História Just a game - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Durarara!!
Personagens Celty Sturluson, Izaya Orihara, Masaomi Kida, Saki Fujita, Shinra Kishitani, Shizuo Heiwajima
Tags Shizaya
Exibições 220
Palavras 1.536
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá leitores! Estou um pouco atrasada, confesso, mas espero que não estejam muito irritados comigo, estou fazendo o que posso para atualizar, o tempo está corrido nesse fim de ano letivo pra mim, mas obrigado aos que não desistiram de acompanhar.
Boa leitura!

Capítulo 10 - Entre cigarros e bebidas


Fanfic / Fanfiction Just a game - Capítulo 10 - Entre cigarros e bebidas

 

Just a game

 

Cap. 10 – Entre cigarros e bebidas

 

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Narrador POV’s on

 

 Os dedos corriam ágeis pelas teclas, os olhos vermelhos estavam fixados na tela, as cortinas estavam fechadas, deixando o apartamento escuro, mas isso sequer incomodava o informante, ocupado demais para se importar até mesmo com Namie e Shizuo que entravam no apartamento, encarando o informante com curiosidade.

 

- Virou a noite trabalhando? –Perguntou Namie encarando a xícara de café vazia e as latas de energéticos, jogadas pela sala.

- Aposto que não comeu nada até agora –disse Shizuo sentando-se displicentemente no sofá.

- E quem, são vocês, meus pais? –riu sarcástico o informante.

- Não tenho tanto azar assim. –sorriu Namie abrindo as cortinas, ouvindo um xingamento em reprovação vindo do informante.

- Descobriu algo novo? –Shizuo perguntou, realmente curioso.

- Sim... Mas não nos serve de nada se eu não descobri onde eles estarão esta noite. –disse Izaya, invadindo o sistema da própria Yakuza.

Só tinha alguns minutos antes que alguém notasse a invasão, teria que ser rápido. As mensagens estavam codificadas, palavras chaves eram colocadas no lugar de algo que realmente queria dizer. Para a sorte do informante, não era a primeira vez que invadia este sistema, já era familiarizado com a linguagem dos mafiosos.

- Eles? Descobriu quem está envolvido no sequestro do Kasuka? –perguntou Shizuo se aproximando eufórico.

- Sim. A Yazuka. –falou com um sorriso de canto.

- Aqueles malditos... –disse Shizuo irritado.

- Interessante... –riu Izaya. – Acho que vamos à uma festa hoje, Shizu-chan.

 

Os olhos dourado brilharam ao encontrar os olhos vermelhos confiantes, Izaya tinha um plano, e não seria Shizuo o primeiro a questioná-lo.

 

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Os passos calmos e confiantes seguiam em direção á uma entrada suspeita em um beco escuro, cuja única luz vinha de uma porta de ferro aberta, onde um homem mal-encarado de quase dois metros vigiava a entrada. Os passos dos dois homens pararam em frente ao homem, que os encarou em silêncio, até o sorriso de canto de Izaya se fazer presente.

 

- Têm convites? – o homem perguntou, frio.

- Ah, não. –sorriu Izaya. Shizuo encarava o homem sem muita paciência, queria dar uma surra nele, mas não sabia ao certo o motivo, o homem só havia dito uma frase até o momento, não podia ter se irritado tanto.

- Sinto muito, mas vão ter que dar o fora. –disse sério.

- Escuta, Hiroshi-san... A Meiko não ficaria muito feliz em saber que você não me deixou entrar, sabe, ela gosta bastante de mim, certo? –sorriu Izaya e o homem empalideceu.

-Orihara Izaya... –O Homem sussurrou.

- Olha Shizu-chan, ele se lembrou de mim! –disse Izaya sorrindo animado. – É engraçado o que os sequestros fazem com as pessoas. –disse passando pelo homem displicentemente, sendo seguido por Shizuo, que encarou feio Hiroshi antes de entrar no que parecia ser uma escada para o subsolo.

- Realmente é bem escondido. –comentou Shizuo, seguindo Izaya pelos intermináveis lances de escada.

- Eles não iam querer chamar a atenção. –disse Izaya. – Fique atento e fora da vista, só preciso encontrar o Shiki.

- E quem é esse, afinal? –perguntou o loiro, encarando o moreno de relance. Aquele terno lhe caía bem, realçava os olhos avermelhados.

- Ciúmes? –riu Izaya, ouvindo o loiro fazer um som de reprovação com a boca.

 

 Enfim chegaram a uma segunda porta, onde os seguranças eram mais simpáticos, e abriram a porta de ferro antes que os ameaçassem. O salão era grande e bem iluminado por lustres que pendiam do teto, havia dois andares, a julgar pela escada de mármore ao longe da entrada.

 Os mafiosos jogavam em mesas mais afastadas e escuras, apostavam ou riam, o bar estava cheio de homens e mulheres elegantes, alguns garçons transitavam com bandejas por todo salão, ao som do pianista que tocava em um palco não muito alto, acompanhado da voz de uma jovem garota que cantava alguma música lenta o suficiente para que casais dançassem ao centro do salão.

 Evitando o centro, Izaya e Shizuo se esgueiraram pelos cantos, parando no bar, ambos sentaram-se, pediram bebidas enquanto olhavam de relance por todo o salão. Até o momento ninguém havia os chamado atenção, ainda que alguns já notassem a ilustre presença do homem mais forte de Ikebukuro sentado em uma festa da Yakuza. Ninguém questionava, não desejavam costelas fraturadas em plena noite agradável de festividades.

