História Juntos pelo perigo - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Guns N' Roses
Visualizações 53
Palavras 1.188
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tá, não apareci durante MAIS de uma semana, mas o vosso numero de comentários foi o que me fez não voltar. UM comentário?! Acho que talvez mereça um pouco mais certo?! Então, por favor, se estiver a ler comente/favorite/divulgue.
É importante e eu volto mais cedo com novos capítulos. Pq se continuar desse jeito, eu não escrevo e nem posto mais nada. É muito desanimador :((
De qualquer forma, aqui tem novo cap:

Capítulo 21 - Mother


Uma semana se passou desde a manifestação em frente à minha boate e nada mais tinha acontecido, o que realmente acabou por me deixar assustada. Eu tinha agora a minha boate fechada para as mudanças no espaço e comprei a casa ao lado para fazer a outra sala que eu tanto queria. Queria o primeiro espaço, o que já temos apenas com mesas e musica ambiente, pois o meu propósito seria fazer desse espaço um pequeno restaurante. O segundo espaço, que ainda iriamos construir seria com música alta e colunas para todos dançarem e se divertirem. Uma boate maior, com dois espaços muito diferentes.

Savannah interrompe os meus pensamentos, aparecendo na sala gritando.
-Sabe quem vai fazer anos daqui a poucos dias? –Ela pergunta
-Sei, o Duff e o Axl.
-Isso mesmo, não acha que deveríamos fazer uma festa?
-Acho mesmo, duas noites seguidas de festa.
-É, pensamos nisso quando viermos de Indiana.
-É verdade. Temos de ir ver a Adriana…
-Ligue para a Emily no caminho, ela disse que pode tentar ajudar-nos com o caso dessa quadrilha.
Sem que eu fosse nem capaz de responder, Savannah agarrou na minha mala e no meu braço e puxou-me até ao carro.
-Quanto entusiasmado para ver essa vadia, hein.
-Quando mais cedo formos, mais cedo voltamos.
Eu poderia receber a Adriana a qualquer momento em minha casa. O porão estava pronto para que ela fosse habitar lá. O que na minha cabeça também seria por apenas uns tempos, pois eu queria-a morta o quanto antes. Até porque eu e Axl estávamos realmente bem, com as nossas discussões habituais, mas estávamos bem.

 

