História Just a Passion Of Luke Hemmings? - Muke - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags Cashton, Muke
Exibições 48
Palavras 1.359
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oii
Espero que goste da leitura...
Se gostar favorite... Ou não...

Capítulo 1 - 1nd Day: Morar Sozinho?


Fanfic / Fanfiction Just a Passion Of Luke Hemmings? - Muke - Capítulo 1 - 1nd Day: Morar Sozinho?

Luke

Hoje. É hoje o dia em que eu vou morar sozinho. Sem os meus pais. Apenas eu. 

Guardei o dinheiro no bolso da calça após receber o meu pagamento. Agradeci ao gerente e sai correndo da pizzaria em que trabalho. Agora só falta eu alugar o apartamento. Corri para a imobiliária e a primeira coisa que fiz foi esbarrar num casal, indo parar no chão. Parabéns, Luke, sai atropelando os outros, Seu Belo Idiota.

- Meu Deus! Desculpa mesmo. - me desculpei a eles por derrubá-los e por acabar derrubado também.

- Hum? Tudo bem. - disse o homem se levantando e ajudando a mulher a fazer o mesmo.

- Com licença. - passei por eles e fui até o gerente do local - Consegui o dinheiro. - mostrei para o homem o dinheiro que havia conseguido e que serviria para alugar o apartamento.

- Garoto... Eu terei de repetir? - suspirou pesadamente e massageou as têmporas - Apenas maiores de idade podem comprar ou alugar um apartamento. Se quiser, é apenas pedir pros seus pais virem aqui alugar pra você e pronto.

- Eu já perguntei se tem um outro jeito. - disse no mesmo tom de voz que ele.

- E eu respondi que não. - respondeu grosso.

- Mas logo eu vou fazer 18 anos e serei maior de idade, não dá mesmo para eu alugar o apartamento?

- Se logo você será maior de idade, por que não espera esse dia chegar? Só não garanto que já não vou ter vendido o apartamento pra outro. - sorriu de forma cínica, o que dava vontade de quebrar todos os dentes que ele tinha na cara. Bufei, mas não disse nada. Não havia o que dizer. Terei que esperar os meus 18 anos chegarem, pois os meus pais não querem alugar o apartamento para mim.

O casal que eu havia derrubado á instantes parece ter escutado a conversa e ambos me fitaram por longos minutos.

- Garoto, venha aqui um pouco. - o homem me chamou e eu me aproximei deles - Você está aqui para alugar um apartamento?

- Obviamente. - eu não queria ser curto e grosso, mas aquele gerente acabou com a minha paciência pra hoje.

- Qual a sua idade? - a mulher perguntou.

- Bem... Faço 18 em junho deste ano.

Ouvi eles cochicharem entre si:

- Ele tem quase a mesma idade de Michael. - disse o homem para a mulher.

- Só que o Mike faz 18 em novembro. - rebateu.

- Quase a mesma idade. Ambos tem 17 anos.

Logo eles se viraram pra mim e falaram com a voz normal:

- Garoto... - o homem chamou-me, mas eu não sou garoto, eu tenho nome, sabia? E um muito bonito por sinal.

- Luke. Me chamo Luke Robert Hemmings.

- Luke, você quer fazer uma troca com a gente? - a mulher começou perguntando.

- Que tipo de troca?

- Assim... a gente aluga o apartamento pra você e em troca você divide ele com o nosso filho. É que ele é um pouco problemático, só sabe arranjar confusão e nós não moramos aqui. Ele quer estudar aqui e nós viemos alugar o apartamento, mas temos medo dele arranjar confusão e algo ruim acontecer com o nosso garoto. Você faria isso por nós, Luke? Você cuidaria dele por nós? - sorriram de forma triste tentando me convencer.

- Hã? Eu... Eu posso fazer isso. - Idiota, você disse isso sem pensar, Seu Bobo.

- Sério? - falaram em uníssono com os olhos brilhando. Agora não posso voltar atrás.

- Uhum... Na verdade, depende... Vocês podem me falar mais sobre o seu filho? - só o que eu sei é que ele supostamente se chamar Michael.

- Podemos. Espere que primeiro vamos ver a papelada do apartamento, depois podemos falar sobre ele.

