História Juntos pelo perigo - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Guns N' Roses
Visualizações 55
Palavras 1.057
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Continuo sem entender porque o nº de comentários está tããão baixo e o nº de visualizações não tanto assim. Gostaria que vocês comentassem, deixa-me alegre e com vontade de escrever mais. Então, por favor. Se está a ler isto, deixe um comentário ali em baixo, pode até ser uma coisa pequena, não me importo. Só para eu saber que está a gostar da fic :)
LEIA AS NOTAS FINAIS - SPOILERS!
Bom cap:

Capítulo 22 - Cativeiro?!


Savannah conduzia rumo a Manhattan em alta velocidade, quando me lembrei que com a curta visita a Indiana e com o telefonema da minha mãe, eu tinha esquecido completamente de fazer uma ligação para a Emily. Apesar dela estar na Austrália, Emily tem os contactos necessários para saber qualquer coisa, de qualquer lugar. Ela tem mais contactos e puder do que eu, o que para mim é impressionante, pois temos a mesma idade.
-Não vai telefonar para a Emily? –Savannah pareceu ler os meus pensamentos.
-Vou, só estava a pensar no quanto ela é poderosa. –Savannah riu, assentindo.
Peguei meu celular e disquei o numero dela, algum tempo depois, um homem respondeu.
-Alô?! Se quiser falar com a Emily deixe recado, porque ela está a dormir. –Ele falou e eu poderia jurar que aquela voz não me era estranha, eu já a tinha ouvido em algum lugar, só não sabia onde.
-Emily? –questionei, ele havia se dirigido a ela como “Emily”, o que não era normal pois todos os parceiros sexuais dela pensavam que o seu nome seria “Ariana”.
-Sim, sou o namorado dela.
-Namorado, sei… -eu ri, sendo acompanhada por ele.
-Sei que parece estranho, mas não é bem assim e você quem é?
-Jennifer.
-Jennifer?! A melhor amiga exagerada?!
-É, suponho que seja essa.
-Emily quer muito que venha até a Austrália, ela não para de falar nas vossas viagens e o quanto tudo era louco e divertido.
-É… pode então dizer-lhe que eu preciso da ajuda dela?
-Posso sim… -Quando eu ia desligar, lembrei-me que eu ainda não sabia quem ele era.
-Então e quem é você?
-Steven Tyler, dos Aerosmith.
-Daquela banda muito famosa de Boston?
-Essa mesma. Porém houve uns problemas…
-Que tipo de problemas? –Perguntei curiosa.
-Deixe, quantos menos souberem melhor.
Assim sendo, desligámos o celular apesar de alguns minutos depois ele voltar a tocar.
-Jennifer?! –Uma voz rouca, mas feminina me chamava, provavelmente acabara de despertar.
-Emily…
-Desculpa, o Steven pensava que eu ainda dormia…
-Não faz mal, quero ajuda para aquele problema.
-Ah sim, eu já falei com a Savannah. Só queria saber se está de acordo em eu investigar.
-Claro que estou Emily, que idiotice a sua.
-Tá bom, então eu estou indo. Ele chama-me…
De novo, desliguei e olhei para Savannah que fumava.
-Porque está olhando-me?
-Eu fiquei a pensar e se tudo der errado aqui, porque não vamos para a Austrália?
-E deixar tudo o que conquistámos aqui? Tá louca?
-Mas e se perdermos tudo?
-Não vamos perder, nunca perdemos antes…
-Mas e se…
-Se nada, cala a boca Jennifer.
Savannah não queria nem ouvir sobre uma pequena hipótese de nos virmos a mudar. Eu sei como ela se sente, esta sempre foi a nossa cidade, o lugar em que pertencemos, mas inevitavelmente um dia poderíamos ser obrigados a mudar. Até porque não iremos ficar no tráfico eternamente.
-Talvez possamos nos mudar, quando tivermos filhos e estivermos casadas. –Savannah
-Seria muito perigoso aqui para as nossas crianças. –concluí
