História Just a Chance - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Castiel, Debrah, Kentin, Lysandre, Melody, Nathaniel
Tags Amor Doce, Castiel X Nathaniel, Kentin X Alexy, Yaoi
Exibições 269
Palavras 1.229
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLÁ MARILENE UASHUAHSUH

Adivinha quem ainda nem terminou a fanfic que tá postando, mas já tá fazendo outra?
Eu mesma!
Mais um yaoi pra minha listinha de fanfics *-*
E dessa vez, uma das minhas poucas longfics *-*

Espero que gostem >..<
Ignorem qualquer erro boa leitura! :D

#Kisses

Capítulo 1 - Trouble


Fanfic / Fanfiction Just a Chance - Capítulo 1 - Trouble

“Eu soube que você era um problema,

Quando apareceu,

Problema, problema, problema”

I Knew You Were Trouble - Taylor Swift

 

O loiro bufou, irritado. Estava atrasado no seu primeiro dia em um novo emprego. Detestava quando se atrasava, e fazia o máximo para evitar isso. Mas naquele dia, o seu despertador resolveu lhe pregar uma peça. Acordou 30 minutos mais tarde do que deveria.

E agora, lá estava ele. Saindo de casa, com apenas 15 minutos restantes para chegar até o seu destino, enquanto arrumava a gravata azul no pescoço pálido.

Caminhou rapidamente até o ponto de táxi mais próximo, e esperou impacientemente, até que um veículo amarelo parasse ao seu lado. Praticamente se jogou para dentro do mesmo, dizendo ao motorista para onde desejava ir naquela manhã fria e nublada de Paris.

O carro andou alguns quilômetros, até parar em um outro ponto de táxi. Nathaniel não pode deixar de bufar pela vigésima vez no dia. Mas quem era o infeliz que estava o atrasando ainda mais? E por que resolveu escolher o mesmo táxi que ele?

O loiro viu a porta ao seu lado direito ser bruscamente aberta, e um estranho ruivo adentrar o veículo. Seus cabelos vermelhos, tão vermelhos quanto o seu próprio sangue, caiam sobre o rosto, que continha uma expressão mal-humorada. Os lábios finos estavam curvados para baixo, e as maças de seu rosto mais rosadas do que as de Nathaniel. Os profundos olhos cinzas estavam focados no cinto de segurança, o qual ele tentava fechar inutilmente. Suas mãos tremiam, devido ao seu estresse.

Com uma paciência que nem ele mesmo sabia de onde havia tirado, o homem de olhos âmbares levou suas mãos até as do ruivo desconhecido, afastou-as do cinto, e em seguida um “click” foi ouvido. Denunciando que, finalmente, o cinto havia fechado.

Os olhos cinzas pousaram-se sobre Nathaniel, como se se perguntasse o porquê de ele ter o ajudado. Reparou nos cabelos loiros levemente bagunçados, os olhos dourados, e a pele pálida do homem ao seu lado.

Endireitou-se no banco acinzentado, ficando na sua tão costumeira postura rígida. De braços cruzados, nariz empinado, e um olhar perigoso.

-Obrigado. – o ruivo agradeceu, em um murmúrio.

Nathaniel quase pulou no assento onde estava sentado quando ouviu a voz do outro. Era grave e rouca. E ele podia apostar que o homem de cabelos avermelhados fumava.

-D-de nada.  – gaguejou o loiro, e pode ouvi-lo dar uma curta risada. Ele estava rindo de si? – Me chamo Nathaniel. – tentou mudar de assunto, na esperança de poder descobrir o nome do seu “colega” de táxi.

-Castiel. – respondeu o ruivo, de forma simples. Como se não se importasse em saber o nome do aquariano ou em dizer o seu próprio nome para ele.

Castiel. Um nome um tanto incomum e assustador na opinião de Nathaniel. Mas decidiu não comentar nada, afinal, nem o conhecia apropriadamente para ter este tipo de “intimidade” com ele.

Um perturbador silêncio instalou-se no veículo. Ambos viam a tão famosa Paris passar como um borrão pelas janelas do carro. Mas, surpreendentemente, o mesmo parou subitamente.

Quase explodindo de raiva por esta ser a segunda vez que aquele maldito táxi parava, Nathaniel indagou:

-Por que paramos?

-B-bem meus senhores... S-sinto muito lhes informar que a gasolina acabou... – o velho motorista respondeu, sentindo-se culpado.

O loiro apertou o tecido do banco fortemente, quase o rasgando. Com o rosto vermelho, e as bochechas inchadas de ar (como ele sempre ficava quando estava com raiva), retirou-se do carro, batendo a porta com força. Olhou em seu relógio de pulso, ainda tinha 5 minutos para chegar até seu trabalho.

