História Just a Little Push - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jin, Personagens Originais, Rap Monster, V
Tags Amor, Namjin, Namjoon X Jin, Short Fic
Exibições 171
Palavras 2.592
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Alooooou! Boa madrugada abiguinhos, como vão vocês? ^3^
Postando a essa hora, ô meu Deus HUEHUEEHUEHEUEHE Perdão, eu tive umas coisas pra resolver hoje de tarde e só acabei terminando o cap agora :'D
E é nesse que a coisa começa a ficar boa, uhul ¬u¬ HUAHSUAHSUAHSUASHAUSAUSHUA Já teremos algumas tretas aqui, então se segurem que o Jin tá loko -q HUEHEUEHUEHEUEHEUE
Eu acho que esse capítulo ficou bem legal, pra ser sincera *-* E bem maior que o anterior :v Espero que vocês achem isso também <3
Sem mais delongas, vamos ao capítulo! /o/
Boa leitura!
=^.^=

Capítulo 2 - Capítulo 2 - Um Herói


Fanfic / Fanfiction Just a Little Push - Capítulo 2 - Capítulo 2 - Um Herói

Naquele dia, Jin chegara muito mais cedo do que o de costume ao restaurante. Para dizer a verdade, praticamente nem tinha dormido naquela noite, o sono simplesmente não veio.

A conversa com Taehyung e Hoseok ficou ecoando na sua cabeça durante todo o resto da noite, e sua cabecinha fértil logo tratou de imaginar mil e uma hipóteses sobre o que falaram. Será que estavam mesmo certos sobre ele ter uma chance? Será que ele conseguiria mesmo falar com aquele cara? Eram tantos “serás”...

— Jin! — ouviu a voz da gerente do restaurante lhe chamar. Segurava um copinho de café na mão. — Normalmente você chega adiantado, mas nem tanto! ‘Tá tudo bem com você?

— Hã? Ah, sim, tudo bem sim! — respondeu com um sorriso sem-graça. — É que eu não dormi muito, acabei pernoitando um pouco...

— Ahhhh, bom. Bem, já que você tá aqui, vamos começar a arrumar as coisas, tem muito a fazer ainda! — e puxou o Kim até o armário de limpeza do lado da cozinha para pegarem o que precisavam.

Enquanto limpavam e estendiam os panos sobre a mesa, a morena notou que Jin, diferente do dia anterior, estava bem mais quieto e... Pensativo? É, essa seria a palavra adequada. Estranho, ontem ele estava tão sorridente e falante... Tinha dedo de outra pessoa, ela tinha certeza.

— Jin, ‘tá tudo bem mesmo com você? — perguntou novamente, fazendo o Kim olhá-la.

— Sim, tudo bem, senhora Lee! — respondeu arrumando os guardanapos nas mesas. — Por que não estaria?

— Ah, é que você estava tão falante e alegrinho, e hoje ‘tá caladão, pensativo... Aconteceu alguma coisa, não aconteceu?

— ...É, aconteceu sim. — admitiu Jin.

— Então pode contar, somos amigos, apesar de tudo! — ditou ela, apoiando as mãos na mesa. — Tem haver com aquele cara que é músico e vem todo dia pra cá, não é?

— Vem cá, você virou vidente e nunca me avisou?! — Jin brincou, fazendo-a rir. — Mas é, você acertou, tem a ver com ele sim. Eu acho que... Estou gostando dele.

— AHÁ, EU SABIA! — ela gritou animada, assustando o moreno. Lee Eunbyul era uma louca mesmo. — Ai, desculpa, me empolguei! — riu sem-graça. — Mas eu sabia, sabia que você gostava dele, estava tão na cara!

— ‘Tá bom, tá bom, você estava certa, agora acalme os nervos. — deu uns tapinhas no ombro dela. — Sim, eu gosto dele, mas eu não sei o que fazer, estou completamente perdido!

— Oras, não é óbvio? É só falar pra ele!

