História Joke Of Darkness - Harley Joker. - Capítulo 9


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Categorias Arlequina (Harley Quinn), Batman, Esquadrão Suicida, Hera Venenosa
Personagens Bruce Wayne (Batman), Coringa (Jack Napier), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Jason Todd, Pamela Lillian Isley / Poison Ivy (Hera Venenosa), Selina Kyle (Mulher-Gato)
Tags Trevas Contra Trevas
Exibições 102
Palavras 2.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Sorry, Pudding. Have Mercy On Your Little Clown.


Fanfic / Fanfiction Joke Of Darkness - Harley Joker. - Capítulo 9 - Sorry, Pudding. Have Mercy On Your Little Clown.

 

 

 

Harley caminhava pelas folhas secas ao chão, com seus saltos batendo em todas elas fazendo um barulho que deixava Joker enfurecido. – O nó na garganta dos dois se formava de várias formas, e ninguém ali conseguia dizer mais que duas palavras, até que Harley cansou de tanto tédio.

- Dizem que você se foi para sempre. – Harley se referia a única faísca de humanidade que sobrara de Joker, na qual ninguém ao certo sabia se realmente algum dia existiu.

- É verdade. – Sorriu de canto, tendo ao máximo tentar achar a estrada de volta, por mais que assustador, a tal mulher na qual acabara de ligar para Harley os jogou em algum lugar afastado do hotel em que se encontravam. – Estou indo embora, mas não queria ir sem dizer adeus.

Harley suspirou fundo, percebendo que ela iria ficar para trás mais uma vez se tivesse que escolher entre seus filhos e ele, mas pra que tudo isso? Pra que ser mãe? Não preciso disso!

Pra que ser mãe, Harley? Sendo que você pode vadiar por toda Gotham City! Anda, vá com seu Puddin e esqueça aqueles catarrentos!

 Sim, realmente Lucy tinha lá seus momentos de sujeira, assim como mini J, mas eles são fofinhos. Os meus fofinhos, e é tão legal ganhar um abraço do fruto do meu amor com o Puddin.

Amor? Não me faça rir, isso nunca foi amor. Isso é o fruto de um relacionamento abusivo, de tortura, dor...

- Não era você que agora mesmo implorava pra eu voltar a esse abuso? – Sussurrou a garota, não deixando que Coringa escutasse sua discussão com Harleen que ainda insistia em querer dominar sua mente.

Você o ama, e é isso que importa! Você nunca foi uma boa mãe mesmo, por que agora ser?

- Você não me deve explicações. Você estava indo, então vai. – Dizia Harley ao lembrar que há poucas borás Joker tinha ido em meio essa mata tentando embora a deixando ali, voltando logo depois de um tempo com desculpas esfarrapadas.

- Eu nunca quis ir sem você.  – Se entreolharam – A verdade é, eu tentei parar de pensar em você. E não consigo.

Harley bufou revirando os olhos, não acreditando em nenhuma das palavras dele. Passou esbarrando nele, mas Coriga a puxa sem sucesso.

- Venha pra Gotham comigo. Do que você tem tanto medo? – Gritou, vendo a loira se virar com ódio prestes a explodir a qualquer instante naquele momento no qual já deveria nem ter existido.

- De você! – Gritou. – Eu tenho medo de você.

- Não seria mais correto dizer que tem medo de si própria, seus desejos mais sombrios?– se aproximou da loira, e pela primeira vez após saírem do local onde tiveram a surpresa, ela não se afastou, continuou ali esperando para ver o que ele diria. – Seline estava certa não é mesmo? No fundo você deseja ter sua penugem acariciada.

Harley o encarou confusa, sem saber como ele sabia de sua conversa com Seline há quatro anos atrás, um tempo antes de Coringa chegar em sua festa de aniversário onde ocorreu todo o começo do fim.

- Como sabe sobre minha conversa com ela de quatro anos atrás? – Joker jogou o corpo de Harley contra a árvore, segurando o mesmo para que não pudesse sair. Harley gargalhava alto com a situação, sendo acompanhada por ele.

- Existe tanto para se ter medo, como o que eu farei com você. – Riu, passando as mãos pelos cabelos dela, fazendo um pouco de pressão como se gostasse de puxar, e ele realmente adorava vê – La sentindo dor. – Você está jogando comigo e eu não gosto...

- Desculpa, Puddin. Por favor tenha piedade da sua palhaçinha. – Gargalhou de forma intensa, sussurrando no pescoço dele. O mesmo apenas fez mais pressão contra o corpo dela.

- A minha mão anda coçando para socar esse seu lindo rosto! – Ele riu. – Volte comigo, e terá sua piedade!

- Você promete? – Sorriu esperançosa, ignorando as várias chamadas de Floyd em seu celular. Ele revirou os olhos e rosnou um pouco, sempre soube que não era um homem de palavra, mas faria de tudo para ter seu brinquedinho de volta e se livrar de Arista.

