História Juízes da Terceira Era - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Demonios, Dragão, Era, Eras, Espada, Juiz, Juízes, Kazuki, Original, Patriarca, Raposa, Suzaki, Templo, Tigre
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Palavras 1.236
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, ao que tudo indica voltei com força total :D, mas somente nos fins de semana T.T.

Capítulo 9 - A Historia da Morte


Os médicos haviam pedido para Kazuki se retirar e esperar na sala ao lado ou no quarto de Sam que já estava recuperado, por um lado o garoto de cabelos brancos estava feliz que Sam estava bem, mas em contra partida não tirava da cabeça como ele havia chegado tarde de mais e May é quem pagaria por isso. A sensação de impotência corroía Kazuki por dentro, da ultima vez que ele sentiu isso alguém morreu, porém as perdas fazem parte da vida de um Juiz, ele não podia deixar de animar Sam, que em sua primeira missão matou o sétimo lugar no Rank A.

                - Meus parabéns Sam, vou confessar que fiquei impressionado, apesar de seu potencial eu fiquei realmente com medo de que não voltasse, porém aqui você está. – Todos percebiam que tudo o que Kazuki dizia era vago, sua cabeça estava em outro lugar, estava em May. – Essas paradas de coluna e aura de fogo são bem legais, no dia que você conseguir dominar isso tenho certeza de que será um dos 3 primeiros no Rank Z, podendo até mesmo me superar, mas até la continue se esforçando. Vem vamos tomar um ar, ficar aqui esperando só vai nos deixar mais ansiosos.

                - Kazuki, você sente algo diferente pela May? Ela me disse que eram só pelo tempo de amizade e o que vocês passaram juntos. – Sam sabia que não era a melhor hora para essa pergunta, mas a curiosidade falou mais alto.

                - Sim, eu sinto algo a mais por ela, mas não sei o que ela sente por mim, então deixo tudo por baixo dos panos e todo mundo sai feliz. – Kazuki soava tão conformado que deixou Sam assustado, o garoto que enfrentava demônios como se fossem nada tinha medo de expor seus sentimentos para uma menina que obviamente tinha os mesmos sentimentos por ele. - Sam, eu vou lhe contar de onde vim, você merece saber, já que somos amigos. – Kazuki sorriu pela primeira vez de que retornou daquela missão. – A espada Rogu só aparece para os Juízes do Dragão da Tempestade no momento em que eles devem provar se são dignos do poder do Dragão, ela tem o poder de roubar poderes demoníacos e patriarcais de quem for morto por ela. Quando eu tinha 6 anos um juiz chegou no vilarejo em que minha família morava, ele era juiz do Tigre da Montanha, possuía o poder do vento, ele obrigava as pessoas a fazerem serviços e dar coisas a ele, ou ele destruiria tudo. Um dia ele entrou em nossa casa e queria que minha irmã fosse sua escrava, meu pai relutou então esse juiz usou seu poder para matar meu pai e minha mãe, ele usou seu poder e prendeu minha irmã no ar, ela tinha 15 anos, ele passou sua mão por todo o corpo dela. Eu assisti toda a cena, quando ele começou a despir minha irmã a espada se apresentou para mim, eu a segurei, caminhei até ele e o matei, mas já era tarde de mais para minha irmã que morreu sufocada, pois antes de morrer aquele bastardo esmagou o pescoço dela com o seu poder. Então eu fugi, vaguei por meses tentando lidar com meus poderes, os dois, até que encontrei May e tudo ficou melhor. – Kazuki estava mais soturno que o normal, ele ainda se sentia culpado pela morte de irmã, e agora existia a chance de se sentir culpado pela morte de May também.

                O silêncio era constrangedor, Sam estava em choque, queria dizer algo animador, mas tinha medo de falar alguma besteira. O silêncio se rompe pelo som de alguém correndo em direção dos garotos, Sam prepara seu bastão e Kazuki sua espada, mas logo relaxam ao perceber que era Hope e melhor ainda ela estava com um sorriso que não cabia no rosto.

