História JUDAS (Imagine Jackson Wang / Got7) - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, JR, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags Got7, Imagine, Jackson, Wang
Exibições 142
Palavras 2.114
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


AVISO: Este capitulo contem cenas +18 (hentai)
além de linguagem impropria.
Se você não gosta deste tipo de coisa, basta pular as primeiras 1020 palavras hauahauahauha

OBS: Obrigada por esse monte de favs, adoro cada um de vocês.



Beijos, e boa leitura.

Capítulo 5 - Fazer Você Sentir O Meu Amor


Eu definitivamente não sei como fomos parar ali, eu só sei dizer que depois daquele beijo S/n e eu fomos parar em cima do sofá de nosso pequeno apartamento, mais precisamente com ela em cima de mim dando umas reboladas gostosas. Deus a quanto tempo eu desejo essa mulher, talvez, só talvez eu tenha a desejado um pouco mais no dia que cheguei em casa sorrateiramente e a flagrei tomando banho com a porta do banheiro aberta... eu acho que não preciso nem dizer que aquele episódio me rendeu minha primeira masturbação pensando nela.

De um tesão incontrolável para uma paixão estupidamente ridícula fora um pulo. Eu digo paixão estupidamente ridícula, porque por conta desse amor infernal que me deixa “duro” todas as noites, eu ajo como um bobão que ao invés de dar em cima dela, prefere cuidar da maldita como se ela fosse um bebe, assim sendo ela me veria como uma mamãe, e veja bem, as pessoas não transam com suas mães – bem, eu espero que não.   

Mas pelo visto alguém lá em cima gosta de mim, porque eu finalmente consegui deixar toda a minha timidez ou sei lá o que de lado, então confessei todo o meu amor por ela, não necessariamente através de palavras, mas sim, através de minha língua que dançava em sua boca, através de minhas mãos que passeavam safadas por todo o seu corpo gostoso pra cacete, através dos gemidos que eu simplesmente não conseguia controlar quando ela pressionava sua pélvis sobre o meu pênis já “duro”.

A boca dela viajou para o lóbulo de minha orelha, brincando por ali durante um tempo, em seguida ela arrancou minha blusa e me beijou de forma voraz novamente, como eu já imagina ela adorava controlar, e eu descobri que adorava ser domado quando a domadora era ela. Eu apoiei ela em meu colo e saí carregando a mesma para o lugar ao qual ela sempre pertenceu: minha cama.

Joguei ela sobre os lençóis desarrumados, e em seguida subi lentamente em cima dela, esfregando meu corpo em seu corpo, ah, eu definitivamente estava no céu.

 

— Tira a roupa pra mim, tira, eu preciso ver o teu corpo nu. — Disse eu, quase implorando.

— Se você quer eu também quero. — Disse ela mordendo os lábios, saindo de meus laços e também de minha cama.

 

Estava a ponto de iniciar um protesto muito sentido, quando ela se posicionou em frente a cama, de costas para mim. Começou tirando sua blusa de linho rosa lentamente, empinou o bumbum e arrancou de seu corpo o jeans azul claro que cobria suas pernas incríveis, quando eu a vi só de roupa intima eu mais uma vez venerei seu corpo. Ela tirou seu sutiã ainda sem expor seus seios, pois estava de costas para mim, me deixando perigosamente curioso, curioso a ponta de levantar-me apressadamente da cama agarrando seu corpo levando cada uma de minhas mãos diretamente para cada um de seus seios, apertando-os enquanto beijava e mordiscava sua nuca.

— Ah, Jaebum amor me fode. — Disse ela, pressionando sua bunda contra meu pênis.

Existe algum modo de resistir a isso? Não mesmo. Agarrei seus cabelos e sua cintura sem muita força e a joguei novamente sobre a cama, tirando minha calça juntamente com a box que eu vestia, finalmente liberando minha ereção latente. Fui pra cima dela, dessa vez já com um destino certo, seus seios, beijei, mordi, chupei fiz tudo que um cara loucamente apaixonado tem direito. Eu queria desfrutar de seu corpo, queria bebe-la como um bom amante de vinhos bebe suas relíquias de 1888.

Eu queria faze-la sentir o meu amor, sentir o quanto ele é profundo, terno, doce, o quanto ele é verdadeiro, eu queria faze-la sentir o quanto o meu coração venerava cada uma de suas diversas expressões faciais, como venerava o seu jeito de andar, sua força, sua teimosia, e seu jeito estranho de comer, e sua risada escandalosa. Porque sim, eu amava absolutamente tudo sobre ela, tudo que vinha dela.

