História Just a friend....or no...!? - Capítulo 45


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Iris, Kentin, Lynn, Lysandre, Nathaniel, Nina, Rosalya, Violette
Exibições 457
Palavras 1.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oieeeeeee pessoas queridas do meu coração. Tudo bem com vocês? Comigo tá tudo ótimo.

Galera eu trouxe mais um cap para vocês, infelizmente a fic tá acabando, é eu sei como essa frase dói, doí pra car*lho mas é a verdade. Esse é o motivo das brigas que eu estou fazendo, porque eu como mera covarde que sou não quero que a fic acabe tão cedo. Enfim né, então gente como a fic tá acabando eu pensei em começar outra, alguma ideia? Gostariam que eu fizesse outra fic com o Castiel? Ou querendo outro paquera?

Respondam para mim, por favor.

Boa leitura <33333333333333333

Capítulo 45 - " Está tudo acabado... "


Fanfic / Fanfiction Just a friend....or no...!? - Capítulo 45 - " Está tudo acabado... "

Não consegui pregar o olho nem por um segundo à noite inteira. Vários pensamentos do que Castiel podia estar fazendo a essa hora em um bar qualquer não abandonavam minha mente e era impossível afasta-los. Não dormi, fiquei deitada na cama com os olhos fechados tentando pensar em outra coisa que não fosse um certo ruivo. 

   Mas ou menos umas dez para as 4 da manha eu pude escutar a porta da entrada sendo aberta e logo depois fechada com certa brutalidade. Sabia que era ele, só podia ser, não tinha como se outra pessoa. Agucei meus ouvidos e escutei todos os seus pesados passos ao subir as escadas.

   Então a casa voltou a se afundar no avassalado silêncio. Estranhei o fato porém continuei de olhos fechados e não ousei mexer nem um músculo. Com um estrondo enorme levanto da cama assustada e, ao voltar meu olhar para a porta, me deparo com Castiel encarando-nos com sua expressão estressada.

   Conhecendo-o como eu conheço sabia que ele tinha interpretado toda a situação da maneira mais errada possível.

 - Cast... - Chamei-o, entretanto foi baixo demais para que o mesmo ouvisse.

   Com sua expressão carrancuda é totalmente descontrolada ele bateu à porta com força fazendo com que Damon acordasse com um pulo e me encarasse de modo confuso. Poupei meu tempo de explicações e simplesmente me levantei, retirando as cobertas do meus corpo, e caminhei correndo em direção ao meu quarto.

   Ao adentrar meu aposento encontrei Castiel fumando um cigarro ainda novo e sentado em cima da cama, olhando seus pés. Quando percebeu minha presença ele levantou o olhar e eu pude ver o que ele estava sentindo: medo, magoa, decepção.

   Ele não parecia o Castiel que todos estamos acostumados a ver, o garoto durão e grosso. Nesse exato momento ele estava parecendo apenas um garotinho magoado e amedrontado. Isso quebrou meu coração, por um momento eu só quis abraçá-lo e fazer tudo voltar a ser como era antes.

   Mas então suas palavras voltaram a minha mente: " A minha vida era muito mais fácil antes de você aparecer ". Com esse simples pensamento eu reprimi a minha vontade de conforta-lo, ele era quem tinha que me confortar, não o contrário.

 - Castiel não é o que você está pensando. 

   Tentei me explicar, era incrível o quanto ele tinha poder sobre mim, mesmo eu estando muito brava só de olhar em seus olhos eu já tenho a enorme vontade de diminuir a sua dor.

   Agora eu entendi o porque dessa frase clichê aparecer em quase todas as brigas de casais. No desespero para tentar se explicar e não querer que a pessoa pense o que provavelmente já esta pensando você solta a primeira frase que lhe vem à mente.

 - Não? - Perguntou me sarcástico. - Eu não vi você dormindo agarradinha com seu " melhor amigo " ? 

 - Castiel por favor, me deixa explicar. - Implorei dando um passo para frente.

