História Juntos pela Menrtira - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Casamento, Comedia Romantica, Mentiras, Namoro, Namoro De Mentira, Noivado, Original, Romance
Exibições 3
Palavras 2.947
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Acho que nunca postei tão rápido na vida!
Espero que gostem de verdade, façam uma boa leitura!

Capítulo 4 - Capítulo 4 - Ganhando um Bolo!!


Meus saltos bateram contra o piso limpo do HardHouse no ritmo da banda do show ao vivo, meu copo de suco estava na metade e meu tédio nas alturas. Graças a Hugo não cheguei atrasada. Muito pelo contrário, cheguei cinco minutos antes com o maior sorriso no rosto. Arthur estava atrasado vinte minutos, isso não era legal!

 

– São só vinte minutos! –  murmurei olhando para o relógio dourado no meu pulso.


Suspirei, vinte minutos era muita coisa!


– Me desculpe pela demora! 


Levei um susto com a voz cansada quase derrubando meu copo de suco no chão. Arthur parou na frente da cadeira encabulado.

 

– Você veio! – Exclamei animada e surpresa indecisa entre levantar ou não.


Arthur sorriu envergonhado com as mãos no encosto da cadeira indeciso entre sentar ou não.


– Claro que eu iria vir! Marquei com você, não te daria um bolo desses. – Sorriu.


Me senti bem mais aliviada com Arthur sentada a minha frente. Já estava me sentindo não muito confortável sentada sozinha na mesa do bar tomando suco de laranja, parecia um pouco triste, pelo menos para mim.

 

– Minha explicação é extremamente plausível e aceitável. –  se justificou esfregando os dedos nos pulsos.

 

Soltei o ar devagar esperando que ele começasse a história.

 

– Minha irmã mais nova vai se casar, e bem, ela escolheu justamente hoje fazer a degustação dos doces da festa. O noivo dela não pode ir. – Sorriu pensativo. –  E como sou um homem educado e preocupado com o que minha irmã come –  ironizou –  me ofereci para ajudar a escolher o que ficaria melhor na festa. 

 

Então, ele estava comendo esse tempo todo enquanto eu tomava chá de banco?

 

– Só que... –  a voz falhou no mesmo momento em que o rosto ficou vermelho. – Misturei muito doce com salgado, e experimentei uma entrada muito estranha! –  gesticulou com as mãos – Acabei passando um pouco mal, estava com a minha irmã até agora.... Confesso que ainda me sinto um pouco ruim! –  confidenciou com uma risada sem graça.

 

Dor de barriga?


– Arthur, se você ainda está passando mal

 

Arthur me interrompeu com uma risada leve, parecia levemente constrangido.

 

– Eu estou bem, o pior já passou. É só eu não comer algo muito pesado ou exótico! – Sorriu forçado.

 

Nós dois rimos da piada, bem, eu achei que foi uma piada em relação a situação dele desagradável de hoje mais cedo.   


– Que pena, estava pensando em comer uma feijoada caprichada! –  comentei rindo.

 

 Arthur perdeu o ar e ficou branco, o rosto se contorceu.


– Sério? –  quase grunhiu agoniado.

 

Falei merda!


– Não, era brincadeira! Sem feijoada. – Expliquei o mais rápido que consegui.

 

Arthur segurou um suspiro, mas a cor voltou ao rosto bonito, sorrindo com um leve nervosismo ele pegou o cardápio.

 

– Que bom, se não... seria uma noite muito, quero nem pensar nisso! 


Bem, nem eu! Definitivamente eu não queria pensar sobre isso, já me bastava o drama do Hugo na privada, não precisava de um repeteco com Arthur.


– Então você tem uma irmã? –  tentei puxar assunto com a primeira coisa que me veio à mente.

 

Arthur largou o cardápio na mesa, a brancura e a vergonha sumiram do rosto dando lugar a feições gentis de sempre.


