História Judy Is A Punk - Capítulo 1


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Categorias Green Day, Guns N' Roses, Jimi Hendrix, Madonna, Originais, Ramones
Personagens Axl Rose, Billie Joe Armstrong, Dee Dee Ramone, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Jason White, Jimi Hendrix, Joey Ramone, Johnny Ramone, Madonna, Marky Ramone, Mike Dirnt, Personagens Originais, Slash, Steven Adler, Tommy Ramone, Tré Cool
Tags Blondie, Cbgb, Green Day, Guns N' Roses, Jimi Hendrix, Mickey Leigh, Omfug, Pós-punk, Punk, Ramones, Rock, Sire Records, The Rattlers, Warner Bros Records
Exibições 20
Palavras 1.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Steampunk
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Welcome To New York


 

25 de Outubro de 1956

Lá estava ela. A minha irmãzinha. Nos braços de uma enfermeira qualquer, sem saber do futuro.

 E de como ainda me lembro de como a minha havia ds destruído. E de como alguns "estranhos" ocuparam o lugar de papai e a sua família.  Além da raiva que estava me consumindo.

Aos passos rápido, o pernudo, se aproximava com velocidade e falava: "A minha filha nasceu! A minha filha nasceu!". Mal sabia ele que ela não o considerava como um pai, e sim como um intruso.

 Aquele falso.

Falso que nem a família inteira.

Aquele que colocou o meu pai na prisão.

Vocês devem estar se perguntando "Quem sou eu" ou " Será que a bebê que vai ser a protagonista da história". Bem meu nome é Judyth Grace tenho cinco anos essa história é minha.  A bebê é minha irmã mais nova a Violet Katheryn, que depois vai ser chamada de Katy. Também tenho um irmão mais velho o Andrew Hozier, ou como o chamamos Andie.

 Nós somos possessivos, ou seja, aqueles que possuem algum poder. E essa é a minha história

Seis anos.

Eu consegui adiar seis anos. E não posso adiar mais nenhum momento. Porque não sei se terei coragem o suficiente para promover esse encontro novamente.

Coragem.

Coragem é algo que eu tenho de sobra . Desde estudando criaturas estranha à provocando elas.

Provocar... era o que eu fazia de melhor. A simples cara irritada já me satisfazia por completo. Era como máscaras de raiva no rosto de uma pessoa desdenhosa.

E invocar esse encontro novamente não seria agradável. Com os meus doze anos, estou mudando da Grécia para o Estados Unidos.  Junto com os meus irmãos: Andrew, o mais velho, e Violet Katheryn, a mais nova.

Estamos indo para, a famosa e gloriosa, New York City. Mais especificamente Forest Hills, Queens. Estamos indo morar com a família do meu padrasto, James. Ou simplesmente como o chamamos Pernundo, por causa de suas pernas longas e seu tronco pequeno.

Iremos descer no aeroporto Idlewild em Jamaica Bay, norte do Queens - NY. Ele era um dos mais pertos de casa que nem o Pan Am.

Os pensamentos logo se foram embora, e a voz da aeromoça toma conta. Ela alega que já chegamos em NYC, e que precisamos colocar os cintos - pois aterrissaremos em pouco tempo. A parte da aterrissagem sempre me deu medo, mas não sei o porquê.  Talvez seja a turbina ou a inclinação... Bem isso não importa agora.

O que importa é: o que vai ser daqui para frente?  Como vai ser a minha vida? Será que farei amizades verdadeiras? Ou, simplesmente, serei uma perdedora ?

O avião começa a pousar, e com isso um friozinho na coluna. Fecho os olhos. Espero o momento acabar, para logo descer dessa máquina ambulante.

Após essa porcaria aterrissar vamos para o portão de desembarque. Onde após chegar, na sala onde dá, evitamos minha mãe com Pernudo e companhia. Eles sorriam com o nome de Andrew escrito em uma folha de papel, que duvido muito o meu irmão ter enxergado.

- Ali estão eles - digo apontando e guiando para o "pequeno" grupo que nos esperava.

