História Juliet, My Juliet.. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Black Veil Brides (BVB), Juliet Simms, Scout Taylor-Compton
Personagens Andrew "Andy" Biersack, Ashley Purdy, Christian "CC" Coma, Jacob "Jake" Pitts, Jeremy "Jinxx" Ferguson, Juliet Simms, Personagens Originais, Scout Taylor-Compton
Tags Andy Biersack, Juliet Simms
Exibições 31
Palavras 1.754
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia)
Avisos: Adultério, Bissexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Fucking Hell


-Adeus. - diz a menininha de quatro anos chorando.

 -Mas eu não quelo que você vai embola. - diz o menininho de seis anos chorando mais ainda. 

-Eu não quelo ir, mas mamãe disse que eu tenho que ir...m-mas eu juro que quando a gente fica glandão eu vou casar com você. - diz a garotinha dando um selinho no menino a sua frente. 

- Jura? - pergunta o menino sorrindo. 

-Juroo... - ela diz abraçando ele e voltando a chorar. ...

DESDE AQUELE DIA ELES NUNCA MAIS FORAM OS MESMOS. 

 ...15 anos depois... 


 Hoje era mais um sábado de verão super tedioso, como não estava fazendo nada, Luke e muito menos Ally atendiam o celular fiquei sem fazer nada em casa, fechei meus olhos e pude me lembrar da minha vida até agora. E, entre alguns momentos, escolhi um, em particular. Foi antes do meu mundo virar de cabeça pra baixo... Sentia o vento gélido contra minha pele, dei um sorriso de canto quando senti um frio na barriga. Minha mãe estava fazendo bolo de chocolate na nossa antiga casa, em Sheffield . Olhei para trás e pude reconhece-lo mesmo com feições mais jovens , seus cabelos loiros estavam levemente bagunçados e olhos azuis transmitiam um brilho tão lindo que até parecia o mar mas o que tomou meu foco naquele momento foi seu sorriso. Sentia falta daquele sorriso. La estava ele chegando com Andrew meu melhor amigo, brincamos a tarde toda com meu pai e minha mãe. - Juliet, meu amor esta na hora de vocês tomarem um banho para nos comer um bolo gostoso de chocolate, andem logo.  Esse foi uma das ultimas vezes que vi ele, eu sentia tanta falta dele... Sentia tanta falta dele que até mesmo depois que eu acordava eu via ele, até que sai dos meus devaneios e percebi aonde eu realmente estava, estava no meu quarto. Eu vim pro Brasil quando tinha apenas 4 anos, mesmo eu sendo bem pequena, ainda lembro de como foi difícil deixar todos lá, o estranho é que não me lembro do rostos deles mas me lembro dos nomes de todos Scout , Christian , Matthew, Kellin mas o únicos que eu ainda lembro os rostos é o do Oly e do Mitch. Sai dos meus devaneios, e suspirei, sentia tanta falta daquele lugar, das pessoas, o tédio estava enorme, eu queria sair e ao mesmo tempo eu não queria ir mais algo dentro de mim me fez ir, eu precisava dar uma volta, mas não me sentia a vontade de sair de casa ultimamente, odiava sair e ver as pessoas olhando para mim como se eu fosse inferior a elas, eu me sentia pior do que já estava, até parecia que elas sabiam algo que eu não sabia, que todos a minha volta escondiam algo de mim naquele condomínio de merda, eu tentava ignorar mais os olhares de pena, reprovação, os cochichos me irritavam.. - Você soube que a mãe dela mentiu para ela a vida inteira? Que parece que o pai está vivo? - uma mulher falou para a outra, isso me irritou ainda mais, como podem falar coisas tão sem sentido? Simplesmente ignorei e fui para Praça ao qual tinha algumas pessoas fazendo vários nadas, peguei meu violão e comecei a dedilhar as notas no meu amado violão, que ganhei do meu pai quando ele ainda era vivo, não sei o que deu em mim só sei que comecei a cantar e todos pararam e ficaram me olhando, não via a expressões deles, eu só sentia os olhares de todos em mim, quando eu canto, eu canto de olhos fechados então quando terminei de cantar abri os meus olhos todos estavam literalmente de boca aberta, começaram a bater palmas e eu fiquei com vergonha e sai correndo só parei de correr quando cheguei na frente da porta da minha casa, por mais que não parece eu era tímida, muito tímida.. Passo a passo caminho em direção ao quarto, sentindo o medo me atingir violentamente. Observo atentamente a madeira, procurando um pouco de coragem, mas só encontro mais motivos para não seguir em frente, tinha medo da resposta da minha mãe, o que aquelas mulheres estavam falando não saiu da minha mente, eu deveria deixar como está e não procurar intrigas e mágoas que provavelmente eu encontrarei se abrir aquela porta. 

