História Juntos pelo acaso - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Amor De Uma Vida, Drama, Fbi, Ficção, Lutas, Policial, Romance, Sedução, Traição
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Palavras 1.811
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - A casa


Fanfic / Fanfiction Juntos pelo acaso - Capítulo 8 - A casa

-a mamãe está bem?-pergunto a Laura por enquanto que conversamos por celular.

 -sim.Quando ela chegar eu aviso que você ligou.Eu preciso ir… 

-ei, calma.você mal falou comigo e já vai desligar-resmungo comendo  batata frita. 

-eu tenho algumas coisas importante pra fazer.

 -falar com a sua irmã não é tão importante assim?Não tem mais tempo pra mim?

Ele fica em silêncio e até penso que desligou, mas logo ouço seu suspiro.

 -se tem alguém aqui que ficou sem tempo, foi você.beijos-desliga na minha cara sem ao menos me deixar dar tchau. 

Fico encarando o meu celular por um tempo até que aceito a ideia de Lara não está querendo falar comigo e está revoltada por ter me mudado e deixado ela e mamãe em nova York.Foi uma questão de segurança para ambos e ela sabe mais do que qualquer outra pessoa como eu sofri. 

-o que houve?-Ashley se senta a mesa com uma bandeja. 

-o que?-como as minhas batatas fritas. 

-por que essa cara de quem comeu e não gostou ?

 -nada demais-guardo meu celular no bolso. 

-você é uma péssima mentirosa e devia saber disso-começa a comer o seu hambúrguer. 

 Ignoro o seu comentário e apenas como a minha batata. 

-vamos lá, precisamos nos conhecer melhor.tipo "amigas"...

 Eu quase me engasgo com a batata ao escutar Ashley falar "tipo amigas". 

-você quer ser minha amiga?-Frazo a testa, pois eu nunca pensei que Ashley fosse  falar isso. 

-não quando eu te vi pela primeira vez-ela bebi um pouco do seu suco. 

Apenas Rio. 

-mesmo você me irritando com esse seu jeitinho impulsivo e de querer ser sempre a heroína, eu gosto de você. 

-obrigado-olho para os lados comendo a minha batata.

 -não me agradeça…ainda você me irrita.

 -sincera você, em. 

Ela apenas sorri e termina de comer o almoço.

 -qual é o seu status de relacionamento? 

Me surpreendo com a pergunta e então mordo os lábios. 

-por que ? Está interessante em me pegar-brinco.

 -não que você seja feia.na verdade você é bem bonita e tem um corpo muito bonito...se eu fosse um dos agentes daqui com certeza tentaria algo com você, mas…

 -puxa, obrigado pelo elogio e se quiser meu número  baby é só falar-brinco.

 -pena que eu curto homens-dar uma piscadela.

 Ficamos na mesa conversando por longos minutos e rindo das histórias de Ashley até que precisei voltar ao trabalho.

Por meio de denúncias descobrir uma casa que possivelmente seria do cretino que fez aquilo com Beatriz e com outras garotas.Depois de convencer Vitor consegui a permissão de ir até  a casa já que o suspeito  não estava.

*********************

/A CASA DO SUSPEITO/

17:30

      Pego o táxi que  deixou próximo no local.

O suspeito mora praticamente no meio do Mato.é uma região  onde há muitas fazendas e matagal ao redor.

Faço praticamente uma longa caminhada até encontrar a Fazenda velha e escondida das demais.

Entro na velha casa com muita cautela, pois não sei se ela está vazia. caminho pela sala de estar escura e cheia de coisas acumuladas.O carpete cheira a Formol e alguns moveis foram limpos com álcool.

Tiro a minha pequena lanterna do bolso  e ilumino o carpete. Noto que está úmido. É como se ele tivesse lavado o carpete alguma a horas antes da minha chegada. 

