História Juntos pelo perigo - Capítulo 29


Escrita por: ~

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Categorias Guns N' Roses
Visualizações 46
Palavras 1.080
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


VOLTEEEEEEEEEEEEI!! E realmente quero agradecer os 6 (seis) comentários do capitulo passado, vocês não podem imaginar a minha alegria e o quanto eu escrevi depois de ver isso!
Hoje temos um novo cap e com ele talvez um dos melhores que >eu< acho que escrevi. Espero que vocês gostem:

Capítulo 29 - Pain


“Adriana começara a chorar e só então eu percebi que eu estava deitando sangue. Levantei a cabeça, olhando para a poça de sangue com bastante custo. Adriana chegou perto de mim e levantou minha t-shirt de modo que dava para perceber por onde eu sangrava, a dor que eu sentira anteriormente estava agora mais forte e o sangue saíra de meu ventre.
Eu havia perdido o bebê.”

Deitada no chão do meu quarto, fumando um cigarro e sem uma única luz para me iluminar eu pensava em tudo o que tem acontecido, as mágoas estavam lá, a dor no meu peito não passara e cada dia se tornava mais pesada. A minha cabeça doía todos os dias, devido ao choro e à raiva acumuladas.
Um mês e meio depois do ocorrido, as coisas estavam bem diferentes. Eu fora levada para o hospital com urgência e todo o tempo Adriana esteve comigo. Eu chorava e ela chorava junto, foi assim até eu voltar para casa. Eu não percebia porque ela estava a ser tão gentil, sendo que fora ela que havia provocado tudo aquilo. Mas ela mostrava-se solidaria comigo, rejeitando o Axl todo o tempo e discutindo com ele por inúmeras vezes. Ele por sua vez foi visitar-me esporadicamente, Adriana disse que ele se sentia mal pelo que tinha feito, pois havia agido de cabeça quente e o peso que ele sentia por ter matado o próprio filho não lhe saíra do peito. Quando o médico anunciou que eu estava de três meses e realmente havia perdido o bebê, a sala ficou em silêncio. Apenas inundado pelo choro do Axl, que pouco depois se retirou junto com os meninos. Barbie apareceu no hospital por algumas vezes, assim como Michelle e Duff. Slash só ia para acompanhar o Axl e Axl por sua vez só ia para tentar falar com Adriana. Foi ela e Savannah que estiveram comigo todo o tempo, me alegrando e me ajudando quando as dores voltavam e eu perdia a minha força.

Quando eu voltara para casa Adriana desapareceu, porém recebi uns dias depois um bilhete que ela me mandara escrito:
“Talvez não entenda porque eu fiquei esse tempo com você. Mas eu quero que saiba que eu me senti mal por tudo aquilo, eu já lhe falei isso. Minha intenção nunca foi matar o seu filho. Você sabe. Talvez um dia, quando tudo isso já não pesar na sua alma, você compreenda. Quando deixar de pensar em mim como inimiga e só como apenas mais outra pessoa, você irá perceber porque eu fiquei com você, a apoiando. Até lá, eu sempre estarei aqui, a assombrando. Com amor e ódio, Adriana.”

Entretanto, Slash e Savannah continuavam sem se falar e ela deprimia em minha casa todos os dias. Barbie tentava começar uma carreira no mundo do cinema, igual à sua mãe. Izzy ocupava os seus dias com a guitarra, assim como Slash. Enquanto Axl apenas ficava em casa, com as strippers e prostitutas que ele havia contratado. Duff e Michelle pensavam cada vez mais em se retirar e viver uma vida menos atribulada. Ela desculpara-se por não ser uma boa amiga e nós estávamos bem agora.

Entretanto tudo isso ainda pesava em mim, eu não tinha o apoio dos meus pais, o meu grupo de amizades estava cada vez mais complicado, eu havia sido enganada e traída pelo homem que eu tanto amava e o pior de tudo isso, eu havia perdido um bebê e não poderia ter mais nenhum no futuro. Enquanto os meus olhos e o meu coração choravam, o meu cérebro implorava por vingança. Não importa o quanto Adriana tenha ficado comigo no hospital, ela ainda era a culpada por tudo aquilo. Ela era a culpada por eu e Axl não termos dado certo, ela era a culpada por eu ter sido humilhada quando Axl me bateu, por eu ter perdido o meu bebê e por eu ter ido presa, apesar de ela nunca o ter confessado. Eu iria vingar-me.

 

Eu voltara a chorar assim que saí do meu quarto, talvez a primeira vez em semanas. Tinha passado pela sala onde Maria e Arthur me olharam, sem nada comentar, apesar de eu ter visto a cara deles, cara de pena. Acabara de pisar o relvado e olhado para o céu, cambaleei um pouco, pois eu ainda estava fraca e quase não comia. O sol magoava-me a vista, afinal eu não via o dia fazia tempo. Eu estava decidida a dar uma pequena caminhada pelo quarteirão, quando ao virar a esquina da minha casa, alguém me agarra no braço. A minha visão estava turva por causa do choro e também do sol.
-sssshiu. –A pessoa havia colocado a mão na minha boca me impedindo de gritar e me levado até a um carro. Só quando eu entrei e as janelas foram totalmente fechadas eu pude ver quem estava à minha frente.
-Adriana…
-Eu mesma amiga, sentiu saudades minhas?! –bufei
-Nem por isso…
-Saiba que nunca saí daqui, tenho ficado plantada perto da sua casa, à espera que decida sair. Mas estava difícil…
-Muita coisa para fazer. –Respondi ríspida.
-Não precisa chorar… -Ela falou limpando-me uma lagrima. –Eu venho para resolver os seus problemas com o Axl.
-Não me importo com o Axl…
-Eu sei que se importa, eu estava pensando e com ele, superar essa dor seria mais fácil. –voltei a bufar.
-O que você quer? –perguntei
-Nada. Mas irei leva-la para um lugar muito escondido. –Nesse momento os meus olhos arregalaram-se.
-Como assim?! Irá raptar-me?
-Tecnicamente sim, mas na prática não.
-Como?!
-Todos vão pensar que sim, mas nós iremos nos divertir muito.
-Imagino…
-Estou a falar a sério, vamos ver quem vai mover mundos para a encontrar. Quem o fizer, a ama.
Revirei os meus olhos e nada respondi. Algum tempo depois, entrámos num aeroporto, onde um jato privado nos esperava.
-Para onde vamos? –perguntei
-Para o méxico!
Enquanto a viagem decorreu eu só pensava no que eles fariam para me encontrar, se alguém realmente iria se importar. Com certeza que Savannah faria qualquer coisa, ela iria o mais fundo que fosse capaz para me encontrar, falaria com os melhores detetives e colocaria os policiais trabalhando para me resgatar. Assim como eu faria tudo isso e muito mais, por ela.
-Eles irão encontrar-me facilmente…
-Não tenha tanta certeza, vocês não têm nenhum puder aqui. Venha…
Adriana chamou-me para fora do jato e à minha frente eu tinha uma das paisagens mais maravilhosas da história.


Notas Finais


1- Porque acham que a Adriana ajudou a Jennyfer?
2- O que acham dos sentimentos do Axl?
3- Onde vocês acham que está Jake?
4- O que acham que vai acontecer nessa "viagem" delas?
5- O que acham que a Jennyfer fará para se vingar?

Digam-me as vossas ideias do que vai acontecer e se gostaram deste cap. Eu particularmente gostei e vocês?

SPOILER: como nada corre bem quando Jennyfer está de frente com Adriana, podemos esperar um mau bocado para as duas.
Beijãão e até ao próximo!! <33


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