História Jornada das letras - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Abaddon, Castiel, Crowley, Dean Winchester, Garth Fitzgerald IV, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Aventura, Dean Winchester, Supernatural
Visualizações 3
Palavras 1.446
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi!!! TRAGO VERDADES BRASIL! Ultimo capítulo de hoje. Mas amanhã a noite possivelmente tem mais.
Boa leitura!

Capítulo 9 - Henry Winchester


Fanfic / Fanfiction Jornada das letras - Capítulo 9 - Henry Winchester

 

    Leonor organizava os livros de uma estante alta na biblioteca no momento que seu celular vibrou no bolso da saia social.

— Alô? —disse sussurrando.

— Porque está sussurrando? —Era Dylan no outro lado da linha

—Estou no trabalho, fala logo!— disse a mulher olhando para os dois lados para ver se alguém vinha.

— Tá Olha, ainda não sei muito sobre o céu, na verdade nada, mas sobre o inferno já tenho mais informações. Estava trabalhando em um caso de demônios em Hudson, Illinois, e a base de tortura ele me contou que Abaddon apareceu possivelmente pela primeira vez em Normal, uma cidade vizinha, a uns seis meses mais ou menos, você queria saber mais sobre o demônio chefão, então aí está.

     Leonor tentava processar tudo, “Normal- II” era Normal Illinois, lembrou do livreto velho, talvez os homens das letras tivessem a cede deles lá, agora ela tinha mais uma informação sobre eles, pelo menos uma pista. Era para lá que ela iria.

— Dylan, você é o cara! — Exclamou ainda sussurrando— Tchau. — desligou o telefone.

    Após o dia de trabalho, Lou foi para casas e logo abriu o computador para procurar notícias de 6 meses atrás em Normal e encontrou. Num mesmo dia havia ocorrido duas mortes, a do dono de um motel e a uma balconista de uma loja de quadrinhos. Mesmo sem ligação aparente Lou achou suspeitas essas mortes violentas na mesma época do possível aparecimento do demônio.

     Sem mais delongas para fazer sua viagem, Leonor pediu demissão da biblioteca e no mesmo dia partiu para Normal.

     Lou começou a seguir os acontecimentos daquela época; vai primeiro ao motel e se hospeda nele, onde tira suas dúvidas com o recepcionista, se o dono do local foi morto mesmo. O rapaz da recepção, antes de entregar a chave do quarto diz, quase em confidencia, que quebraram o pescoço do dono.

  Na manhã seguinte Leonor vai até a loja de quadrinhos. Assim que entre num beco se depara com um prédio com arquitetura velha, porem reformada. O que mais a surpreende é a porta de entrada, pintada de branca, mas com a estrela de aquário gravada na porta. Ela sente uma euforia sem igual ao ver aquilo, estava no caminho certo, só tinha receio que fosse um caminho de mortes. Por dentro local não tinha indícios dos homens das letras, fingindo olhar os artigos ela varre a sala com os olhos e nada encontra. Lou levou duas revistas ao caixa, um cara de meia idade e sobre peso, com óculos de armação quadrada e camisa do Mário bros.

— São 32 dólares, mais 3 dólares você leva um chaveiro. —diz o caixa q a olhava com tédio.

— Não vou querer, obrigada. Mas me responde uma coisa, aqui antes de ser uma loja era o que?— disse tirando o dinheiro do bolso.

— Não sei, só sei que foi reformado por causa de um incêndio a algumas décadas.

***

     Chegando ao hotel que estava, procurou sobre o incêndio que ocorreu e descobriu alguns nomes dos mortos de 1958; Larry Ganem, David Ackers,TedBowen e Cuthbert Sinclair. Os nomes ecoaram em sua mente, foi quando se lembrou de um velho livro, um diário com anotações de seu tio avô que nunca conheceu, ele citou Sinclair como um grande alquimista da sociedade secreta dos homens das letras. No outro dia resolveria o que fazer.

    Na manhã seguinte foi correr, não poderia perder o costume só por que estava fora de casa. Vestiu sua calça, seu colete de ginástica e foi ater um parque perto do centro, próximo ao motel.

    Dylan sabia que depois da ligação que fez para Lou, ela iria para Normal, então ele iria também, estava curioso para saber sobre o que de tão importante Normal tinha para despertar o interesse de Leonor. Ele havia acabado de chegar na cidade, estava indo para um hotel perto do centro, passou por um parque, porém diminuiu a velocidade do carro para acompanhar uma figura muito familiar com um rabo de cavalo alto oscilante por causa da corrida que fazia. Ela estava muito bem, observou Dylan. O rapaz buzinou freneticamente chamando a atenção de Leonor, que tirava os fios de sua franja que caiam sobre os olhos. Sem cerimônia a mulher entra no carro.

