História Juntos Pelo Acaso - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens Show Nu, Won Ho
Visualizações 82
Palavras 2.384
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Capítulo 14


Fanfic / Fanfiction Juntos Pelo Acaso - Capítulo 14 - Capítulo 14

*Você está aqui

*Estou

*porque?

*Ana


amanda colocou a mão em meu ombro e dei um pulo , o feitiço se rompendo. 

Ela lançou um olhar rápido para Wonho em seguida seu rosto se retorceu em desgosto


*Que merda ele está fazendo aqui? 

*Esta tudo bem


O olhar dela passou de Wonho pra mim, ela não parecia muito convencida.


*Amanda, por favor


apertei os dedos dela, assenti, depois de un segundo, ela se voltou para Jo, que encarava Wonho com descrença franca, e uma dose saudável de admiração. 

Aquele visual novo dele era incrível, ele estava loiro, parecia um anjo, embora eu sentisse um pouco de falta do cabelos negros ele estava absolutamente Maravilhoso, embora estivesse de boné e óculos para disfarçar


Empurrei a multidão, querendo sair dali, eu sabia que ele me seguiria. 

Claro que sim, não era nenhum acaso ele estar ali, apesar de eu não fazer idéia de como ele me encontrara.

Eu precisava me afastar daquele calor e daquele barulho para poder pensar com clareza. 

Ali estava tudo que eu precisava, uma grande porta preta que levava pra um beco. 

Ar noturno e fresco. 

Algumas poucas estrelas valentes reduziam acima, a não ser por isso, ali estava escuro e úmido por causa da chuva de verão recente.

Era horrível, sujo e detestável, Um local adequado.


A porta se fechou atrás de Wonho, ele me encaro com as mãos nos quadris, abriu a boca pra começar a falar, mas nada aconteceu. 

Eu sai do meu transe. 


*Por que está aqui, Wonho? 

*Precisamos conversar

*Não, não precisamos


Ele esfregou a boca


*Por favor, tenho algumas coisas que preciso dizer

*Tarde demais


Olhar pra ele reaviveu minha dor.

Era como se as feridas estivessem pairando logo abaixo da superfície, esperando para ressurgir. 


No entanto não conseguia deixar de olhar pra ele.


Partes de mim estavam desesperadas por vê-lo, por ouvi-lo.

Meu coração e minha cabeça estavam destroçados, Wonho também não me parecia muito bem, parecia cansado. 

Havia sombras sobre seus olhos e ele parecia um tanto pálido, mesmo naquela parca iluminação. 


Ele oscilou o peso nos calcanhares



*Ana, quando a Hyuna...


*Ei 


Ergui a mão, recuperando um passo.


*Não


a boca dele se curvou nos cantos


*Temos que conversar

*Temos?

*Sim.

*Por que você agora resolveu que está pronto? Vá se ferrar, Wonho.

Já faz um mês, trinta dias sem nenhuma palavra, sinto muito, mas, não.

*Eu queria ter certeza de estar vindo pelos motivos certos. 

*Eu nem sei o que isso quer dizer. 

*Ana

*Não


Balancei a cabeça, a mágoa e a fúria me impulsionando. 

Por isso eu também o empurrei, fazendo-o recuar um passo, ele bateu na parede e eu não tinha mais pra onde ir com ele, mas isso não me deteve.

Fui empurrá-lo mais uma vez e ele me segurou pelas mãos


*Calma

*Não! 


Suas mãos circundaram meus pulsos, ele cerrou os dentes travando o maxilar, cheguei a ouvir, impressionante que ele não tivesse quebrado nada


*Não, o quê? Não quer falar

agora? O quê? O que você quer dizer?

*Digo não a tudo e qualquer coisa relacionada a você. 


Minhas palavras ecoaram pelo beco estreito, os lados

dos edifícios, até que esvaziou no céu noturno indiferente. 


*Nós terminamos, lembra? Você não precisa de mim. 

Eu não sou nada para você. Você mesmo disse isso.



*Eu estava errado. Porra, Ana Acalme-se. Me ouça.

*Me solta.

*Sinto muito. Mas não é o que você pensa.

Sem opções, o encarei


*Você não tem o direito de estar aqui. Você mentiu para mim. Você me traiu.

*Amor

*Não se atreva a me chamar assim. Eu gritei.

*Eu sinto muito. 

