História Juntos pelo perigo - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Guns N' Roses
Visualizações 62
Palavras 1.040
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu sei, era para ter cap ontem, mas o ultimo só teve 3, três, comentários e aí eu fiquei meio chateada e não postei. mas teeeeem hoje EEEE eu faço anos hoje. 17 anos!
Bom, vamos ao cap:

Capítulo 20 - Manifestação


“Peguei minhas coisas e assim como Savannah me dirigi até à porta. Parei olhando para trás…
-Uma dessas coisas descumpridas e você sabe, eu não deixo meus inimigos vivos…”


Assim que voltámos a Manhattan, eu e Savannah subimos imediatamente para o meu quarto, nos deitando na minha cama. Já se encontrava de noite e estávamos um pouco cansadas.
-O que está a pensar fazer com a Adriana? –Ela perguntou
-Não sei…
-Vamos mesmo até Indiana ver essa vadia?
-Precisamos saber o que ela sabe…
-Isso não me deixa nada satisfeita Jennifer, você tem Jake aqui em Manhattan…
-Já falámos sobre isso, Savannah.
-Eu sei, mas parece que não está se importando o suficiente.
-Eu estou, mas temos dois problemas lembra?
-Sim, Jake e Adriana. Mas Adriana está presa.
-Sim, mas a Adriana está trabalhando para alguém… Não importa se essa garota está presa ou não, teremos problemas.
-Então e o que vai fazer? Não podemos ir a Indiana como se fosse aqui a casa ao lado.
-Eu sei.
-Sabe uma coisa? Tenho uma ideia… -Eu olhei-a imediatamente.
-SIIIM? Fala Savannah!
-Você tem um porão, porque não dá uso a ele?
-Para quê? –Franzi a sobrancelha.
-Para ter a Adriana aqui. Ninguém sabe sobre o porão, ninguém sequer tem acesso. Assim evita de ter dois problemas tão longe um do outro. Pode manter a Adriana aqui, enquanto afastamos o Jake.
-Isso se o conseguirmos afastar…
-Verdade. –Ela sussurrou. –Mas isso foi uma boa ideia não foi?
-Foi mesmo. A melhor que alguma vez você teve.
Acabámos por adormecer mesmo daquele jeito, em cima da minha cama. O cansaço era evidente. No outro dia, acordamos abraçadas aos pés uma da outra. Levantámos e tomámos um duche. Algum tempo depois, alguém bate à porta.
-Menina, posso entrar? –Maria
-Diga.
-Quer que eu lhe servia algo para comer?
-Sim, por favor. –Ela saiu e eu continuei a conversar com a Savannah.
-Então e sempre vai dar uso ao seu porão?
-Sim, quer ir lá abaixo depois de comermos algo?
-Fazer o quê?! –revirei os olhos.
-Ver como estão as coisas lá, o que queria ir fazer?
Descemos para comer e Arthur aparece na cozinha.
-Ainda bem que aqui está Arthur…
-Precisa de algo menina?
-Na verdade sim, quero cinco homens rondando essa casa. –Falei, enquanto lhe dava o  endereço da casa em que Adriana estava. Algum tempo depois Axl aparece correndo pela sala.
-O que se passa? Por que está assim?
-Jennifer, passei agora pela sua boate e não tenho boas notícias.
-Como assim?
-Tem um grupo fazendo uma manifestação para o encerramento do local.
-COMO?! –Eu e Savannah gritamos ao mesmo tempo.
-É como ouviu…
-Não… -sussurrei.
-É melhor virem agora comigo.
-Mas nós estamos a comer… -Savannah
-Pegamos algo e comemos pelo caminho. –Falei enquanto pegava um iogurte e croissants.
Assim que chegámos em frente da boate, o grupo que eu pensara ser pequeno, era constituído por pelo menos mais de 30 pessoas. Pude reconhecer algumas mulheres, ainda do tempo em que eu ia na igreja, em adolescente.
-Isso é uma manifestação dos religiosos? –Savannah sussurrou para mim.
-Não sei, mas isso irá acabar…
Saí do carro e peguei um dos altifalantes que um homem usava para se protestar. Segui para a frente do povo e assim que me viram eles se calaram.
-Eu só vou falar uma única vez, saiam daqui. Não estamos vos incomodando, então por favor se retirem.
-Essa boate é um antro de más influências. –Uma mulher reclamou, sendo aplaudida pelas outras.
-Amores, só vem aqui quem quer, não temos drogas ali dentro, o que foi comprovado na semana passada, quando os policiais apareceram aqui de surpresa.
-Pensa que não sabemos que lhes paga? –Uma outra perguntou.
-Eu não estava em Manhattan e se eu lhes pago, talvez eu também lhes pague para a levar presa, o que acha? Está afim?
-ESSA PALHAÇADA VAI TERMINAR, OU SAEM TODOS DAQUI, OU CHAMAMOS A POLICIA. –Savannah gritou ao meu lado. Alguns foram se dispersando, mas a maioria ficou.
-Quero saber quem é o responsável pela manifestação. –Assim que terminei a frase, já todos estavam apontando para uma mulher, na casa dos quarenta anos. Foi possível se ouvir um disparo e ver a mulher caindo no chão. Todos começaram a fugir e manifestação estava terminada. Olhei para o alto do prédio em frente a onde eu estava e Axl encontrava-se lá em cima, com uma arma na mão. Ele tinha sido o autor do disparo. Ri e acenei, ele fez o mesmo e desceu.
-Você disparou? –Savannah perguntou assim que ele chegou perto de nós.
-Sim, esse povo precisa de saber quem manda.
-Demasiado exagerado… -Duff apareceu de qualquer canto com o restante do nosso grupo.
-Somos exagerados mesmo… -Michelle riu
-Quem vai tirar esse pedaço de nada aí do chão? –Barbie
-Já falei com os policiais, não se preocupe. –Izzy
-Cadê Slash? –Savannah
-Aqui, meu amor…
-Vamos entrar? –perguntei e todos assentiram, eles subiram para o meu escritório e eu fiquei a conversar com a gerente. Estava decidida a fazer as mudanças na boate e estava a dar-me as últimas informações, para que ela pudesse conversar com os decoradores.
-Sabe se essa casa aí ao lado está à venda? –perguntei-lhe
-Não, mas quer que eu vá perguntar?
-Sim!
-Mas porquê?
-Quero aumentar a boate e preciso da outra casa…
Assim que ia a subir para o meu escritório, um dos meus seguranças me segura pelo braço.
-Menina, tem um homem na porta. Quer falar com você…
Sem nem responder dirigi-me à porta e os meus olhos rolaram quando vi Jake parado, me esperando.
-O que você quer? –perguntei
-Viu a manifestação? Maneira hein?
-Muito, mas o que você quer?
-Apenas dizer-lhe que fui que falei com aquela senhora…
-Que senhora?
-A que algum de vocês matou.
-Como assim?!
-Eu falei com ela, disse-lhe o quanto este era um lugar terrível e claro, ela sabia que a sua filha amada frequentava este lugar, daí até ela se revoltar e fazer a manifestação com os outros, foi um passo. Escute Jennifer, ou você me dá o controlo do tráfico ou eu vou deitar este lugar abaixo. Eu posso já não ser poderoso aqui, mas a voz dó povo é a maior sentença. 


Notas Finais


Comentem e favoritem! TALVEZ tenha novo cap amanhã ;)
Espero que não me ignorem e me desejam um feliz Birthday! ahahah
Até mais, lovers!! <333


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