História Joker (Hiatus) - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias K.A.R.D
Personagens B.M, J.Seph, Jiwoo, Personagens Originais, Somin
Tags Hetero, Jiwoo + Bm, Kard, Menção Namjin, Romance, Somin × Jseph
Visualizações 51
Palavras 2.332
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Estou de volta hihihi

Desculpem a demora para atualizar, mas tive uma mudança de planos de quase última hora e tive que concertar algumas coisinhas, mas enfim o capítulo ficou pronto, não é?!

Para justificar minha demora, eu tive competição na semana passada e precisei de foco ali, então não deu pra escrever muito durante esse tempo, então o capítulo só foi ficando ali. Mas agora o que importa é que eu consegui atualizar, não é?

Boa leitura para vocês, e desculpem se tiver alguns errinhos...

Capítulo 11 - Jiw(on)


Fanfic / Fanfiction Joker (Hiatus) - Capítulo 11 - Jiw(on)

Meu corpo não queria me manter desacordada, tanto que eu mal dormi esta noite. Certamente eu não reclamaria disso por motivos óbvios; estava namorando o cara que eu finalmente amava e isso não era problema – era o extremo oposto disso, na minha sincera opinião.

Matthew ainda dormia tranquilamente. Passei a observá-lo enquanto o mesmo permanecia com os olhos pregados, provavelmente em sono profundo, viajando no mundo dos sonhos. Sempre que acordava ficava observando-o dormir. Fazia carícias em si sempre que sentia a necessidade de compartilhar carinho e amor mesmo que enquanto dormia. Eu passei a amar cada pedacinho desse homem maravilhoso e me sinto feliz por ter sido ele quem roubou meu coração.

Exatamente nesse instante estava a massagear sua face serena e calma, tentando ao máximo fazer com que permanecesse dormindo, pois me sentiria mal se o mesmo acordasse de seu sono por minha culpa. Sabia que o mesmo não se incomodaria, mas prefiro deixar que aproveite seu sono para se recompor, afinal, tem trabalhado muito nessa semana.

Havia se passado uma semana que estávamos aqui e as coisas não têm sido como pensei; Matthew está passando tanto tempo comigo quanto em seu trabalho, dividindo-se entre ambos. Por mais que eu percebesse que estava cansado, Kim não demonstrou cansaço em momento algum. Porém agora enquanto dormia eu pude perceber o quão idiota foi ao mentir sobre isso. Era fato, eu estava preocupadíssima com isso, mas não é como se ele me escutasse.

Eu acariciava seus cabelos, seu rosto, seus ombros... ah, como ele era perfeito. Logo, logo, estaria acordado e começaria a correria dos seus dias em Busan.

– Jeon Jiwoo, o que a senhorita faz acordada há essa hora, huh? – Matthew me despertou do curto devaneio em que ele era o foco principal, me deixando assustada por meia fração de segundo. – O que tanto tira o seu sono, o que você tanto pensa sempre? – questionou enquanto continuava com os olhos fechados e voz calma.

Você. Só você. Eu só penso em você e mais nada, meu amor. Eu só queria poder estar dentro da sua cabeça e saber o que você tanto pensa... tanto quanto você, eu também tenho minhas dúvidas.

– Eu apenas perdi o sono – respondi a verdade, porém escondendo uma parte, que sinceramente, eu preferia não falar.

Matthew já tem muitas preocupações e tem trabalhado de mais, por isso, eu prefiro deixar que ele tenha a cabeça sem mais preocupações.

O moreno apenas respondeu-me com um “hm” cansado, sendo seguido por uma levantada de sobrancelhas, porém nada de abrir os olhos – queria tanto olhar para aquelas duas esferas negras e penetrantes e dizer o quanto o amo.

