História Jump In The Fire - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Metallica
Personagens James Hetfield, Jason Newsted, Kirk Hammett, Lars Ulrich, Personagens Originais
Tags James Hetfield, Jason Newsted, Kirk Hammett, Lars Ulrich, Metallica
Exibições 44
Palavras 1.914
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Postei mais um AHAUHSUH não me aguentei, foi mal. Boa leitura!!!!

Capítulo 5 - A girl like me


Fanfic / Fanfiction Jump In The Fire - Capítulo 5 - A girl like me

POV Kirk

- E então? - perguntei logo que James apareceu no quarto novamente.

- Péssima ideia. Ela me odeia! - respondeu

- Você poderia ter sido um pouco menos intimidador desde o início.

- Hey, eu não fiz nada demais. - pareceu indignado, mas eu o conheço há anos.

- Eu vou lá tentar resolver. Você não sabe lidar com mulheres.

- Isso fere meus sentimentos.

- Que não existem - completei.

Sai de meu quarto, deixando James sozinho, e segui em direção ao de Lizzie. Tento ser o mais sensato possível em algumas situações, claro que não sou nenhum tipo de rapaz politicamente correto, mas a garota acabou de chegar e querendo ou não, é filha de um importante membro da equipe que nos ajudou muito.

Bati na porta três vezes, sem resposta. Eu juro que só iria checar se a porta estava aberta, girando a maçaneta, mas a mesma abriu e eu já estava invadindo um ambiente que não era meu, sem permissão.

- Hm.. Lizzie? - a chamei, mas imaginava que não estava em seu quarto.

- No banheiro. Já vou! - anunciou com um eco presente em sua voz, causado pelo ambiente do banheiro.

O quarto estava uma zona, as malas abertas e boa parte das roupas presentes nelas já se encontravam espalhadas pelo chão, cama, tudo. A garota é um furacão. Não sou nenhum descarado, mas observar peças de roupas íntimas por aí é tentador, mas que diabos? Respeito, Hammett.

- Sim? - a moça de cabelos compridos, escuros e no momento, molhados, saiu do banheiro.

- O James veio aqui, né? - perguntei firme, na intenção de não parecer que observava suas coisas há dois segundos atrás.

- Ah, veio - fechou a cara - Se está aqui por causa do quarto, saiba que não vou ceder nem mesmo se você pedir.

- Tudo bem, tudo bem. Só pensei que talvez eu pudesse conversar melhor, sabe, ele é meio complicado.

- Sim, ele é um idiota.

- Nem tanto, digo, continua sendo, mas quando você conhece ele melhor, sabe que se trata de um idiota gente boa.

- Não estou interessada. - deu de ombros, não foi grossa, mas foi sincera.

- Certo. É uma péssima hora pra conversar? - perguntei. De fato, eu deveria ter entrado e saído em 5 minutos, mas nada melhor do que fazer amizades no meio dos ocorridos. Por quê não?

- Não, eu não ia fazer muita coisa.

- Me fale sobre você… - sentei na única poltrona que havia naquele quarto. Ela fez o mesmo, só que se sentando na cama.

E haviam-se passado 20 minutos, estávamos conversando sobre a vida. Sobre sonhos, conquistas e o passado. Naqueles 20 minutos aprendi muito sobre aquela garota, ela compartilhou a história de sua mãe, seu ódio por seu pai, sua vida após a tragédia e seu futuro. De fato, não era quem eu achava que fosse. Não era aquilo que eu havia ouvido falar desde que Alan começou a trabalhar conosco. A figura de uma menina de 13 anos birrenta, egoísta, brava e implicante não existia, nunca existiu. Lizzie era uma garota de 17 anos, que apesar de durona, era dócil e familiar.

- Foi mesmo engraçado! - disse após um ataque de risadas que tivemos enquanto contava uma de suas aventuras na infância. - Mas e você? Eu estou na turnê da banda e não sei nada sobre vocês!

- Não tem muito o que falar de mim. Eu toco e amo o que faço.