— Como se fosse a coisa mais fácil do mundo! — Jin retrucou. — Tipo, nós dois somos praticamente estranhos um pro outro, nunca conversamos de forma decente e... Eu ainda sinto como se fosse errado gostar de outro cara desse jeito.

— Ahh, Jin, não fica assim. — Eunbyul pôs uma mão em seu rosto, dirigindo-lhe um olhar de ternura. — Não tem nada errado em gostar de outro cara além da amizade, isso é amor do mesmo jeito.

— Eu sei, mas... Sei lá, talvez eu tenha medo de ser rejeitado ou algo assim. — estalou os ossos das mãos, sentindo-se nervoso. — Você sabe que não faz muito tempo desde que eu “saí do armário”. — completou fazendo aspas com os dedos.

— É, eu sei, Jin. Mas não é motivo pra perder as esperanças! — sorriu. — Aliás, eu até acho que ele gosta de você também, sabia?

— Você acha?

— Claro! Você não reparou como ele sorriu pra você ontem?! Chegou até a afundar ainda mais as covinhas que ele tem na bochecha! É claro que ele também, ou talvez esteja começando, a ver você com outros olhos!

— Ai, nem me fale das covinhas dele... — disse Jin.

— Awwwn, você fica até envergonhado quando falamos dele! Você é mesmo um fofo, dá vontade de te botar dentro de um potinho! — abraçou-o, e encarou seus olhos novamente com um sorriso tenro. — Não precisa ter vergonha de gostar dele, tá bom? Homem com mulher, mulher com mulher, homem com homem é tudo amor do mesmo jeito, e não precisa ter vergonha nenhuma disso! Você ainda vai ter sua chance, fofinho, é só prestar atenção!

— Você é mesmo a melhor. — sorriu, a abraçando de novo.

— É, eu demorei pra ser a “melhor” desse jeito, mas vivi e aprendi! — brincou, fazendo os dois rirem. — Agora vamos voltar ao serviço, ainda tem algumas coisas pra fazer e tempo pro restaurante abrir! — e partiu para arrumar o que precisava para a recepção. — Aliás, Jin, uma última coisa!

— O que foi?

— Pelo amor de Deus, né, você precisa aprender a inventar umas desculpas melhores! — Eunbyul brincou.

— Eu fiquei nervoso na hora, tenha dó de mim! — Jin retrucou, fazendo ela rir e voltar ao que estava fazendo. Ás vezes ele se perguntava o que tinha feito para merecer alguém tão doidinha como ela em sua vida.

Mas, mesmo que não admitisse em voz alta, os conselhos que ela lhe dera mais cedo ajudaram bastante em relação a sua auto-estima.

(...)

O dia passou mais lento do que o de costume. Era um feriado nacional, então tinham menos funcionários e clientes ali. Mas em dias assim ele sempre aparecia e Jin apenas torcia para que aquele dia fosse um desses.

Não segurou um bocejo pela calmaria do local.  Como de costume, estava tocando uma música lenta de fundo, típico dos restaurantes. Desse jeito acabaria dormindo mesmo...

— Jin! — ouviu a voz de Eunbyul lhe chamar, e virou a cabeça para encará-la. — Você não vai embora? Até acabou o horário do seu expediente e você continua aqui.

— Ah, desculpa. — coçou a nuca. — É que eu... Bem...

— Ahhhh, ‘tá esperando por ele, é? Que gracinha! — sorriu brincalhona, apertando a bochecha dele.

— Mas eu acho que ele não vai vir hoje... Já deu essa hora e nada del-— Hoseok ia dizendo, até que o sininho da porta soou e ele apareceu ali. — ‘Tá bem, retiro o que disse. Já volto. — e foi até a mesa que o loiro havia escolhido para sentar.

