História Jóia rara - CAMREN - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~wendelisaias

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Exibições 102
Palavras 2.839
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem!

Capítulo 1 - 01


Fanfic / Fanfiction Jóia rara - CAMREN - Capítulo 1 - 01

POV'S CAMILA

A vida te dar chances atrás de chances, você só não ver. Quando você esta alí na beira da miséria raramente uma alma boa te ajuda o que foi o meu caso.

Michael Jauregui, o homem à quem devo a vida!

Não é exagero não, senhora.

Quando eu estava sozinha e a ponto morrer de fome foi ele quem estendeu a mão para mim, ele quem me ajudou a me tornar a pessoa que sou hoje.

ele foi o meu anjo da guarda.

Mas também vi muita gente se fodendo na mão dele, não gente trabalhadora e sim gente sem vergonha, salafrárias. Gente que tentou por o Sr.Jauregui para trás.

gente mal agradecida!

No mundo há muito gente perversa. Gente ruim!

Eu era muito jovem ainda na época... Quando Ele estendeu sua mão para mim e me deu um emprego na sua fazenda em troca de um prato de comida. Comecei ajuntando folhas secas e fui aprendendo aos poucos. Aprendi desde cedo a me virar sozinha e para ser o que sou hoje eu suei muito. Trabalhei muito mesmo, mas eu consegui! Cada suor derramado enquanto eu ajuntava folha debaixo do sol quente valeu a pena, valeu ouro. Eu mostrei para ele que eu fui e sou capaz, mostrei também que eu sou de confiança, tanto que Eu sou hoje o que as pessoas chamam de “braço direito”.

Hoje eu sou a sombra de Michael Jauregui.

Michael é um homem que tem minha admiração e meu respeito é a pessoa que hoje eu posso considerar um pai.

Por isso tenho orgulho de ser capataza de sua fazenda, da sua joia rara como o mesmo gosta de chamar, Mas sua pedra valiosa mesmo é sua filha que chega dentro de algumas horas.

Nessa fazenda eu conheci muita gente, gente boa e feliz. A vida aqui é bem simples e eu nunca tive luxo e não é agora que eu vou ter. Não é o fato de que agora faço as refeições com ele e seu filho, Shawn, Na mesa que eu vou ficar me achando.

Mas como sou a capataza tenho que cumprir com minhas obrigações.

[...]

Me entreti penteando o meu cavalo, trovão.

Ah, esse cavalo é o meu xodó!

— Olha só quem resolveu da as caras hoje. – nem precisei tirar meu chapéu pra saber que se tratava de Dinah, dei mas três escovadas no pelo do trovão e deixei a escova de lado.

Tirei a franela do meu bolso esquerdo da calça jeans e passei na testa tirando o suor que se formou naquela região.

— Não tem nada pra tu fazer, não? – perguntei e fiquei escorada no cavalo ao meu lado.

— Ah, você sabe Karla, acabei de comer então não posso trabalhar agora – ela disse passando a mão na barriga. Revirei os olhos. — A dona Rosa e a Mani fizeram um ensopado delicioso.

Normani é a companheira de cozinha da dona rosa, apesar de ser bem desastrada faz uma comida gostosa demais da conta. Arregacei as mangas da minha camisa quadrícula e peguei a minha sela, presente de Mike, devo ressaltar. Colocando em seguida em trovão.

— Não pode esperar a hora da janta, não? Fica comendo na hora de serviço... Sei não hein – repreendi Dinah como faço todos os dias, mas como ela é teimosa ela insiste em dar uma escapadinha para ir ate a cozinha da casa todo o santo dia.

arrumei a sela em trovão.

— Onde você deixou o moleque? – perguntei. Olhei a sela para ver se estava firme e peguei o meu chicote montando em seguida

— Eu deixei ele com a dona Duci, tem problema?

— Não. Más lembra de dar comida para ele mais tarde. Agora vou dar uma olhada no estabulo. – peguei as rédeas do trovão e montei.

— Ah, antes que me esqueça... O patrão pediu para você dar uma passada por lá. – Dinah disse. Assenti e sai rumo ao estábulo.

[...]

POV NARRADOR

No aeroporto de NY a morena dos olhos verdes já embarcava no avião com destino ao Brasil.

O vôo foi tranquilo e com nenhuma turbulência, um alivio.

[...]

POV CAMILA

Bati na porta a minha frente do escritório de Mike e escutei um “entre"

— senhor. – tirei meu chapéu e o cumprimentei.