- Isso é bom, sabe, seguir aquilo que gosta e sentir orgulho do que exerce. Não sei se vou ter isso um dia.

- Você disse que gosta muito de fotografias, por quê não tenta?

- Não sei se eu conseguiria sobreviver com isso.

- Bem, eu posso te dar um emprego agora. Fotógrafa oficial da banda! - rimos. Cogitei a ideia, mas não seria muito agradável trabalhar próxima ao pai.

- Você é divertido, Hammett. Achei que me sentiria péssima nessas semanas, mas é legal saber que pelo menos alguém não é um tremendo narcisista ignorante.

- Eu tento - ri fraco. Olhei para o relógio na parede. Droga, já são quase 13h30, como o tempo passou tão rápido? - Eu queria ficar mais, mas tenho que correr pro local do show e começar o ensaio. Você virá mais tarde?

- Sim, eu estou sendo obrigada.

- Certo, hm, tudo bem. Até depois, Lizzie. - e sai pela porta. Corri para meu quarto, que era no mesmo corredor.

- Que demora foi essa? Conseguiu pelo menos? - James aguardava, já pronto.

- Não. Me dê 15 minutos! - disse apressado atropelando tudo o que havia pela frente na tentativa de me arrumar rápido.


O estádio era grande, seria loucura imaginar que em poucas horas ele estaria lotado. Peguei minha guitarra e fui de encontro com os outros dois rapazes, que esperavam já impacientes por nós.

- Onde estavam? - Jason perguntou.

- Kirk resolveu tirar uma folga pra transar com a filha do chefão. - James abriu a boca e minha vontade era de voar em cima dele.

- Porra, a Lizzie? Por quê nessas horas eu não tô presente? Ah, pelo amor de Deus! - Lars apareceu indignado.

- Não aconteceu nada, manés. Será que podemos começar isso logo? - disse e em menos de um minuto o impaciente era eu.

O ensaio então, finalmente, começou.

POV Lizzie

- Posso falar com a chefia, ou você tá ocupado fingindo que trabalha? - disse após a porta se abrir.

- Diga, Louise.

- Se eu vou fazer isso, quero que seja direito. Preciso que me passe as informações sobre os shows, horários e locais, não quero você batendo na minha porta todo dia. E os crachás, consigo pegar por conta própria, só me diga onde.

- São dois shows aqui em Montana, viajaremos novamente depois de amanhã. Eles tem folga de terça e quinta, o resto é viagem ou estadia. Todos os shows acontecem depois das 19h, não há horário específico para todos, mas o de hoje ocorre às 20h.

- Algo mais?

- Os locais, você me acompanha nessa parte, não vou te deixar sozinha pelas ruas, pois te conheço bem. Você vem comigo, o crachá só é possível pegar lá, procure pela Suzy. Pronto? Quer um cafézinho? - Alan estava impaciente.

- Não, só isso. Viu? As vezes conversar que nem gente não mata ninguém - respondi e logo me tratei de sair de lá. Uma pena que não mate.


O local do show dessa vez parecia ser maior do que o anterior, era fenomenal. Adentrei pelas entradas dos fundos, procurando pela tal Suzy. Havia apenas uma pessoa com crachás e folhas nas mãos. A diferença era que não se passava de uma garota ainda bem jovem, assim como eu. Não dou mais de 20 anos para ela. Tinha cabelos curtos e negros, olhos castanhos mas profundos e muito atraente. É claro, ela é como você, só que melhor!

- Ei, é Suzy? - perguntei ao me aproximar. A garota sorriu e assentiu. - Sou Lizzie, é… Louise. Vim buscar minha credencial.

- Louise.. hm.. - disse enquanto vasculhava a lista presente em suas mãos. Sua voz era angelical - Aqui! Louise H. Richard… Ah, claro, como sou tola! Você é a famosa Louise! É uma honra trabalhar com seu pai.

