História JoLari para sempre - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Cúmplices de um Resgate, João Guilherme Ávila, Larissa Manoela
Personagens André Alencar, Isabela Junqueira, João Guilherme Ávila, Julia Vaz, Larissa Manoela, Mateus Jardim, Omar Ferraz, Personagens Originais, Priscila Meneses, Sabrina, Téo Cavichioli
Tags João Guilherme, Jolari, Larissa Manoela
Exibições 309
Palavras 1.149
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Musical (Songfic), Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ola esta e a minha segunda fanfic se tiverem interesse em ler a minha outra ela chama-se Stay with me for ever, e e sobre majo e um pouco teobela. mas agora estamos neste historia que vai comecar agora
B
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Capítulo 1 - Tristeza


Fanfic / Fanfiction JoLari para sempre - Capítulo 1 - Tristeza


Pov. Isabela

Minha irmã, Larissa, ainda sofre muito por causa da morte do seu namorado.

Às vezes me sinto mal quando estou com o Téo e sei que ela está trancada no quarto olhando para o teto, ou escrevendo em seu diário.

Hoje faz um ano que tudo aconteceu e adivinhem onde ela está. Se você disse trancada no quarto e chorando, acertou em cheio.

Agora, irei tentar tira-la de lá para leva-la em algum lugar com o meu namorado, Téo.

Pov. Larissa

Flashback On.

O dia não estava muito bom. As nuvens estavam negras, mas isso não impedia Thomaz de estar sentado na varanda do sítio em que estavamos hospedados por um tempo. Me aproximei do lugar onde o mesmo estava sentado.

— Oi, meu amor. — Falei ao sentar ao lado de meu namorado.

— Oi, minha linda. — Ele disse olhando-me com um sorriso em seus belos lábios. — Então, vamos dar um passeio?

— Com você, sempre. — Respondo dando-lhe um beijo.

— Vamos à praia.

— Está trovejando. — Digo franzindo o cenho.

— Mas não está frio ainda. Vamos lá, princesa. — Ele faz bico com seus lábios e eu lhe lanço um sorriso.

— Não consigo resistir.

Nos levantamos e nos preparamos para ir à praia que não ficava tão longe do sítio. Thomaz teve a ideia de levarmos nossas pranchas para surfar caso o mar estivesse bom.

Assim que chegamos Thomaz tratou de ficar somente de sunga e se preparou para surfar, eu fiz o mesmo ficando somente de biquíni, em seguida sento-me na areia para amarrar a corda da prancha em meu tornozelo e percebo que Thomaz não está o fazendo. Fico confusa.

— Vamos? — Ele pergunta olhando para o mar.

— Okay, mas não vai amarrar o pé? — Pergunto atraindo sua atenção para mim.

— Não, isso é para meninas. — Responde em tom de deboche e rindo.

— Se você acha. — Dou de ombros e reviro os olhos.

— Sim, minha princesa.

Thomaz se aproxima de mim, pega uma de minhas mãos, dá um beijo nela e me puxa para o mar.

Estavamos indo bem. Conseguimos pegar duas ondas antes de acontecer.

Uma onda veio e Thomaz aproximou-se dela, mas estava muito forte e o atingiu tão rápido que eu não tive reação alguma por alguns instantes.

Eu mergulho para tentar salvá-lo. Mergulho uma… Duas vezes, mas não consigo encontra-lo pois o mar está muito agitado.

Onde estão os salva-vidas quando se precisa deles?

Mergulho mais uma vez e não o encontro, quando volto para a superfície minha única reação é chorar.

Thomaz morreu?

Percebo uma movimentação na margem da praia. Salva-vidas e paramédicos estão lá e vieram para nos salvar.

Estou tão distraída chorando e olhando para os paramédicos que não percebo uma onda me atingir por trás me fazendo afundar e desmaiar.

A única coisa que lembro é de ter acordado em um hospital. Desperada pergunto por Thomaz e recebo a notícia. Ele morreu.

O amor da minha vida morreu.

Flashback Off.

