História Jornada das letras - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Abaddon, Castiel, Crowley, Dean Winchester, Garth Fitzgerald IV, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Aventura, Dean Winchester, Supernatural
Visualizações 20
Palavras 1.109
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi! Espero que aproveite e se divirta. Estarei postando sempre que for possível e se for do seu agrado deixe um comentário, ficarei feliz em saber o que acham, como está indo e suspeitas do futuro da história. Será que rola spoilers nas notas finais?

Boa leitura!

Capítulo 2 - Delaware


Meses antes...

 

Capítulo I

     Chovia fino aquela manhã e a luz do sol não passava apenas de um véu cinzento cobrindo a cidade de Tower em Minnesota. Uma cidade minúscula com menos de 6000 habitantes. Nela uma jovem marcada pelo tempo e pelas circunstâncias estava de passagem. Seu nome era Leonor, ela podia aparentar ser uma mulher comum visitando uma cidade ou procurando um emprego, mas as aparências enganam, e podem esconder segredos.

     Ela foi a Tower tratar de negócios. Trocar suas bugigangas por informações, não era um local comum para caçadores de coisas a procura de sua caça, mas era sutil e discreto, como ela e perto para seu negociante vir a seu encontro. Após encontrar uma pousada que tinha mais cara de albergue, Leonor partiu para seu ponto de encontro, um restaurante, onde seu conhecido de vista, o caçador Andrews Miller a esperava; um caçador que aparentava ter cinquenta e cinco anos, olhos castanhos cansados, cabelo grisalho e muita experiência com demônios.

     Leonor entrou no restaurante, aproximou-se da mesa de Miller e sentou na cadeira a sua frente.

—Olá Miller, creio que esteja me procurando— ela disse séria ao homem que a observava atento— Falei com você por telefone, seu problema com deuses parece ruim.

— Trouxe à estaca de freixo que combinamos? —disse ele calmamente enquanto tamborilavam os dedos da mão esquerda na mesa.

— Sim.

     Leonor segurava um saco de papel em frente ao homem que ergueu a mão para pegar, só que ela o afastou.

— Antes que você ponha suas mãos na mercadoria, quero meu pagamento. —ele fez um gesto para pegar a carteira, porém Leonor foi logo adiantando. — Não, não. Não quero dinheiro de você.

— Então o que quer de mim, Lou? —era assim que ela se apresentava aos clientes e caçadores.

— Quero saber o porquê de os demônios estarem tão agitados, aparecendo em todo o lugar, fazendo mais pactos, qual é a causa disso, saber o que você já descobriu sobre os anjos e a estrela de aquário.

—Você quer muitas informações. —disse divertido.

— Você acha que uma estaca de freixo batizado com sangue de nativo nórdico é fácil? —elafitava-o séria, com seus tempestuosos olhos azuis escuros.

— Calma, já vi que você quer ir direto ao ponto. Pelo que eu sei e coletei dos meus exorcismos, o inferno está dividido e parece que o velho manda chuva voltou e está mudando as ordens do anterior: Catando mais e mais almas. Acho que estão planejando algo, nunca exorcizei tantos olhos pretos como estou fazendo ultimamente e sobre anjos não sei muito, só escuto murmúrios.

— Murmúrios, tipo?

— Uns caçadores dizem que estão entre nós, outros dizem que não e uns afirmam que conhecem pessoas que conhecem outras pessoas que tem contato com algum deles, mas não conheço muito que dizem isso pessoalmente. Agora você pode me dar àestaca. —finalizou.

—Diga-me onde encontrar e os nomes desses caçadores que o nosso negócio está concluído. —ela disse levantando o grande saco de papel que escondia a estaca.

    Após escrever em um papel o nome encontrar o cara, ela entregou o saco de papel a Andrews.

— Foi bom fazer negócio com você. —disse dando um pequeno sorriso ao caçador e acenando com a cabeça. — Aproveite a estaca, o deus não vai gostar dela.