- Imagino - respondi, já conheço esse discurso. Suzy entregou o crachá em minhas mãos. - Você só é responsável por isso? - procurei um assunto, vou ser franca, a única figura feminina próxima à minha idade com quem tive contato foi Nathalie, e bem, ela deve estar bem longe no momento. Não custa fazer uma amizade.

- Sim, sim. Eu checo quem chega e sou responsável para dar VIPs para fãs sortudas, você entende, não é? Eu sou contra, mas os garotos insistem e eles pagam meu salário, então não tenho muita opção.

- Homens - disse aquela palavra que se tornaria minha expressão favorita. Homens, apenas homens, sem explicações. Suzy riu e concordou. - Você parece ser bem nova.

- Eu tenho 19 anos, não é lá muito grande, mas já sei me virar.

- Acho melhor eu entrar antes que me procurem. Gostei de você Suzy, espero te ver lá dentro em alguns minutos.

- Tudo bem, Liz!

E logo me encaminhei por aquele corredor imenso, que é claro, estava contaminado de pessoas trabalhando e correndo de um lado para o outro. Minha melhor amiga, a caixona preta estava lá e bem, logo minhas nádegas estavam em cima da dita cuja. Uma amizade bem íntima, eu diria.

- Você veio! - a voz facilmente conhecida de Kirk logo adentrou o local, ecoando.

- Eu disse que estava sendo obrigada! - rimos.

- Não vai ver o show? Poxa, quero que você comece a gostar de nós.

- Eu estou esperando alguém, mas quem sabe eu não faço um esforço e veja?!

- Ficarei grato! - sorriu. Kirk é encantador e é um excelente novo-amigo, o que é difícil de se encontrar nessa situação.

- Lizzie! - ouvi meu nome sendo dito há poucos metros de nós. Era Suzy. Minha nova futura amiga estava vindo em nossa direção até ser parada por um ser loiro e alto, infelizmente muito reconhecido por mim.

- Suzy é sua companhia? Uau! - Kirk zombou mas minha atenção estava toda nas duas figuras pouco distantes de nós. Observava apenas para notar uma expressão de ódio vinda de Suzy e claro, uma gargalhada irritante de James, por ter feito alguma brincadeira sem graça, como de costume. Eu precisava de outra pessoa para compartilhar minha raiva por esse garoto que nem conheço e já odeio de monte. Mas isso não aconteceu, não havia ódio ou um olhar fervente vindo de nenhum deles. Eram risadas e sorrisos diversos. Mas que diabos?

- Eles são amigos? Se dão bem? Quero dizer, o James consegue não fazer alguém se irritar? - perguntei para Kirk que virou seu olhar para os dois.

- Amigos todos nós somos. A diferença é que graças à James ela tem esse emprego.

- Como assim?

- Suzy é nova e muito atraente. É claro que ele resolveu contratar a garota sem nem estar ciente de sua experiência, que pra ser sincero, não é muito impressionante.

- Posso dizer que não tô surpresa vindo dele. Como conseguiram manter ela aqui?

- Depois que eles começaram a levar a vida de casal, as coisas mudaram. Ele protege ela e ninguém pode dar um piu. Já acostumamos com a ideia, mas ela é só a garota que entrega crachás.

- Vida de casal? Mas que porra?

- Eles namoram. Quer dizer, não é um namoro, eu não sei do que se trata pra ser sincero, mas ela está há quase 6 meses aqui, isso é bastante tempo, então só não é um relacionamento sério porque ele não quer.

- Por quê ele não queria? - Kirk apenas riu.

- Você tem muito do que conhecer a gente ainda. Podemos continuar essa fofoca outra hora, pelo que parece eu tenho um showzinho pra fazer.

- Oh, sim! - notei que eu já havia me esquecido aonde estávamos.

- Eu vou tirar o Romeu dali - apontou para James que nessa altura, agarrava a coitada da minha futura amiga. - Espero que veja o show Liz!

Não só veria o show, como o circo pegar fogo nos próximos dias.


Notas Finais


posto o próximo amanhã! beijocas


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