História Juntos pelo perigo - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Guns N' Roses
Visualizações 50
Palavras 1.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei com mais um novo cap, obrigada à itsbelieve pelo favorito <33
e obrigada à littleramona pelo 1º comentário dela!!!
Espero que gostem do cap, falamos lá em baixo.
Boa leitura:

Capítulo 27 - Oh shit.


“Algum tempo depois Savannah aparece com o teste e enquanto ela esperava ansiosa no quarto, eu fui até ao banheiro fazê-lo. Li as instruções e se aparecesse a cor verde era porque eu estava, se fosse a vermelha eu não estava. Depois de pensar um pouco, tomei coragem e fiz o que me pediam no papel. Esperei um pouco e logo uma cor aparecera no pequeno visor…”

Verde, a cor era verde. Arregalei os meus olhos e sentei-me no chão, como assim era verde?! Como eu iria contar para o Axl?! E como eu viveria essas próximos tempos com um bebê na barriga?! Carregando um filho?! Como eu faria para despistar a Adriana?! Como eu faria para criar uma criança?! Ela iria crescer com inimigos e não poderia viver a 100 % …
Agarrei no teste e o parti, não sei onde fui buscar forças para o fazer, mas fi-lo.
 Eu não queria contar para a Savannah sem antes falar com o Axl. Depois eu logo veria, dependendo de como as coisas fossem acontecer na conversa com ele.
Saí do banheiro e olhei para a Savannah, fingindo o meu melhor sorriso.
-Deu negativo! –afirmei
-Nossa… Eu queria ser tia. –Ela pareceu até triste.
-De qualquer forma, agora temos de pensar que temos a Adriana para apanhar.
-É verdade, já está noite. São horas!
Fechámos o quarto e descemos, pegámos o nosso carro indo em direção a Boca Raton. Corremos todas as boates que encontrámos e em nenhuma vimos Adriana. Mas mesmo sem Adriana os problemas apareceram assim que saímos da última boate, completamente derrotadas por ser uma pista falsa. Assim que entrámos nos nossos carros, começou uma sucessão de tiros vindos na nossa direção. Abaixei-me e vi Savannah fazer o mesmo no outro carro. O que seria isso?! Um aviso?!

Eu e Savannah encostámos os nossos carros um ao lado do outro e saímos deles. Nos protegendo com os carros. Pegámos as nossas armas e nos abaixámos.
-Que merda é esta? –Savannah
-Acha que eu sei?! Atire ou vai morrer…
Começámos à atirar de volta. Apesar de não ser fácil, ainda conseguimos eliminar alguns dos homens desse grupo. Eles eram por volta de uns dez e nós apenas duas e muito mais mal protegidas do que eles.
-Como vamos sair daqui? –Savannah
-E EU SEI?! CALA ESSA BOCA E DISPARA!
-NÃO GRITE, ESTÁ ME DEIXANDO NERVOSA! –bufei
Alguns deles encontravam-se em cima de alguns prédios, enquanto outros estavam nos becos que havia à nossa volta. Os carros já estavam todos furados pelos tiros e não conseguiríamos sair daquela rua com eles e muito menos da florida.

 