Logo, Eunbyul viu que tinha algo de errado com o cliente. Ele sempre vinha tranquilo, sorrindo, conversando com os garçons... E hoje parecia nervoso, balançando a perna, sem olhar ninguém nos olhos direito. Além de olhar constantemente ao movimento da rua pela janela constantemente.

Arqueou uma sobrancelha, voltando ao que estava fazendo, mas mantendo um olho nele. Algo ali não estava certo, e hei dela de descobrir.

— Ei, senhora Lee. — Jin chamou, a tirando de seus devaneios. — Você também notou que ele ‘tá estranho?

— Sim... Tem algo errado ali no meio, tenho certeza. — afirmou ela. — Ele fica olhando pra rua o tempo inteiro, como se esperasse alguém.

— Pode ser que ele só esteja esperando a tal pessoa pra falar algo importante, talvez. — Jin deu de ombros.

— Não, eu conheço esse tipo de nervosismo, Jin... Tem alguma coisa muito errada.

Logo depois que ela terminou a frase, avistaram um sujeito que parecia ter a mesma idade do loiro, de cabelos e olhos negros e um jeito bem intimidador passar pelo restaurante. Ele não chegou a entrar, apenas trocou olhares com o cliente pela janela mesmo e lhe fazer um sinal para que viesse.
O homem logo pediu a conta, sem nem mesmo ter pedido um prato direito, e saiu dali ás pressas, parecendo ainda mais nervoso. É, agora as suspeitas de Eunbyul estavam certas.

— Ei, o que vocês dois estão olhando aí? — Taehyung perguntou, assustando levemente a ambos. — Ah, desculpa, não queria assustar vocês.

— A gente acha que tem alguma coisa errada com o “paquera” do Jin. — Eunbyul disse. — Ele pareceu nervoso quando veio aqui, e agora que saiu parecia que ele ia subir pelas paredes!

— Ele até disse que estava tudo bem quando eu perguntei a ele. — Jin se pronunciou. — Mas ‘tava na cara que tinha alguma coisa errada.

— Não “tinha”, ainda tem. — Hoseok disse, olhando pela janela até onde ficava as dependências mais distantes do restaurante. — Venham ver logo!

Eunbyul, Taehyung e Jin se debruçaram ao lado do moreno, tentando ver o que estava acontecendo. Próximo do fim da rua, até onde a linha de visão deles alcançava, avistaram o homem gritando com o loiro algo sobre término, que tentava acalmá-lo de todas as formas possíveis. Mas seus esforços eram em vão, e a situação só dava indícios de que ia piorar.

A gota d’água foi quando ele foi arremessado contra o chão e começou a ser espancado. Os olhos de Jin se estatelaram e escureceram de raiva, como raramente ficava. Seu sangue ferveu tanto nas veias que talvez fosse até possível ouví-lo borbulhar. Ah, mas nem morto que ele iria deixar aquilo barato.

— Ok, já chega! Rápido, a gente tem que chamar a polícia! — a morena tratou de procurar seu celular na bolsa, mas não o achando. — Merda... Jin, você pode me emprestar seu- Jin? — olhou pelos lados, não encontrando ele. Logo, não só ela como Taehyung e Hoseok entraram em pânico ao ver Jin correndo até onde a agressão ocorria. — JIN! NÃO!

O homem que agredia o cliente estava pronto para dar mais um soco no rosto dele quando seu braço foi fortemente segurado pelo pulso por outra pessoa.

— O que... — virou a cabeça, se deparando com Jin, que segurava e apertava seu pulso como se quisesse quebrá-lo. Seus olhos pareciam arder como chamas, denunciando todo a raiva que parecia transbordar dele. — Quem é você?!

— Eu sou alguém que não tolera esse tipo de brutalidade próxima do nosso restaurante. — respondeu ríspido. — Se isso continuar, serei obrigado a tomar uma atitude.

— Quem você pensa que é para se intrometer?! — o olhou de cima a baixo com escárnio. — É apenas um garçom! Agora me larga! — tentou se soltar, mas o menor continuava segurando-o, e não iria largar tão cedo.