— Espero que não goste mesmo. E se me permite perguntar, por que uma caçadora estaria tão interessada no que acontece no inferno, a procura de anjos e essa tão estrela de aquário? —perguntou ele a Lou que se levantava para ir sair.

— Tenho meus motivos. Até Miller. —disse se afastando.

     Miller ficou realmente intrigado com a moça e curioso para saber sua história, porém ela não aparentava ser o tipo de pessoa que fala trivialidades ou sua vida pessoal aos clientes. Ficou pensando em como aquela mulher atraente entrou nesse mundo sobrenatural, será que tinha perdido alguém? Desviou seus pensamentos e resolveu parar de se questionar tanto e trabalhar, por que deuses não se matam sozinhos a final.

***

     Ao sair do restaurante, só o nome que estava no papel retumbava em sua mente, Marvin Willkins. Marvin Willkins,Georgetown, Delaware. Andou até sei carro, um Honda CR-V 2010 prata, deu partida e foi em direção daquele muquifo. Enquanto dirigia pensava em que melhor maneira seria ira atrás desse tal Marvin, também pensava na conversa que teve com Miller, em ele achando que ela era caçadora. O que mais desejava ser talvez estivesse extinto, mas tinha esperança de encontrar a agulha nesse palheiro e quem sabe ajudar o mundo e se ajudar.

    Chegou à pousada, entrou no quarto tirou os sapatos, deitou na cama e relaxou. Estava cansada, dirigiu mais de 300 quilômetros, de Castle Rock, seu atual lar, até Tower. Acabou apagando com a roupa que estava, um sono sem sonhos e cansado.

     No dia seguinte acordou e observou o relógio de pulso, eram 12h32 da tarde. Ainda despertando fez sua higiene matinal e tomou banho. Apesar de todos os males daquele lugar a pressão da água era boa. Arrumou suas coisas na pequena mala, colocou no ombro e foi em direção da recepção. Lá estava somente um jovem de aparentes dezenove anos, moreno com sardas no nariz, físico pálido, magro e desengonçado.

— Boa tarde. Quanto é a diária mesmo? Eu esqueci. —disse Lou sorrindo para o jovem que parecia abobalhado na presença dela, e não era por menos. Leonor era atraente, tinha cabelo marrom claro, compridos e levemente ondulados com uma franja meia lua que moldurava seu rosto oval de traços delicados e olhos felinos.

— 50 dólares.— disse o rapaz num fio de voz.

     Com isso, Lou viu uma oportunidade de se divertir.

— Ah! Certo.— pegou a carteira no bolso tirou a nota e entregou ao rapaz, só que não largou em vez disso se aproximou dele fixando seus olhos nele que engoliu a seco.— Uma pena que não tive companhia.

Lou largou a nota e mordeu levemente de maneira sedutora o lábio inferior.

— Você seria uma ótima companhia...— afastou-se dele e andou em direção a porta com os olhos do rapaz em suas costas.

    Chegando no carro, Leonor começou a lembrar da cara do garoto, que ficou terrivelmente rubra, e gargalhou sozinha do que fez, pó mais bobo que parecesse, às vezes é bom rir principalmente agora quando as coisas parecem difíceis e que as vezes parece que ter mais demônios que gente. Antes de sair da cidade, parou num fastfood e pediu um hambúrguer, não costumava comer tanta porcaria, mas ela realmente estava faminta e já eram quase duas da tarde. Era bom ela se abastecer bem, seria uma viagem de mais de 2000 quilômetros até Delaware, a sorte é que agora tinha tempo.


Notas Finais


E ai, gostou? Se não, garanto que vai melhorar não se preocupa, porfavorzinho! Mas vamos por partes pra não perder o mistério ou ficar corrido.
Obs.: Podem dar dicas de narrativa ou outras...Em caso de erros ortográficos por favor avisa pra assim poder arrumar.


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