     Já no hotel, Lou explicou o que descobriu nesses dois dias em Normal e disse que teria de ir aos cemitérios, pois podia haver alguma pista.

— O que houve com você, Dylan?— disse observando o rapaz.

— Ah! Desloquei o pulso, trinquei 3 costelas e uns arranhões leves, nada demais. — disse mostrando o gesso como um troféu — Rugarus são difíceis de matar.

— Nada demais! Nunca vi arranhões levarem pontos— falou afastando o cabelo agora um pouco grande e louro que tapava os seis pontos que Dylan escondia na lateral da sobrancelha esquerda.

— Você devia deixar de caçar por um tempo, pelo menos.— comentou por fim

— Lógico que não! Já aconteceram coisas piores, você sabe disso. Foi só um incidente, to vivo é o que importa. —Falou com bom humor— Com essa vida, as coisas são assim.

— É. Eu sei que já aconteceram coisas piores e você se saiu bem, mas pode ocorrer um dia em que você não se saia, — disse olhando seriamente para o homem na mesa perto da janela. — Ou não saia.

— Salmon, você está com fome? Por que eu estou faminto, vá tomar um banho para almoçarmos. —disse desviando do assunto e saindo do quarto deixando Leonor de braços cruzados respirando fundo para não brigar.

 

     Depois de almoçarem num fastfood, eles decidem ir a um dos cemitérios da cidade, porém nada encontram, nenhuma lápide com nomes. Já era final de tarde quando procuraram na ultima parte do cemitério.

— Tem certeza que eles estão enterrados aqui?— pergunta Dylan caminhando entre os túmulos.

— Não por isso vamos procurar amanhã no outro cemitério da cidade. Não achei nada de onde estão nos registros.

— E porque não vamos ainda hoje?— Perguntou virando se para Leonor que o olhava de sobrancelhas arqueadas.

— Porque é melhor amanhã...

— Espera! Não me diga que está com medo de ir ànoite.— disse incrédulo sorrindo.

—Claro que não, só acho que será melhor amanhã, só isso.

—Não acredito que você, Leonor Salmon a garota do Kravmagá,com medo.— disse provocativo.

   Lou sentiu o rosto queimar, possivelmente estava vermelha de irritação. Dylan tinha conseguido o que queria, irrita-la.

— Vamos logo! —disse a jovem que passou como um furação por Dylan que tentava de maneira falsa tapar o riso com a mão.

—Ei! Eu estava brincando. —falou apertando o passo para acompanhar Lou.

***

Já havia anoitecido, quando chegaram no outro cemitério e só se escutava o barulho do motor do carro de Dylan. Com duas lanternas os jovens adentraram o local, olhando lápide por lápide até que um coveiro apareceu.

—Ei vocês dois! O que fazem aqui? Não podem estar aqui a essa hora.— disse o senhor de idade, aparentava ter 60 anos e usava uniforme cinza. Leonor olhou para Dylan como se tivesse pedindo ajuda, nunca havia esbarrado num coveiro numa caçada.

—Hum.... Olá senhor, — falou Dylan indo em direção do velho deixando Lou para trás.— É que eu e minha garota, bem... nós somos um pouco exóticos e um cemitério parece um lugar inusitado, se é que você me entende, umas horas sozinhos seria ótimo.—Finalizou entregando 200 dólares ao coveiroque aceitou rapidamente e virou-se indo embora.

—Esses jovens de hoje...— murmurou velho consigo mesmo.

— O que você fez? — perguntou Lou.

— Suborno sempre funciona, vamos!— disse Dylan com um sorriso faceiro no rosto.

     Já eram quase 5 da manhã e eles já haviam visto mais da metade dós túmulos, em um determinado momento Leonor se viu sozinha, Greenhill não estava no alcance de sua vista.

—Dylan?— chamou-o — Dylan?—falou observando o cemitério silencioso e de aspecto sombrio, o farfalhar das folhas com o vento deixava o local mais misterioso.

— Lou! — exclamou alto ao sair de trás de uma arvore ao lado da moça que com o susto tropeçou em uma lápide atrás de si e caiu num amontoado de folhas secas.

—Palhaço! Seu idiota! — disse levantando-se batendo a terra da roupa, observando Dylan que ria histericamente.

— Você tinha que ver a sua cara! — falou recuperando-se e tirando algumas folhas presas os cabelo de Leonor que estava visivelmente irritada com a brincadeira. Mas a lápide que Leonor tropeçou chamou a atenção de Greenhill. — Lou olhe!

— meu deus... — Leonor viu onde os homens estavam enterrados. Finalmente havia encontrado.

Lou observou que havia um tumulo recente, o que era estranho, já que aquela parte mais velha e afastada do local, a cruz de madeira tinha a estrela de aquário gravada e o nome “Henry Winchester”.

— Henry Winchester? Olhe Dylan, parece ser recente.


Notas Finais


tchau e até... ^.^


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