- Eu prometo, Harleen. Agora vamos, certo? Não vai querer irritar o papai!

Harley deu uma de suas risadinhas fininhas, puxando Joker para ainda mais perto dela. Deixando com que novamente seus saltos batessem contra do chão e fizessem aquele barulho irritante nas folhas, ele odiava aquilo, mas não falava nada, quase a perdeu novamente com suas crises, mas uma hora ela e ele sabiam que ele iria explodir, e que se ela estivesse perto iria descontar toda a raiva nela;

Acho que da próxima vez, o senhor mata ela.

E então a perde pra sempre.Me diz, vai fazer o que sem distrações?

Ela sempre aceitou esse abuso, fugiu algumas vezes, mas isso é passado, hun? É melhor não estar perto quando explodir, senão a coitada não sai viva;

- Calem a boca. Eu preciso dela! – Sussurrou Coringa para si mesmo, se irritando com as vozes em sua mente que pareciam necessitar irrita – lo.

- Disse algo, Puddin?

- Que está bela. – Harley não pode evitar o sorriso que se formou em seus lábios vermelhos. – E muito gostosa também.

- Você nunca fala coisas bonitas Puddin. Poxa, eu sempre falo que amo você mas você nunca diz! Não depois do Arkham!

- Não tem o porquê falar coisas bonita, Harleen. Estamos perdendo  tempo com essa conversa onde não vai nos levar a lugar algum.

[...]

 

Harley tentava parecer triste pelo que ouviu  de Coringa há poucas horas, já que se encontravam em seu carro, que mais parecia um foguete.

- Sai do carro. – Gritou Joker, vendo a menina calçar suas botas pretas e brancas, arrumando suas marias chiquinhas de forma fofa. A mesma esperava ele parar, mas nada dele se manifestar. Ela adorava aquela roupa, significava que iria assaltar, fazer suas maldades. – Anda, sai do carro.

Ela somente então percebeu que ele não iria parar, e por uma última vez beijou os lábios de seu Puddin, dizendo alto e claro para que ele pudesse ouvir.

- Um dia o amor por esse homem me mata! – Abriu a porta do veículo, caindo ao chão se rolando no mesmo, apenas ouvindo o barulho do motor potente, virando a esquina enquanto rolava diversas vezes ao chão quente, enquanto  muitos ralados se formavam em seu corpo.

 Harley tentou se levantar, mas somente pode ouvir o barulho da capa ao seu lado, e ela sabia exatamente de quem era...

- Olá Batsy! – Se reergueu, agachando ao chão, sorrindo vermelho por conta do sangue que continha em todos os lugares do corpo, e por mais que fosse improvável, ela estava perfeita. Em sua perna era o lugar mais afetado, mas sua roupa era bastante volumosa, não deixava muitos machucados. Somente sangue de lugares diferentes do corpo. – Quanto tempo, não?

- Muito tempo, Harleen. – Respondeu friamente, se aproximando dela que nem se recuou.

- Dês da última piada... – Sorriu, encarando os olhos manchados de raiva, que podiam se ver além da máscara. Podia se ver o arrependimento de ter amado uma pessoa como ela.

- Deixei você escapar muito, Harleen. Mas não desta vez, você e seus amigos estão encrencados. – Harley teve uma gargalhada, logo depois deixou com que Batsy a pegasse a arrastando com força até uma rua perdida, onde um remédio foi colocado a força em sua garganta.

[...]

Coringa entrou com ódio, jogando sua blusa num dos sofás avermelhados que haviam ali, logo depois pegando um copo de Whiskey, engolindo em segundos. Até que percebeu a presença da morena sentada num dos sofás de forma sexy.

- Muita coragem sua aparecer aqui. – Se virou, encarando os olhos marejados pela raiva que continha nos dois.

- Queria me despedir.

- Partindo tão cedo? – Coringa abriu a gaveta, dando de cara com uma de suas armas, nas quais foram feitas exatamente para derrubar Arista.

- Sei onde não sou bem vinda. – Respondeu com sarcasmo, sorrindo. Ele fez o mesmo, se aproximando do sofá onde ela se encontrava, tendo o olhar dela.

- Não faça drama. Não é bonito numa mulher da sua idade. – Arista finge estar ofendida, enquanto Joker se afastava da mesma. Porém viu a face dela novamente.

- Sem beijo de despedida?

- Por que não a mato, invés disto? – Se entreolharam, ainda mais na blusa curta que usava, com um decote enorme somente para provoca – lo.- O que está fazendo aqui?

- Nostalgia, curiosidade, etcétera .

- Sou o melhor nas frases Enigmáticas, Arista. O que está tramando?

-Confie em mim, Mr. J. Quando estiver tramando, saberá. – Ela se aproximou. – Anda, Coringa. Me beija ou me mate. Ambos sabemos que só é capaz de um!

