História Johnlock - Everywhere I Go - Capítulo 2


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Categorias Sherlock
Personagens D.I. Greg Lestrade, Dr. John Watson, Jim Moriarty, Mary Morstan, Molly Hooper, Mrs. Hudson, Mycroft Holmes, Personagens Originais, Philip Anderson, Sally Donovan, Sherlock Holmes
Tags Johnlock, Sherlock
Exibições 105
Palavras 585
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Me desculpem pela demora gente! Este capítulo vai ser menor mas é necessário!

Capítulo 2 - Tell me how's the way to be


Fanfic / Fanfiction Johnlock - Everywhere I Go - Capítulo 2 - Tell me how's the way to be

“Eu vi você cair Sherlock, eu vi seus olhos brilhando e seu sangue espalhado pelo chão. Sherlock Holmes, por que fez isso comigo? Eu fui para a guerra, já vi minha irmã praticamente morta por causa de seus problemas com alcoolismo, mas nada se compara a isso. Por que Sherlock? Você me ignorou, jogou o celular no chão, pegou um impulso e pulou. Por que Sherlock? Por que dizia que tudo era uma mentira? Por que fez tudo isso? Eu não sei se algum dia me consideraste um amigo, mas eu o fiz. Você era o meu único amigo, e me ignorou como se fosse qualquer um. Agora só me resta ir ao cemitério e implorar para que volte para mim. Haviam tantas coisas entaladas em meu peito Sherlock, tantas coisas a serem ditas. Gritei o seu nome mais uma vez, e mais uma vez e você me ignorou.”

  Aquela carta foi entregue dias depois de meu retorno, pelo correio. Pelo visto John não queria olhar na minha cara tão cedo.  Passei semanas deitado em meu sofá com adesivos de nicotina no braço, e o máximo que eu andava era até o apartamento de Mrs Hudson, até que Mycroft foi me visitar, trazendo um caso muito instigante.

 Ele estava parado diante a porta da sala como sempre fazia, esperando ser notado.

- O que quer Mycroft?

 Começou a andar em círculos com as mãos na cabeça.

- Moran.

 - De novo com isso, Mycroft? –Explodi, sentando na poltrona da sala. – Tenho certeza absoluta que Moran está morto. Ele desapareceu a cinco anos atrás, e não fez mais nada depois disso. Eu conhecia, Moran está bem? Ele era como Moriary, sabíamos que era ele quem fazia as coisas, mas faz cinco anos que não aparece!

- Mas agora apareceu. – Rosnou - Ele matou duas pessoas em Liverpool, Sherlock. E deixou um celular. Quando cheguei em meu escritório ele pairava sob a mesa.

  Tirou o celular do bolso e era idêntico ao celular rosa do “um estudo em rosa”. Aquilo me instigou um pouco, aquele caso era o começo de tudo, o começo de Moriarty e de John. Abriu um vídeo, e a figura que estava ali me era familiar. O homem ruivo e engravatado que ali estava era Sebastian Moran, o sádico Sebastian Moran. Estava em um campo aberto e pouco atrás dele era possível ver dois corpos, uma mulher e um homem. Tentei identifica-los mas atenção logo se voltou para ele.

- Sentiram minha falta? Eu sei que sentiram! – Sorria para a câmera, abrindo os braços. –Quantos anos eu fiquei fora? Cinco não é? Acho que sim... impressionante os boatos que corriam por aí! Acharam que eu estava morto, não é? – Soltou uma gargalhada –Eu não sou James Moriarty! Viram o presente que deixei para vocês?  - A câmera focou nos dois corpos, ainda não sabia quem eram eles... –Fiquem calmos, não estão mortos... Ainda. Vocês tem 48 horas para chegarem até mim. Boa sorte.

  Sorriu para a câmera por alguns segundos, depois a câmera voltou a focar nos corpos. Foi aí que percebi, era um homem qualquer e a Mary, a namorada do John. Fiquei em estado de choque, até que Mycroft chamou minha atenção.

- Sherlock. Ele estava usando o plural... e...

- Eu sei, Mycroft temos que ir logo para lá, está parecendo muito com os campos de...

- Não sou eu Sherlock. – tentou usar seu tom de voz mais calmo, mas eu também sabia.  – A Mary... Nós precisamos do John, Sherlock.

  


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
ColdMoon


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