História Juego Del Poder - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Angelique Boyer, Michael Jackson
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Palavras 2.187
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaaaa
Mais
Um
Capítulo
Pra
Vocês

❥ Boa Leitura ❥

Capítulo 18 - Estoy Enamorada?


Fanfic / Fanfiction Juego Del Poder - Capítulo 18 - Estoy Enamorada?

Meu pai apenas chegou no período da noite, ao meu ver tomou seu banho, e foi para a sala ler seu jornal. Desci as escadas e fui até a cozinha para comer algo. 

- Ísis... 

- Tá, precisamos conversar. Eu sei, eu sei – me sentei ao seu lado o observando. Ele parecia estar de bom humor, o que facilitaria nossa conversa. 

- Primeiro eu... 

- Espera. – falei. – primeiro eu quero pedir desculpas. Sei que não devo me intrometer em seus assuntos, e tampouco em sua vida particular... – fechei os olhos lembrando da discussão dele e minha mãe, o dia em que ambos quase se mataram. – vejo agora com mais clareza que você tem  seus direitos e tudo... É difícil pra mim ter os pais separados... Nunca quis ver vocês separados, mas agora vejo que seria e é bem melhor. 

- Sempre soube disso, da sua sensibilidade e tudo mais. Meu amor, por mais que eu e sua mãe estejamos prestes a enfrentar um divórcio, nunca deixarei de te amar. Meu amor só vai somar quanto à você, entendeu? Posso ter mil mulheres, mas você sempre vai ser a minha rainha, sim? – assenti com um enorme sorriso. Algumas lágrimas desciam de meus olhos. Nunca tivemos uma conversa assim. – Me perdoe pelo tapa, agi por impulso. – papai abaixou a cabeça olhando para suas brancas mãos. – e me sinto um completo idiota por isso. 

- Eu te perdoo – o abracei. – não consigo ficar brigada por muito tempo com você. – sorri. 

- Eu te amo. 

- Eu te amo mais. – recebi um beijo na testa. 

Me deitei no sofá, ali começamos a assistir o jornal que estava passando, mostrando todas as notícias do senado/câmara etc. 

- Seu namoradinho apareceu no senado. 

- Quem? O Michael? – papai assentiu. – desde quando ele é meu namorado? 

- Ué, se parece muito. Bom, ele perguntou de você. 

- Sobre? 

- Como estava. 

- O Jackson se preocupando. Quem diria. – arqueei as sobrancelhas rapidamente. 

- Amanhã ele vem tem buscar para ir à faculdade. 

- Pai! – o encarei. – se você concordar com essa estúpida ideia... 

- Amor, calma! Jackson é um bom rapaz, mesmo que às vezes passe dos limites. 

- Está blefando. Mandarei mensagem para ele depois. Ele que se atreva a vir me buscar. 

- Sabe o que é isso? – Víctor estava com um sorriso estampado em seu rosto, o que me deixou um tanto curiosa. 

- Não, pai. O que é? – falei em tédio, revirando os olhos. 

- Está apaixonada. 

- Credo pai! – exclamei. – Se eu estou apaixonada por Michael Jackson, Deus é uma mulher negra.  

Meu pai apenas riu, me levantei e fui para o quarto para ter uma maravilhosa noite de sono, e acabei esquecendo de mandar mensagem para Jackson. 

O despertador começou com sua música irritante e logo tratei de desligá-lo, tomei um banho, com um pouco de dificuldade e arrumei minhas coisas. Tinha de passar no A. P de minha mãe para pegar minhas coisas e ir pra faculdade. A campainha tocou e meu amado pai fora atender, ainda estava a me trocar. 

- Vamos lá, Ísis. – respirei fundo. – mais um dIa. 

Ao terminar de me arrumar desci, dando de cara com Jackson. O que o desgraçado estava fazendo dentro de minha casa? Arqueei uma sobrancelha o encarando. 

- Obrigada, Sr. González. – Michael agradeceu. – vamos? – o encarei. 

- Em? 

- Vou te levar em sua casa e depois vamos para a faculdade. – meu pai apenas assentiu. 

- Pai, eu te odeio! – este gargalhou. 

- Eu te amo mais. 

Saímos do apartamento de meu velho e seguimos até o estacionamento. No maior silêncio possível. Fui na frente, já que não queria encarar Michael, olhar para a cara desse ser me fazia sentir coisas. 

- A madame pode esperar? 

- Poder eu até posso, mas tenho que ir pra faculdade. – Jackson destravou o carro e entrei. 

- Uuuh, marrentinha. 

- Cala a boca! – olhei em meu celular. 

- Cadê meu beijo? – observei a feição de Michael, era um misto de ironia e idiotice ao mesmo tempo. Me conhecendo bem não ficaria muito tempo séria perto dele. 

- Que beijo o quê! 

