História Julieta e Julieta - Capítulo 2


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Ally, Amor, Cabello, Camila, Camilacabello, Camren, Camrenisreal, Dinah, Dinahjane, Drama, Fifth, Fifthharmony, Harmony, Jauregui, Lauren, Lolo, Normani, Romance, Shakespeare, Tragedia, Versão
Exibições 56
Palavras 2.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lírica, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Julietas e Julietos, boa leitura!!!

Capítulo 2 - Capítulo 2


Nem seus lábios pude selar, em sua presença que desconstrói esse palácio recoberto de muros feitos por mim, estaria eu apaixonando-me por Lucy, paixão essa proibida onde vivemos apenas a procriação, homem com mulher, mulher com homem. E eu aqui vivendo algo proibido.

Como poderias, Lauren, se nem conheces o amor. Mas não dá para se conhecer algo que não existe. Você não a ama, e nem tudo na própria encanta-te.

Pensava a mais velha ao passear por seu quarto, de um lado para o outro ao lembrar de Lucy, uma 'amiga' de sua faculdade.

Os pais da Lauren não queriam que ela fizesse qualquer faculdade, mandariam ela para a Harvard se preciso, mas a própria foi contra a vontade, sempre fez tudo pelos pais, mas também sempre quis ser mais social estudando em um lugar onde pessoas tinham coração, mas já se arrependeu no primeiro ano, quando viu que em nenhum lugar as pessoas têm coração, pois o amor, ele não existe.

"A vida é um jogo por dinheiro, ou você joga para ganhá-lo, ou você perde ao amá-lo"

"Mas eu quero viver" pensou já farta de tantas escolhas que na verdade não teve opção.

Foi indicada para estudar na University of Miami, e lá está ela, já no seu segundo ano letivo, estudando no mesmo lugar que seu irmão, todavia, o próprio logo completaria o ensino e começaria sua vida na empresa Jauregui.

Observando tudo isso, Lauren sabe que não é isso o que ela quer para a sua vida.

Se ela pudesse, sem pensar duas vezes estaria na universidade de artes.

Assim como Camila, ela tinha seu lado artístico, seus poemas contavam suas histórias detalhadamente, e seus dramas já escrito mostrava o lado da vida que sempre quis ter, a felicidade.

Só queria viver

"Viver é para fracos, vença!"

Só queria amar.

"Amor é perda de tempo, filha!"

Lauren sabe que para os olhos acostumados a sua beleza é exacerbada, mas tão pura em alma, não se importa com o exterior dos seres, um dos aspectos que mais incomoda seus pais

Pegou o seu bloco e do papel começou a beleza

Há mais perigo em teus olhos do que em vinte espadas!

É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada.

Pois se a ponta são os olhos e dos olhos nada se tira

O sorriso é a saída

Mas nem todas as espadas são afiadas

Aí que pecas

Quando não acredita que sim, estes olhos não lhe ferem

Estes olhos, querem apenas proteger-te

Enquanto foges, cada vez para mais longe

"Se o amor é perda de tempo, este poema também é um tempo perdido"

Pensou

O que ainda faço com essa droga em mãos?

Daqui a dois dias tenho a minha primeira prova, meus livros! Devo devorá-los e apropriar dos conteúdos.

Simplicidade essa palavra não define minha família.

Lauren desceu as escadas, em direção à cozinha, para em seguida ir à sala de estudo prestar conhecimento da unidade.

Contudo, foi interrompida com a entrada de seu pai, irritado, estressado, saindo trovões de sua cabeça para tudo quanto é lado, a fúria dos seus olhos davam para ser sentidas nas almas.

Todos da casa sabiam a rivalidade entre os Cabello's e os Jauregui's

O que não sabiam era que eles seriam seus novos vizinhos.

-Se ele acha que eu vou me irritar, está muito enganado! - gritava entrando em sua mansão, atraindo toda a atenção para ele.

-O que aconteceu, pai? - Perguntou o mais velho, seu filho Chris Jauregui

Pele e olhos claros, traços finos com 'tinha que ser' para os famosos olhos acostumados, e quando digo isso refiro-me à mídia.

Chris seria o papel ideal, para qualquer mulher de boa família, seu pai, tem honra de apresentá-lo a qualquer cônjuge. Mas Chris, o romântico incorrigível, não aguenta mais tanto tombo no quesito amor, sempre acreditando que 'agora vai', e as garotas olhando apenas para o seu dinheiro, enquanto ele só queria um coração para amá-lo de forma recíproca.

-Acredita que os Cabello's tiveram a cara de pau de se mudar para a frente da nossa casa?