– Tenho três irmãs, loucas e lindas! Sou o mais novo e mais mimado. –  respondeu com simpatia. – Você tem irmãos?

 

Sim, eu tenho! Três irmãos grudentos, insuportáveis e carentes! 

 

– Eu sou a mais nova também de três homens e um primo. Minha família não dá muita sorte com mulheres. –  dei de ombros. – Nenhum casado e olha... acho que eles nem pretendem!


– Não? 

 

– Não. Oliver é um recluso, Toni... Toni parece querer ir para a cama com todo mulher viva, mas não assume compromisso de forma alguma e Carlos, acho que ele é o mais normal, mas, pelo que sei ele não tem interesse em se juntar com alguém tão cedo. Mas faz tempo também que eu falo com um dos três. Meu primo então, sumiu no mundo! Acho que é influência dos nossos pais que vivem dizendo que casamento é só dor de cabeça e perca de dinheiro. Bem, com uma visão dessas, ninguém iria querer casar ou se manter casados.

 

Arthur ouviu com interesse sem me interromper, atencioso parecia se divertir com o que eu contava.

 

– Minhas irmãs não queriam se juntar também, mas, as coisas mudaram. Seus pais também são, separados?

 

Bebi um gole de suco para responder, estava meio aguado pela quantidade de gelo que eu botei nele. O Importante é que está gelado!


– É, e bem separados. Nunca vi os dois interagirem com tanta harmonia e tranquilidade. Acho que no fundo eles nunca se amaram. Bem, se for parar para pensar, eles nunca foram muito afetuosos um com o outro. Muito menos ter algo em comum eles tinham. – Minha atenção foi totalmente para meu suco aguado.

 

– Às vezes separar é a melhor opção! –  Arthur suspirou –  E você, quer se casar?


Meus olhos foram do copo para ele, pedras verdes iluminavam o rosto de homem dele. Minha mãe sempre frisou, e muito, o quanto eu não deveria cometer os mesmos erros que ela. Eu queria me casar um dia, mas, também não queria perder a liberdade que a vida de solteira me proporcionava. Se eu fosse me espelhar no casamento de meus pais eu estaria me fadando a vida quase infeliz! De perto, o casamento deles era o que eu mais conhecia, sem superficialidades. Os dois não foram feitos um para o outro. 


 

– Eu... – Suspirei. – Eu não sei. Estou tão bem assim. É como se diz, não se mexe em time que está ganhando. –  sorri. –  Casamento, hoje não é minha preocupação!


Os olhos verdes pareceram perder o foco por um momento, como se tivessem desgostado da notícia e quisessem esquece-la. Realmente essa não seria a resposta certa para dar ao cara que você está afim, eu acho. Mas eu não iria mentir, casar não estava nos meus planos mais recentes!

 

– Talvez eu mude de ideia quando eu me apaixonar. – Suspirei, isso soou... estranho! – Sabe, existem situações que você muda de ideia ou opinião após viver ela ou sentir. Sua irmã mais velha é um bom exemplo.

 

Arthur concordou com a cabeça no mesmo momento em que o celular vibrou no bolso.

 

– Pode atender! –  sorri.

 

Arthur se levantou da mesa se desculpando enquanto tirou o celular do bolso, com passos largo sumiu entre a porta que davam para a sacada. Eu deveria pedir outro suco?

Dois minutos depois Arthur voltou com passos largos praguejando baixo, meio apressado ele se sentou na cadeira parecendo nervoso.


– Você tem duas opções. –  falou nervoso e envergonhado. 

 

Sorri meio que no automático não gostando do fato de eu ter duas opções.

 

– Quais são?

– Eu posso continuar aqui com você. –  Sorriu de canto animado com a ideia. – Ou me libera para resolver um problema com meu cunhado. Particularmente eu gosto da ideia de ficar aqui com você e deixar o Levy se ferrar!


É, essa não era a minha noite!

 

– Levy é o namorado da minha segunda irmã. Ela gosta de um cara que... –  tomou fôlego – Um zero à esquerda!