Um barulho surge do segundo andar e rapidamente me deixa alerta, pois alguém pode estar na casa. Caminho pela velha sala até que chego em um corredor cheio de espelhos e no final dele uma escada de ferro que dá acesso ao segundo.Um dos espelhos  há uma marca de sangue.pego um dos lenços que tenho guardado no bolso da minha jaqueta e coleto o sangue com cuidado.Ao colocar em um saco para depois identificar essa amostra de sangue volto a caminhar até a escada. Ao subir me deparo com outro corredor, porém esse é bem pequeno e há apenas duas portas.ao tentar abrir a primeira porta...ela está trancada, passo para a outra porta e que estar aberta. Entro em um quarto, mal iluminado como todos os outros cômodos da casa.A única fonte de luz é minha lanterna e a luz do poste que entra pela janela. Não há nada demais no quarto apenas móveis velhos e empoeirados.Abro a porta do guarda roupa e para minha surpresa é usado como depósito onde se tem muitos potinhos com várias partes e membros de pessoas.estão tudo mergulhados no álcool.aAo ver faz meu estômago embrulhar.Tiro meu celular do bolso e fotógrafo esse armário para mandar para Julien como prova e ver que encontramos a casa do monstro. 

Logo saio do quarto e descubro que a casa tem sotão.Ao descer a escada de madeira subo com cuidado, pois ela já estar velha.ao entrar o cheiro de formol é forte.o chão de madeira em algumas partes já havia sido comido por cupins.há um grande painel que mal consigo enxergar o que tem nele.então ligo a minha lanterna e o ilumino.para minha surpresa há inúmeras fotos de crianças e adolescentes.É doente como esse painel foi montado.há linhas vermelhas trilhando estratégias e as opções de morte.Tiro foto e mando para Julien.

Ao caminhar pelo local encontro ferramentas, bisturis, tesouras, correntes, facas de vários tamanho, agulhas e inúmeras coisas da qual o sujeito desumano usa para machucar essas crianças e adolescentes.

 Em um canto há uma maca hospitalar onde provavelmente ele prende as vítimas e as torturas.mando mais foto e então quando vou ligar para Julien algo se mexe no armário e de repente um gato enorme rosna e sair correndo pela janela.não vou negar que meu coração quase deu um mortal dentro do meu peito.

 -Katherine?-Julien diz ao atender o telefone. 

-oi, recebeu as fotos?-sussuro. 

-sim.agora liga a escuta que te dei.

 -ok-tiro a escuta do bolso e coloco no ouvido.ligo ao desligar o telefone, pois preciso manter contato. 

Guardo meu celular e começo a vasculhar a sala a procurar de mais provas.Julien me fez usar uma pequena câmera na jaqueta assim  ela pode acompanhar tudo.E qualquer coisas colocamos um drone ao redor da casa e também um sensor de movimentos. Ao sair daquele cômodo horrível que me dar raiva desse sujeito fazer isso com as pobres crianças. 

-Katherine, você precisa sair dessa casa.

 -eu preciso só abrir uma porta que está trancada.

 -não kathetine! Saia dai agora-Julien parece aflita. 

-Katherine, isso é uma ordem. saía daí!-a voz de Vitor aparece. 

Concordo e então guardo a escada do sotão.caminho pelo corredor para sair da casa, porém quando estou me aproximando da escada a porta da frente se abre e alguém entra.

 -o papai trouxe comida pra você-uma voz masculina surge. 

É ele ! 

Meu coração gela, pois não tenho como sair da casa e preciso me esconder em algum lugar. 

-ele chegou-sussuro para Julien.

 -se esconda agora! 

Droga! 

Com passos cautelosos vou andando para trás, pois o chão de madeira ruidos a cada passo que dou e eu sei que esse barulho vai chamar atenção.

 Se eu puxar a escada vai fazer barulho e então óbito por me esconder no quarto.Abro a porta e entro o mais rápido que posso.pretendia me esconder embaixo da cama, porém ela é baixa demais. o armário é o único lugar que me resta.

