História Just a Dream? - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~Asthy

Postado
Categorias Originais
Tags Drama, Lobisomens, Lutas, Magia
Exibições 9
Palavras 1.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hey... acho que fiz o Jacob com um poder muito over power. Mas sei lá, não vou apelar.

Capítulo 5 - Assassin.


 

Jacob "Jake" Bellenbien

Acordei no sofá da sala de Emma. Estava sem minha camisa, não conseguia dormir com a parte de cima coberta. Os roncos de Fred e Tray juntos me forçaram a acordar durante a madrugada.

Caminhei na direção da cozinha, lá devia ter comida. E tinha, abri a porta da geladeira, e peguei uma coca cola, e abri a latinha. Levei a garrafa até a boca e ingeri o líquido, sentindo a bebida gelada descer em minha garganta.

Aproveitei que não tinha ninguém olhando e peguei meu celular, checando as mensagens. Entre elas estavam às mensagens de minha mãe, perguntando se eu demoraria muito na casa dos meus amigos. E outra, em negrito, era de Angel, minha irmã mais nova. Ela perguntava onde eu estava, e obviamente, respondi que estava na casa da Emma. Ela enviou um emoji sorridente. Fui para a porta dos fundos. Distraído com as publicações na rede social “Blingbook”, não percebeu a vinda de Arthur e acabou se colidindo com ele. O refrigerante caiu contra a roupa de Arthur, e o celular por pouco não caiu.

  Cara... Por que me machuca quando nos encontramos?         

 Por que sempre aparece do nada? – Me afastei dele. – O que está fazendo?

– Fred e Tray não me deixam dormir. E você?

 O mesmo. Coca? – Ofereci.

– Não, valeu. – Ele balançou a cabeça negativamente. – Aí, seu celular tá ligado.

Peguei o celular do bolso, e a respondi.

 Foi mal demorar pra aparecer de novo, as coisas na cidade estão diferente.“

 Tudo bem, Jake. Sabe... As coisas na cidade também mudaram muito desde que você se mudou.”

 Aí, até mais. Eu mando mensagem depois.”

 Tá, você só vai ter uma grande surpresa em alguns minutos."

Devolvi o celular para meu bolso, e olhei para Arthur.

 Então... O que vamos fazer de madrugada? Só estamos nós acordados, e um passeio de madrugada é bom.

Ele balançou a cabeça, positivo. E demos meia volta indo até a porta dos fundos, que estava destrancada. Saímos da casa, e fomos surpreendidos por uma raposa maior do que o normal, que saltou sobre mim e rosnou. Em seguida, ela se transformou em uma humana. E eu reconheci aqueles cabelos azuis no momento que vi. Um sorriso se abriu no meu rosto e envolvi meus braços na garota. Arthur nos encarou sem entender.

 Então... Vai apresentar ela ou vou segurar vela sem conhecer a garota?

 Nós dois começamos a rir, e ela rolou para o lado direito, saindo de cima de mim. Levantamos sorridentes.

 Arthur, Angel, Angel, Arthur. Pronto, se conhecem.

 Por que não falou que vinha?

 Não entendeu o recado? Surpresa! – Ela levantou um dos braços. – Ele é o lobisomem?

  Contou pra ela? – Arthur me encarou.

 Foi o justo, ela me falou sobre ela ser uma raposa. E eu não tenho nenhum dom, então, eu falei de você.

 Já que estamos apenas nós aqui fora, que tal darmos uma volta por aí? – Forcei um sorriso. Não tinha ideia do que fazer com eles. Até que Angel puxou da mochila, dois celulares e nos entregou.

 Apertem no botão que liga a tela e digitem 534.

Então apertamos, os celulares brilharam e em seguida, em nossas mãos estavam gládios. Pelo que havia lido no livro de história, essa espada era a que alguns romanos usavam. Algumas eram feitas de um metal raro, que ela chamou de aço de golem. Ninguém acreditava sobre a existência do metal, os gládios que encontramos nos museus, na maioria das vezes são feitos de plástico. Eles eram bem leves, e fáceis de movimentar. Por mais incrivel que pareça.

– Que tal vocês dois batalharem, meninos? – Ela perguntou, me encarando com um sorriso fofo no rosto. Não tive escolha, tive que aceitar.

 Okay! – Falei, enquanto me afastei de Arthur. Nunca havia utilizado, mas tinha aprendido algumas coisas com os filmes de ninjas que assistia. Coloquei a espada em diagonal, e avancei na direção de Arthur. Desci a espada contra seu ombro, mas ele conseguiu repelir a espada, com a parte plana da sua. Desferi uma cotovelada contra o queixo de Arthur, e o desarmei, fisgando o gládio pelo cabo e o pondo em horizontal, atrás de seu pescoço. E meu gládio estava apontado na direção do rosto do adolescente. Pronunciei. – Venci!

Com um sorriso no rosto, Arthur me olhou. O cotovelo do adolescente desceu no meu braço com o gládio dele, me fazendo derrubar a espada. Ele aproveitou para pegar a espada e a deixar apontada para meu rosto. Ergui a minha, apontando para o rosto dele novamente. Em seguida, uma briga com as espadas se iniciou. As faíscas saíam rápido, com a colisão das espadas, ambos não pareciam se cansar. As habilidades deles eram tremendas, que assustariam qualquer mestre espadachim. Até parece.

A batalha se encerrou ao momento que passos acelerados foram ouvidos na floresta atrás da casa de Emma, a pouca distância de nós. Angel foi a primeira a correr na direção do barulho, ela não parecia ter medo de ser atacada. O próximo foi Arthur, que continuava com o gládio em mãos. Em seguida, eu, apenas com o gládio e sem dons.

O grito de Angel fora ouvido, e atrás de mim, Fred, Tray e Emma corriam em nossa direção. Emma segurava uma katana, que brilhava em um tom azulado. Fred segurava uma faca de cozinha, o que eu acho que não faria muito efeito num lobisomem grandão, ou naquilo que havia nos atacado no dia anterior. Tray não tinha nada. 

Quando chegamos ao lugar que Angel se encontrava, a garota se encontrava caída no chão, e voltava à sua forma humana. Não era o monstro do dia anterior, era um minotauro, com três cabeças e quatro braços. Em cada um, segurava um machado de guerra. Em um deles, sangue pingava, preocupado, voltei meu olhar para Angel, que tinha estava com a camisa encharcada de sangue.

Quando voltei para olhar para o minotauro, agora todos seus machados pingavam sangue violentamente. Meus amigos, Tray, Arthur, Emma e Fred estavam caídos aleatoriamente pelo lugar, encostados em árvores. Encarei o solo, estava sem meus amigos. Eles provavelmente estavam mortos, e sem eles, era um merda. Não tinha poderes e estava à mercê de um minotauro bombado. Eu achei que não poderia oferecer nenhuma resistência.

Porém, repentinamente, fui preenchido por confiança. Meus olhos ardiam, e sentia que algo podia ser feito.

Quando olhei para ele, cortes começaram a aparecer em seu corpo, espirrando sangue e cobrindo o corpo do meio humano e meio touro. Em seguida, a cabeça do touro simplesmente explodiu, mandando miolos para todos os lados. Logo eu desmaiei.


Notas Finais


Então... agradeço por ter lido até aqui, se puderem, divulguem.


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