— Karla, que bom que veio. – me comprimentou com um aceno de cabeça. — preciso que vá na cidade pegar alguns papeis importantes, minha filha está voltando e não quero ficar nem um minuto a mais sem ela.

— Claro. – coloquei o chapéu de volta na cabeça. — Vai ser preciso buscar a senhorita? – perguntei.

— Não, eu vou me encarregar disso, aliás, já estou de saída. – ele responde sorridente. — Coloque Dinah no comando enquanto estamos fora – fiz uma careta — Vamos lá, não vai ser tão ruim assim.

Ele gargalhou.

— Eu vou avisar à ela – paro ao lado da porta. — Me espere, eu levo o senhor e mando um dos peões ir com o carro buscar vocês. – ele concorda com a cabeça, saio e vou andando ate a cozinha.

— De novo, Dinah? – Dinah já tinha uma colher pronta para levar ate a boca. Neguei com a cabeça. — Eu e o patrão vamos sair e você vai ficar no comando, mande a Rita arrumar bem a casa, tem que ficar brilhando para quando a filha do patrão chegar. – abracei a dona Rosa e roubei um pão antes de sair da cozinha, passei pela enorme sala de estar e cumprimentei Rita que arrumava algo.

[...]

— O Senhor tem certeza? – perguntei mais uma vez se era preciso buscar eles no aeroporto, ele negou.

— Chegue à tempo, quero que conheça a minha filha e amanhã leve ela para dar um passeio aos arredores. – foi tudo o que ele disse antes de sair e bater a porta da caminhonete.

[...]

Peguei o papéis que Mike me disse e passei na igreja para falar com o padre.

Acabei encontrando Ally, ela é uma menina que ajuda o padre aqui na igreja do povoado.

— Oi, Mila. – Ally me cumprimentou sorridente.

— Oi, pequena. – apertei aquelas bochechas fofas dela. — Como anda as coisas por aqui?

[...]

conversamos mais algumas coisas e resolvi me despedi.

Antes que eu entrasse na caminhonete sinto alguns respingos de água, entrei depressa.

Assim que eu entrei meu celular toca, vi que era Dinah.

— Olha Dinah, espero que não tenha acontecido nada. – falei sem dar chances dela falar algo, ouvi ela bufar do outro lado da linha.

— vai à merda, ta descendo um toró dágua aqui e para completar tem um cavalo doente. Tu que mexe com esses bichos e então vem logo. – gelei na hora — Ei, ta na linha ainda?

, liga pro troy agora. Tô chegando aí. – encerrei a chamada e pisei no acelerador. — desculpa, mas os meus cavalos primeiro.

[...]

Assim que eu cheguei na fazenda desci da caminhonete as pressas, não estava ligando se eu iria ficar toda molhada.

Fui correndo para o estabulo, levei alguns escorregões mas nada que me parasse. Avistei Dinah e troy ao redor do animal.

— Como é que ele ta? – perguntei apreensiva, fiquei mais nervosa ainda quando eu vi aquela égua branca, Raio. Essa égua estava na fazenda desde que eu cheguei e ela ainda era muito pequena.

— Ela vai melhorar logo. – suspirei aliviada e abracei ele (o troy) — Argh, Karla, você está toda molhada. – ele fez uma careta engraçada tentando me soltar dele.

— Você ta parecendo um pinto molhado – Dinah disse e gargalhou em seguida. — Vai desse jeito para a casa grande?

soltei o loiro de imediato e arregalei os olhos.

Esqueci que ainda tinha que ir lá dar as boa vindas para a filha do patrão.

— Minha nossa, senhora. – saí correndo e fui direto para a minha casa que ficava não muito longe dalí trocar de roupa.

POV'S LAUREN

Meu pai foi me buscar no aeroporto e acabei chorando muito, depois de tanto tempo separados finalmente vou morar com ele. Estou Precisando de um tempo longe do transtorno que é a cidade grande, e nada melhor que uma fazenda para relaxar!

Agora estamos indo a caminho da fazenda, seguimos uma estrada de terra e mais na frente a velha placa com o nome “Jauregui" encontrava-se já velha e enferrujada.

Lembrava ainda do tempo em que eu corria por aquelas redondeza com o meu irmão, bons tempos.

por Falar em irmão, já fico entusiasmada só em pensar de reencontrar o meu irmão, o meu melhor amigo e herói.

Assim que entramos na fazenda pude ver a grande mudança que fizeram. A casa estava deslumbrante!

— Incrível – a casa está realmente incrível, nem parece aquela velha casa de quando eu morava aqui.

— Demos uma melhoradinha por aqui, outra ali. Nada de mais. – meu pai disse descontraído.