                - É a May. – Hope não precisou falar mais nada, a expressão soturna de Kazuki deu espaço a um sorriso, ele não ficou para ouvir o resto e saiu correndo em direção ao quarto de May, tão rápido que levantou o sobretudo de Hope. – Vamos deixar os dois a sós um pouco, menino de fogo. – Hope sorriu para Sam, que retribuiu o sorriso.

                O garoto de cabelos brancos quase não conseguiu parar diante da porta, ele não escondia o sorriso e nem a animação. Ele abre a porta e vê May sorrindo para ele, como se já esperasse que ele fosse o primeiro a visita-la, apesar dos machucados ela parecia bem, nada que um pouco de descanso não melhorasse.

                - Olá – Disse a menina

                - Oi – Disse o menino, ainda desajeitado e envergonhado.

                - Fico feliz que esteja bem. – O sorriso da menina não sumia. – Muito obrigado, eu iria morrer se não fosse você.

                - Não tem o que agradecer, eu cheguei atrasado. – Kazuki serrou os punhos.

                - Pelo menos você chegou. – May deu um sorriso travesso. – Existe algo sobre o qual precisamos conversar.

               - Eu concordo, também tenho algo que preciso conversar com você, mas pode falar primeiro. – Os cabelos brancos de Kazuki não eram muito efetivos ao tentar esconder que ele estava vermelho, seu coração estava acelerado.

                - Não agora, vamos conversar quando eu estiver 100% recuperada. – May sorriu. – Como está Sam?

                - Ele está bem, ele entrou em um estado de fúria inconsciente e matou Abow, claro que ele quase morreu. Quer a historia toda? – Kazuki sentou-se ao lado da cama e começou a fazer cafuné em May.

                - Não precisa, ele voltou vivo, é isso que importa. – O sorriso de May foi interrompido por uma tosse. – Mais algumas horas e poderemos retornar.

                - Não, vamos ficar até você se recuperar completamente. – Kazuki sorriu. – Vou deixar você descansar um pouco. – O garoto deu um beijo na testa da menina, se levantou e saiu, logo que o garoto fechou a porta May dormiu.

                Hope e Sam ainda conversavam na sacada, a garota quase não conhecia o menino, mas sentia que já havia o visto antes. Os dois haviam conversado sobre o presente e o futuro, sobre suas batalhas, mas não sobre as origens um do outro, pois sabiam que se tratando de juízes e exorcistas as historias de vida costumam ser dolorosas de serem lembradas.

                - Hey Hope, podemos ficar mais um pouco? Até que May se recupere. – O sorriso de Sam e Hope se transformou em rostos vermelhos e tímidos ao ver Kazuki falando na porta da sacada.

                - Desde quando você está ai? – Sam não sabia se estava surpreso, envergonhado ou bravo.

                - Faz uns dois minutos, o papo de vocês parecia tão bom que não queria atrapalhar. – Kazuki sorriu e gesticulou como quem alega defesa.

                - Podem ficar quanto tempo quiserem. – Hope sorriu.

                O garoto de cabelos brancos se virou e foi em direção a um quarto, deitou na cama e se perdeu em pensamentos, pensava em May e como diria á ela que ele a amava, Kazuki estava tão perdido em seus pensamentos que nem percebeu quando dormiu. As vozes de Hope e Sam ainda soavam na sacada, ambos sabiam que precisavam levantar cedo no próximo dia, porém a vontade de conversar era maior. Hope se levantou e fez algo que surpreendeu Sam, ela lhe deu um beijo no rosto.

                - Boa noite, menino fogo. – Hope sorriu e em seguida desapareceu nos corredores, Sam decidiu imitar seus amigos, ele se levantou, procurou um quarto e dormiu, sem nem mesmo sonhar.


Notas Finais


Vou me esforçar apra trazer o décimo capitulo logo, até mais


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