Curioso, arqueou as sobrancelhas e observou da janela do térreo a Mansão dos Cabello's.

-Acredito - disse agora que realmente viu

-Não brinca comigo moleque! - Seu olhar conseguiu ficar ainda mais furioso, fazendo Chris se assustar, Lauren da cozinha, apenas ria da cena

O que eles têm que odeiam tanto um nome, o sobrenome.

Pensou, dando mais uma mordida na maçã

-Calma, querido, vem, precisa tomar uma água com açúcar - Clara falou na tentativa de acalmar o marido que soltava fogo pelo nariz

Eles entraram na cozinha, vendo, Lauren sorrir com a cena de ódio do pai

-Qual o valor do nome dos Cabello's para vocês?

Perguntou Lauren rindo, mas logo  travou a cara por conta do olhar de tempestade de sua mãe, Clara.

-Não tem valor, essa família não tem valor!

Respondeu Michel enraivecido

-Então por que tanto rancor em vão?

-Simples, maninha, eles são nossos concorrentes desde que me conheço como gente.

Chris chegou, interrompendo a resposta do pai, que seria a mesma. Pegou a maçã de Lauren dando uma mordida e a devolvendo.

-Está vendo, Lauren? Siga o exemplo de seu irmão

Disse mais calmo e com o orgulho estampado no peito, na pele, na cara, pelo filho

Lauren que tinha o coração de arte, realmente não entende o porque de tanta amargura.

-Lauren, peça desculpas ao seu pai!

Clara falou

-O quê? Por quê? Mas eu não fiz nada!

-Você o enfrentou, na minha frente, uma falta de respeito! Que tipo de educação as pessoas vão achar que te demos?

-Mas eu só falei o que achava! Para que tanta raiva de apenas um nome?

-LAUREN MICHELLE JAUREGUI, NÃO ME IRRITE

Sem pensar duas vezes andou entre pesos para o seu quarto, fazendo muito barulho ao subir as escadas e mais ainda ao bater a porta.

Lá embaixo, a decepção de seu pai aumentou, assim como a raiva de sua mãe, Clara.

-Eu falo com ela

Chris indicou-se e seguiu para o quarto da mais velha

-Lauren, abre, sou eu!

Diferente da casa dos Cabello's, a porta dos Jauregui's sempre estavam trancadas, principalmente onde Lauren estivesse, pois a própria trancava.

Ela e seu irmão mantinham um relacionamento razoável em relação aos outros da casa. Podiam se dizer amigos, mas até que ponto?

Seu pai o colocava contra ela, fazendo-o acreditar em uma competição para o trono. Só porque ninguém acredita em amar, não precisa tirar o amor dos outros!

-Lauren, abre é o Chris!

-O que você quer? - Falou olhando nos olhos de seu irmão, o que acabou o amedrontando, suas íris verdes dilataram a raiva, ela não aguentava mais morar sobre este teto a não ser também, o seu irmão.

Ainda que Michael os colocasse um contra o outro, eles sabiam a ligação que tinham, e que a história não é bem do jeitinho que seu pai conta.

Chris mais do que ninguém conhece Lauren, e sabe do seu caderno de poesia, sabe da arte que aflora a alma de sua irmã mais nova, e no fundo, queria ter a mesma coragem que ela ao desafiar os pais, pois pensava da mesma forma, todavia falava o que todos queriam ouvir.

Baboseira.

Longas conversas e papos na tentativa falhada de acalmar a irmã, Chris saiu do quarto, já era de noite. Lauren não desceu para tomar café, a cozinheira levou em seu quarto o delicioso jantar e lá mesmo, ela saboreou, com gosto por conta da fome que a matava.

Saciada, escovou os dentes e dormiu, sem paciência para mais um dia de aula na manhã seguinte.

Dia 03/03

O despertador de Lauren já ecoava sobre o ar, fazendo-a despertar em susto, mas em silêncio.

O desligou, espreguiçou-se na cama, para começar o longo dia.

Um banho frio foi necessário para coragem ganhar e descer para tomar café com seus pais.

-Bom dia, mana! - Disse Chris descontraído

-Chris, mais respeito com sua irmã! - Disse Michael todo rígido

-Mas essa é a forma que quero chamá-la! - Chris falou e Lauren que se dirigia à cozinha, parou o andar olhando para seu irmão que acabara de desafiar o pai. Ela não acreditava na ação do irmão

-Como?

Michael perguntou sem acreditar no que estava acontecendo

-Desculpa pai, é que...

-É que nada garoto, acha que pode falar assim comigo? Vocês dois vivem sobre o meu teto, sobre o que eu construí! Não têm o direito de falar assim comigo, e nem devem.