— Nada de mais?! Pai! Isso aqui está incrível. – falei extasiada e ele sorriu.

Saímos de dentro do carro e Ele me abraçou de lado.

— Agora isso tudo também é seu, filha.

Sorri alegre e beijei seu rosto.

Engatamos em uma conversa enquanto andávamos ate a casa que agora parecia uma mansão de tão linda e grande.

— Maninha! Que saudades – escutei aquela voz que eu tanto amo, logo ele me encaixou em um abraço apertado.

— Também estava com saudades. – segurei o choro que insistia em sair e o abracei forte.

— Eu nem acredito nisso! Você, Lauren, aqui na fazenda! – ele disse brincalhão, limpei o canto dos olhos para não borrar a maquiagem, já que eu estava com os olhos marejados.

[...]

— Essa aqui é a Normani. – sorri para a garota na minha frente. — Ela é a cozinheira e uma grande amiga. – meu pai disse orgulhoso, vi que ele tem laços com quase todos os empregados e isso é ótimo.

— Olá, Normani. – comprimentei ela com um sorriso que a mesma retribuiu — Depois irei experimentar sua comida, quero ver se é gostosa como meu pai tanto fala. – ela gargalhou.

[...]

Depois de conhecer alguns empregados do meu pai resolvi guardar as minhas coisas, para completar a capataza saiu e ainda não voltou, já vi que é uma irresponsável.

Uma coisa que eu não suporto e gente irresponsável.

Guardei algumas roupas e ajeitei a cama, uma chuva forte já caia lá fora.

Resolvi ir até a sacada do quarto, fiquei debruçada vendo a chuva.

Onde a louca da Verónica deve estar agora?

Será que o zayn conse...

Saio dos meus pensamentos quando uma caminhonete preta chega na fazenda e é estacionada de qualquer jeito.

Logo uma mulher sai correndo tão desesperada que escorrega umas duas vezes.

Fiquei curiosa em relação à essa mulher, quem será?

POV'S CAMILA

lascada!

Pra completar a desgraça, as minhas calças estão todas sujas e a ultima molhada.

Lembrei que ganhei uma calça de Dinah quando ela foi na cidade.

— São Longuinho, são Longuinho, me achas essa calça que eu te dou três pulinhos. – só resta apelar pros santos! comecei a pular para são Longuinho, procurei por cima e em baixo do meu guarda roupas e nada. — Merda!

Depois de um tempo procurando eu achei a infeliz.

Peguei uma das muitas camisas quadriculadas que eu, tenho, uma vermelha, a calça com rasgos que é só o que tem mesmo e minha bota preta.

Como o meu chapéu molhou todinho tenho que ir sem mesmo.

Resolvi entrar pela porta de trás da casa.

— Aí estar ela. – Mike disse quando me viu chegando na sala.

— Teve um imprevisto, senhor. Um dos cavalos estava muito mal mas agora ta tudo bem. – Mike me olhou como quem procura mentira.

— tudo bem, Rita, vá chamar a minha filha. – Rita assentiu de imediato e subiu as escadas.

— Karla, você sabe que estou ficando velho e que eu já não vou poder cuidar disso tudo, não é? – ele perguntou, neguei com a cabeça.

— Que é isso, olhe para o senhor vai chegar aos cem com muita saúde. – falei brincalhona.

— Assim espero.

Uma voz nunca ouvida por mim antes se fez presente na sala me deixando em estado de alerta, olhei pro alto da escada e quase que eu caio no chão.

Meu deus, que mulher é essa?

Ela veio descendo a escada como uma modelo daquelas de comercial, sabe? Nunca em toda a minha vida vi coisa igual.

— Karla, essa é a minha filha Lauren e Lauren essa é a capataza da fazenda: Karla Camila. – cumprimentei ela normalmente, tirando a parte da tremedeira.

— Prazer em conhece-la, Camila. – ela me chamou pelo primeiro nome? Ta né, todos me chamam só de karla mesmo.

— O prazer é meu, senhorita. – ela fez uma careta.

Meu deus o que é que eu fiz?

— Por favor, só Lauren. – suspirei aliviada por não ter feito nada de errado.

é com medo de falar/fazer algo errado perto dela.

Tudo estava indo bem, exceto...

— Karla, não vi você o dia todo! – Aquele ser insuportável, vulgo Jauregui mais velho chegou na sala com aquele jeito dele,

ô homizin chato!

— pois é... Muito trabalho, sabe? – claro que não, né! Ele não da um murro numa barra de sabão.

Como sempre ele me abraçou e me beijou, sempre sem eu deixar!

[...]

