História Just a Dream... [(Reader)] - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Ayato, Azusa, Drama, Female Reader, Imagine, Kanato, Kou, Laito, Reader, Reader Insert, Reiji, Romance, Ruki, Shu, Subaru, Você, Yuma
Exibições 54
Palavras 2.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá de novo! Demorei? Sim! Desculpas

Sem mais enrolação!

Bom leitura!

Xoxo

Capítulo 3 - Chapter Three


Dia seguinte.

On. (S/N)

 Meus olhos começaram a se abrir lentamente. Estava em meu quarto. Suspirei em sinal de alivio. Logo comecei a ouvir a batidas na porta. Andei até a mesma e a abri, dando de cara com uma das ajudantes da casa. Recuso-me a falar empregada.

 - Hm... A um senhor na sala de estar esperando a senhora. – ficou um pouco vermelha ao falar isso.

 - Certo. Muito obrigada pela informação.  – digo com um sorriso no rosto. Após isso ela saiu da porta e virou no corredor seguinte.

 Entrei em meu quarto saltitante. Ele veio me buscar. Fui até a cômoda e peguei a roupa escolhida que eu tinha separado, me dirigi ao banheiro, para fazer minhas higienes matinais.

Alguns minutos depois...

 Acabei de sair do banheiro, já devidamente vestida, e arrumada. Peguei minhas malas e minha mochila. Coloquei meu mp3 para tocar e abri a porta. Assim que sai do quarto andei até o corredor seguinte, avistei a escada e a desci correndo.

 ***

 Cheguei à sala de estar feliz. Algumas das ajudantes vieram me perguntar se eu precisava de ajuda com as malas. E a resposta sempre era um simples “Não”. Mas assim que cheguei à frente do sofá, minha felicidade acabou, e senti uma sensação de desconforto, ao olhar o homem a minha frente. Cabelos brancos, e olhos que da cor que eu não consegui identificar. Antes que eu pudesse perguntar para ele quem era, o mesmo me respondeu.

 - Prazer sou Tougo Sakamaki. – se levantou e veio a minha frente, pegou minha mão e a beijou.

 Fiquei perplexa não conseguia mexer um milímetro de meu corpo. Estava paralisada. Logo me senti ser consumida pela escuridão.

Algumas horas depois.

 Meus olhos abriam devagar. Percebi que estava em um carro. Espera... EU ESTOU EM UM CARRO? EM ANDAMENTO? Sentei-me rápido o suficiente no banco para poder ficar tonta. Olhei desesperada para a janela.

“Pensei que veria minhas lembranças...”.

 Soltei um suspiro de alivio ao perceber que eram apenas arvores. Que por acaso formavam uma floresta escura e densa, em minha opinião.

 Olhei paro o retrovisor, e soltei novamente outro suspiro de alivio, ao perceber que o rosto do motorista não estava borrado.

 Logo o carro começou a parar. Ele parou em frente a uma mansão grande. É a mesma do meu sonho. Antes que eu percebesse já estava fora do carro com minhas malas em mãos. Olhei para trás, o carro já não estava mais ali. Isso chega a ser assustador, esta acontecendo como no sonho.

”Maldito sonho!”.

 Andei até o portão, e como no meu sonho, velho e enferrujado. O abri e fez o som estridente, que agora eu pude ouvir. Contorci-me após ouvir esse som, e o outro dele se... Fechando? Olhei para trás e definitivamente ele estava fechado. Os pelos do meu corpo de arrepiaram. Andei a passos relutantes até a porta da mansão, mas comecei a me apressar quando senti pingos de chuva em meu braço. Corri rápido ao local onde se localizava a porta, eu ia bater na mesma, mas ela se abriu. Ela simplesmente abriu. Arrepiei-me novamente, coloquei o pé para dentro, o hall de entrada era igual.

 Comecei a andar. Logo vozes foram ouvidas por mim. Andei em passos lentos até o local das vozes.

 - Ayato! Devolva minha gravata! – uma garota loira mais para platinada, com olhos rosa. Ela tem cara de santa e inocente. Ela parece até um pouco fofa. A mesma usava um uniforme de colegial. Ela parece uma tabua. Deus me livre.

 - Calma panqueca! Eu devolvo! – a garota loira agora conhecida como panqueca por mim, tava brigando com um garoto ruivo de olhos vezes, acho que era Rayato ou Aiyato sei lá que cacetes era. Continuando, ele estendeu a gravata, mas quando a panqueca ia pegar, ele colocou pra cima. – Mas antes... Me dá um beijinho! – fez um biquinho. Eu tive de colocar a mão na boca para não ter um ataque de risos.