- Tudo bem, eu faço. – sem mais nenhuma palavra Michael tomou nossos lábio em um beijo calmo. Tentei evitar mas sem sucesso e acabei cedendo aos seus encantos. Logo nos separei com um tapa em seu rosto. 

- Veja bem o seu fogo, Jackson! – Michael abriu um sorriso. Arrrgh que sorriso lindo... Calma Ísis... 

Seguimos o caminho até o apartamento de minha mãe, esta ainda estava dormindo, com garrafas de Whisky por perto. Peguei meu material e saímos de seu A.P. no caminho fomos em silêncio, apenas ouvindo The End – My Chemical Romance, a música atual da rádio. 

- Posso fazer uma pergunta? – falou. 

- Já fez. 

- Palhaçada. 

- Faça, Michael. 

- Da onde surgiu o nome Ísis? 

- Na verdade foi uma escolha de meu pai. Ele sempre gostou dessas coisas egípcias e quis colocar esse nome em mim, porque entre os diversos significados Ísis significa deusa da simplicidade ou protetora da natureza. Deve ser por isso que amo estar em conexão com a natureza. 

- Que luxo. – abri um sorriso. – Já li sobre a história dela e conta que Ísis era casada com Osíris. 

- Uhum. 

- Este é o nosso destino. – olhei para ele incrédula 

- Quê? 

- Veja bem, Ísis é a mulher de Osíris, então automaticamente falando eu sou o Osíris, seu eterno admirador. – Michael pegou minha mão dando dois beijos no dorso da mesma, sem tirar os olhos da rua. Comei a gargalhar tentando compreender a maluquice de Jackson. 

- Só lembrando que Osíris foi assassinado por Seth, seu próprio irmão. – sorri ironicamente. 

- Não tem problema. Eu não tenho irmão ou seja nada pode impedir nosso amor. 

- Michael, você é um idiota. – ele sorriu. 

- Seu eterno admirador, deusa. 

Ao chegarmos na faculdade todos começaram a nos olhar, minhas amigas estavam com uma cara nada agradável. Me juntei a elas e por fim a aula começou. As piadinhas de Jackson ao menos saíram de minha cabeça, fora o fato de meu pai achar que estou apaixonada por Jackson. 

Não é possível que esteja me apaixonado por ele, estamos jogando ainda... Não, não e não. Meus sentimentos não irão me iludir novamente, serei forte desta vez. 

Dado o horário todos os alunos já estavam saindo, esperei Michael que logo apareceu com uma cara nada agradável. A todo tempo mantivemos o olhar um no outro, ok, já estava sentindo um calafrio em meu corpo. 

- Deusa, avisa quando sair. Fiquei te procurando. 

- Ué, mandava mensagem. 

- Vai se ferrar. – sorri ironicamente. Adentramos o carro, Jackson deu partida e fomos embora. 

- Sabe, estava pensando em... 

- Namorar comigo? Eu sei, sou gostoso demais. – Michael se gabou passando a mão nos cabelos. – se eu fosse minha própria namorada diria: “Michael, como você é gostoso”. – dei uma alta risada irônica. 

- Ha ha ha, está blefando. 

- Que nada. Sou bonito ou não? 

- Não vou lhe responder. Sou superior demais. 

A verdade é que eu seria essa namorada, falaria até mais coisas se ele quisesse. Michael me deixa completamente excitada só de me observar. Jackson terá verá o que farei com ele, logo logo. 

- Hm, sei. Não é à toa que precisa de um sexo comigo. 

- Vai se ferrar, Michael Jackson. – dei um tapa em seu ombro. 

- Mal comportamento em! Diga, o que você está pensando? 

- Acho que vou pintar meu cabelo... 

- Nossa, já sou seu mais que seu admirador. – o encarei e dei outro tapa em seu braço. Ah que ótimo, agora ganhei um admirador tarado.

- Vai nessa. Depois que tirar essa tala de meu braço irei pintar. 

- Vou com você, porque preciso ver o resultado ao vivo. – assenti. 

Estávamos nos dando melhor do que nunca, me assustava o comportamento de Jackson, mas conforme íamos nos entendendo melhor agíamos como duas crianças. Ficamos o dia todo juntos – quase certeza que fui abduzida – ao anoitecer Jackson me levou em casa. 

- Então você vai comigo mesmo? – Me sentei no capô do carro. 

- Já falei que sim. Não fujo dos meus compromissos. 

- Assim espero. – ficamos em silêncio observando o olhar de um ao outro. 

- Sabia que sou seu eterno admirador? 

- É? 

- Sim. E por isso mereço um beijo. 

- Não é nenhum pouco discreto. – dei uma risada nasal. 

- Claro, eu sou o Osíris e você minha Ísis, segundo a mitologia somos casados... 