Depois de conhecer a Lauren, olha até o nome da pessoa é lindo e aguentar toda puxação de saco da parte do Shawn. Voltei para casa pra dormir.

Muito trabalho amanhã.

[...]

Acordei já cedo como todos os dias e fui ajudar Dinah à levar umas sacas de milho para o paiol.

— Ô Dinah, tu tem que ver a mulher. – falei meio desesperada.

— Calma, falando assim parece até que a mulher é gente famosa. – ela deixou um saco de milho no chão.

quando tu ver ela, ah, minha filha...

— Eu não duvido nada se for – fiquei divagando nas lembranças para ver se já não vi aquela deusa na televisão. — ela é tão branca mais tão branca que parece uma mandioca! Não tô brincando.

— Para de falar besteira, não pode ver mulher que já fica toda animada, né?! –ela falou e eu bufei.

— Vai se foder, olha! Olha alí!

Amostrei pra Dinah quando eu vi a Lauren andando em frente da casa.

— Puta merda! – foi só o que saiu da boca dela.

Eu bem que falei, não quer acreditar...

POV'S LAUREN

Sinceramente, quando Rita veio me chamar e pedir para que eu descesse eu esparava ver uma pessoa qualquer, largada, más eu fui surpreendida e não era o fato de estarmos em uma fazenda, e sim aquela mulher que estava ao lado do meu pai.

Quando eu à cumprimentei formalmente com um abraço eu pude sentir o cheiro de erva doce exalando de sua pele, ela parecia muito delicada para uma capataza de fazenda.

Logo depois presenciei a interação dela com o meu irmão, será que eles tem algo? Ah, quem se importa?!

O jantar ocorreu tranquilo e agradável, como meu pai havia dito a comida de Normani era realmente gostosa, divina!

Quando Camila foi embora eu resolvi subir e tentar dormir um pouco.

[...]

— Bom dia, Rosa. – falei com a senhora que preparava algo.

— Boa dia, menina. Quer alguma coisa? – neguei, sentei em uma das cadeiras que tinha na mesa de jantar e relaxei.

— Para onde o meu pai e o Shawn foram? – perguntei, a casa estava silenciosa.

— Ah, o seu pai e o menino Shawn saíram cedo.

— Ótimo, eu vou aproveitar e conhecer um pouco melhor a fazenda. – sorri para a senhora e resolvi ir para a frente da casa

É bem estranho dizer que vou conhecer a fazenda, quando minha mãe faleceu foi um choque para mim e para meu irmão.  Resolvi partir para o estados unidos, Shawn optou por ficar no Brasil com o meu pai.

Essa fazenda me lembra muito ela, cada cantinho desse lugar. Sinto um aperto no coração só de lembrar nos bons momentos que tivemos juntas

Flashback on:

— Abra os olhos...SURPRESA! – abri os olhos e nem acreditei no que vi.

— Mãe! É um unicórnio? – quando vi aquele cavalo branco bem pequeno na minha frente me senti a criança mais feliz do mundo.

— Mais ou menos. Vamos dê um nome à ela, querida. – ela bateu palminhas e eu abracei o animal.

— Deixa eu vê...– coloquei a mão no queixo pensando em um nome. — Já sei, ela Vai se chamar, raio! — o nome era o de menos agora, eu já amo esse animal!

— Lo, é uma menina. Ela não pode ter nome de garoto. – dei de ombros.

— Não ligo, eu te amo, Raio. Eu tambem te amo, mãe! Muitão!

Flashback off

— a senhora ta bem? – um peão me perguntou já que nessas alturas eu já estava em prantos, sempre é assim quando eu penso nela.

— Sim. – limpei meu rosto. — a propósito, onde fica o estábulo? – perguntei, prontamente ele informou o lugar e caminhei até lá.

[...]

— Meu deus. Raio!? – quando eu avistei aquela égua branca eu não me contive. Corri ao encontro dela. — Eu não acredito, é você mesmo! – como se ela tivesse entendido ela relinchou.

Pedi os matérias necessários à um peão para poder finalmente depois de anos montar em raio, rapidamente ele me entregou.

Lembrei que o tempo passou e não sei ao certo como selar um cavalo, e agora? O pior é que ninguém está por perto.

Ótimo!

Iria tentar pôr a sela quando uma voz que eu já conhecia me fez estremecer.

— Precisa de ajuda, dona? – ela sorria de lado.

Ela segurava um chicote que acredito que seja para quando estivesse cavalgando, e ela estava com um chapéu, camisa xadrez e cabelos soltos.


Notas Finais


Então? Pode continuar?


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