História Juntos pelo perigo - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Guns N' Roses
Visualizações 68
Palavras 1.806
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpem o enooooooooooorme atraso, acontece que a minha internet foi para a puta que pariu e só veio hoje. Enfim, vou continuar a postar de 2 em 2 dias. Nesse tempo eu escrevi um montão de caps, tanto que já estou a escrever o cap 32 kkkk Sendo que a fic terá 40! Bom, eu particularmente gostei desse capitulo, espero que vcs também :D
Boa leitura:

Capítulo 18 - Beginning


Depois do meu banho, vesti uma roupa confortável e fui direta para a boate junto com todos os outros. Pelo caminho decidimos não falar de Jake e o que poderia vir a acontecer.
-E então… fizeram muito sexo? –Slash perguntou e foi impossível deixar-mos de rir, a naturalidade dele sempre era algo que nos divertia.
-SLASH!! –Savannah gritou.
-Quê? Não é como se fossem inocentes. –Barbie
Eu sentia como se a Barbie não fosse mais a mesma, algo estava realmente diferente nela e isso assustava-me. Ela sempre foi doce e até ingénua, mas a nova Barbie está arrogante e desconfiada. Talvez perder a Angela tenha-lhe feito realmente mal, afinal elas eram as melhores amigas desde muito pequenas. Seria como eu perder a Savannah…

-E o que vocês fizeram aqui em Manhattan? –perguntei
-Nós viajámos até ao canada durante uma semana. –Izzy
-Mas aí recebemos a informação que Jake tinha chegado. –Barbie
-E porque não me avisaram imediatamente?
-Estavas de férias e pensámos que poderíamos resolver isso. –Slash
-Mas o que fizemos foi piorar tudo. –Savannah

O silêncio se instalou e um tempo depois chegámos à boate. Eu não estava assim com tanto medo quanto isso, talvez eu devesse estar tremendo, mas não estou. O nosso pior inimigo somos nós mesmos, eu só precisaria de ter cuidado.
Assim que chegámos à boate as meninas e seguranças que estavam a trabalhar acenaram e foi possível ver um pequeno sorriso em cada um deles. Acho que se sentiam mais seguros comigo de novo em Manhattan. Subi para o meu escritório e sentei na minha cadeira, enquanto cada um deles puxou uma cadeira em volta da minha mesa.
-Temos algum plano? –Michelle
-Sim e eu preciso da vossa ajuda para isso… -Falei e todos me olharam especulativos, bufei e tentei organizar as minhas ideias. –Primeiro, ele deve estar a procurar algo que nos incrimine por causa do tráfico, essa é a primeira coisa que não podemos fazer agora. Esqueçam o tráfico por uns tempos…
-Mas e como vamos impedir que ele não encontre informação? –Michelle
-Pagando aos policias corruptos. Eles ganham uma minoria para aquilo que trabalham… -concluí
-Pagaremos a todos da costa este? –Savannah
-Sim.
-Mas isso é insano. Serão gastos milhares de dólares… -Michelle
-Não! Pagaremos agora e no entretanto tratamos de conseguir o que eles têm contra nós. –Barbie
-Tá bom e mais? –Savannah
-Que mais? –perguntei
-Esqueceu que ele está atrás de nós? –Michelle
-Isso é todo o plano que tenho até agora. Tratem de conseguir se encontrar com esses policiais.

E assim foi, eles saíram do escritório e foram para as suas respetivas casas me deixando a tomar conta dos lucros e prejuízos da boate. Um trabalho que ninguém gostava de ver ou fazer. Chamei a gerente ao meu escritório, eu estava decidida a dar um melhoramento na boate. Apesar do design de agora ser bastante bonito, eu deveria mostrar algo diferente. Quando ela chegou ao meu escritório, vinha com cara de caso, provavelmente pensando que lhe iria dizer que fez algo de errado.
-Senta. –Pedi assim que a vi parada na porta, me olhando.
-Olhe, eu quero esclarecer que não aconteceu nada de errado na sua ausência…
-Tudo bem, não é sobre isso que eu quero falar com você.
-Não?!
-Não, eu quero mudar o aspeto da boate…
-Como assim?! Mudámos à cerca de 8 meses.
-De qualquer forma, esses vermelhos e pretos já não se usam mais. Quero algo mais iluminado, com verde e dourado. –Ela apontava num pequeno caderno tudo o que eu dizia, até sermos interrompidas.