— Se continuar com isso, eu não vou lhe soltar. — disse tão sério que até assustou aos seus amigos. Um Jin irritado com certeza era um imã de problemas.

— Seu... — rangeu os dentes, e tentou lhe dar um soco. Jin desviou, e aproveitou a chance para pegar o outro pulso do mais alto e puxá-lo para frente, desferindo uma forte cabeçada em seu nariz.

Este se jogou para trás urrando de dor e caindo no chão, desnorteado. Por causa do impacto, o nariz de Jin também sangrou, mas ele não deu a mínima para aquilo no momento, nem para a tontura que girava sua cabeça.

— Então, você irá embora, ou serei obrigado mesmo a tomar esse tipo de atitude? — voltou a perguntar, limpando o sangue do nariz com a manga da camisa. O outro o encarou raivoso.

— Filho de uma... — disse, e já partiu para outro soco. Conseguiu acertar um no olho de Jin, mas errou o outro e teve seu braço agarrado novamente, sendo jogado no chão com força a ponto de perder o ar ao suas costas se chocarem contra o chão. Levantou-se, ainda persistente, mas foi derrubado novamente e com seu braço sendo puxado para trás pelo menor.

— Encoste nele mais uma vez e eu vou mesmo considerar a ideia de quebrar alguns de seus ossos. — rosnou Jin, o soltando e o deixando ir. Este continuou o encarando assustado, como diabos um garçonzinho daqueles conseguiu dar-lhe uma surra daquelas?! — Agora, peço educadamente que se retire.

Estalou a língua irritado, mas acabou indo embora, deixando Jin para trás, enquanto o loiro encarara a cena toda em completo estado de choque.

— Você está bem? — perguntou Jin, agora o encarando. Espera, ele estava visivelmente machucado e ainda se preocupava só com o seu estado?! Uau, isso que era uma pessoa boa de verdade.

— S-Sim, obrigado por perguntar. — levantou-se, ainda com um pouco de perguntar, olhando momentaneamente para o outro lado. — E olha, parece que você acabou de arranjar alguns fãs! — brincou.

— Hein? — Jin franziu as sobrancelhas, olhando na mesma direção que ele e só então notando que não só os três estavam ali, como também praticamente todos os clientes que estavam no restaurante até agora a pouco, uma pequena multidão, podia-se dizer. Sentiu-se encabulado, de novo. — Ehhhhhh... Oi?

Então, um alvoroço cheio de “vivas”, gritos, aplausos e assovios foi ouvido, deixando Jin bem surpreso. Em sua visão, não estava fazendo nada além do que devia ser feito, mas eles pareceram vê-lo como um tipo de herói.

— JIIIIIN! — Eunbyul veio correndo até sua direção acompanhada de Taehyung e Hoseok, o abraçando como se o mundo acabar. — Nunca mais faça isso com a gente, Kim Seokjin! Meu coração quase voou para fora da minha boca quando eu vi você correndo até aquele cara!

— Ehhhh, desculpa...

— Mas tudo bem, pelo menos você está vivo e isso é o que importa! — Taehyung deu-lhe uns tapinhas nos ombros, sorrindo. — Vem, vamos entrar e cuidar dessa cara, você ainda levou um soco! — e arrastaram o moreno até o restaurante novamente, passando pela multidão que continuava o idolatrando.

O loiro continuou parado ali onde estava, respondendo vagamente alguns curiosos que perguntavam se ele estava bem. Aquele cara lhe salvara, sendo que nem o conhecia direito. Aquilo realmente mexera com ele, ser ajudado por alguém tão bondoso...

Por um momento, ele considerou Jin seu próprio herói.

(...)

— Ai, ai, ai, isso arde! — reclamava o moreno, enquanto a Lee passava um algodão molhado com álcool em um cortezinho perto de seu olho.