Mas como um soco do destino, a porta estava aberta, me dando a pior visão de toda a minha vida. Só quem sentiu um sentimento tão dolorido, sabe o quão difícil é compreende - lo, e definitivamente? Não vejo razão para compreensão. James, meu namorado, que eu considerava como um melhor amigo, estava na cama com minha mãe. Sim, meu namorado e minha mãe  estão transando na cama onde ela dormi com o meu padrasto. Palavras não são suficientes para descrever o quanto eu estou quebrada por dentro. Isso foi uma traição sem perdão, sem compreensão. As lágrimas ameaçavam a cair. Deixo o violão cair da minha mão em câmera lenta, fazendo com que um barulho totalmente irritante ecooasse pelo quarto quando entraram em contato com o piso gélido abaixo dos meus pés descalços. - Juliet?! - com o barulho, Alisson e James acabaram se assustando, se cobriram rapidamente e me olharam assustados. - Juliet, não é nada disso que você está pensando... - Tem razão, isso não é nem metade do que estou pensando mamãe. - imediatamente, interrompo sua fala, dirigindo o olhar a qualquer ponto daquele quarto desprezível, menos a eles. - Faça um favor a si mesmo, se retire dessa casa e nunca mais volte. - peço com calma ao James, que assenti rapidamente, recolhendo suas roupas e passando por mim de cabeça baixa. Como ele pode fazer algo assim comigo? Ele foi o único que me abri em anos, contei tudo o que senti e deixei de sentir. Filho da puta. -Filha, eu... - Alisson, a mulher cujo eu sempre chamei de mãe, tenta explicar algo tão claro como a água, entretanto interrompo - a. - Me poupe de suas palavras de arrependimento, nós duas sabemos que você não sente isso, sinto pena de Dennis. - Cuspo as palavras em sua cara, sem me importar de que um dia ela foi minha mãe. - Obrigada pelo presente de aniversário mamãe, foi um dos melhores presentes de aniversário que você já me deu, foi um dos poucos aniversários  que você teve a capacidade de me fazer sentir algo tão emocionante comparado ao meu aniversário de 5 anos. - digo e sem delongas junto meu violão do chão e ando em direção ao meu quarto, que era no fim do corredor, fechando a porta atrás de mim quando entro. Como eles puderam fazer algo tão nojento assim, dessa forma? Como ousaram a fazer isso comigo? Minha mãe e meu namorado juntos, tendo um caso... São dois falsos, hipócritas e desprezíveis isso sim... Aos poucos fui cessando o choro e acabei adormecendo. Acordei com os poucos raios de sol  na minha face. Aos poucos tento estabilizar minha visão e noto que já estava anoitecendo, suspiro pesadamente ao lembrar da cena. Repulsa é a palavra adequada para usar nesse momento. Em passos lentos, ando até o banheiro, me observo no espelho, estava péssima, minha cara estava inchada e vermelha, meus cabelos estavam totalmente despenteados, minha maquiagem estava borrada seguido de um olhar vermelho e depressivo. Realmente estou um caco. Lavo o rosto, passando água no pescoço e cabelo tentando de alguma forma amenizar o caos, e vou até o closet, pegando uma roupa qualquer, visto as peças, escovo os dentes e cabelos e saio do quarto descendo as escadas. - O trabalho foi bem exaustivo, amor. - ouço o comentário de Dennis e suspiro, ao saber que eles estão ali, - Boa noite, Juliet. - Dennis me comprimento assim que me viu. - Boa noite Dennis. - respondo educadamente abrindo um sorriso mínimo, passando reto pela minha mãe a ignorando. - Não irá cumprimentar sua mãe? - Não, estou bem desse jeito. - digo revirando os olhos e pegando um copo de coca cola e tomando um gole dela, em momento algum olhei para alisson, eu não conseguia olhar para ela,  só de ver a cara dessa vadia, me dá náuseas. Eu não conseguia olhar para ela pois sei que sempre que a olhar irei lembrar daquela cena.. Eu não sabia se era certo o que iria fazer, pensei mais um pouco dando mais uma analisada na minha proposta. Creio eu que essa ideia não fará mal a ninguém, pelo contrário, só fará com que eu siga meus sonhos e me afaste de Allison. Para falar a verdade a minha intenção é não ver mais a cara de Alison por uns 15 anos, no mínimo. - Quero aceitar a proposta da Emily, e ir morar com ela. - falo de imediato fazendo os dois pararem o que estavam fazendo, Dennis me encara confuso, enquanto Alisson me encara surpresa. - Filha, se foi por causa de hoje, eu quero que saiba...- reviro os olhos, encarando impaciente minhas unhas a interrompendo. - Eu não lembro de ter pedido as suas explicações. - Ironizo, entediada. - Então por que falou? Que eu saiba você é maior de idade, pode fazer o que quiser, não precisa da minha autorização para isso. - começo a rir de suas palavras, a assustando. - Eu não estou pedindo as suas explicações e muito menos sua autorização, só queria comunica - los sobre isso, e saiba que não é nem por você que estou aqui falando isso e sim pelo Dennis que para ser sincera é uma vítima nessa história assim como eu,  e se tudo der certo irei amanhã e só voltarei na reencarnação do século que vem. - digo revirando os olhos. - e saiba que não é por causa do que você fez que estou indo embora e  sim por que agora não tenho mais nada que me prenda a essa medíocre vida no Brasil e posso seguir meus sonhos e retomar a minha vida no lugar que eu amo. - digo saindo do cômodo. - Boa noite, Sra. Grey.   E Dennis pergunte para minha mãe o que ela faz a tarde quando você está trabalhando, pergunte para ela o que eu a peguei fazendo hoje e por que estou solteira e não tenho mais nada que me prenda a esse lugar. - digo sorrindo, enquanto volto a andar. - garanto que ira de surpreender com a cobra que tem dentro dessa casa. 


Notas Finais


Espero que gostem, beijos.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...