-Peço desculpa, mas tem um senhor que quer falar com você, Jennifer. –Meu segurança informou, fechando os olhos.
-Mande entrar.
-Mas menina, os seguranças dele são os mesmos que estão a rondar sua casa…
Jake? Jake está aqui? Isso não pode ser bom…
-Mande ele entrar, sem seguranças, pois estão proibidos de entrar na boate e quero dois homens nossos o seguindo até aqui. –Ele assentiu e saiu do escritório. –Acho que terminamos por hoje Joana, depois eu falo com você de novo.
Um tempo depois Jake estava no meu escritório escoltado por dois homens meus.
-Eu não tenho muito tempo… -informei
-É, soube que voltou das suas maravilhosas férias no Texas, deve ter muito que fazer.
-Tenho sim. Até porque parece que um ex traficante decidiu aparecer por aqui. –falei ironizando e ele riu.
-É, está surpresa?
-Não. Já esperava que mais dia, menos dia você volta-se… -menti
-Duvido, mas mesmo assim… Quero que saiba que eu quero o comando do tráfico.
-E?
-E que ou se junta a mim ou estará contra mim…
-Você não tem mais poder aqui, então porque eu me juntaria a você?
-Porque se não o fizer, eu irei destrui-la… -Ele mantinha-se calmo, na mesma posição de antes. Parado à frente da minha mesa, com as mãos atrás das costas e os meus dois homens logo atrás dele. Não havia raiva na voz dele, ela era calma e terrivelmente assustadora.
Sem que eu fosse capaz de falar o que fosse, ele deu a volta, saindo do meu escritório, seguido pelos meus homens enquanto eu ficava sentada a olhar para o mesmo lugar que estava olhando quando ele estava ali. O rosto dele que antes eu estava encarando, agora dava lugar a uma parede, onde eu poderia ver a minha ascensão e queda no tráfico.

Minutos depois recebo uma ligação, precisamente no momento em que eu voltara a ver as contas da boate. Bufei, mas decidi atender.
-Sim?!
-Aqui é Ethan. Lembra de mim?
-Claro, como está a Adriana? –Ele riu, provavelmente por saber que iria perguntar por ela.
-Mal e é sobre isso que eu vinha falar com você…
-Diga.
-Por mais mal que ela esteja, essa menina continua a fazer ameaças.
-Que tipo de ameaças?
-Ela diz que não importa o que aconteça com ela, isso vai muito além daquilo que poderemos algum dia vir a parar. Ela também me avisa sobre a deixar escapar, ou eu irei sofrer no futuro.
-Como assim? –Eu realmente estava a sentir-me confusa, será que ela não estava a perceber que não poderá fazer nada?! Que está fechada e a ser torturada?!
-Segundo Adriana, não importa se ela estará viva ou morta. Nós teremos problemas, relacionados a ela.
-Posso vê-la?
-Quando?
-Hoje mesmo!
-Tudo bem, me encontre em duas horas. –Ele me passou o endereço e eu liguei para Savannah.
-Querida? O que se passa? –ela sussurrou.
-Preciso que venha comigo a um lugar.
-Onde? –do outro lado da linha foi possível ouvir o Slash falar algo como um “desliga isso”
-A Indiana.
-O que você vai fazer a esse lugar?
-Adriana está sendo torturada lá, lembra?!
-Ah sim… Tá, te encontro na boate em 10 minutos.
Precisamente 10 minutos depois, eu batia pé em frente à minha boate, uns minutos depois e Savannah apareceu. Ela abaixou o vidro e gritou:
-Vem comigo? –Eu assenti e pedi a Arthur, meu segurança pessoal, para levar o meu carro até a casa. Assim que entrei no carro de Savannah, ela deu-me um enorme abraço.
-Para que foi isso?
-Para saber que não importa o que aconteça, eu amo você.
-Savannah, por favor…
Pelo caminho nós cantávamos músicas de uma nova cantora. O clima não era para grandes festas, mas estar com Savannah já faz da vida uma festa, sempre foi assim e eu não iria deixar isso mudar tão cedo…
O carro quase voava, nunca fomos conhecidas por andar à velocidade pedida, muito pelo contrário, quanto mais rápido melhor. Eu e Savannah gritávamos no carro a musica que agora fazia sucesso e ecoava as ruas por onde nós passávamos.