Mas se saísse viva daquele tiroteio eu já teria muita sorte. Seriam eles os homens que ajudaram a Adriana? As balas chegavam perto demais e os pneus estavam furados, estávamos sem hipótese de fuga. Se eu morresse agora, Axl nunca saberia que poderia ter tido um filho.
-QUE MERDA VOCÊ ESTÁ A FAZER?! –Savannah gritou, fazendo-me despertar dos meus pensamentos. –ATIRE OU VAI MORRER!
Voltei a atirar e consegui balear mais um, mas de qualquer forma, não iriamos sair dali tão depressa, ou eles se cansariam ou então morreríamos.
-As minhas balas terminaram… -Savannah
-QUÊ?! –gritei
-É COMO OUVIU E NÃO TENHO MAIS NO CARRO, SÓ TINHA 3 RECARGAS.
-Procura no meu carro…
Ela o fez e veio de mãos vazias para o mesmo lugar de antes.
-Isso quer dizer que essa é a sua última recarga. –Savannah
-Olha que ótimo… -ironizei
Rapidamente fiquei sem mais balas, mas eles continuavam a atirar contra os carros, pois eram eles que nos protegiam.
-Liga para a polícia. –Savannah
-Eles devem estar comprados.
-Fará com que eles se dispersem e até lá, nós poderemos fugir daqui.
-A pé?! –voltei a rir.
-Roubamos algum carro.
-Tá doida?! Nunca roubámos nenhum carro.
-Nós não, mas o Duff sim…
-E daí?!
-Algo devemos ter aprendido, néh?! –bufei
-Dê-me essa sua pulseira…
-Para quê?!
-Para vender… PARA ABRIR O CARRO, IDIOTA!!
-Mas como?!
-Ela é de metal, vai servir…
Enquanto ela me tirava a pulseira e via quais os carros mais perto que fosse possível de chegar e abrir rapidamente, eu ligava para a polícia. Dei as coordenadas e em pouco tempo eles começaram a ser ouvidos. Os atiradores começaram a dispersar e eu agarrei nas nossas malas, enquanto Savannah tentava abrir o carro. Não esperava que fosse dar certo, mas enganei-me. Nem dois minutos depois e o carro estava aberto.
-MUITO BEM, PARABÉNS! –Felicitei-a já dentro do carro, enquanto ela tentava colocar o carro a trabalhar. Conseguiu-se ouvir o barulho do motor e ambas gritávamos de felicidade. Se eu estava contente por irmos embora, também estava triste porque não tinha corrido como esperado. Poderíamos deixar Florida e todos estes idiotas. Porém, iriamos chegar a Manhattan de mãos a abanar, afinal a Adriana não tinha sido encontrada e talvez ela nem estivesse aqui.
-Poderia ter sido pior… -Savannah
-Sim, poderíamos ter morrido.
-Tem razão, já sabe se Emily descobriu algo?
-Nunca mais falei com ela.
-Porque não lhe telefona agora?
-Eu vou telefonar ao Axl e dizer que estamos a caminho de casa, depois falo com a Emily. –Ela assentiu e eu disquei o numero do Axl.
-Amor?! –ele atendeu
-Oi, tivemos aqui um problema… Estamos voltando.
-Mas está tudo bem? Sim…
-Tem certeza? Eu acho que não.
-Depois eu falo quando chegar.
-Chegam hoje?
-Sim!
-Tudo bem, nós vamos para uma festa. Na casa do Izzy, nos encontre lá.
-Tá bom, te amo.
-Eu também te amo, Jennifer. –Assim desligámos. Ouvir o “eu te amo” dele, aqueceu-me o coração, essa foi uma das poucas vezes que ele disse que me amava.
Rapidamente disquei o numero da Emily, mas as noticias não eram boas. Ela não conseguira encontrar nenhuma pista relacionada a um grupo e muito menos em que a Adriana estivesse inserida. Contei-lhe os acontecimentos recentes e ela prometeu investigar sobre algo na Florida.  Precisávamos saber o que havia acontecido, mas os nossos problemas já eram demasiados. Desliguei e voltei-me para a Savannah que estava concentrada na estrada.
-Porque vai tão devagar? –perguntei
-Esse carro não é muito potente. –bufei
-Vamos chegar em quanto tempo?
-Provavelmente em 4 horas.


Notas Finais


Agradeço por todos os comentários que tenho recebido até agora e eu sei que fica muito chato eu pedir para vocês comentarem, eu sei, eu sei...
MAS mais uma vez eu vou pedir, porque tenho 25 favoritos e 4 comentários em cada cap, eu pergunto-me quantos deixaram de ler a fanfic pelo meio. Então, não custa nada dizer se gostou do cap, certo? :) eu agradeço e o próximo vem mais cedo!!!
O que acharam do cap??
MAIS: Digam-me abaixo (algo MUITO louco) que vcs fariam com o Axl. Realmente L-O-U-C-O! As melhores loucuras (3/4) irão aparecer na fic, daqui a alguns capítulos ;))
BEIJOOOO <33


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