 Izaya não era conhecido por muitos ali, na verdade, apenas o seu nome era bastante temido, mas a maioria nunca vira seu rosto pessoalmente, nem todos desejavam ver o demônio de Ikebukuro em pessoa, os boatos asseguravam de que nunca acabava bem.

- Precisamos de uma visão melhor... –comentou Izaya em um sussurro, tomando um gole de seu drink bastante alcóolico. O álcool apenas incentivava sua vontade de torturar pessoas, quem sabe precisasse arrumar uma briga mais séria com Shiki? Afinal, não tiraria os pés daquele lugar sem a informação que queria.

 

Não estava fazendo isso por Shizuo – Dizia para si mesmo mentalmente, tentando convencer a si mesmo de que o loiro não era tão importante. – Era apenas um desafio, um jogo que queria jogar.

- Vamos subir. –disse o Moreno puxando o loiro pelo pulso, sem notar que o guiava pelas escadas, até o loiro deixar um riso anasalado escapar, o informante de imediato soltou o punho do loiro o lançando um olhar irritadiço, não era hora de provocações.

O segundo andar era mais calmo, e tinham a visão perfeita do andar de baixo, sentaram-se á uma mesa vazia, ignorando os garçons que circulavam entre as outras mesas. O loiro havia puxado um cigarro de sua caixa e já o acendia com o isqueiro que mantinha em seu bolso.

Izaya olhava o andar de baixo irritado, por que Shiki demorava tanto? Será possível que não apareceria?

Irritado, o moreno pegou um dos cigarros de Shizuo, se curvando por cima da mesa, encostando a ponta de seu cigarro no do loiro, acendendo-o. Encarou os olhos do loiro durante alguns segundos, sorriu de canto com a expressão calma de Shizuo, que estava concentrado demais nos lábios do informante. Izaya então de afastou, sentando-se calmamente em sua cadeira, deixando a fumaça deixar seus lábios lentamente. O loiro sorriu de canto.

- Aqui não, idiota. – Provocou, o informante.

- Não estava pensando nisso... –disse Shizuo sem jeito.

- Ali está ele. –disse Izaya finalmente encontrando seu alvo no andar de baixo, prestes a subir as escadas, sozinho.

Puxou seu canivete do bolso, o abrindo em baixo da mesa, não chamando atenção de ninguém a sua volta.

- Me espere na porta de madeira escura no final daquele corredor, e coloque uma cadeira para o nosso amigo. –sussurrou Izaya se levantando e andando lentamente em direção à escada. O loiro seguiu calmamente para a porta designada pelo informante.

 

Izaya virou-se no momento exato que Shiki chegava ao primeiro andar, ficando cara-a-cara com Shiki, Izaya pressionou levemente o canivete na direção do abdômen do mafioso, sussurrando em seu ouvido.

- Shiki-san, me acompanhe, por favor. –disse o informante notando o olhar do homem se manter calmo, apesar de analítico, Shiki o seguiu calmamente para a sala em que o informante entrara, trancando a porta atrás de Shiki.

- Como entrou aqui, Orihara? –perguntou Shiki, notando Shizuo encará-lo estranhamente irritado.

- Tenho contatos. –sorriu o informante empurrando o homem mais velho para se sentar na cadeira, puxando outra e sentando-se de frente para ele.

 Shizuo estava ao lado da cadeira de Shiki, esperando ansiosamente pelo momento em que encheria alguém de pancada. Izaya brincava habilidosamente com o canivete, sem tirar os olhos de Shiki.

- Então, suponho que saiba por que o Shizu-chan está aqui, certo? - Sorriu Izaya.

- Não sei do que está falando Orihara, vá direto ao ponto. Não tenho tanto tempo. –disse Shiki.

- Não se faça de Idiota, o Shizu-chan não gosta de gente que se faz de tolo. –disse o Informante impaciente. Antes que pudesse abrir a boca mis uma vez Shizuo acertou um soco certeiro no maxilar do homem. – Shizu-chan, tenha paciência... –disse Izaya falsamente o repreendendo.

- Ah, claro... –O loiro sorriu de canto.

- Não posso te dizer muito, informante. Se contente com as pistas, ok? – Disse Shiki respirando fundo, não tinha paciência para ser interrogado. – Alguém com interesses em comum nos pediu para sequestrar o garoto, precisamos dele para resolver um problema interno. Alguém ligado ao Heiwajima está atrapalhando nossos negócios, e matou um de nós, e assim como nós, nossos amigos querem essa pessoa morta. – Disse Shiki.

Os olhos de Shizuo cerraram em irritação. Estavam tratando Kasuka como um objeto, sequer se importavam com ele, era apenas uma isca.

Izaya se aproximou de Shiki, pressionando o canivete no pescoço dele, até um filete de sangue escorrer pelo pescoço, manchando sua roupa social.

- Espero que seja verdade. –Disse Izaya respirando fundo antes de Guardar o canivete e parar diante á porta. – Garanta que Kasuka esteja vivo, e eu garanto que você estará também. –disse Izaya olhando ameaçador de relance para o homem.

Pela primeira vez em anos, Shiki sentiu medo daquela ameaça. Izaya estava levando para o lado pessoal, aquilo podia ser realmente perigoso.

- Vamos Shizu-chan, acabamos por aqui. – Sussurrou Izaya, irritado.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo, até o próximo!
Quero comentário só pela dificuldade que foi achar essa capa específica no meu pendrive lotado de imagens de shipps, ok? Eu mereço pelo esforço de vinte minutos de procura.


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