A mãe da família olhava a cena ainda sem falar nada.

-Hoje é do colégio para casa e da casa para o colégio.

Lauren se preocupou, pois tinha marcado com a mulher que acreditava ser o amor de sua vida, Lucy Vives.

Já no colégio, chegou ao lado de seu irmão, os irmãos Jauregui's paravam o colégio só para serem observados ao passar.

Muitos queriam ser como ele, e muitos queriam ser como ela

Sem saber que eles trocariam a vida por qualquer um sem pensar muito

Chris seguiu para a sua sala, e Lauren fez o mesmo, encontrando Lucy, sua ficante, mas não podiam se beijar na frente de pessoas, escândalos aconteceriam. Sua amiga Dinah Jane notava nos olhos de Lauren a pequena paixão e negava com a cabeça.

Paixão pela pessoa errada, pensou Dinah

Não prestavam atenção na aula, todo o sono que ela não teve à noite por ter dormido mal, resolveu aparecer bem na hora da aula.

E com muito pesar contou à sua amada sobre o castigo dado por sua mãe.

Lucy já era mais avançada em relação a tudo, enquanto Lauren só conhecia o beijo.

E mesmo pouco sabendo, 'apaixonou-se' pela Lucy. Sem nem mesmo saber o que é o amor, ele não existe apenas paixão

Já na terceira aula, a professora chegou, como sempre animada, era a aula favorita de Lauren. Aula de filosofia, antropologia, psicologia e sociologia, a professora era Quatro em Um. A única aula onde Lauren poderia se expressar da forma que quisesse, sem certo ou errado, apenas com diferente opinião

A Jauregui, estuda administração, onde possuí aulas de metodologia da pesquisa, cálculo, matemática financeira, economia, marketing, recursos humanos, etc...

Mas sua aula favorita era a da professora Normani.

Que por sua vez chegou com um lindo sorriso na cara, iluminando toda a sala.

- Bom dia, alunos

Alguns responderam, outros não.

-Bem, hoje teremos a mesma aula de sempre - Lauren negou com a cabeça ao olhar para Dinah, que babava a professora, como sempre. Mas também negou porque nenhuma aula da Srta.Kordei é a mesma de sempre.

Há algo novo a cada dia

-Bem, primeiro venho com uma grande surpresa, uma pessoa bastante conhecida começará a frequentar nossas aulas, pois acaba de ser matriculada neste colégio, mas não direi quem é

As pessoas se olhavam com curiosidade

E assim continuou falando, vendo a cara de dúvida dos alunos

-A partir de amanhã, vocês terão mais uma boa concorrente, então indico prestarem atenção na aula de hoje.

E a aula seguiu, boa como sempre, e a atenção voltada para a professora que recitava de Aristóteles a Gardner. Deixando assim a aula interessante, que passou tão rápido para todos.

O sinal tocou fazendo com que tirassem o foco da professora

-Nossa! O tempo voou! - Lauren falou para Dinah e os outros alunos começaram a sair da sala, até mesmo Lucy que havia recebido uma mensagem no celular, e sorridente com ela nem prestou mais atenção na aula.

-Verdade.

A sala já estava vazia, Lauren e Dinah arrumavam a mesa de estudo que já estava completamente bagunçada só em três aulas, enquanto a professora também arrumava suas coisas.

-Ela é tão linda! - Dinah sussurrou no ouvido da amiga, referindo-se a professora.

-Ela é nossa professora, Dinah! Respeito.

-Ah, claro. Desculpe, senhorita certíssima que pega Lucy Vives. - deixaram de sussurrar

-Isso Dinah, grita!

-Vamos logo que estou morrendo de fome.

Elas dirigiram-se à porta, mas logo foram interrompidas pela voz da senhorita Kordei, o que fez Dinah se arrepiar ao sentir o toque da mão dela em seu ombro, chamando-nas.

-Srta. Jauregui, desejo-lhe boa sorte a partir de amanhã, aplicarei a prova para a turma e já escolhi sua dupla! E Srta. Hansen - Normani a olhou de cima a baixo, apreciando a anatomia externa do esbelto corpo da loira - Gostei dessa sua blusa.

Dinah sorria para a professora que ainda a admirava, até o diretor bater na porta e entrar

-Já está tudo certo com a matrícula de Karla

Kordei sorriu maliciosamente, e Hansen não entendeu, e já estava com ciúmes da nova aluna que nem havia chegado ainda.


Notas Finais


Dinaaaaaah me bjaaaa

Como estamos???

preparados para o baile???


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