Desci minha língua por toda a extensão de sua barriga, finalmente chegando em sua intimidade coberta apenas por uma fina e delicada calcinha de renda. Tirei a peça lentamente observado por s/n que me lançava um olhar travesso, eu obviamente não pude deixar de corresponder ao seu olhar, lhe fitando da mesma forma safada, passando lentamente minha língua sobre o meu lábio inferior.

Depois que me desfiz de sua calcinha, abri suas pernas delicadamente, e depositei em sua coxa interna um pequeno toque de meus lábios, em seguida fui aproximando minha boca de sua vagina molhada, e quando finalmente cheguei lá ouvi s/n gemer o meu nome bem baixinho. Estremeci.

Continuei ali, chupando-a e penetrando-a com minha língua, utilizando de movimentos rápidos, eu queria faze-la gritar o meu nome sem nem sequer se importar com os vizinhos. Não demorou muito para que ela se desfizesse em minha boca, arqueando suas costas e gemendo o meu nome como eu gostaria que fizesse, eu podia sentir sua vagina pulsando em minha boca, aquela foi uma das melhores sensações do mundo.

— Te amo tu — Disse eu, alcançando sua boca lhe deixando um beijo lento e molhado, fazendo-a sentir o seu próprio gosto ainda presente em minha língua.

Ela sorriu, agarrando meu pênis com uma de suas mãos começando uma masturbação lenta e extremamente prazerosa, meu limite tinha se esgotado, eu precisava penetrar fundo naquela mulher antes que eu morresse de tanto tesão.

Como se pudesse ler os meus pensamento, s/n fez com que eu me sentasse na cama, em seguida posicionou meu pênis em sua entrada escorregando lentamente, me fazendo arfar pesadamente.

— Está bom assim amor? Huh? — Disse ela, dando um selinho nos meus lábios, iniciando uma cavalgada lenta sobre o meu membro.

— Só não para. — Disse eu, em meio a gemidos baixos.

 

Com o tempo s/n foi cada vez mais fundo, nossos gemidos se tornaram cada vez mais altos, e nossas respirações cada vez mais ofegante, e como se estivéssemos conectados através do amor que sinto por ela, chegamos ao orgasmo jutos, unindo nosso gemidos urgentes, e nossos corpos suados.

 

¬¬

 

 

S/N On

 

Acordei com o barulho do despertador do celular de Jaebum. Me remexi vagarosamente nas cobertas, suspirando pesadamente por conta da preguiça que me dominava, em um ato de coragem dei um pulo da cama finalmente percebendo que me encontrava completamente nua. Comecei a perambular pelo quarto caçando qualquer coisa que pudesse cobrir meu corpo nu, quando Jaebum abriu seus lindos olhinhos puxados.

— Eu morri e estou no paraíso? — Indagou Jaebum.

— O quê? — Disse eu, me esforçando ao máximo para decifrar o que Jaebum estava a falar, já que sua voz estava embargada pelo sono.

— Só pode ser, porque acordar e encontrar você andando de um lado para o outro nua em meu quarto é um sonho lindo. — Disse ele, gargalhando roucamente em seguida.

Caminhei até ele, rindo de sua gracinha matinal, deixando consigo um breve selar de lábios.

— Eu tenho que ir para a faculdade, e você tem que trabalhar, e tecnicamente nós estamos ligeiramente atrasados. — Disse eu, finalmente encontrando uma toalha e enrolando o meu corpo com a mesma.

— Arggg, você adora destruir todos os meus sonhos. — Protestou Jaebum, levantando-se da cama, beijando o topo de minha cabeça, correndo para o banheiro logo em seguida.

 

Fitei o quarto calmo, que naquela altura não apresentava nenhum resquício de que a poucas horas dois amigos treparam loucamente neste mesmo cenário. Ah Jaebum é tão gostoso, como pode? Saí de meu sonho lucido, ao me lembrar que Jaebum tinha dito com toda a convicção do mundo que amava, e eu, bem, não tinha tanta convicção assim.

Pensei em chama-lo para conversar para esclarecer as coisas, mas no final acabei desistindo, eu não queria que Jaebum se sentisse pressionado a assumir qualquer compromisso comigo, e eu tão pouco tinha certeza se eu realmente gostaria de ter algo sério come ele. Após toda essa peregrinação cheguei à conclusão de que a última coisa que eu quero é ferir o coração de Im Jaebum.