 - Não! – se jogou pra trás, eu acho que incrédula, ela estava um pouco corada. Ela, pois a mão na boca.

 A qual é! Até eu beijaria! O garoto é bonito! Isso eu admito! Desculpa Matte mais eu tive de falar isso, se eu falasse que ele é feio estaria mentindo.

 - Então me dá outra coisa! – se jogou em cima dela e mordeu o pescoço da mesma, ela soltou um gritinho de surpresa e dor.

“Vampiros...”

 Ele é um vampiro! Não tenho medo deles... Vampiros realmente existem? Eu tenho uma pequena certeza que sim. Depois que vi aquela mulher de cabelo roxo e o cara de cabelo esverdeado, qual era o nome deles mesmo? Acredito em tudo que é paranormal, além disso... Eu não lembro o nome dela.

“Incrível! Eu consigo esquecer nomes recentes tão rapidamente! Tsc.”

 Mereço. Senti uma presença e olhei para o local onde os outros de localizam. Tinha mais uma pessoa, cabelos lilás, roxo, preto, ou sei lá, ou é os três?

“Ando fazendo muitas perguntas ultimamente.”

 Soltei uma risada anasalada.

 - Ayato! – então esse é o nome do guri. – Leve suas atividades para seu quarto! – falou autoritário. O garoto farejou o ar e logo falou mais autoritário ainda. – Quem está ai? – sua mãe! – Apareça agora!

 Sai das sombras, e os presentes olharam para mim.

 - Se apresente! – falou como se fosse o rei. Eu ia dar uma resposta, mas como minha mãe me deu educação falei educadamente educada.

 - Sou (S/N) Tsukyomi, tenho 17 anos. Prazer! – fiz uma reverencia.

 Do nada surgiram mais cinco meninos e pelo que parece muito bonito, espera essas cores de cabelo...

“Os meninos do sonho!”

 Como não percebi antes? As cores de cabelo... As roupas...! Começou a passar vários flashbacks da minha, pareciam impactos contra mim, por que isso só aconteceu quando os olhei?

 Agora também começou a passar memórias minhas com a minha mãe? Desde que eu era pequena até a morte dela.  Meus olhos se encheram de lagrimas. Minha mãe... A mulher de cabelo roxo... O homem de cabelo verde... Tudo isso de uma vez só!

 Comecei a andar para trás com a mão na cabeça.

 - POR FAVOR, PARA!  - gritei caindo no chão.

 Eu bati a cabeça com tudo no chão.

 - De... Novo... Não! – falei fraca, depois disso acabei desmaiando.

Sonho on.

 Estava andando, tudo estava escuro.

 - Olá? – perguntei incerta.

 Andei até a frente, bati em alguma coisa, andei para o lado, a mesma coisa, para o outro a mesma parede, para trás também tinha uma parede. Eu estou em uma caixa?

 Uma luz começou a brilhar na frente desta “caixa”, eu comecei a bater em todos os lados dela sem parar. Mas quanto mais eu batia mais eu machucava, mas eu batia sem parar. Meu corpo estava...

 - Cheio de cacos de vidro?... – perguntei cansada. Eu comecei a bater de novo, ai eu percebi, os vidros da caixa iam se soltando.

Alguns minutos depois...

 Fazia quinze minutos que eu estava batendo nesse vidro, olhei para baixo. Eu estava cheia de cacos de vidro, minhas roupas estavam um trapo. Mas em compensação eu consegui quebrar um pouco do vidro. Antes de eu me dar conta a luz branca que estava em minha frente começou a brilhar mais forte.  E uma mulher sai de lá de dentro. Essa mulher era minha mãe.

 - Mãe? – perguntei confusa e um pouco feliz.

 Ela apenas me olhou serena. Antes de ela falar alguma coisa eu corri até a parede e comecei a bater desesperadamente tentando quebrar. Bati e bati, eu agora estava chorando, eu ia bater mais uma vez, mas eu cansei, coloquei minha mão no vidro, e minha mãe fez a mesma coisa, ela começou a falar.

 - Minha filha... – encheu os olhos de lagrimas, e consequentemente o meus também. – Não chore meu amor. – ela colocou a mão no vidro e conseguiu entrar e enxugou minhas lagrimas. Eu ia pegar a mão dela, mas a mesma a retirou rapidamente. –Você não pode ter nenhum contato comigo minha filha! Apenas eu posso toca-la – eu ia perguntar o porquê, mas ela foi mais rápida. – Não pergunte, em breve saberá. – seu rosto de sereno foi um pouco mais para o sério. – Ouça com atenção! – eu apenas assenti. – Você vai ter esse sonho até você conseguir quebrar essa caixa. Eu vou estar aqui todas às vezes. E quando eu puder eu darei dicas para você conseguir quebrar. Isso aconteceu comigo também então não se preocupe. Você não vai sentir tanta dor. – isso explica o fato dos cacos doerem apenas como meros arranhões.

