História Jokes of Destiny - Leyna - Capítulo 12


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Calipso, Charles "Charlie" Beckendorf, Frank Zhang, Gleeson Hedge, Grover Underwood, Hazel Levesque, Hefesto, Hylla Ramírez-Arellano, Jason Grace, Leo Valdez, Luke Castellan, Nico di Angelo, Percy Jackson, Personagens Originais, Piper Mclean, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Silena Beauregard, Thalia Grace, Will Solace
Tags Charlena, Frazel, Jasiper, Leyna, Percabeth, Solangelo, Universo Alternativo, Wico
Exibições 64
Palavras 1.300
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Quem que sai do hiatus e continua demorando a postar? Eu

~ Sem música hj pq a tia tá com pressa

~ Coloca o colete à prova de balas sisnjshshs

~ Sem formação devido à essa atualização bosta do SS

Capítulo 12 - Capítulo 11: Give me a chance


Leo mal se lembra o que aconteceu.

 

Ele só se deu conta do que fazia quando Octavian parou de respirar.

 

Leo pegou o loiro pelo colarinho da camiseta e o arrastou para fora do dormitório, no corredor.

 

O barulho deve ter sido alto, pois antes que Leo percebesse, Charlie e Silena haviam colocado aquele criminoso no carro e levado-o para a delegacia mais próxima. 

 

O latino sacudiu a cabeça e, zonzo, entrou no quarto.

 

Com certa relutância, Leo adentrou no local onde Reyna se encontrava, ainda chorando e com os olhos fechados com força.

 

O garoto puxou o ar e, cauteloso, ele se sentou ao lado da garota que ele gostava.

 

Reyna não pareceu perceber que Leo estava lá. Baixinho, ela murmurava:

 

- Por favor... Não me toque... Não faça...

 

- Reyna...?

 

Ela apenas se encolheu, ainda de olhos cerrados. Leo engoliu em seco, tomando coragem.

 

Quer dizer, o que ele deveria fazer naquele tipo de situação? Como socorrer alguém que acabara de ser violentada? Como ele poderia ajudar alguém que fora estuprada?

 

Não havia nada disso naqueles panfletos dos bombeiros.

 

Respirou fundo mais algumas vezes. Iria resolver aquilo do jeito do Leo.

 

Cautelosamente, ele destravou as algemas que prendiam a moça. Era apenas um truque simples, cujo ele aprendera quando... Bom, isso não vem ao caso.

 

Quando elas se desprenderam com um click, Reyna abriu os olhos e se sentou bruscamente.

 

Ele nunca tinha-a visto  desesperada, mas era isso que Reyna estava. Ela sempre fora tão impecável que parecia até um crime vê-la naquele estado.

 

Valdez achou que levaria um soco ou pelo menos um chute por estar sentando na cama de Reyna enquanto ela não trajava absolutamente nada.

 

O que ela fez o desarmou.

 

A morena abraçou o outro com força, sem dizer uma palavra sequer. Demoraram alguns instantes para ele se tocar sobre o que acontecia.

 

Reyna derramava lágrimas no ombro de Leo, este a abraçou de volta, ainda estupefato.

 

Seu subconsciente lhe deu um tapa na cara, como se dissesse: vira homem!

 

Ainda com cuidado, o garoto ajeitou-a em seu colo. Ela não protestou quando Leo se recostou na parede e puxou, de leve, os seus cabelos, num meio de carinho e desembaraço dos fios. 

 

Reyna soluçava nos segundos em que disse, quase inaudível: 

 

- Dorme aqui.

 

Não era uma pergunta e nem mesmo uma ordem. Era um pedido.

 

E, acredite, Leo fez questão de atendê-lo.

 

(...)

 

No dia seguinte, Leo e Reyna tiveram que matar aula para prestarem queixa na delegacia.

 

Decidiram tomar café numa lanchonete a umas quadras da escola para evitar levantar qualquer suspeitas.

 

Leo pagou ambas as refeições.

 

- Não vai fazer nenhuma piadinha? - Reyna se pronunciou pela primeira vez naquele dia, colocando uma xícara de chocolate quente nos lábios.

 

- Eu posso até ser irritante, mas esse tipo de brincadeira de mau gosto não é minha praia, chica. Por favor, não ofenda a minha honra.

 

Reyna riu e fez tudo aquilo valer não só a pena, mas a galinha inteira.

 

(...)

 

Leo estacionou o carro em frente à delegacia. Reyna suspirou.

 

- Sabe que tem que fazer isso, não é? 

 

- Sei - ela fez que sim, piscando com força.

 

O de cabelos cacheados desceu do carro e o contornou, abrindo a porta para a garota. Ela deu um sorriso mínimo antes de aceitar a mão que ele oferecia.

 

(...)