Antes de Jackson falar mais alguma coisa o puxei para mais perto e juntei nossas bocas, suas mãos foram parar em minha cintura, dando algumas apertadas. É claro que fiz de propósito, agora Jackson vai fazer o meu jogo, vai sentir na pele tudo que sinto, vou deixá-lo louco assim como faz comigo. 

Havíamos esquecido que estávamos na rua em plenas dez horas, se um paparazzi nos pega... Mal posso imaginar algo acontecer. Optei por me deixar levar por todos os sentimentos naquele momento. Sei que estou completamente errada em fazê-lo mas Michael está me enlouquecendo. 

- Nossa Ísis, parece que já melhorou do braço. – uma voz surgiu nos atrapalhando: Federico. 

- Fê? – O encarei pasma. 

- Caraca, Ísis. Logo desse sujeito que você tanto se queixava de ser um tremendo babaca. 

- Federico... 

- Federico nada. Esperava mais de você Ísis. Aliás, uma hora você iria assumir esse relacionamento com esse vagabundo. 

- Espera aí, vagabundo não. – desci do capô indo em direção ao Fê. 

- Fê... – tentei me aproximar mas Federico dera mais passos para trás. 

- Não tem Federico. Quer saber, foda-se você e esse fedelho. 

Tive que segurar Michael já que ele estava caindo no truque de Federico, enquanto meu melhor amigo ia para seu carro pronunciando várias coisas a qual não entendi absolutamente nada. 

- Esse idiota vai ver. 

- Michael, para! – coloquei a mão em seu peito. – ele estava bêbado. Senti o cheiro de álcool em sua boca. Sem brigas, por favor. 

- Desgraçado. 

- Michael, chega! – Fomos para a calçada. – vou entrar. 

- Tudo bem. 

 

Um mês depois... 

 

Na semana passada tirei a tala que estava em meu braço, o médico passou uma série de coisas para ajudar o braço a ter um funcionamento melhor, de fato era horrível. Quanto a minha mãe ainda iríamos conversar, optei por falar com ela depois que tirasse a tala do braço e assim ela não iria me agredir. 

April estava comigo em casa, já que a convidei para dormir aqui depois da faculdade, iríamos estudar juntas... Ou tentar, já que em todos os momentos ela sempre vem com seu baixo senso de humor que me faz rir da mesma forma. 

- Hm, e o que mais? Você vai dar pra ele? 

- April! Não... É questão de saber jogar. 

- É questão de ter muito fogo! – falou com um enorme tédio. – todo mundo já sabe que os dois tem um caso. 

- Aaaah nem vem. Não existe caso nenhum. – olhei para ela. 

- Faz como quiser, a bunda é sua. 

- Seu humor hoje está ótimo. 

- Estou com sono, e você falando desse cachorro. Parece a Bárbara quando começou a namorar com o cachorrão. 

- Iiiih, não começa. 

- Tá, deusa Ísis, deusa da fertilidade e da putaria com Jackson. 

- Vai pra merda. – gargalhei. 

Depois de muita enrolação começamos a estudar. Teríamos uma prova no dia seguinte, e claro que April e eu começamos uma guerra de travesseiros no quarto. Um tanto estudioso de nossa parte, confesso. 

April ficou comigo quase até a meia noite ( o horário em que terminamos de estudar), mesmo que tenha quase beijado seu pé para dormir em minha casa, já que não era bom voltar para casa nesta hora da noite. Mas como minha melhor amiga é um poço de teimosia foi-se embora. 

Meu pai chegou perto das duas da manhã... Claro que uma breve pontada de ciúmes me atingiu, mas tentei dar a menor importância possível. 

 

[...] 

 

Após o termino da prova o professor começou um novo conteúdo para o início do semestre. Estava empolgada para ver quais seriam seus trabalhos desta vez. Dera o fim do horário e todos nos retiramos da sala indo embora. Ao abrir a porta de meu carro alguém segurou meu braço: Michael. 

- Fala? - encarei Jackson. 

- Vou ir com você. 

- Sem chance. 

- Deusa, por favor. - novamente ele estava fazendo uma carinha extremamente fofa, a qual não estava resistindo. - mandei meus seguranças levarem meu carro só para passar o dia com você. 

- Eu vou ficar em casa o dia todo. - joguei minha bolsa no banco de trás. 

Melhor ainda

Pensando bem, Michael iria fazer o meu jogo caso o levasse para casa... Não seria má ideia. O encarei, mudando meu rumo para sua boca em sequência. 

- Tudo bem, vamos. 

Este deu a volta por meu carro e seguimos para meu apartamento. Desta vez Jackson irá cair em minha armadinha perfeitamente, tudo que preciso é seguir meu plano. Veremos quem vai sair perdendo/ferido no meio dessa guerra... Garanto que não será eu.


Notas Finais


This is it, babes <3

❤ Annyeong ❤


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