 - Não precisa explicar, eu já entendi. - Seu bafo agora mais perto cheirava a álcool, denunciando que ele estava bebendo.

 - Para de ser cabeça dura Castiel, me escuta. 

 - Chega Isabella, eu já entendi. - Rosnou. - Você quer ficar sozinha para agarrar seu " melhor amigo " não? - Falou me dando ênfase no " melhor amigo " .

 - Castiel, pare com isso. Você sabe que não é bem assim. Você me conhece. - Disse levantando a minha mão e tentando toca-lo.

   Castiel se esquivou de mim como se meu toque fosse letal e olhou para mim, de seus olhos tudo o que transbordava era a raiva.

  - Achei que conhecia. - Proferiu com um tom mais calmo e ao mesmo tempo sarcástico, como se estivesse se divertindo com a situação.

 - E você conhece. - Exclamei. - Vamos Castiel, pare de drama. Não deixe que o alcoolemia a raiva lhe deixam cego.

 - Cala a boca. - Gritou arremessando algo na parede oposta.

   Um copo! Os cacos de vidro estavam todos espalhados pelo chão do aposento. Como reflexo acabei dando dois passos para traz e me distanciando dele. Um sentimento encheu meu peito e consegui identificar o que era: medo. Eu estava com medo dele.

 - Vai ser sempre assim? - Resmunguei em um fio de voz e ele me encarou confuso. - Sempre que voltar de algum lugar vou te encontrar bêbado? É isso que nosso filho vai ter que aguentar? Um pai bêbado e agressivo? É assim que vai ser de agora em diante? E quando não houver mais garrafas ou copos para serem quebrados? Quem vai ser a vítima? Eu? 

 - Chega Isabella. - Brandiu raivoso. - Eu já entendi. Não me quer na sua vida. Você quer é se pegar com seu " amiguinho " não é?

 - Não! Você está cego de ciúmes. 

 - Muito pelo contrário. - Retrucou. - Não se preocupe, você não vai me ver amanhã mesmo. Aí vai poder viver a sua vida com o Damon.

 - O que quer dizer com isso?

   Perguntei confusa reprimindo minha enorme vontade de chorar. Não entendi o que ele queria dizer com aquilo mais sabia que coisa boa não era.

 - Está tudo acabado, amanhã eu volto a morar em meu apartamento e cada um segue a sua vida. - Falou decidido e meu coração quebrou ao meio.

 - Não sabe o que está fazendo. - Exclamei mais minha voz soou mais desesperada do que confiante.

 - Sei sim. - Respondeu me com um sorriso sádico.

 - Vai se arrepender. - Não saiu como uma ameaça e mais como um pedido para que reconsiderasse o que estava dizendo.

   Ele apenas soltou uma gargalhada irônica e saiu do quarto me deixando sozinha e destruída por suas cruéis palavras.

   Não podia ter acabado, não! Eu o amava e não o deixaria ir, não ele na podia simplesmente decidir isso é virar as costas para mim. Ele não seria capaz de algo tão cruel seria? Será ele mesmo falando ou só porque está bêbado?

 - Não pode sumir da minha vida assim! - Gritei para o nada, esperando que ele escutasse.

   Desabei em lágrimas mas com apenas um pensamento em mente: Eu não deixaria ele sair da minha vida assim tão facilmente. Não, eu iria deixar meu orgulho de lado e iria lutar por ele porque eu. Amo e não importa o que ele disse no passado, isso não vai acabar assim. Não mesmo, ainda mais agora que tenho um filho seu.

   Tinha certeza que a criança era dele, podia não ter saído o exame ainda mais eu tinha certeza de que era. Estava decidida e contá-lo sobre a vida em meu ventre, e não iria deixá-lo ir embora sem mais nem menos. Não depois de tudo o que a gente passou juntos.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, não esqueçam de comentar e me responder se gostariam de outra fic e com qual paquera.

Bjss e até o próximo cap. <33333333333333


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