode destruir a vida da senhorita Cheng de maneira que, não haverá volta. Espero que tenham certeza quanto as decisões de vocês e que estejam preparados para viver com suas consciências caso minhas próximas ordens forem para destruir os documentos.

Mais uma vez, estou aguardando suas instruções e ansioso para que a senhorita retribua o favor.

Atenciosamente, Chris Patten”

-Mas… O que significa isso? - acho que eu estava meio em choque, não sei. Não queria acreditar que ela faria mesmo isso – E por Deus, quem é Brown?

-Ora querido, eu sei que você é apaixonado por ela e que sua família é mais rica que a minha. Por isso eu dei meu próprio jeitinho para conseguir o que eu quero – falou se gabando como se o que estava fazendo fosse motivo de orgulho – Quanto ao senhor Brown, logo você irá conhecê-lo.

-Mas eu… eu não…

-Aceite os fatos Adrien – ela falou segurando meu rosto – Eu sou sua noiva, estou esperando um filho seu e sei que você não quer estragar uma coisa que a Marinette lutou tanto para conseguir. Lide com isso da maneira correta.

Olhei no fundo de seus olhos verdes, não havia um pingo de dúvida, remorso ou arrependimento ali. Estava diante de uma verdadeira psicopata, daquelas que se manda internar em manicômios e agora eu podia ter certeza disso.

-Sei que você vai fazer o que é certo e terminar seu casinho com a Marinette para que possamos ter a vida feliz e em família que nós combinamos. Claro que agora com um membro a mais! - falou ainda segurando meu rosto com uma mão e acariciando a barriga com a outra. Mas ela tinha razão em uma coisa, eu não poderia estragar a vida da Mari por puro egoismo. Teria que terminar com ela e aceitar meu karma.

-Tudo bem Filomena, você venceu – ela deu um pulinho de felicidade e me abraçou com força em seguida.

-Agora querido, eu quero um beijo. Mas um beijo bem dado, igual aos que me dava antigamente.

Respirei fundo, segurei em sua cintura, fechei os olhos e imaginei que era a Mari ali. Com isso eu juntei nossos lábios com o máximo de desejo que consegui e senti ela levando as mãos ao meu cabelo para aprofundar ainda mais o beijo. Provavelmente a quem olhasse, eramos o casal mais apaixonado da França, felizes, após descobrir que vão formar uma família. Mas minha vida sempre se resumiu a isso mesmo, apenas as aparências.

-Adrien eu… - a voz que eu menos queria ouvir naquele momento apareceu e pareceu morrer no meio da fala. Virei para trás com tudo e meu olhos encontraram o azul que eram os seus facilmente. Eu vi a decepção ali, disputando apenas com a tristeza enquanto seus olhos seguiam para baixo e encontravam minhas mãos sendo apertadas pelas da Filomena – Desculpa atrapalhar.

E ela fez a última coisa que eu esperava dela depois de todos esses anos. Deu meia volta e correu. Aquilo me doeu mais que se ela tivesse me xingado, gritado, me batido ou simplesmente ignorado a situação. Mas eu percebi que de um tempo pra cá ela anda mais sentimental. Voltei a mim e corri atrás dela depois de dizer a Filomena que estava indo para arrumar a situação.

Marinette estava saindo de casa, provavelmente ia ficar vagando por ai até achar que eu não estava mais em casa ou não fosse esbarrar comigo. Mas consegui alcançá-la, bom, quase, cheguei no jardim da frente e ela estava saindo do portão.

Apressei o passo e a chamei para que ela me esperasse, apesar de eu não ter a menor ideia do que dizer a ela. Quando ouviu minha voz ela olhou para trás e acabou trombando num homem. Ele passou os braços em volta da cintura dela e a puxou contra seu corpo de um jeito que me deu até uma dor no peito mas, pelo menos isso permitiu que eu me aproximasse mais dela, até ela olhar para ele e corar. Corar muito, como quando ela esbarrava em mim na escola. Ele pegou uma das mãos dela, que estava sobre o peito dele e depositou um beijo na palma. Ainda sem soltar sua cintura.

-Harry? - ela perguntou meio confusa.

Pera, Harry não era o…

-Vejo que continua com seu jeito encantadoramente desastrado. M’Lady.

 

 


Notas Finais


Link da música: https://www.letras.mus.br/paramore/hate-to-see-your-heart-break/traducao.html
Espero que tenham gostado :3
Podem dar a opinião de vocês tá! Eu sei que tem umas 300 pessoinhas que estão lendo...
Bom, vou tentar escrever logo, não fiquem com raiva da Tia, Kissus de paçoca e até a próxima ^-^


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...