História Jogos Vorazes 15a Edição - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games), Originais
Tags Ação, Aventura, Ficção, Jogos Vorazes
Exibições 2
Palavras 988
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais um capitulo gentee. Eu não espero que faça sucesso essa fanfic, maas eu amo escrever então não tem porque exigir ou pedir gentilmente para compartilharem ou sei la, a ideia é apenas escrever e quem quiser ler, espero que goste ;3

Capítulo 2 - Conhecendo meu parceiro de distrito


Uma palavra: Como ?
Como é que tiraram o meu nome ? Como eu vou sobreviver ? Como vou me separar da minha mãe e meu pai ? Eu sou filha única. Vejo meus pais chorando enquanto me levam pra dentro de um edifício; eu estava em choque, não estava chorando, não estava com raiva ou feliz, eu só não tinha expressão, nem sentimentos.
- Oi. - disse meu parceiro nos jogos
- Oi. Como você está ?
- Como você acha ?
- Eu não faço a mínima ideia, mas eu não sinto nada, não sei o que sentir. - reparei que ele havia enxugado algumas poucas lágrimas que deveriam ter escorrido- Me desculpe, eu só realmente não sei o que pensar nem o que sentir.
- Você é muito estranha. Eu vou ser sincero, eu nunca te vi antes.
- Nem eu; eu nunca te vi na minha vida e somos do mesmo distrito, como isso é possível ?
- Eu não sei - ele disse - mas enfim, muito prazer eu sou Jack Trade.
- Tina Blaze. Muito prazer.
De repente as portas se abriram e fomos levados para um trem muito, mas muito luxuoso. Sério, ele era prata e dentro tinha quartos, uma cozinha e uma área pra podermos comer e socializar;
- Bem vindos, tributos do distrito 10. Como vocês sabem, eu sou May e acompanharei vocês pelas próximas 3 semanas. Aproveitem pra comer, descansar, conversar enfim, a viagem vai demorar um pouco.
- Tudo bem, obrigada. - eu disse isso na maior tranquilidade que eu mal acreditei.
Ela foi para o quarto que eu acho que era o dela e ficamos novamente sozinhos.
- Nossa, você parece calma.
- Eu sempre fui boa em manter a calma em situações complicadas, mas eu não sei como consegui nessa.
- Eu mal consigo falar com essas pessoas. Imagina quando...
- Entrarmos na arena ?
- Sim. Não acho que vou sobreviver muito tempo.
- Você deve ter habilidades, consigo ver que você tem um pouco de músculos. Isso já ajuda
- Não muito, mas eu me considero bem rápido.
- Percebo isso também.
- Como ?
- Suas pernas; você anda de uma forma diferente, uma postura diferente. De um jeito que alguém que está acostumado a correr anda, com cuidado e de modo firme, mas quase imperceptível; você deve correr bastante pra alcançar esse nível.
- É verdade. Mas como você consegue saber essas coisas ? Vejo que você vai ser o cérebro representando o distrito 10.
- Duvido muito. E mesmo que fosse verdade, aposto que sobrevive mais do que eu.
- Eu tenho minhas duvidas
- Você por ser rápido pode correr longas distâncias e com o cuidado certo, dificilmente alguém vai te ouvir.
- Não vejo como isso é possível.
- Simples, você corre de modo firme e agora vai ter que aprender a correr de um modo leve, e não firme.
- E como eu faço isso ?
- Concentre a firmeza nos ossos da coxa e joelho, e não do pé.
Ele tentou fazer isso e caiu feio no chão e eu não segurei a risada. Ele me olhou feio e eu ri mais ainda; eu o ajudei a se levantar e a gente se olhou. Não adianta, começamos a rir juntos e a minha barriga já estava doendo.
- Tudo bem, praticando a gente consegue
- Tomara que sim. Você é inteligente, com o seu cérebro e os meus belos pés nós podemos tentar ganhar.
- Eu não sei se é uma boa ideia, eu não quero conseguir e depois um de nós termos que matar o outro.
- Nós resolvemos isso quando chegar a hora. Pelo menos adiamos nossa morte
- Isso não é bom. Eu acho. Não sei. Eu To com fome
- Então vamos comer, que eu também estou.
E comemos e conversamos uma meia hora, até que fulana chegou.
- Meninos, eu tenho notícias
- O que seria ? - Jack disse
- Eu falei com um dos membros da comissão de recepção, e esse ano haverá mais mudanças dentro dessas 3 semanas.
- Que tipo de mudanças ? - Eu disse
- Vocês serão avaliados pelos membros e receberão notas de 1 a 12. Sendo 1 a ameaça mínima e 12 ameaça extrema.
- O que ? - Falamos quase que juntos.
- Pois é, uma mudança e tanto.
- Ah então teremos que além de tudo, criar habilidades pra mostrar a essas pessoas, pra elas nos avaliarem e decidirem em quem apostar o dinheiro sujo ? - Jack explodiu
- Sim, e também treinarão junto com os outros tributos.
- Ah, melhor ainda.
- Fique calmo, sei que é difícil, é muita pressão mas precisamos manter a calma, devemos procurar maneiras de tornar essas semanas agradáveis.
- Como ? Eu estou indo pra MORTE.
- Ei ei - eu disse a ele - Fica calmo, ela tem razão, eu odeio essas situações chatas em que tá todo mundo triste ou com raiva. Vamos tornar isso algo divertido.
- Como ? Nós vamos morrer, Tina. Como ficar calmo ?
- Simples, você tem a mim, tem a May e nós vamos aproveitar essas 3 semanas. Precisamos aproveitar.
- Não acho que seja possível.
- Você não me conhece, não sabe do que eu sou capaz.
- Nossa que medo uiui - ele deu um leve sorriso.
- Você quase sorriu, 1 a 0 pra mim, então vamos passar um tempo juntos, vem May.
Nós ficamos umas duas horas conversando e nos conhecendo, e eu descobri que May nasceu no distrito 9 e foi levada pelo padrasto para a capital; foi muito legal, aprendemos e rimos bastante e no meio de tantos problemas, isso é a melhor coisa que podemos fazer, antes de chegar a tempestade. Não sei o que seremos quando entrarmos naquela arena, mas agora, pelo menos por hora, somos amigos.
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado e até o próximo capitulo uiuiui


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