Os meus irmãos sorriam e acenavam em direção a eles. E isso era hilariante. Já que Andrew e Katy não iam com a cara deles. Logo começo a participar desse jogo de falsidade, acenando.

Aproximamos deles e recebemos os cumprimentos da grande família.  Ela se constituía em: Jane e Alfred,  pais do Pernudo; Lion e Raymond, inquilinos da casa e melhores amigos de nosso padrasto; Liandra e James, o casal parfait; E por último Patty e James Júnior, os gêmeos maravilhas.

É a família perfeita... para idiotas que acreditam em tudo. Para pessoas que realmente pensam veem uma família ambiciosa que não têm onde cair morta.

 Mais abraços e beijos fomos buscar as malas que se pegava na divisória ao lado. Pegamos as do Andrew, pegamos as da Katy . Mas a minha não havia nem um sinal. E isso era desesperador, pois todas as roupas que eu possuo estão lá. Não podia acreditar que eu havia sido assaltada. Não podia.

Ouvindo os consolos, fajutos, de Liandra se seguiu o caminho para casa.

Chegando lá, descobri: que o lugar era uma propriedade de dois andares, mais o porão, a sala de lazer, a sala de televisão, a de jantar, a cozinha, três quartos, um jardim de inverno, o quintal e uma garagem separada da casa de dois pisos.

Falando assim a casa parece que é grande. Porém, é minúscula. Até que eu e Andrew vamos ficar na sala de lazer, porque não tem espaço no quarto de Lion e Raymond. Só tem lugar para uma pessoa, a Katy. E quando resolvi questionar o porquê de não ser o meu irmão, já que ele é homem e assim eu acho, a Jane respondeu; "A Violet é uma criança merecesse dormir em uma cama e não em um sofá ". Então se a minha irmã for abusada sexualmente já sabemos quem colocou ela lá.

Tento não pensar muito nisso e vou para o meu canto, ou seja o sofá. Pego a minha bolsa que está no chão e procuro um livrinho marrom de capa dura. O livro era sobre treinamento de possessivos e como evoluí-los, estava na terceira lição AB da prática: mudar a forma de um objeto.

Para mudar a forma de um objeto é preciso ter capacidade mental e física. Porque dependendo da forma e do grau de detalhes a coisa fica cada vez mais precisa.

Ex.: Para transfigurar uma maçã em um relógio é preciso de 0,03% de concentração, além de 0,025% de físico.

     De um humano para animal (ou vice-versa) é preciso no MINÍMO  25% da concentração e do controle mental, já que a capacidade física é desnecessária para o feito.

A matéria em si era impressionante, não tanto como as anteriores: “Tribos Possessivas”, “A Tecnologia Diante aos Homo Sapiens Sapiens”, “ A Revolução Francesa e os Bens que Trouxeram para os Possessivos”, “ O Começo do Século XX”, “ A Era Nova”, “ A Origem”, “Os Gregos” e por fim “ Os Nigrum Sanguinum: In Saeculis Obscuris” . Com plenitude as melhores foram as das tribos e dos nigrum sanguinum.

- Judyth, sei que odeia que interrompam a sua leitura. Mas, está na hora de dormirmos. Guarde-o, amanhã lerás mais.- após o sermão, levanto os olhos e encaro Andy. Infelizmente ele tinha toda razão. Faço como foi ordenado e acato ordem de ir dormir.

Deito no, duro, sofá e adormeço. Amanhã irá ser um dia diferente. Talvez mais alegre, ou mais triste. Com borboletas e flores ou sem elas. Nunca se sabe o futuro, a não ser aquele que sabe a escolha. O que certamente não sou eu. Porque como vou saber as minhas escolhas, se não sei nem o que eu vou fazer amanhã!!

A ansiedade e o sono batiam em minha porta, e eu atendia. Precisava saber o que seria de mim nos próximos momentos, e como irei reagir. Serei forte e ao mesmo tempo forte. Não posso dar moleza.

Não posso.



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