No que faltava do caminho para casa nenhuma de nós falou, mas assim que estacionamos frente á minha casa o pânico se instalou. Carros de policiais rodeavam toda a minha casa, assim como uma ambulância estava no local.
-O que se passou aqui? –Savannah sussurrou e eu apenas olhei para ela, encolhendo os ombros. Aproximamo-nos e foi possível ver que uns bombeiros traziam um corpo de dentro da minha casa.
-O que é aquilo? –sussurrei de volta para Savannah e assim como eu fizera anteriormente, ela encolheu os ombros.
-Quero saber onde está a proprietária desta casa. –Um policial falou no altifalante e Savannah imediatamente me olhou. Eu aproximei-me devagar.
-Sou eu…
-Preciso que entre comigo, a sua casa tem paredes falsas. –Quando ele disse isso, os meus olhos arregalaram e o meu coração começou a bater mais forte. Eu não poderia mostrar o que estava por detrás das paredes do meu escritório. Mesmo assim, me dirigi até à casa.
-Pode explicar-me porque tem tantos policiais aqui? –perguntei
-Avisar a delegacia de que a senhora mantinha um corpo em cativeiro.
-COMO?! –Eu gritei
-É como ouviu, aliás iremos leva-la para o posto policial até apurar-mos o que aconteceu com o corpo e se você é a culpada.
Eu sentia-me a pontos de desmaiar, eu não poderia crer que eles pensavam que eu estivesse mantendo um corpo em cativeiro. Na verdade, a ideia não era assim tão descabida, tendo em conta quantas pessoas eu já matei e torturei. Quando chegámos ao meu escritório e eu olhei em volta pude perceber todos aqueles policiais tentando virar as minhas paredes, quase ri da cara deles pois seria um trabalho nunca concluído.
-Quero falar com o chefe da sua delegacia. –ordenei
-Mas para quê?
-Sem ele aqui eu recuso-me a fazer seja o que for e se eu cooperar, irá ser com ele.
Assim que acabei de falar isso, um dos policiais discou um número e rapidamente o seu chefe estava se apresentando no meu escritório.
-Exijo que todos saiam! –Todos saíram e eu aproximei-me do homem parado à minha frente. –Acho que ainda não nos conhecemos pessoalmente, sou Jennifer Driver. –Falei esticando-lhe a mão, para que ele a aperta-se. Nesse momento o homem engoliu em seco. –É… pela sua expressão acho que deve saber que eu estou lhe pagando. Então deixe-me esclarecer uma coisa, eu não vou abrir nenhuma nessas paredes.
-De qualquer forma, eu não poderei fazer com que não vá até à delegacia.
-Eu irei, mas quero que saiba que você irá fazer de tudo para provar que eu não tenho nada haver com aquele corpo e que o motivo para ele estar aqui foi uma emboscada.
-Mas foi realmente? –ele perguntou
-Eu não sei quem vocês levam ali, eu saí por umas horas e eu tenho certeza que não mantinha ninguém em cativeiro.
-Certo, não precisa de explicar-me nada, nem mostrar o que está por detrás dessas paredes, mas como eu disse anteriormente, terá de ir até à delegacia. -Eu ia responder qualquer coisa, até ao meu celular tocar, bufei mas atendi.
-Jennifer querida?! –Do outro lado uma voz rouca e calma havia me chamado. Eu sabia de quem era aquela voz…
-O que você quer?!
-Quero dizer que espero que desfrute desses dias na delegacia, talvez você possa pensar melhor em me dar o controlo do tráfico…


Notas Finais


1º :: Não se esqueça de COMENTAR/FAVORITAR!
2º :: SPOILEEEEEEEERS!
Vou lançar 3 spoilers, para ver se vcs ficam mais entusiasmados e comentam kkk
nº 1 - A Jennifer ficará grávida.
nº 2 - O Jake irá descobrir uma casa que pode comprometer toda a vida do Axl.
nº 3 - A Adriana irá ajudar e acalmar a Jennifer num certo ponto.

Querem mais spoilers? :)
Até mais amores e não se esqueçam, comentem ;)


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