Seu olhar vagou pelo meu rosto, em busca de sentido talvez. Ele estava sem sorte. 


*Eu sinto muito.

*Pare.

*Sinto muito. Sinto muito. 


E ele repetiu e repetiu, entoando a mais inútil das palavras de todos os tempos

Eu tinha que parar com aquilo. Calá-lo antes que ele me

deixasse louca. 


Esmague minha boca à dele, parando a ladainha inútil. 

Ele gemeu e retribuiu o beijo,

machucando meus lábios, me machucando. 

Mas eu também o machuquei. A dor ajudou. Eu empurrei minha língua em sua boca, tomando o que era para ser meu. 

Naquele momento eu o odiava e o amava. Não parecia haver nenhuma diferença.

Minhas mãos foram libertadas e as enrosquei atrás da nuca dele. 

Ele nos virou, me colocando de costas para a parede de tijolos áspera. 

Seu toque queimava minha

pele até atingir meus ossos. Tudo aconteceu tão rápido, não houve tempo para pensar na sensatez daquilo. 

Ele subiu meu vestido e rasgou minha calcinha, ela não teve a menor chance. 

O fresco da noite e o calor das suas palmas resvalaram minhas coxas


*Senti demais a sua falta. 

*Wonho



Ele abaixou o zíper e puxou a frente da calça pra baixo

Em seguida ele ergueu minha perna, levantando-a até seu

quadril. 

Minhas mãos se agarraram ao seu pescoço. 

Acho que eu tentava escalá-lo. Não houve muita reflexão a respeito

Apenas a necessidade de me aproximar fisicamente o quanto fosse possível. 

Ele mordiscou meus lábios, assolando minha boca em um beijo duro. 

Seu pênis me pressionou, entrando devagar em mim 

A sensação dele me preenchendo fez a minha cabeça girar. 

Uma leve dor enquanto ele me alargava. 

Sua outra mão deslizou por baixo da minha bunda, então ele me levantou, penetrado assim totalmente, e me fazendo gemer. 

Abracei-o com as pernas e segurei-o com força. 

Ele me estocou sem nenhuma sutileza. 

A violência combinou com nossos ânimos.

Minhas unhas se enterraram em seu pescoço, meus

calcanhares bateram em suas nádegas.

Seus dentes cravaram forte meu pescoço. 

A dor foi perfeita.


*Mais forte. arfei

*Pode deixar



Os tijolos ásperos arranhavam minhas costas, puxando

os fios do meu vestido. 

As estocadas firmes de seu pênis me tiravam o fôlego. Agarrei-me com força, tentando saboreá-lo e a tensão crecia dentro de mim.

Era tudo demais e pouco ao mesmo tempo. 

Pensar que esta poderia

ser nossa última vez, uma união furiosa como aquela... 

Quis chorar, mas eu não tinha mais lágrimas. Seus dedos cravaram em minha bunda, marcando minha carne. 

A pressão dentro de

mim crescia mais e mais. 

Ele mudou o ângulo com sutileza, atingindo meu clitóris, e eu gozei com força, os braços em volta de sua cabeça, meu rosto apoiado ao dele. 

Meu corpo inteiro estremeceu e tremeu.

*Ana 

Ele grunhio enterrando-se em mim,

esvaziando-se dentro de mim.

Todos os músculos do meu corpo se liquifizeram.

só o que me restava fazer era continuar agarrada a ele.


*Tudo bem, Amor.

Vai ficar tudo bem, eu prometo. Vou dar um jeito.


*C-coloque no chão.


Seus ombros subiam e desciam em uma respiração

dura e cuidadosamente ele fez isso. 

Rapidamente abaixei a saia do vestido, ajeitando-me. 

Como se isso fosse possível. 


Aquela situação estava fora de controle. Sem alarde ele subiu o jeans e se tornou apresentável. 


Olhei para todas as partes, menos pra ele. Um beco.

Puxa vida 


*Você está bem


Seus dedos me acariciaram no rosto, ajeitando o meu cabelo pra trás. 

Até eu apoiar a mão

em seu peito, forçando um passo para trás. Bem, não forçando exatamente.

Ele escolheu por me dar o meu espaço pessoal.


*Eu... hum. 

Lambi meus lábios e tentei

novamente. 

*Eu preciso ir para casa.


*Vamos, vou chamar um táxi.