Thomaz morreu a um ano atrás e desse dia em diante eu só saio do quarto para ir à escola, ao banheiro ou para comer.

Estava deitada na cama, chorando, quando ouço batidas suaves na porta.

— Lari, sou eu, a Isa. Vamos sair para ver um filme no cinema… Ou qualquer outra coisa que você preferir? — Ouço Isabela, minha irmã, perguntar um pouco hesitante do outro lado da porta. Eu não a respondo. Isa vem sido uma irmã incrível desde o ocorrido na praia. Sempre tentando me animar. — Lari, eu sei que você está aí.

— Obrigada, mas eu não quero, Isa. — Respondo com a voz embargada e volto a chorar. Eu gostaria de sair, de verdade, mas eu não consigo. Estou muito triste.

— Olha, eu vou estar lá embaixo caso você mude de ideia.

— Okay, mas eu não vou sair, desculpa.

— Okay! — Isabela suspira e eu ouço os passos dela indo embora.

Será que o Thomaz ficaria feliz em me ver seguindo em frente? Será que é isso que ele quer?

É isso que eu irei tentar fazer. Só uma tentativa. É o que eu preciso.

Levanto-me dá cama, tomo banho, me visto e vou para a sala de estar, mas quando chego lá vejo a Isa e o Téo se beijando. Começo a chorar lembrando que nunca mais poderei beijar o Thomaz outra vez, lembro dos dias felizes que passamos juntos. Ainda dói lembrar.

Saio porta à fora e ouço a voz de Isabela.

— Lari, aonde vai? — Viro-me para encara-la e ela está parada na porta de casa com uma expressão preocupada em seu rosto. — Espera. — Isa pede um pouco suplicante. Eu a ignoro e sigo caminho.

Meu destino é o lugar onde me sinto perto dele, mas também onde o perdi. A praia.

Sento-me na areia com a cabeça entre as pernas e contínuo chorando, a levanto e vejo uma prancha não muito longe de mim.Olho para os lados a procura de alguém que a tenha deixado alí, porém não a ninguém por perto.

Vou dar um ponto final nisso.

Pego a prancha e vou em direção ao mar. Não amarro a corda em meu pé assim como Thomaz não o fez no dia de sua morte.

Começa a trovejar e eu não me importo. Entro no mar e quase que instantâneamente uma onda vem de encontro a mim. Eu não me preparo, só fico parada com os olhos fechados, esperando ser atingida pela onda que irá acabar de vez com o meu sofrimento.

A onda me atingi fortemente e me derruba da prancha me afundando, mas eu volto para a superfície me debatendo e, antes que eu consiga recuperar o fôlego, outra onda me atinge… E outra… E outra… E outra até que eu perca todos os sentidos.

Eu morri? Irei encontrar o Thomaz novamente e finalmente?

Flashback Off.

Pov. João

O tempo está ruim hoje, mas mesmo assim decido caminhar um pouco na praia. Só assim consigo ficar sozinho por um tempo.

Enquanto caminho na areia macia da praia vejo alguém sentada em uma prancha no meio do mar e de repente uma onda a derruba. A pessoa fica alguns segundos debaixo d'água e em seguida volta à superfície, mas outra onda afunda ela novamente e isso é o estopim para que eu corra em direção ao mar complemente vestido — agradeço a mim mesmo mentalmente por não ter nenhuma celular ou dinheiro nos bolsos da bermuda que estou vestindo no momento — e começo a nadar em direção a pessoa — que consegui identificar como uma garota — que está totalmente apagada. Coloco um dos meus braços por debaixo das axilas da garota e com o braço livre eu nado com dificuldades — o mar estava realmente revolto — até a beira da praia.

A garota está desmaiada. O que eu faço agora? Tudo bem, João. Pensa.

Coloco meu ouvido no coração da garota e agradeço por ele estar batendo. Faço meu rosto ficar próximo ao dela, inicio a respiração boca-a-boca e ela acorda.


Notas Finais


e gostaram espero que sim e muito obrigado a ~Shmiles por corrigir a capitulo ate ao proximo cap bjs. :)


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