Que merda!

 

– Sim, eu sei! Que merda mesmo. Eles brigaram outra vez, Emily está com ela tentando apartar mais uma briga deles, mas ela está meio histérica com o casamento e deve estar apavorando a Bianca! Mas nada do que a Emily fala não deixa de ser verdade. Eu iria mais para apartar a situação. Mas posso ficar, tranquilo! –  sorriu de canto.


E agora, liberar o piloto gato e bancar a boa moça ou prender ele e esquecer o fato que ele pode ficar preso na privada como Hugo?

Meu Deus, como estou azeda!

Não tinha muito no que pensar, a resposta certa definitivamente liberar o gato!
 

– Pode ir, suas irmãs estão precisando de você. Nós podemos nos ver outro dia! –  dei de ombros.

 

Arthur não sabia se saia correndo ou se ficava. Se ficava feliz por poder ajudar a irmã ou triste por me deixar. 


– Vai lá, nos esbarramos por ai! –  sorri o encorajando.

 

Ele pareceu triste na iluminação do HardHouse. Tirou o celular do bolso e me entregou.

 

– Seu telefone? Vou te ligar, prometo! –  me garantiu sem tirar os olhos dos meus.


Ele não precisou pedir duas vezes, meus dedos viajaram pela tela sensível do celular nos perspectivo números do meu celular.


– Vou esperar a sua ligação, e, boa sorte!

 

Ele agradeceu com um meio sorriso derrotado, levantou da cadeira quase como um furação e desapareceu pela porta de vidro escura do bar. Minha sorte foi que não pedi outro suco!


 

 

Cheguei no meu apartamento com dois cachorros quentes nas mãos e uma garrafa de suco na outra, minha noite não poderia terminar de uma forma tão deprimente. Não teria meu encontro maravilhoso mas iria dormi satisfeita!

 

Encontrei com Hugo em cima do meu sofá balançando a cabeça no ritmo de Heaven do Bryan Adams enquanto digitava freneticamente no notebook em seu colo. Na minha mesa de centro um pote com salgadinhos intocados e uma garrafa de refrigerante fechada.

 

– Você não tem casa não? –  resmunguei acendendo a luz da sala e botando os dois cachorros quentes na bancada.

 

Hugo tirou os olhos do notebook e me encarou surpreso.

 

– Que horas são? –  perguntou com as sobrancelhas franzidas.

 

Olhei no meu relógio de pulso.

 

– Dez horas. –  resmunguei pegando dois copos do armário. – Quer cachorro quente?

 

Ouvi ele fechar o notebook.

 

– Achei que você estava querendo ser mais saudável? –  veio andando na minha direção.

 

Me virei para ele revirando os olhos.


– Quer ou não? –  resmunguei de mal humor.

 

– Claro! –  sorriu como um lobo faminto.

 

Nos sentamos de frente um para o outro na bancada. Hugo não tirava o olho do cachorro quente.


– Você ia comer os dois sozinhas? 

 

Bem, era uma ideia tentadora, mas, eu não conseguia essa maravilhosa proeza.


– Não, eu sabia que ia te encontrar aqui, aí comprei um para você! –  mordi meu cachorro quente como se isso fosse melhorar minha noite. 


E melhorou um pouco! Só um pouco.

 

– Mas essa garota me ama! –  se vangloriou de boca cheia.


A falta de educação dele me fez rir, tapei a boca para não deixar nada cair e impedir que ele visse a comida mastigada.

 

– Seu nojento, engole para depois falar! –  tentei dar uma bronca, mas minha risada traia o tom quase sério na minha voz. –  Só estou te recompensando pela ajuda!

 

Hugo engoliu a o cachorro quente e fez um som com a garganta chamando minha atenção.

 

– E como foi o encontro? –  perguntou curioso com a boa suja de mostarda e ketchup.

 

Suspirei enquanto passava mostarda no cachorro quente.