Agarrou minha cintura e puxou meu corpo para perto de si, nos chocando um contra o outro. Agora eu estava de costas para ele, sentindo sua mão quente massagear carinhosamente na região do meu quadril, subindo um pouco até as costelas e descendo até a cintura novamente. Era bom; havia alguns momentos em que me dava nervoso e eu dava alguns solavancos involuntários, mas não é como se eu não gostasse desse carinho dele. Pelo contrário; eu os amava.

– Agora eu não quero que saia de perto de mim, garota. Você é minha – Matthew disse com sua boca perto do meu pescoço, fazendo-me arrepiar em sua fala final. Algo que ele disse fez meus pelos do corpo todo eriçarem e uma leve tremedeira também “deu alô”.

Eu abri a boca para dizer o mesmo, porém algo – despertador –  me interrompe, não deixando sair nada da minha boca além de um suspiro frustrado – que acabara sendo inaudível.

– Ah... – Matthew se lamentou, pouco frustrado – o dia poderia ter algumas horas a mais, não acha, amor? – selou meu pescoço e depois virou minha cabeça para beijar meus lábios em um selar estalado e se levantou.

Começaria tudo de novo.

Apenas me ponho sentada na cama e coço os olhos, permitindo que o mesmos observassem a praia longo pela manhã. O nosso quarto ainda estava organizado, sempre esteve; quase nunca ficamos aqui dentro, preferimos sair e visitar Busan.

Parei de observar a paisagem e fui me vestir. Fazia calor por aqui, então acabo optando por um short jeans comum e uma a blusa regata preta sem estampa. Como eu pretendo sair para visitar ainda mais a cidade, calcei um tênis bem confortável e ficou por isso mesmo.

E no meio tempo em que Matthew estava fora do quarto eu pude ouvir ele falando com alguém; provavelmente estava no telefone com sua chefe chata – palavras dele – que deve ter mais tarefas para ele, como de costume. Percebo que Matthew é bastante importante para ela e que essa chata não larga dele em momento algum.

Mulher idiota... 

– Se trocou rápido – Matthew, o assunto dos meus pensamentos exagerados, entrou no cômodo em que eu me encontrava sentada na cama enquanto pensava em mil formas de matar sua chefe. – Tenho uma notícia boa, eu acho.

Mas até que enfim!

– Tenho três dias livres nessa semana. Agora vou poder passar mais tempo com você, meu amor – sorriu abertamente.

E pensar que eu acabei de xingar a chefe dele...

– Isso é ótimo! – fui ao seu encontro, logo colocando minhas mãos em seu rosto. Queria olhar para ele; como estava lindo! Normalmente andava com roupas que não tinham nada a ver com si, porém agora pôde colocar uma roupa na qual se encaixou perfeitamente.

Uma pena serem apenas três dias...

– O que quer fazer hoje? – perguntou-me logo após de roubar um beijo meu.

Sinceramente eu iria onde ele quisesse ir. Não me importava se fosse em uma biblioteca, no silêncio ou em um evento barulhento; só queria estar com ele. Era a melhor sensação e um prazer para mim. Estar com ele é tudo o que quero é pretendo fazer.

– Vamos onde você quiser, amor. Nesses três dias eu quero que você faça o que quiser – deixei que escolhesse falando umas boas verdades junto, já que realmente eu queria que ele pudesse ter a escolha e fazer o que quer por agora.

– Coloque seu biquíni, Jiwoo – seu sorriso travesso surgiu e eu já não estava o entendendo mais. Praia logo pela manhã?

Agora o rapaz deixou-me confusa. Biquíni... sorriso travesso... tem alguma coisa aí, tenho certeza! Porém estou com medo de pensar no que Matthew vai fazer, porque eu não faço a mínima ideia e isso me assusta. Não ter consciência do que ele fará é algo que eu não seu lidar.

– M-Matthew, o que vai fazer? – questiono pouco receosa, nervosa por ter gaguejado e mostrado um mínimo sinal de fraqueza.

Meu coração batia forte no meu peito e eu me sentia tensa. O que ele estava fazendo comigo, por que eu sentia um calor incontrolável? O que estava acontecendo comigo naquele momento era diferente de tudo o que já senti com qualquer pessoa; uma nova sensação. E Matthew, mais que ninguém, parecia ter consciência disso. Ele sabia disso é estava usando contra mim. Provocador.