*Não. Sinto muito. Eu sei que eu comecei isso. Mas...

Eu balancei a cabeça.

Wonho deixou a dele perder

*Isso foi um adeus.

*Foi merda nenhuma, você nem tente me dizer isso.

Seu dedo deslizou debaixo do meu queixo, me fazendo olhar

para ele. 

*Não terminamos, entendeu? Nem droga nenhuma perto disso. Novo plano. Eu não vou deixar Portland até

nós termos conversando. 

Eu prometo.

*Hoje não.

*Não. Não esta noite. Amanhã, então?


Abri a boca, mas nada saiu.

Eu não tinha ideia

do que eu queria dizer. 

Minhas unhas se enterraram na lateral do vestido. 

O que eu queria nesses dias

era um mistério até mesmo para mim. 

Parar de sofrer seria legal.

Remover todas as lembranças dele do meu coração e da minha cabeça, conseguir respirar direito.


*Amanhã. repetiu ele

*Não sei


Agora eu me sentia cansada, encarando-o.

Eu seria capaz de dormir por um ano.

Meus ombros penderam e meu cérebro ficou inerte.


Ele apenas ficou me encarando, com olhos intensos


*Ok..


Onde isso nós deixava, eu não fazia ideia.

Mas assenti como se algo tivesse sido decidido


*Bom


Meus músculos ainda tremiam, sêmen escorria pelas minhas pernas. Merda. 

Tivemos aquela conversa, mas as coisas tinham sido diferentes então


*Wonho, no último mês, você fez sexo seguro, certo?

*Não tem com o que se preocupar

*Bom


Ele avançou um passo na minha direção


*No que me diz respeito, ainda somos namorados, então, não Ana, não andei transando por aí


Eu não tinha nada. Meus joelhos vacilaram.

Provavelmente devido à ação que acabáramos de ter. 

Alívio por ele não tomar as fãs como uma vingança depois de termos rompido, por certo, não podia ter parte disso.

Eu não queria pensar em Hyuna, aquele monstro marinho cheio de tentáculos


O Sexo confuso. O amor era muito pior. 


Um de nós tinha que sair dali. Ele não fez menção de ir, então eu mesma saí, recuando para a boate para encontrar Amanda e Jo. 

Eu precisava de uma calcinha nova e de um transplante de coração. 

Precisava ir para casa. 

Ele me seguiu, abrindo a porta. A batida pesada da

música soou noite afora.


Apressei-me para o banheiro feminino e me tranquei em uma divisória para me limpar. Quando saí para lavar as mãos, olhar no espelho foi difícil. 

A luz fluorescente berrante não me favoreceu em nada. Meus cabelos loiros estavam revoltos ao redor da cabeça, um emaranhado graças às mãos de Wonho. 

Meus olhos estavam arregalados e

feridos. Eu parecia aterrorizada, mas pelo quê eu não sabia dizer.

Além disso, tinha a mãe de todos os chupões formando no meu pescoço. Inferno.

Duas meninas entraram, rindo e lançando olhares cobiçados por sobre seus ombros. 

Antes que a porta se

fechasse, captei um vislumbre de Wonho encostado na parede oposta, esperando, olhando para suas botas. 

A conversa animada das meninas era irritantemente alta. 

Mas elas não fizeram nenhuma menção do nome dele. 

O disfarce de Wonho estava seguro.

Com os braços ao redor do corpo, fui ao seu encontro.


*Pronta pra ir?

*Sim


Voltamos para o salão principal da boate, desviando dos dançarinos e bêbados, procurando Amanda e Jo. 

Elas estavam no limiar da pista de dança, conversando. Amanda tinha o rosto mal humorado.

Ela me avaliou e uma sobrancelha se ergueu 


*Tá de brincadeira?

*Obrigado por me trazerem, amigas, mas eu vou voltar para casa. 

Eu disse, ignorando o olhar aguçado.

*Com ele? 

Ela apontou o queixo na direção de Wonho que

pairava atrás dos meus ombro.

Jo deu um passo a frente, envolvendo-me em seus

braços. 

*Ignore-a. Faça o que for melhor para você.

*Obrigada.


Amanda revirou os olhos e a imitou, me abraçando. 

*Ele a magoou tanto....

*Eu sei. 

Meus olhos se encheram de lágrimas. Altamente inútil.

*Obrigada por me convidar para sair.