 

– Ele se atrasou vinte minutos. –  falei amuada. –  E depois de dez minutos, eu acho, ele teve que sair.

 

Esperei a risada alta e sarcástica de Hugo, mas tudo que ouvi foi o som dele mastigando o cachorro quente com vontade. Sabia que ele estava com fome, Hugo se alimentava como um garoto de dez anos! A base de salgadinho e refrigerante na frente do computador.

 

– Porque ele se atrasou e saiu cedo? –  falou depois de engolir.

 

Suspirei cansada.

 

– Ele teve uma dor de barriga, misturou doce com salgado e umas comidas esquisitas. Ele se ofereceu a ajudar a irmã a escolher o que ia servir na festa de casamento, o cunhado dele não pode ir. - Expliquei encarando o cachorro quente.

 

Hugo fez uma careta ao morder o cachorro quente. Os dois sem se conhecerem já tinham compartilhado a mesma dor. Isso me fez querer rir, e muito.

 

– Coitado do cara! –  resmungou segurando a risada. –  E porque saiu cedo?

 

Mordi o cachorro quente para preencher o buraco de fome que tinha no meu estômago.


– Problema com o cunhado dele. A outra irmã dele parece que está na fase de escolher o cara errado, no momento errado.

 

Hugo ficou quieto prestando atenção em mim, o cachorro quente estava já pela metade.


- Tem certeza que ele não é gay? - Perguntou sério, mas os olhos brilhavam com a malícia escondida.

 

Esse era um dos momentos que eu queria quebrar um prato na cabeça dele, mas me controlei e só joguei o guardanapo usado nele. Hugo se defendeu da melhor maneira que pode sem derrubar nada de dentro do cachorro quente enquanto ria.

 

- Ele não é gay! - Rugi sem paciência.

 

Hugo revirou os olhos.

 

-Como você sabe? Nem conhece o cara direito! Para mim, ele é gay. - Deu de ombros.

 

Respirei fundo para não avançar nele. Hugo sabia ser bem irritante quando queria.

 

-Você diz isso só porque ele ajudou as irmãs dele? 

 

-Digo isso porque ele deixou uma garota como você sozinha em um bar. E ter se atrasado, e muito! Aposto que ele nem te elogiou. - Resmungou fazendo pouco caso da situação.

 

Meu Deus, Hugo sabia ser infantil, Muito infantil quando queria!

 

- Hugo, nada haver! Isso não faz sentido. Sério, agora você viajou bonito. - Respondi roxa de raiva.

 

Hugo largou o cachorro quente no prato e me encarou sério.

 

– E é nessa família problemática que você quer entrar? 


O cachorro quente parou na metade do caminho dele, a pergunta direta congelou meu cérebro por alguns segundos até tudo voltar ao normal. Ninguém falou em entrar em família, eu e Arthur mal tivemos um encontro. 

 

– Vamos com calma, estamos nos conhecendo. –  respondi com uma risada nervosa e frouxa.

 

Hugo pareceu satisfeito com a minha resposta.

 

– Não o conheço direito, trabalhamos juntos, mas não passa de oi e tchau, e mais alguns comentários aleatórios. Achava que ele tinha namorada até ontem! Descobri mais coisas dele em um pouco mais de vinte e quatro horas do que nos seis meses como piloto.

 

Hugo cutucou o cachorro quente, e me encarou sério.

 

– E você pretende fazer o que depois que conhecer ele? –  perguntou seco.

 

Abri a boca e fechei algumas vezes procurando uma resposta boa para dar.

 

– Aí Hugo, eu não sei. Nem sei se ele quer algo, eu também não sei se quero algo! –  respondi deixando a metade do meu cachorro quente no prato. – Eu nem sonhava em me encontrar com ele. Em dois dias muita coisa aconteceu! Você me deixa a pé no aeroporto, você e eu conversamos sobre minha quedinha por ele e no mesmo dia me encontro com o dito cujo, e quando vejo estou correndo na farmácia para comprar remédio para você com um encontro marcado. Dia seguinte, Amanda não me atende e você magicamente aparece como a fada madrinha da Cinderela, me ajuda a ficar gata. E eu meio que levo um cano dele. –  suspirei. –  Ele é gato, legal, parece ser gente boa. Mas, não o conheço. 