-Hey, Jennifer… Seu celular está a tocar. –Savannah estalava os dedos em frente da minha cara.
-Tá, calma!
-Atenda isso, porque eu estou conduzindo.
Olhei para o visor e dizia “Mãe”, bufei e desliguei. Nem dois minutos depois, o celular volta a tocar e era ela de novo. Decidi atender…
-O que você quer?
-O que eu quero?! Você poderia pelo menos fingir que está contente por eu te ligar.
-Ah sim, olá mãe querida, que não me faz uma ligação desde que fui presa… -bufei de novo
-É seu pai…
-Sei, meu pai acha que estou desonrando a família. Pena que você é, sempre foi e continuará a ser a submissa dele.
-Não fale assim comigo…
-Não?! Olhe para você, nem consegue fazer nada que ele não queira e isso sempre foi assim. Se cala a tudo…
-Quando você tiver um marido irá entender.
-Não, não vou. Não consigo entender como tem mulheres tão burras, tão estupidas, tão nadas.
-NÃO ME FALE ASSIM JENNIFER! –Ela gritou e eu bufei mais uma vez.
-Tá, me fala porque está a me ligar.
-Eu soube pela mãe da Savannah que estão com problemas. Impressionante que não foi capaz de me dizer nada…
-E para que raio eu diria algo? Não é como se me fosse ajudar.
-Me deixe saber sobre a sua vida.
-Tarde demais e olhe, tenho muito que fazer. Então, adeus…
-Não, não desligue. Eu sei que Jake voltou, ele está pedindo dinheiro? Eu posso ajudar… -Eu ri
-Mãe, eu tenho mais dinheiro do que qualquer presidente. Tráfico dá-nos milhões…
-Eu não entendo porque você se meteu nisso.
-Pensei que tínhamos pensado essa fase.
-E passámos, mas é só que… -a interrompi
-Tudo bem, adeus mãe. –Desliguei o celular e Savannah olhou-me. A minha mãe não era uma má pessoa mas a forma em que ela vive… Recuso a aceitar, como tem mulheres que se deixam intimidar pelo que um homem diz ou faz. Como tem mulheres que aceitam ser tratadas como cadelas, fazendo tudo o que eles querem. Não entendo e por mais que a queira retirar disso, ela parece feliz e diz que isso é a vida de um casal quando casado.
O carro parou, tínhamos chegado à casa onde Adriana se encontrava. Saímos do carro e logo um dos seguranças que eu tinha colocado a vigiar a casa abre a porta para nós.
Na sala estava Ethan e Adriana, ele estava fumando à janela e ela via qualquer coisa na tv.
-Acabou a tv, trazemos roupas aqui. –Savannah
-Vocês voltaram… -Adriana falou, se dirigindo a nós.
-Ethan, prepare um banho de agua gelada e sal. –pedi
-Como?! Não, eu não fiz nada Jennifer. –Adriana se desculpava.
-Não importa. Como estão suas feridas? –Savannah
-Não muito boas, acho que estão inflamadas. –Adriana
-Deixe-me ver… -Savannah fez um pequeno curso de enfermaria. – É, está um pouco inflamado, talvez não seja muito boa ideia o banho com sal…
-Tudo bem… Ethan?! –Chamei por ele
-Sim?!
-Esqueça o sal, só a água fria. –Savannah; Ele olhou para mim.
-Sim Ethan, sem sal… -Enquanto Savannah e Adriana estavam na sala a ver as feridas, eu fui até ao banheiro.
-Quantas refeições ela está fazendo por dia? –perguntei
-Duas, assim como você mandou e não, ela não tem comido carne. Apenas saladas, frutas e esse tipo de coisa. A água está pronta.
Chamei Adriana e ela veio até ao banheiro, Ethan saiu e eu fiquei a sós com ela.
Enquanto ela se despia eu pude ver algumas feridas que eu não tinha visto anteriormente.
-Ele te bateu? –perguntei
-Sim, ele me pegou comendo cereais. –Ela respondeu já dentro da banheira.
-Terceira refeição? –Ela assentiu
-Sabe que não pode.
-Eu sei e obrigada por estar sendo tão boa. Se fosse você no meu lugar, eu não seria boa.
-Eu sei. Agora me fala, como começou a trabalhar para essa pessoa?
-Que pessoa?
-Adriana, você me disse da ultima vez que… -ela me interrompeu
-ah sim, olha eu não fiz nada para começar a trabalhar para eles. Eu tinha terminado de desviar as cargas do Ethan e uns dias depois eu recebi meu pagamento, com esse pagamento vinha uma carta dessas pessoas me falando para trabalhar para eles. Eu aceitei porque o dinheiro que me davam era realmente muito e foi assim, eu desviei as cargas que eu descobri terem sido desviadas para eles e comecei a trabalhar para essas pessoas.
-E quem são?
-Eu não sei, nunca os vi. Quando eu fui para Manhattan, eu já sabia quem você era, eles me deram umas grandes pastas sobre você e seus amigos.
-E mesmo sabendo, você foi?
-Sim, eles me davam muito dinheiro e eu preciso desse dinheiro.
-Para quê? –Ela abaixou a cabeça e se calou. –Adriana…
-Coisas minhas e não vou falar isso para você, nem mesmo que me bata até à morte. Posso sair daqui? A água está deixando-me muito fria.
Assenti e ela saiu, fomos até ao quarto, ela se vestiu e eu a prendi na cama.
-Não poderá sair daí até eu voltar. Levarei a chave, por precaução.
-Jennifer… Não faz isso. JENNIFER?!
Ela gritava meu nome, mas eu fingia nem ouvir. Voltei à sala para falar com Ethan.
-Levarei a chave, ela não poderá se desprender da cama. –Ele assentiu, peguei minhas coisas, assim como Savannah e dirigi-me até à porta. Parei antes de sair e voltei-me para trás, falando alto o suficiente para a Adriana ouvir no quarto:
-Saiba que eu nunca sou boa demais, querida! 


Notas Finais


Então, se gostaram ou então não, digam abaixo o que está certo/errado. falem comigo, pq só desse jeito dá pra evoluir '-'
Obrigada por ler :)


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