Eles arrumaram os documentos e tal com o gerente e eu voltei a ter a vontade de quebrar a cara dele até que ele não pudesse mais ver aquele seu sorriso tosco no seu rosto, e depois o casal me levou para ver o apartamento. Era bem legal. Já estava tudo decorado. Na verdade, só tinha, tipo, coisas normais que tem numa casa: Um sofá, armários, mesa, geladeira e... o que tem numa casa, normal.

- Vocês já estiveram aqui? - perguntei para eles, me sentando no sofá em que eles estavam.

- Sim. Já deixamos os moveis que ele iria precisar. O resto, a decoração, a gente ia deixar com ele. Não entendemos o estilo daquele garoto. Acho, na verdade, que por ele que o apartamento todo teria que ser pintado de preto.

- Ele é... tipo... dark? - será que eles entendem essa expressão?

- Mais ou menos isso. - Oh, eles entendem.

- Podem falar mais dele? - perguntei.

- Uhum. O nome dele é Michael,- eu sabia - tem a sua idade, só que fará 18 anos em novembro, cinco meses depois de você. É o tipico garoto problema de todas as escolas. - começou a mulher.

- Mas a culpa não é dele, o nosso filho não tem culpa exatamente, ele não começa com as provocações, ele é o provocado da historia. Ele sofre com isso e... então ele não controla o seu temperamento. - o homem disse tristonho - O garoto sofre preconceito por ser punk. Ele adora pintar o cabelo de cores diferentes, que, na nossa opinião, até combinam com ele. Usa roupas um pouco diferentes dos outros adolescentes. Adora rock e seus sub-gêneros. Também se irrita com um pouco de facilidade. Bem... Eu não se deveria dizer... mas ele também é bissexual... outra coisa que faz com que ele sofra preconceito.

- Hum... entendo... - e eu realmente entendo. Tenho um amigo, Calum, que é Gay. Eu sou hétero, só pra avisar.

- Luke, onde você estuda?

- Por que a pergunta?

- A gente pode matricular ele no seu colégio, assim, talvez, ele não fique tão sozinho. Michael não é muito sociável. Odeia interagir com outras pessoas e isso fez com que ele só tivesse uma amiga no colégio, mas ela teve que viajar para outro país e ele ficou sozinho. Passa o dia em casa. Se sai de casa, volta drogado. Nós não o culpamos por isso, mas isso nós preocupa. Ele normalmente volta arrebentado pra casa e não fala conosco sobre isso. Mente que se machucou sozinho, mas nós o conhecemos.

- Eu posso ser amigo dele. Posso cuidar dele. Não se preocupa, Sr. e Sra. Clifford. Eu vou cuidar muito bem do seu filho, prometo isso.

Passei a tarde falando com o Sr. e a Sra. Clifford. Acho que vou gostar desse tal de Michael... ou não, né?

Michael

Paz! Foi o que eu tive a tarde toda. Meus pais saíram e não me informaram o que iriam fazer. Passei a tarde fazendo nada de nada, mas pelo menos eles não estavam aqui pra ver eu desperdiçar a minha vida. Quando ouvi a porta abrindo, corri pro meu quarto. Eu estava de regata e com isso dava pra ver os cortes nos meus braços. Não queria que eles soubessem disso. Eu gosto muito dos meus pais, por isso não quero os preocupar com isso. 

Abri o guarda-roupa e peguei uma camisa vermelha xadrez e aborto-ei os botões, elas cobriram os meus braços machucados e a trás estava escrito a palavra que mais me definia: Idiot.

- Mike? - minha mãe bateu na porta e eu abri - Por que está com essa camisa longa?

- Nada não. O que foi?

- É que eu falei com seu pai e resolvemos que você vai se mudar para Sidney.

- Sério? - meus olhos brilharam ao receber a noticia.

- Uhum. - sorriu ao ver a minha expressão - Vai amanhã mesmo, porque depois de amanhã começaram as aulas no colégio novo em que te matriculamos.

- Mas por que tão rápido?

- Já alugamos o seu apartamento. Amanhã você se muda.

Eu vou viver sozinho. Uma vida nova! É disso que eu precisava mesmo! Tomara que isso não seja mais um motivo pra um novo corte.


Notas Finais


Espero que estejam gostando!


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