 

Hugo suspirou e arrumou a postura. – Mas isso tudo não impede de você ficar caidinha por ele! 

 

– E o que tem? Aquele cara grandão no HardHouse não impediu de você pegar aquela turbinada! –  quase gritei puxando os cabelos. – Eu fiquei feliz quando ele me chamou para sair. Fazia tempo que eu tinha um encontro! 

 

– Você precisa descansar! –  Hugo resmungou antes de voltar a comer.


Talvez ele tinha razão, eu precisava descansar.

 

– Sabe do que eu realmente preciso? –  murmurei encarando o cachorro quente.

– Do que? –  perguntou, mas no fundo Hugo já sabia o que eu ia falar.


– Daquela sua massagem que só você sabe fazer!

 

Sobre a luz da sala e da cozinha o sorriso de Hugo se tornou tão carinhoso e bonito que de uma forma delicada que me aqueceu por dentro. 

 

– Pensarei no seu caso. – Falou soberbo com o cachorro quente na boca.

 

 

As mãos quentes e macias de Hugo viajavam por toda a extensão de minhas coluna e pescoço. Não era sempre que ele se dispunha a fazer massagem em mim, mas quando fazia... parecia que todo o peso, todos os problemas e dores sumiam. 

 

-Vou começar a achar que você está tendo pensamentos eróticos comigo se continuar a gemer desse jeito! - Hugo resmungou com os lábios colados na minha orelha enviando pequenos arrepios por minha coluna.

 

Se eu não estivesse tão concentrada e gostando tanto da massagem teria retrucado na hora!

 

-Ou eu sou muito bom nisso. - Os dedos dele desceram pela minha coluna provocando ondas de arrepios na minha pele nua. - Ou sou muito gostoso a ponto de você não se aguentar. - Riu de leve, a risada de garoto ressoava pelo quarto, agradável de se ouvir.

 

-Você meio que se aproveita da situação para inflar o seu ego enorme! -Murmurei sentindo meu corpo flutuar em cima do colchão. 


Ouvi outra vez a risada dele, ela me incitava a rir junto, mas, me sentia tão letárgica.


- O mundo é dos fortes Ágata! Isso não é segredo para ninguém. - Resmungou com humor na voz. - Sei que você me acha um deus grego e usa o piloto como pretexto para me esquecer!
 

Ego inflado era pouco. Hugo tinha uma mente muito fértil! 

 

- Para de falar merda. - Resmunguei com a cara no travesseiro.


A mão grande e quente massageava meu romboide maior com maestria, era nesses momentos que eu ficava feliz por Hugo ser solteiro e não conseguir se enganchar com alguém. Sua risada soou perto de meus ouvidos, suas mãos deixaram minhas costas. Minha pele se arrepiou com o frio repentino. O colchão cedeu um pouco por causa do peso dele. 

 

- Só falo isso porque você se diverte com o que falo. Você sabe disso! - Murmurou enquanto mexia no meu cabelo, o polegar dele acariciava levemente minha têmpora.

 

-O que houve com você moço? - Cutuquei as costelas dele. - Está todo, derretido!

 

Hugo sorriu para mim, um sorriso cansado e mexeu os ombros.

-Acho que é o sono ou o remédio que você me deu! 


Sorri de canto.


-Ou é a carência falando alto! - Zombei.


- É mais provável que seja isso! - Hugo resmungou rindo.


Bem provável que seja isso mesmo. 

 

 

 


Notas Finais


Queridos e queridas críticas, dicas, dúvidas é só escreverem para euzinha que respondo de coração! ♥


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