 -eu não acredito nisso-resmungo ao entrar no guarda roupa cheio de partes humanas.

 -deve está uma delícia aí dentro-Julien ri para quebrar o gelo.

 -engraçadinha. 

Então passos começam a surgir e a madeira a fazer barulho.Ele está se aproximando e eu não posso fazer nada a não ser tentar me manter em segurança por enquanto que Vitor não chega.a vontade que eu tenho é de matar esse cara, mas tenho que seguir as ordem para não me prejudicar. 

A porta do quarto se abre e ele entra, posso ver pelas brechas do armário.Caminha pelo quarto. tira o relógio e o velho boné de basebol/beisebol/.Ele se senta na cama para tirar a bota, mas ao escutar o barulho que faço sem querer olha em direção o armário e se aproxima com cautela.Coloco a mão no meu code para sacar a minha arma.não vou pensar duas vezes para disparar o gatilho. 

O sujeito fica parada por um momento e então sai do quarto batendo a porta quando um grito de menina sai de algum cômodo da casa. 

Respiro aliviada e saio do armário, pois está embrulhando meu estômago.

 -Katherine, é bom você sair daí.-rosna Julien. 

Ligo a minha lanterna. Ao descer as escadas com cautela percebo que um dos cômodos tem uma luz acessa. Caminho de volta pelo corredor cheio de espelho e sinto aquele gato passar por minhas pernas. 

-você sabe que é feio entrar na casa dos outros sem permissão-olho para a cozinha e o cretino está me olhando com os braços cruzados.

-puxa, eu esqueci a educação em casa-dou um sorriso irônico.

-deixe-me ver...mais uma daquelas agentes chatas e patéticas entrando onde não é chamada-brinca com uma faca.

-e você é um daquele doentes que odeia mulheres, porém pega as mais fracas para tortura e mata-las.você é vazio e controlador.tem algumas características de psicopata.-ando pela sala-ah, lembrando que a sua pobre mãe bêbada chamada Marieta ia odiar ver o que o filho se tornou.

-não abra a boca para falar dela!-grita lançando a faca em minha direção, mas sou rápida e desvio virando um soco de direita e outro de esquerda no rosto dele.

Então comemos uma luta corporal.

-eu ia adorar conhecer a sua irmãzinha-sussurra com um sorriso diabólico.

Congelo. 

 como esse cretino sabe que tenho irmã???

-você não foi convidade-me joga contra a armário da cozinha.

 Ao atingir o armário meu corpo é lançando contra o chão por enquanto que pequenos estilhaços de vidro me atingi. 

Israel sem rodeio tenta me ferir no abdômen com uma faca da qual carregava com ele.por sorte me esquivei e ao girar atingir um dos seus joelhos na tentativa de coloca-lo para o chão, mad ele se mantém  de pé é um homem treinado pelo que pude perceber então saberia se proteger dos meus ataques. 

Lutamos por todos os cômodos da casa.consegui feri-lo com socos e murros.Israel era um homem covarde e fugil de mim várias vezes.Ele correu para fora da casa em direção um celeiro.

Girei a maçaneta da porta do celeiro por várias vezes, mas parecia que algo estava atrapalhando.Joguei meu peso contra ela por um e duas vezes nada aconteceu.segunda tentativa, bati o quadril com força, mas foi inútil.Então a solução foi usar o pé, dei uma pesada violenta na porta e ela arrombou. 

Senti minhas Costa bater contra o chão  e um gemido sai da minha boca. olhos furiosos sobre mim e pele suada.suas mãos agarraram meu pescoço e começou a me estrangular. dei duas joelhadas nele e a joguei para o lado.no momento que peguei minha faca no cortuno ele pulou de volta em mim.então minha única reção golpear com a faca o seu abdômen.sangue espirrou em mim.Seu corpo caiu ao lado do meu sem vida.Fiquei por alguns lentos segundos deitada na mesma posição encarando o teto. fechei os olhos e abri . 

-Socorro.



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