– Apenas vá se trocar; coloque seu biquíni, amor.

E após isso deixou-me pensativa e sozinha no quarto. Virou as costas e fechou a porta. Agora era só eu, e apenas eu. Por alguns segundos eu reflito, pensando em mil coisas que me assustavam ainda mais, porém eu resolvi confiar em Matthew. Eu devia isso é muito mais a ele, então eu arriscaria dessa vez.

Levantei-me decidida a fazer o que meu namorado pediu-me e me despi rapidamente para colocar a peça por baixo daquela roupa que usava. O biquíni preto era simples, porém eu amava o preto em meu corpo, por isso uso mais roupas escutas. Além disso Matthew já me disse que prefere que eu use roupas escuras e eu levo sua opinião em consideração mais do que a minha própria, em alguns casos.

Agora que estava completamente vestida, vou ao encontro de Matthew para irmos à praia fazer seja lá o que for.

– Vamos? – estendeu o braço assim que eu cheguei perto de si. Em suas mãos eu só consegui ver uma câmera fotográfica, um livro e um óculos de sol.

Já eu estava levando todo o resto. Tudo o que precisaríamos estava comigo, já que eu supostamente sou muito mais responsável que o Kim é jamais esqueceria de coisas importantes como essas.

Saímos do hotel e caminhamos até a areia quentinha e levemente esbranquiçada e a cada passo que eu dava, meu coração batia mais rápido e com mais firmeza. Parece que meu interior sabia que eu estava preocupada mesmo que eu tentasse enganar a mim mesma, mesmo tendo consciência de que seria uma tentativa totalmente falha.

As ondas quebram perto da beira do mar e dava a sensação do mar abraçando meus tornozelos que estavam cobertos pela água que ia e vinha de acordo com a força do vento sobre as águas levemente gélidas – porém refrescantes e relaxantes – do mar.

– Aqui já está bom – segurou meu pulso para que eu imediatamente parasse de me deslocar.

Não era isolado, mas não tinha muitas pessoas circulando por ali neste momento. O sol esquentava minha pele e me relaxava muito.

Mas afinal, o que ele tanto quer fazer aqui?

– O que vamos fazer aqui? – me viro de volta para ele e vejo a câmera em suas mãos. Ele estava tirando fotos, o que ele estava fazendo? – O que é isso – começo a rir para a câmera, sem graça e percebo que o mesmo fazia com que a câmera me seguisse, movendo-a em minha direção seja lá para onde eu me deslocava –, está filmando, Matthew? – o mesmo assente com a cabeça e eu ponho minhas mãos para tampar o rosto. Estava morrendo de vergonha dessa câmera.

– Não tampe o rosto, meu amor! Diga “oi” para a câmera – focou a câmera em mim e meu sorriso se abre involuntariamente.

Eu acenei para a câmera, sorrindo.

– Olá! – sorrio e mexo no cabelo.

Matthew estava sorrindo por trás da câmera, com certeza o som de sua risada soprada apareceria no fundo do vídeo e daria um charme fofo. Daria para lembrar direitinho como ele parecia feliz ao me filmar.

– Fala pra câmera onde estamos, amor – pediu, e resolvi entrar na brincadeira e falar com a câmera.

“Bizarro, mas legal.”

– Estamos em Busan! – sorrio e vou ao encontro do mais velho.

Pego a câmera de suas mãos e estico o braço para que filme nós dois juntos. O Kim acabou por passar seu braço por volta do meu pescoço e então começamos a fazer coisas aleatórias – nem sempre, mas haviam sim coisas aleatórias – para a câmera e então nomeamos aquele vídeo de “nosso começo”; o começo de nossas vidas, o início de uma nova etapa, um recomeço.