— Jin, fica quieto! — Eunbyul riu, voltando a passar o algodão no corte. — Pra alguém que acabou de salvar um cara de um possível espancamento, você ‘tá chorão demais!

— Eu não sou um chorão, isso aí que arde mesmo! — retrucou ele fazendo bico.

— Sim, sim, arde muito. — a morena terminou botando um curativo no corte, quando batidas foram ouvidas na porta. — Pode entrar!

Ambos se surpreenderam ao ver o loiro de antes adentrar o cômodo, e Jin não conseguiu segurar uma leve vergonha ao perceber que os dois estavam no mesmo lugar.

— Ehhh, precisa de alguma coisa, senhor? — Eunbyul perguntou.

— Na verdade, não, eu só vim dizer uma coisa ao jovenzinho aqui. — virou-se para Jin, e se curvou de forma respeitosa diante dele, fazendo suas bochechas esquentarem levemente. — Eu agradeço muito a você por ter me defendido naquela hora.

— N-Não precisa agradecer, senhor. — respondeu ele, se amaldiçoando por ter gaguejado. O loiro se levantou e sorriu, e Jin acabou ficando na dúvida se abençoava ou amaldiçoava aquelas covinhas. — Foi o que eu precisava fazer, nunca que iria deixar um cliente sofrer uma agressão daquela maneira!

— Entendo... Bem, eu agradeço a você do mesmo jeito. Até amanhã então! — e foi embora, deixando Jin e Eunbyul sozinhos de novo.

— Cara, ele ‘tá tão na sua... — ela afirmou com um sorriso.

— Por favor, segure os ânimos, senhora Lee... — Jin fez um facepalm.

(...)

Enquanto isso...

— Meu Deus, o Jin foi simplesmente incrível hoje! — Hoseok disse animado, saindo do banho já de pijamas e secando os cabelos com uma toalha. — Ele parecia até um daqueles atores de doramas de ação e... — parou de falar ao ver seu namorado deitado na cama olhando para o teto com uma cara de quem estava no mundo da lua. — Taehyung, ‘tá tudo bem?

— Hm? Ah sim, tudo bem. É que eu só ‘tava pensando em umas coisas...

— Coisas? Que coisas? — perguntou, se sentando na cama ao seu lado.

— Bem... — se virou para encarar o Jung. — Como a gente já sabe que o Jin gosta mesmo daquele cara, eu pensei num plano pra fazê-lo notar isso e dar uma chance pra ele!

— Um plano, é? — Hoseok arqueou uma sobrancelha. — Já vi que isso não vai acabar tão bem assim...

— Pode confiar em mim, vai dar certo sim! — piscou um olho, e deu um selinho no namorado, se virando para dormir. Hoseok fez o mesmo, o abraçando pela cintura antes de adormecer. Kim Taehyung e seus planos mirabolantes...

Mas tudo valeria a pena, se fosse pela felicidade de seu amigo.


Notas Finais


Owwwwwwn, a Eunbyul é tão fofa gente *3* Vontade de ter uma amiga assim como ela <3
EITA CARALHO O JIN SE REVOLTOU E RODOU A BAIANA COM O CARA QUE TAVA BATENDO NO NAMJOON VEY °Д° HEHEUHEUEHEUEHEUHEEHUE
SEGUREM ELE PQ A PRINCESA SE REVOLTOU :'D
Achei muito lindo ele defendendo o crush dessa maneira, ô orgulho que eu tenho desse menino u3u
Hmmmmmmm, Taehyung cheio dos planinhos pra juntar os dois hein ¬u¬ O que será que ele tramou hein, heeein? :v
Veremos no próximo! >:D
Pois então, meus bolinhos, foi isso o capítulo, espero que vocês tenham gostado tanto quanto eu gostei de escrever <3
Deixem seus recadinhos aí embaixo, serão todos lidos e respondidos com muito carinho!
Agora vou me indo pq tô precisando dormir :')
Beijoooooos e até o próximo!
>3<


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