 Minha mãe deu uma volta na caixa, e olhou para mim sorrindo, isso fez com que eu sorrisse também.

 - Muito bem querida! – deu um pulinho de alegria. – Você quebrou mais que eu, na minha primeira vez. Parabéns! – meu sorriso aumentou.

 Ela olhou para mim e depois para a caixa.

 - Está bom por hoje! Pode ir!

 Depois dessa fala meu sonho começou a se dissipar que nem um nevoeiro, eu já estava vendo que eu me encontrava em um quarto com certas pessoas. Mas antes que pudesse acordar eu ouvi minha falar.

“Não se esqueça

Mamãe te ama!

 Depois dessa fala eu sentei com um sorriso.

 - Também... Te amo... – murmurei para mim mesma.

 Olhei para frente e os sete garotos estavam aqui com a garota loira, eles estavam me olhando estranho.

 - Eu desmaiei? – perguntei sonolenta.

 - Sim. – falou o garoto ruivo que tava com a loira.

 - Desculpa! – falei levantando, mas eu sentei de novo na cama, minhas pernas estavam bambas. Olhei para baixo, estava com faixas. – Por que estou com essas faixas? – perguntei confusa.

 - Você está com faixas por que enquanto dormia, o seu corpo começou a abrir vários buracos. – me encarou. – Me surpreendo que não tenha morrido.

 Agora que percebi, eu estava cheia de sangue.  Encarei-os um pouco envergonhada. Levantei-me um pouco bamba.

 - Vocês podem me dar licença? – perguntei com as bochechas um pouco avermelhadas. Num instante eles sumiram, até a garota.

 Fui até minhas malas, peguei-as e fui até o banheiro. Entrei no mesmo, e comecei a me despir. Quanto estava totalmente sem roupa, fui até o chuveiro e o liguei. Fiquei uns cinco minutos no mesmo, logo após sai.

 Quando cheguei ao quarto percebi que havia um uniforme encima da cama, e também havia um bilhete, peguei o mesmo e comecei a ler.

Se vista e desça para o hall de entrada. ’

 Soltei um suspiro frustrado.

“Nem aqui me livro do maldito colégio.”

 Vesti-me, e assim que terminei sai do quarto. Assim que fiz essa ação, dei um leve pulinho de espanto. Comecei a soltar risadinhas de nervosismos e descrença.

 - Só pode ser brincadeira! – digo ainda dando as risadas. – Eu estou na merda de um corredor gigantesco! – dei quase um grito nessa frase.

Alguns minutos depois...

 Eu tenho quase certeza que estava rodando esta linda maravilhosa casa que parece mais o castelo do Drácula, há dez minutos. Olhei no meu pingente que continha um relógio romano, e sim eu estava certa, eu estava há dez minutos nesse maldito corredor.

 Logo comecei a avistar a porra da luz do hall de entrada.

 - Ainda bem! Não fiquei aqui dez minutos à toa! – andei até o hall de entrada dando pulinhos de alegria. Estava com um sorriso maior que a cara.

 Mas parei de pular e por uma expressão séria no rosto quando cheguei à frente do hall de entrada. Comecei a descer devagar, e também já via as cabeleiras coloridas dos indivíduos a frente.

“É impressão minha ou eles parecem que saíram de um unicórnio? Porque pelo amor de Deus eles têm cabelos cor arco-íris!”.

 Quase cai na gargalhada com esse pensamento, mas apenas soltei uma risada anasalada. Já estava na frente deles sem perceber.

 - Bom... Já que está aqui, podemos nos apresentar. – falou o guri de cabelo lilás.

 Depois de uma apresentação chata pra cacetes fomos para limusine deles. Optei por sentar ao lado da garota loira.

“Esse dia foi cheio de surpresas... Foi legal!”

 

 

 

End...

 

 

 


Notas Finais


OI di novo!

Não sei que dorgar eu uso pra fazer esses sonhos!

Mas tem uma coisa que vocês tem que concordar comigo! Esse capitulo não foi tão bad!

Eu tava feliz!

Obrigada por ler! Até o próximo capitulo!

Xoxo

P.s: Continuo?

P.s.2.0: Desculpe por qualquer coisa!


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