You’re a sexy machine
you’re a hollywood dream
And you got me feeling like a homecoming queen

Ambas cantávamos e riamos ao mesmo tempo, até que Savannah para em frente à casa que estava no endereço, sem me aperceber. Já estávamos em Indiana. Descemos do carro e tocámos à campainha. A casa ficava um pouco escondida das outras, mais perto de uma pequena floresta. Bastante pequena e degradada, com algum lixo em frente. Ninguém diria que fosse habitada, mas para torturar a Adriana não precisaríamos de algo melhor. Depois de alguma insistência, Ethan aparece à porta.
-Não vos esperava já… entrem.
Se por fora a casa era terrível, por dentro encontrava-se pior. Não havia uma única porta, as paredes não pareciam ser pintadas à muito tempo. Eu e Savannah ouvimos alguns gritos vindos de uma das alas e corremos para ver.
Adriana encontrava-se pendurada por uma corda, completamente nua e com bastantes arranhões por todo o seu corpo. A sala estava com todas as janelas fechadas, sem qualquer luz natural, apenas uma pequena lâmpada iluminava a sala inacabada e degradada. Em frente a Adriana encontrava-se uma cadeira, onde Ethan provavelmente se sentara anteriormente. Adriana mantinha a cabeça baixa, mas era possível ver que ela não tinha nenhuma mordaça. O cabelo que anteriormente lhe batia na metade das costas estava agora pequeno, acima do seu ombro.

 

Ela era realmente bonita, não digo com todos esses arranhões, mas o seu corpo era algo escultural. Aproximei-me dela, sem ainda dizer nada. Ela levantou a cabeça e olhou-me…
-Ele me esqueceu? –Perguntou e eu assenti, sabia que ela falava do Axl. –Tão ingénua…
-Já viu que mesmo no estado em que está, você não deixa de ser uma víbora? –Ela riu
-Não tenho medo. Se eu morrer, a minha morte será vingada…
-O que você está a fazer com ela? –Perguntei me virando para Ethan, sem nem me importar com o que ela falou.
-Estou a torturando.
-De que maneira?
-Estou lhe batendo, reduzi drasticamente a refeição dela e como um homem não é de ferro, a obrigo a fazer uns serviços…
Ela voltou a rir.
-Você não entende Ethan? Não entende que quanto mais coisas fizer contra mim será pior para você no futuro? Não entende que mais cedo ou mais tarde todos vocês vão sofrer? Isso vai muito além de mim, de nós… E isso não dá para parar, nunca irá parar.
-Do que você está a falar garota? –Savannah a interrompeu, enquanto eu encarava todas as coisas que Ethan tinha espalhadas pelo chão, incluindo um chicote, que seria o que provavelmente estaria ferindo a Adriana.
-Estou a dizer que mesmo que me matem, vocês irão lembrar-se de mim até ao fim dos vossos dias, porque isso não terminará, não irá ficar desse jeito. Vocês serão perseguidos, caçados e por fim torturados e enterrados…
-CHEGA!! –Eu gritei, batendo-lhe nas costas com o chicote que tinha visto anteriormente. Ela urrou de dor e voltou a baixar a cabeça do mesmo modo em que estava quando eu e Savannah entrámos. –Essa pocilga tem banheira?
-S-sim… -Ethan gaguejou ainda surpreso por eu ter batido com tamanha força e raiva na Adriana.
-Encham a banheira com água fria e sal. –ordenei


Notas Finais


Se gostaram, por favor COMENTE e FAVORITE! É muito importante para eu continuar postando/escrevendo! Beijão bbys <33


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