História Just a Dream? - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~Asthy

Postado
Categorias Originais
Tags Drama, Lobisomens, Lutas, Magia
Exibições 11
Palavras 1.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hey! Boa sorte, e espero que não fiquem tristes. Sz

Capítulo 9 - This is a not dream!


Jacob “Jake” Bellenbien

 Vai, atende. Cadê você?

Comecei a bater meu pé várias vezes contra o chão, como forma de passar o tempo. O crédito de meu celular já devia estar quase no fim. Tray não atendia de jeito nenhum. Em um breve suspiro, abri o aplicativo rastreador em meu celular e procurei o chip que havia posto em Tray durante a noite.

E sim, é bizarro... Mas, se ele se perdesse, seria fácil achar ele.

Ele parecia estar na Avenida Brows com a Colt. Mas o problema era que lá não tinha nada além de pedaços grandes de metal e um antigo circo. Dei de ombros. Aquele aplicativo nunca deu errado, já havia encontrado várias pessoas com ele.

No momento que cheguei no antigo circo, um calafrio percorreu minha espinha. Aquilo não me fazia sentir bem. Comecei á suar um pouco. E hesitando, entrei. Não tinha escolha, Tray devia estar em perigo.

Mas não iria entrar desarmado. Havia aprendido outro poder, e conseguiu treina-lo. Uma espada flamejante surgiu em minha mão. Segurei a mesma, firme e entrei.

Onde entrei, era um lugar escuro, e iluminado apenas pelos feixes da luz do luar que varavam pelos buracos no teto de lona. Vários bancos, talvez para ver as apresentações. Alguns estavam tombados para o lado, e caídos sobre outros. Se me lembro bem, o circo havia fechado por acusarem os palhaços de matarem os funcionários que saíam tarde dali.

Eu não acreditei, quando me falaram isso. Mas agora via que era real, o sangue estava no chão. Então, as luzes dali ligaram. Não sabia como, já não tinha postes ali, para ligar a energia.

Em questão de segundos, a espada se desfez e ali, brotou uma Colt Python carregada com balas de fogo. Apontei a arma para o palco, e um palhaço saiu de trás das cortinas, batendo palmas. O sorriso ia de orelha a orelha, e em sua mão, uma faca ensanguentada. Ele moveu o dedo indicador e do meio da mão livre e preso em uma cruz, vinha Tray, que estava inconsciente.

Outra risada psicótica veio do palhaço e consegui entender de onde vinha o sangue em sua mão. No peito de Tray, estava escrito C. Ele movimentou sua mão esquerda e me lançou longe, contra um banco. A dor me fez urrar, e me desnortear.

Então, gritos de guerra misturados chegaram ao local. Uma garota portando uma espada que emanava uma energia azulada, e ao seu lado uma raposa branca, e grande. Um asiático ao lado da raposa, ao redor da mão dele, emanava eletricidade. E ao lado dele, um lobisomem grande.

O rugido do lobisomem se espalhou pelo local, me atordoando mais. Ele parecia ser o líder. Balancei a cabeça, tentando voltar ao normal. Reconheci o quarteto, eram Fred, Arthur, Emma e Angel. Ou eles lembraram de nós dois, ou vieram por terem ouvido o barulho.

 SE AFASTE DOS DOIS INDEFESOS, CRIATURA QUE NÃO CONHECEMOS!

Gritou Fred, se tornando um ser de eletricidade e voando na direção de C, que com um simples aceno com sua mão livre, o desmaiou. Confesso que sabia que não daria certo, até ver que Arthur acertava uma patada contra o rosto de C, e aquilo deveria tê-lo matado, mas ele estava ali, com o rosto novinho em folha, sem ferimentos.

Arthur também voou longe, e voltou à sua forma humana. As garotas atacaram em conjunto, a raposa – Angel – pulou contra C, pela esquerda e Emma avançou pela direita, erguendo a espada azul. C se agachou, fazendo com que a pata da raposa gigante batesse na garota e a mandasse longe, ele sorriu e ficou em pé. Levou a mão aberta, em direção dos nervos perto da axila, e golpeou o local, tirando a força daquele braço. Em seguida, chutou a raposa e a jogou perto de Emma.

Ele gargalhou alto.

– Foi bom brincar com vocês... Mas está na hora de acabar com isso.

Ele ergueu a mão contra o peito de Tray, e desceu na direção do coração. Eu vi tudo ficar em câmera lenta, como se todos estivessem se movendo lentamente. Como já estava normal, mirei o Colt Python na direção da têmpora de C, e disparei. A bala atravessou a cabeça do palhaço, e ele desapareceu em pó cinza.

Suspirei, aliviado. Havia matado o palhaço, e com apenas um disparo. Tudo voltou ao normal, e corri na direção de Tray, o soltando da cruz. Os quatro vieram na nossa direção, normais. Eles me encararam.

- Você era o garoto daquele dia no refeitório... Nunca achei que você era um de nós.

Arthur falou, abrindo um sorriso. Tray abriu os olhos e me encarou, e em seguida me dando um abraço. Não resisti em dar um sorriso.

 Jake... A Nina – Ele me soltou do abraço. – Olha ela ali. – Ele apontou para a garota, que sorriu e correu na nossa direção.

E em um salto ela nos envolveu em um abraço. Eu me surpreendi, nunca fora de falar muito com ela, mesmo sendo namorada do meu melhor amigo.

 Eu matei o C, Tray. Eu matei.

Ele abriu outro sorriso.

Ficamos ali por um longo tempo, todos comemorando a vitória contra o C. Mesmo os quatro não terem batido muito nele. Levantamos do palco e descemos, indo em direção da saída do circo abandonado.

 Certo. O plano é sair daqui, e comemorarmos.

Falou Arthur, quando estávamos na metade do caminho. Todos nos olhamos para Nina e o momento de alegria acabou. Uma mão atravessou a costa de Nina, jorrando sangue para o solo. A mão sumiu, e a garota caiu no chão, sendo segurada por Tray e em seguida, por mim.

 Eu não morri, o pesadelo de vocês apenas começou. – E uma gargalhada áspera foi desaparecendo lentamente.

As lágrimas estavam visíveis no rosto de Tray. A cabeça da garota pousava lentamente na coxa de Travis, que chorava.

 Não...! Isso é um sonho! Um pesadelo! Não!

 Não, Travis... Isso não é um sonho... É o mundo real, Tray... E no mundo real acontecem coisas ruins...

Então ela parou de falar.

 Não vá embora! Não! Não! Não!

Ele gritava, chorando intensamente. Eu comecei a chorar em seguida, muito. E só parei de chorar, quando ouvi a voz de Emma me chamando.

 Jacob... – Eu olhei a garota. – Eu me lembro de você... – Então ela desmaiou.


Notas Finais


SZ Eu mandei não ficarem tristes. E não, não acabou, compartilhem se tiverem gostado, e se também gostaram, favoritem.


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