Eu poderia apostar todo o meu dinheiro como Amanda

estava fritando Wonho com os olhos por cima dos meus ombro.

Quase senti pena dele. Quase.


Saímos da boate quando uma de suas músicas começou a tocar. 

Havia inúmeros gritos

de "Monbabes!" 

A voz de Kihyun ronronou a letra: Você é como uma estrela de quadrinhos

Não importa o quanto eu olhe, você é irreal"

Wonho abaixou a cabeça e nos apressamos em sair. 

Lá fora, ao ar livre, a música não era mais do que a distante batida.

Fiquei lançando olhares de soslaio, verificando se ele estava realmente lá e não era apenas fruto da minha imaginação. 

Tantas vezes sonhei que ele tinha vindo me procurar. 

E todas as vezes eu acordei sozinha, o rosto banhado por lágrimas

Agora ele estava ali, e eu não podia arriscar. 

Se ele me despedaçasse de novo, eu não estava convencida de que iria

conseguir superar uma segunda vez. 

Meu coração talvez não conseguisse. 

Por isso, eu fiz o meu melhor para manter minha boca e minha mente fechada.

Ainda era relativamente cedo e não havia muitas pessoas do lado de fora. 

Estendi minha mão na direção do tráfego afluente e um táxi parou logo em seguida. 

Wonho segurou a porta para mim.

Entrei sem dizer nada.


*Vou levá-la em casa. 

Ele entrou atrás de mim e escorreguei pelo banco, surpresa.


*Não precisa

*Eu Quero Okay, preciso fazer pelo menos isso, portanto...

*Tudo bem

*Para onde ? O taxista perguntou, lançando-nos um olhar desinteressado pelo retrovisor


Wonho informou meu endereço sem piscar, o táxi voltou para o movimento da rua, ele deveria ter conseguido meu endereço com Sam, mas quanto ao resto. ..


Lauren. ... 

suspirei, afundando no banco. 

Claro, foi assim que você conseguiu saber onde me encontrar. 


Ele fez uma careta.


*Falei com Lauren, olha aqui, não fica brava com ela, precisei me esforçar para convencê-la.


*Certo


Estou falando sério. 

Ela me falou um monte por ter

estragado tudo com você, gritou comigo por meia hora. Por favor, não fique brava com ela.

Cerrei os dentes e fiquei olhando pela janela. 

Até seus dedos escorregarem entre os meus. 

Puxei a mão.

*Você me deixa penetrá-la, mas não me deixar segurar sua mão? 

Ele sussurrou, com o rosto

triste sobre a luz pálida dos carros que passavam e dos

postes na rua.


Estava na ponta da língua dizer que aquilo foi um acidente. 

Que o que tinha aconteceu foi um erro. 

Mas eu não conseguiria. 

Eu sabia o quanto aquilo o

magoaria. 

Ficamos nos fitando, minha boca aberta, mas meu cérebro absolutamente inútil.


*Senti tanto sua falta, você

não tem ideia.

*Pare.


Seus lábios se fecharam, mas ele não desviou o olhar. 

Fiquei ali, sentada, presa em seu olhar.  

Ele parecia tão diferente, 

Familiar, mas desconhecido. Não demorou muito para chegar em casa mas

pareceu durar uma eternidade. O táxi parou diante do prédio antigo e o taxista nos deu um olhar impaciente por sobre o ombro.

Abri a porta do carro, pronta para sair, mas hesitante ao mesmo tempo. 

Meu pé pairou no ar sobre a calçada.

*Francamente, pensei que nunca mais iria te ver.

*Ei. 

Ele disse, esticando o braço ao longo do encosto do banco. Seus dedos vieram na minha direção, mas pararam pouco antes de fazer contato.

*Você vai me ver de

novo. Amanhã.

Eu não sabia o que dizer.

*Amanhã. 

Ele repetiu, a voz determinada. *Não sei se vai fazer alguma diferença.


Ele ergueu o queixo, inalando profundamente


*Sei que estraguei as coisas entre nós, mas vou consertar.

Só não decida nada ainda, tá bem? Me dê isso ao menos


Assenti de leve e me apressei pra fora em pernas instáveis.

Depois que me tranquei do lado de dentro, o taxi se afastou, os faróis sumindo através do vidro fosco da porta da frente do prédio.


Que diabos eu deveria fazer agora?




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