 

 

¬¬

 

 

— Não me surpreendo com essa notícia. — Disse Lucy ao me ouvir comentar sobre a noite com Jaebum, sentando-se ao meu lado no refeitório da faculdade — Acho que você demorou até demais a agarrar aquele homem maravilhoso. 

— Você acha que eu demorei? Você demorou três fucking anos para transar com o seu atual namorado. — Disse eu, expondo as verdades como eu sempre fazia.

— Segurança nunca é demais. — Disse ela, dando um gole em seu café puro sem açúcar.

— Mas me conta, como foi lá no trabalho do Jaebum? Está tudo certo com o seu tcc?

— Bom, eu e o Jaebum tivemos alguns problemas por conta de um interno. — Disse eu, me lembrando instantaneamente de Jackson.

 

— Que interno? — Indagou Lucy, arqueando uma de suas sobrancelhas.

 

— Jackson Wang. — Disse eu, abrindo um sorrisinho involuntário ao lembrar dele. — Desde o momento em que esbarrei com ele no corredor tive a certeza de que queria ele no documentário. Quando resolvi expor minha vontade a Jaebum, ele surtou. Mas você sabe eu sou teimosa, insisti tanto que ele cedeu, quer dizer, cedeu em partes. — Concluí, coçando a cabeça ao lembra-me que o tópico Jackson Wang ainda não havia sido resolvido graças aos beijos que Jaebum resolvera me dar.

 

— Nossa, já entendi qual o problema. — Disse ela. — Você sorriu igual uma retarda quando falou o nome desse aí, já que o Jaebum te ama, ele deve ter ficado enciumado com essa tua obsessão por esse cara.

 

— Eu não sou obcecada por ele, não mesmo. — Disse eu, sentindo minha indignação queimar em minhas bochechas.

 

— Está sim, pelo visto você foi contra Jaebum; que entende mais do assunto do que você; somente porque quer ter ele em seu documentário. Se isso não é obsessão eu não sei mais o que é.

 

— Lucy qual é, você é sempre tão drástica em suas afirmações. — Disse eu, me recostando sobre a cadeira e cruzando os braços. Havia perdido minha fome completamente.

 

— Eu não sou não, afirmo isso porque estou vendo no teu olhar o fascínio que você tem por esse cara. Mas eu te digo uma coisa, não vem com essa de amor bandido pro meu lado que não cola, te orienta amiga, por tudo que é mais sagrado. — Disse Lucy, pegando sua bolsa e saindo.

 

Lucy está definitivamente delirando, eu não alimento fascínio algum por Jackson, apenas tenho curiosidade sobre o cara, só isso, afinal ele tão misterioso, sutil, diferente de tudo que eu já vira. Não vou negar que ele é atraente, porque porra ele é gostoso, mas não me sinto envolvida ao ponto de me entregar a ele dentro de um presídio, ou a ponto de viver um amor bandido como Lucy disse, pelo menos eu acho que não... quer dizer tenho certeza que não.

 

¬¬

 

 

 

Após terminar minhas atividades na faculdade me encaminhei para prisão psiquiatra, local que seria meu destino todas as vezes que eu saísse da universidade. Ao chegar na portaria, o porteiro falou comigo cordialmente me informado que um crachá para mim havia sido emitido e liberado, me entregando o objeto e liberando minha entrada em seguida. Entrei no local, e mais uma vez senti minhas pernas tremeram, e sinceramente acho que sempre me sentirei assim enquanto tiver que lidar com aquele lugar; Jaebum tinha razão, apesar da bela paisagem, das paredes branquinhas e limpas, da organização impecável; o clima tenso do local era quase palpável.

 

— Que moça pontual, estou gostando de ver. — Disse Jaebum, ao me ver entrando em sua sala, sem nem mesmo bater na porta.

— Eu me esforço você sabe. — Disse eu, sorridente, caminhando até sua mesa e largando minha bolsa ali.

— Como você consegue ser tão linda? — Disse Jaebum, fitando-me com seus olhos que naquele momento pareciam um céu estrelado, de tanto que brilhavam.

— Jaebum... — Disse eu, o repreendendo implicitamente

— Certo, vamos ao trabalho. — Disse ele, abaixando a cabeça decepcionado, e pegando uma pasta cheia de fichas em suas mãos.

— Pronta? — Disse Jaebum.

— Não. — Disse eu, sentindo uma agitação conhecida em meu estômago.

— É exatamente por isso que eu sei que posso confiar em você. Eu já tomei minha decisão, Jackson Wang é todo seu.









~ Continua

 

 


Notas Finais


Por hoje é isso, espero que tenham gostado.

Até mais ❤


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