Começou a caminhar apressadamente pelas ruas, e de repente sentiu pingos gelados em seu rosto. Ótimo. Agora estava chovendo, para piorar ainda mais a sua manhã. Decidiu ignorar a chuva e seguir seu caminho, mas foi surpreendido por um grande guarda-chuva negro a cima de sua cabeça, e um ruivo ao seu lado. Nathaniel logo o reconheceu como sendo o ruivo do táxi. Castiel.

Olhou para ele, como se o agradecesse pelo guarda-chuva.

-Não precisa agradecer. Digamos que estou apenas devolvendo o favor que você me fez lá no carro, com o cinto de segurança. – Castiel, como se adivinhasse os pensamentos do mais novo, deu de ombros.

O aquariano apenas assentiu, um tanto ruborizado, e seguiu caminhando. Não podia negar que a presença do leonino ao seu lado o incomodava, não apenas pelo fato de ser um desconhecido, mas sim porque ele o desconcertava por inteiro, e sem motivo nenhum.

O mais novo balançou a cabeça, tentando esquecer tais pensamentos. Sentia que poderia enlouquecer se continuasse pensando naquilo.

Seguiram andando em silêncio. Nathaniel observou que em momento algum, Castiel mudou de caminho. Será que ele trabalhava no mesmo local que o loiro? Só de pensar nisso, sentiu calafrios. O ruivo parecia ser um homem rígido e exigente, não estava em seus planos dividir o ambiente de trabalho com ele.

Ao chegarem na frente da Lamartine’s (empresa onde o aquariano havia conseguido um cargo), o ruivo a adentrou juntamente com Nathaniel, que logo adivinhou que ele trabalhava ali também.

Sem palavras, sem despedidas, sem acenos ou qualquer outra coisa, Castiel fechou o seu guarda-chuva, e encaminhou-se para a sua sala, deixando um loiro surpreso para trás. E ele teria continuado parado lá, se não fosse por um de seus colegas de trabalho o chamando.

-Nathaniel? – Kentin chamou o amigo pela décima vez.

-Ahn? – o outro olhou para ele, com cara de quem não estava entendendo nada.

-A sala 04 está a sua espera no segundo andar. – Kentin zombou, querendo dizer que ele estava atrasado.

-Ah, sim.

Ainda um tanto perdido, o loiro arrastou-se até a sua nova sala. Sentou-se atrás da mesa de vidro, e encarou a enorme pilha de papéis à sua frente. Ele precisava verificar cada um deles, e tinha certeza de levaria o resto da manhã, e metade da tarde para fazer isso.

Suspirando, agarrou o primeiro papel. E assim fora todo o seu dia. Quando chegou ás 20:00min, ele agradeceu mentalmente, e juntou suas coisas, pronto para voltar para casa.

Mas antes, parou em frente a máquina de café que havia no corredor, depositando algumas moedas, e em seguida foi agraciado por um Café Expresso.

-Nath? – a voz de Kentin se fez presente.

Nathaniel virou-se para trás, dando de cara com o seu amigo Ken, e ao seu lado, surpreendentemente, estava Castiel. O loiro sentiu-se arrepiar ao vê-lo outra vez.

-Já conhece o seu novo chefe? – o moreno apontou para o ruivo.

Chefe?

-C-chefe? – gaguejou o aquariano.

-Sim, ele se chama Castiel. Castiel Lamartine. E ele é o herdeiro das empresas Lamartine’s. – Kentin explicou.

Nathaniel não pode evitar de deixar que sua boca se abrisse em um perfeito ‘O’. Então aquele ruivo marrento e mal-educado era seu chefe? Justo seu chefe? Não sabia se ficava surpreso, aborrecido, ou se pedia demissão.

Não. Com certeza não. Batalhou por aquele emprego e não desistiria dele só por causa do homem de cabelos avermelhados.

-Prazer. – Castiel ergueu a mão para cumprimentar o loiro, que ainda se encontrava em estado de choque, com um sorriso sarcástico nos lábios finos.

Observou Nathaniel erguer a mão também, meio trêmulo e cumprimentá-lo brevemente. O leonino não imaginava que assumir as empresas de seu pai pudesse lhe render algum divertimento. Mas ali estava ele, parado em sua frente. Um lindo loiro de olhos âmbares.

 


Notas Finais


Tópicos::::
-QUEM AQUI ACHA QUE O NATHANIEL FICOU CAIDINHO PELO CASTIEL?? :3
-Nathaniel não tem medo da morte, encostou no Castiel sem ter a permissão dele :v
-Será que se eu pegar um táxi agora eu encontro um Nathaniel ou um Castiel nele? ( ͡° ͜ʖ ͡°)

Obrigado por lerem!
Até o próximo capítulo!!
#Kisses


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