Arista o jogou no chão, subindo em cima do mesmo. Passando suas mãos por todo o corpo dele, se aproximando da boca.

- Meu doce e inocente, Joker. – O mesmo apertou o pescoço dela, desta vez ficando em cima de mesma por alguns segundos antes de ataca – La novamente com um beijo feroz.

Continuaram nessa brincadeira, enquanto arrancavam a roupa um do outro.

- Espera. – Disse ela, deixando o mesmo irritado novamente - Breve pausa.

Coringa jogou o corpo dela pro lado, esperando o que ela dissesse.

- Tenho uma pergunta, então poderemos voltar para os fogos e artifícios.

- eu sei o que vai perguntar. E a resposta. É não, eu nunca amei você. Sempre foi a Harley! – Pegou a faca, colocando na barriga da mesma, que caiu desmaiada em seus braços.

[...]

Harley caminhava pelos vidros que continham ali, indo em direção a Killer Croc, que se encontrava sozinho, com uma roupa estranha. – Estava entediada,  e queria se divertir enquanto saía sem rumo, com uma bomba no pescoço com seus amiguinhos.

- Por que você come pessoas? – Questionou. Apoiava – se em seu taco, que se encontrava nas costas. Ele rosnou, olhando para ela que mastigava seu chiclete com vontade.

- Pra obter o poder delas. – Respondeu num rugido, caminhando enquanto tentava a deixar para trás, porém a mesma se virou de costas andando para trás, ficando a frente dele.

- Gostaria de me comer? – Perguntou mastigando .

- De jeito nenhum. – Rugiu novamente após terminar sua frase.

- Por que não?

- Não quero sua loucura. – Ela se virou, ficando ao outro lado dele, sempre caminhando.

- Falou o cara que mora num esgoto?

- Pelo menos eu sei que é um esgoto.

- Ah entendi. – Ela riu, durante as palavras.- Porque aqui também é um esgoto.  Só que com restaurantes e lojas legais, certo? Você odeia muito a humanidade?

 Ela apontava o taco para as lojas, mas logo depois os apoiando em seu ombro novamente. Ele apenas não respondeu, mas ela continuou a falar.

- Deixe – me adivinhar. Mamãe não te levou pra comer no seu sexto aniversário? – Ficou por trás, logo passando para o outro lado dele,a frente de Diablo. – Posso recomendar um bom terapeuta.

Ele tentou soca – La, mas a mesma se esquivou, rindo logo em seguida.  Diablo a olhava, enquanto buscava palavras para tanto veneno que saía dela. Não a reconhecia, estava perversa.

- Por que? – perguntou o todo tatuado, a mesma se virou colocando o taco novamente apoiado em seus ombros.

- Porque eu estou entediada. Preciso de uma vitima, uma mente para fuçar e cuspir dentro. – Fingiu cuspir na última palavra, vendo Capitão Boomerang passar com seu refrigerante.

- Ela é complexa, não deixe se levar. – Harley imitou uma cobra, rindo com força logo em seguida, vendo uma moça baixa, na qual estava ali para leva – los até a prisão.

- Eis uma aqui, mulher japonesa, 1,65 com boa saúde, atlética. E...Filha única. –Girou o taco, logo depois Ficou a frente dela, andando para trás como fazia com Crocodilo. – Problemas de longa data com o papai. O papai queria um menino, por isso ela se esconde atrás de uma máscara.

A mesma tirou a mascara com delicadeza, olhando diretamente para Harley parando de andar aos poucos.

- Não estou me escondendo. – Ficaram de encarando, se olhando a cada segundo.

- Isso é o que ser durona.  – Floyd pegou Harley, a puxando tirando o taco apoiando em seu ombro, fazendo a mesma o olhar.

- Harley dá pra parar de se comportar como uma stripper bêbada? – Ela mastigava seu chiclete, olhando ele, bem perto.

- Só se você me disser o que diabos está acontecendo. – Ela sorriu. – Porque sinto de cheiro de traição.

Fingiu cheirar alguma coisa, rindo após isso.

- Se eles não nos explodirem, teremos que lutar pra sair dessa cidade. Espero que seja legal com os outros. – Ela ouvia isso tudo com ironia, com uma cara de maldade e sarcasmo.

- E voltar quietinha pra minha vida. Okay, ei traidor eu sei como o mundo funciona, eu sei. – Ela apontou para o coração do mesmo. – Quando se trata do coração, é cada um por si, certo?

Ela saiu andando, o deixando ali enquanto via em seu celular uma mensagem de Coringa, que deveria já saber sobre a situação da mesma.  Ela sorriu, toda feliz com seu Puddin.

Coringa: Estou indo te buscar! 


Notas Finais


Sorry, sorry pela demora.

harley sendo presa.
Puddin derrotando Arista, mas será que tem gente q vai gostar disso?
Obs: NÃO, ela não morreu kkkkkkkk.

Bjinhos.


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