 

- Senhorita Arellano, o delegado quer ver você - disse a recepcionista.

 

Ela assentiu antes de levantar e ser acompanhada até a sala do delegado por Leo, como se ele a escoltasse.

 

- O senhor não pode entrar - a recepcionista os parou.

 

- Eu acho que eu posso sim, señorita, além da gostosura aqui ser uma testemunha, sou o guarda-costas da mocinha aqui - envolveu os ombros de Reyna e colocou óculos escuros que tirara da jaqueta.

 

Era uma brincadeira, claro, mas acabou parecendo um dos MIB.

 

(...)

 

- Eu estava paralisada. Sou boa com artes marcias mas... Não sei, não consegui reagir.

 

- Certo. Pode me explicar como isso começou? - Pediu o delegado.

 

- S-sim, claro. Eu fui para o meu dormitório e mexia no computador. O réu... - ela puxou o ar. - Ele simplesmente entrou e me agarrou, me prendeu com algemas e... - Leo teve que segurar sua mão. - Por favor, eu não posso fazer isso.

 

- E você, Senhor Valdez, onde entra nessa história?

 

- Eu cheguei no local do crime enquanto ele ainda acontecia - Leo informou. - Apaguei o hijo del puta e meu irmão e a namorada dele o trouxeram pra cá. Covarde, ele.

 

- Este é o acusado, estou certo? - O oficial lhes mostrou uma foto de Octavian segurando uma daquelas plaquetas de identificação. Os dois assentiram. - Isso é tudo. Muito obrigada, vocês estão liberados.

 

(...)

 

- Esse não é o caminho para a escola - Reyna observou.

 

- Não vamos para a escola. 

 

- Não?

 

- Já filamos a aula da manhã toda, e de tarde só temos mais três. Não faz mal, reina.

 

- Certo, já que não vamos pra escola, para onde, então?

 

- Central Park.

 

(...)

 

- Adoro vir aqui - Leo olha ao redor e se senta à sombra de uma árvore. - Me lembra de quando era pequeno e minha mãe me trazia aqui.

 

Reyna teve que sorrir com o pensamento de uma versão pequenina daquele piadista. Ela se sentou ao lado dele.

 

Seus ombros estavam se tocando. Crianças corriam pelo lugar, brincando. O cheiro inebriante de grama passava por ali junto com aquele silêncio que faz a alma e a mente descansarem.

Reyna mirou o céu azul refletindo sobre as últimas horas. A menina se perguntou: porque Leo e ela nunca se deram bem?

- Obrigada - ela murmurou, sem o olhar nos olhos.

Pelo cantinho das córneas, ela viu um de seus sorrisos cantonais se abrir. Depois, este sumiu. Leo parecia tomar fôlego.

- Preciso te contar uma coisa.

Ela nunca o vira tão sério. Chegava a dar medo.

O menino de orelhas peculiares puxou as mãos da menina e a encarou no fundo das pupilas.

- Sabe... Algumas pessoas dizem que os olhos...

- São o espelho da alma - ela completou. Leo sorriu.

- Acredita nisso? Digo, que possamos ver quem a pessoa realmente é olhando no fundo de seus olhos?

- Eu... Sim, acredito.

- Então, eu acho, que, nesse momento, você pode ver - afastou alguns de seus cabelos que caíam ao seu rosto e afagou sua bochecha. - Que estou completamente apaixonado por você.

Reyna ficou mais parada que estátua. Seus músculos não respondiam mais aos seus comandos. As palavras haviam sido roubadas de sua boca.

Com um movimento lento e um tanto relutante, Leo roçou seus lábios no de Reyna. O que mais o surpreendeu foi que ela não recuou.

Encarando aquilo como um sinal verde, ele chegou mais perto, juntando seus lábios de verdade. Reyna acabou por abrir um pouco sua boca, dando passagem para a língua de Leo percorrer e massagear a sua, numa dança estranha e nova, mas extremamente boa.

Ele inclinou mais o seu corpo e tocou a cintura da garota. Reyna enroscou seus dedos no cabelo de Leo.

Ela podia ouvir o vento fluindo, podia ouvir pássaros cantando, mas acima de tudo, podia ouvir seu coração batendo contra sua caixa torácica, tentando se libertar dali. Seus sentimentos pareciam ter sido jogados num liquidificador emocional e derramados em sua cabeça.

Ela sentiu seus pulmões reclamarem pela falta de ar e, calmamente, se afastou de Leo, atônita.

- Eu preciso de uma chance.

- O quê? - Reyna ainda não raciocinava direito.

- Uma chance. É tudo o que eu quero. Quero te mostrar que posso te fazer feliz. Me dê uma chance, Reyna. Eu só quero uma chance.


Notas Finais


NADA A DECLARAR HIHIHI


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