Passamos a manhã inteira juntos na praia, como antes, porém entramos na água e nos divertimos mais. Teríamos ficado ali por mais tempo se a fome não tivesse falado tão mais alto, e além disso, eu havia me cansado muito por ter gastado energia. Me sentia muito cansada, de verdade. Bom, o que estávamos fazendo agora é algo óbvio; comendo.

Eu não estava com a mínima vontadey de almoçar, ou algo do tipo. Estava querendo tanto uma outra coisa, que não hesitei em comprar pizza e o BM me acompanhou pois estava com fome, assim como eu.

Fomos atendidos por um moço alto dos cabelos negros e pele branca. Algo nele era familiar, eu podia ter certeza que o conhecia de algum lugar.

Quando entregou-me meu pedido, olhou bem nos meus olhos e logo sua face ficara surpresa.

– Com licença, mas, a senhorita é Jeon Jiwoo? – e não é que conhecia mesmo! Só não consigo identificar, eu não me lembro do nome... – Sou Kong Jiwon, se lembra? – deu um sorriso e finalmente me lembrei quem era.

Ele era meu melhor amigo desde criança. Éramos amigos desde o ensino fundamental e nos separamos – infelizmente – quando sua mãe precisou sair de Daegu por motivos familiares. Não esperava encontrar essa joia antiga da minha vida por aqui.

– Ah, mas quanto tempo! – me levanto da cadeira para abraçá-lo fortemente e o mesmo retribuiu o ato imediatamente. – Você mudou tanto, Won-oppa – chamo-o pelo antigo apelido. Literalmente antigo, pois há mais de três anos nós perdemos o contato e por isso, fazia um tempo demasiado em que eu não pronunciava as palavras “Won-oppa”.

Soltei do nosso abraço e foquei em apresentar meu amor à Matthew.

– Matthew, esse Jiwon, meu antigo amigo – o Kim acena com as mãos e volta a fazer o que estava fazendo antes.

Parece que tem alguém com a fome falando mais alto do que tudo.

– Ahn... preciso ir trabalhar – despediu-se dando um selar repentino em minha bochecha e enfim saiu logo após isso.

Novamente me sento na cadeira onde estava e volto a falar com Matthew.

– E como está a pizza, meu bem? – pergunto com um sorriso encantador no rosto, como o de uma criança com doces em mãos.

Apenas levantou o olhar para mim e continuou fazendo o que fazia. Sem respostas. Fui completamente ignorada.

– “Hello”, eu estou falando com você, Matthew Kim – digo brincalhona, porém o outro me olhou com desdém. O que diabos estava acontecendo com ele? – Hey, o que houve com você? Por que está assim? – quis saber, preocupada.

Matthew volta atrás e faz algo que há muito tempo na fazia; rir irônico. Já fazia muito tempo que ele não era irônico comigo, não sei por que estava se portando desta maneira.

– Esse tal de “Jiwon” não me agrada nem um pouco.

Espera. Era isso? Matthew estava com ciúmes?

– Não me diga que o Big Matthew – dou ênfase em seu nome – está com ciúmes – zombei do mais velho, puxando suas bochechas e sorrindo para ele.

Era fofo. Matthew era, sem dúvidas, muito fofo.

– O que acha de sairmos juntos agora? – uma terceira voz interrompe meu diálogo com Matthew.

Percebi a expressão de tédio e desdém do moreno, que ao contrário de há uns poucos segundos atrás, agora estava como antes; chato.

Viro para trás e vejo a imagem sorridente do Kong e me ponho a retribuir o ato, já que estava feliz em vê-lo novamente.


Notas Finais


Aquela notinha pra tia aqui ficar muito feliz <3

Espero de coração que tenham curtido esse capítulo!

Já podem ir criando teorias do que vai acontecer no próximo capítulo hihi...

Acham que o BM foi chato por ficar com ciúmes ou que o ato dele foi certeiro?

Rsrs, beijinhos e até o próximo capítulo; xuxuzinhos

Obs: o que acharam da capinea nova?


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