História Jornada das letras - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Abaddon, Castiel, Crowley, Dean Winchester, Garth Fitzgerald IV, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Aventura, Dean Winchester, Supernatural
Visualizações 9
Palavras 992
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aproveite a leitura e não deixe de comentar! Próximo capitulo em breve e mais perto do começo! -fica no ar o suspense- No caso de erros de português por favor avisar...

Capítulo 7 - O luto da luta


 

     No carro em direção de algum restaurante, Lou observava o desenho que ganhou.

— Vai me contar o que você fez para o garoto conversar com você o vai fica aí toda misteriosa?—Dylan quebrou o silêncio.

— Certo. O Christopher sabia que os parentes seriam mortos e que eles eram anjos, quer dizer, casca de anjos. Assim que eles sumiram ele começou a escutar vozes estranhas que ele entendia um pouco, mas os outros, tipo os pais, não ouviam. Ele disse que no princípio pensei que fosse um médium, vidente ou quiçá até um profeta, mas pelo visto não. Ele só tem esse dom.— gesticulou as aspas com as mãos.

— O que você achou disso tudo?

— Não sei ao certo. Talvez ele esteja em perigo. Ele também disse que gosta de ir ao parque. —Dylan rio da última parte do parque com Leonor, o garoto realmente gostou de Lou.

     Os amigos acabaram indo a um fastfood, arranjaram uma mesa, fizeram seu pedido e comeram; Dylan ao paga no caixa a comida, pediu um refrigerante para ele e para Lou, sabia que a amiga iria querer. Dylan pegou as bebidas e foi em direção de Leonor que agora estava a conversando com alguém, pareciam se conhecer. Um homem alto, negro e que se semelhava muito com um personagem famoso de uma franquia de filmes. Dylan não se aproximou mais, iria deixar ver o que acontecia, percebeu que a amiga estava levemente corada com algo que o rapaz disse. O homem se despediu com um abraço apertado e um beijo no rosto.

Greenhill se aproximou dela com um sorriso cínico mal contido no rosto e entregou um dos copos a Lou que agora estava séria andando até o carro estacionado.

—Quem era o cara, Lou?

— Um ex-namorado meu da adolescência. — Respondeu rápida andando até a porta do passageiro.

—Não sabia que tinha namorado o Roman Pierce. — Comentou dando um sorrido sarcástico a moça que ficou vermelha como pimenta.

— Cala a boca e entra no carro. — rosnou entre os dentes batendo a porta entrar.

*** 

     No outro dia o céu amanheceu límpido, num azul tão belo que achegou a chamar a atenção de Lou que acordou cedo para correr. Era quase nove da manhã quando ela chegou ao quarto, Dylan ainda dormia, foi acordado pelo barulho da porta abrindo com a entrada de Lou.

— Bom dai, raio de sol! — gritou ela para o sonolento e mal-humorado rapaz.

— Nem são onze da manhã para você está de pé nessa disposição. Vá dormir Leonor! —resmungou sentando na cama coçando os olhos com uma expressão infantil, intensificada por seu cabelo bagunçado e camisa amassada.

— Alguém acordou de mal humor hoje. — disse a mulher cantarolando, indo para o banheiro com sua mala. — Você devia praticar exercícios físicos, vai precisar em breve— respondeu arqueando as sobrancelhas o olhando enquanto fechava a porta do banheiro para não ser atingida por um travesseiro.

     Leonor falou brincando, Dylan tinha um bom porte físico que não havia tantos defeitos, só algumas cicatrizes.

     Já estavam se arrumando para ir ao necrotério ver os outros corpos, tentar investigar, pois não tinham conseguido nada, quando o celular de Dylan toca, era a mãe de Christopher dizendo que ele havia sumido quando estavam no supermercado. Ela estava desesperada por ajuda. Leonor sentiu um frio na barriga assim que Greenhill contou a ela; ela talvez soubesse onde ele poderia estar, mas sentiu em seu coração que ele havia indo embora.

 — Acho que sei onde ele pode estar, mas não tô com um sentimento bom em relação a isso, vamos no parque. —disse ela pegando a chave de seu Honda, sendo seguida pelo loiro.

     O sol agora que começava a baixar quando os amigos chegaram ao parque. Eles optaram por se separar para ter uma área maior de procura, a família do garoto foi ao parque ajudar na procura; afinal o local era grande, tinha trilhas, bosques, parquinhos e um lago pequeno. Os pais nada encontraram, dois policiais que o procuravam bosque também não acharam rastro do garoto, os policiais temiam que fosse um serial killer. Leonor e Greenhill agora procuravam perto do lago, quando Leonor viu o menino sentado apoiado numa arvore, parecia estar dormindo.

      Lou correu até ele, observou que havia um único ferimento tal qual os demais parentes, porém ele tinha lábios roxos, pele pálida cinza-azulada de aparência fria. Leonor não ousou tocar no menino, Dylan certificou-se da ausência da pulsação. Os amigos chamaram a polícia local e os pais. Leonor se encarregou de dizer que o garoto se foi, Dylan disse palavras de consolo e deus as condolências aos pais. O percurso até o hotel foi fúnebre e silencioso.

***

     Lou estava colocando suas malas no carro, entretanto Dylan percebeu que ela ficou silenciosa desde a certeza da morte do menino.

— Já vou, qualquer novidade me liga.— disse Leonor se despedindo da soleira da porta ao rapaz que organizava a bolsa de armas.

     Dylan apenas acenou com a cabeça. No momento em que Lou estava no mal iluminado estacionamento. Dylan trota para alcança-la.

—Leonor, espere!—Chamou segurando seu pulso para que ela virasse em sua direção.

— Oi, o que foi? —ele sabia que ela estava meio triste, mas não iria preocupa-lo com isso.

— Você não está legal como que aconteceu hoje.

— Porque pergunta? — disse engolindo a seco

—Não estou perguntando, estou afirmando. — respondeu fitando as orbes azuis escuro que sustentavam o olhar alaranjado dele. —sei que ficou pensativa por causa do menino, mas nessa vida não dá pra salvar todo mundo, infelizmente, mas a gente tenta.

— Entendo. —disse cabisbaixa—Fico pensando s foram os anjos que mataram Christopher e se eu fui incap...

— Não pense assim. —disse a interrompendo. — Poderia ser pior, podia ter sido capturado por demônios. Aparentemente ele morrer dormindo. Tranquilo. Não se culpe, okay?

— Certo. —disse ela o abraçando que correspondeu junto com um terno beijo na testa. — A gente se vê. — disse se separando dele e entrando em seu carro rumo Castle Rock.


Notas Finais


Por hoje é só pessoa! Até a próxima que vai ter bibliotecária bad*ss!


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