História Just for Benefits ( Yixing Long Imagine ) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Exibições 256
Palavras 2.228
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ai gente se, eu tô tão feliz por ter voltado a postar e ser recebida tão bem 😊😊 isso é realmente empolgante, e espero que que vocês também fiquei felizes como eu.

Em fim, boa leitura!

Capítulo 2 - Dinner


-Sr. Zhang, nossa última oferta é U$ 450.000 - disse o tradutor do dono da empresa que ia fazer o investimento. Já passava das 19:00 e ainda não tínhamos conseguido fechar um acordo.


-Não? Tudo bem - ele levantou e fechou o terno - Foi um prazer tentar negociar com vocês. - e com isso dito, ele simplesmente saiu da sala, deixando todos surpresos.


-Me desculpem - pedi me levantando rápido - Eu vou falar com ele.


Saí atrás dele e o alcancei perto do elevador.


-Yixing, onde você tá indo?! - falei puxando o pulso dele e ele não pareceu se importar.


-A gente tá indo embora - me corrigiu e segurou minha mão, me puxando para perto.


-O que?! Não Yixing! A gente precisa assinar esse contrato.


-Não vou fazer isso por tão pouco.


-Yixing, você pediu U$850.000, quase o dobro, eles não vão aceitar.


-Você tem noção do quanto eles vão ganhar depois desse contrato?


-Não.


-Muito mais do que você consegue imaginar, muito dinheiro mesmo.


-Mas você não pode simplesmente ir, a gente precisa desse papel assinado se não vamos ficar sem dinheiro, sem emprego e sem nada. - puxei a mão dele de novo e logo o celular começou a tocar.


-Viu? - ele perguntou o atendendo.


-Alô?


-Sr. Zhang? Aqui é o Lee Kyu Jeong - assim que ele disse o nome, eu olhei surpresa pra ele e ele piscou pra mim.


-Pode falar.


-Vamos aceitar sua sugestão de U$850.000 - não pude conter o sorriso e apertei a mão dele.


-U$1.000.000 - ele disse e eu apertei a mão dele com força.


-Sr. Zhang, isso já é muito mais do que foi combinado.


-Yixing! - reclamei sussurrando, já que estava no viva voz e ele me ignorou, pra variar.


-Todos nós sabemos o quanto vocês vão ganhar, o que eu to pedindo não é tão absurdo.


-Infelizmente não podemos Sr. Zhang.


-Tudo bem, eu vou desligar porque o elevador chegou.


-Não! Nós fechamos por U$ 1.000.000.


-Vamos voltar agora - disse com um sorriso vitorioso estampado no rosto.


-Como você faz isso? - perguntei surpresa e ele sorriu.


-As pessoas são previsíveis, é só levar elas com os sinais dados e pronto - ele guardou o celular no bolso e virou pra voltar pra sala.


Quando estávamos quase chegando foi que percebi que ainda estávamos de mãos dadas, assim que notei, tratei soltá-lo o quanto antes. Ele não pareceu se importar quando minha mão deixou a sua, talvez por sequer ter notado (coisa que só não aconteceu comigo todo o caminho, porque eu olhei pra baixo), ou por realmente não fazer a menor diferença.


-Foi um prazer fazer negócio com vocês - o tradutor disse levantando da cadeira e nós fizemos o mesmo.


-Vocês não vão se arrepender, eu prometo - Yixing falou cumprimentando.


-Esperamos que não, muita coisa foi investida nisso. - o tradutor disse e nós concordamos com a cabeça e saímos da sala.


-Não acredito que finalmente isso acabou - falei olhando o contrato enquanto ele apertava o botão do térreo.


-E você querendo aceitar U$ 450.000


-Esquece isso, já acabou e a gente fechou com mais do dobro - falei empurrando os documentos nele o fazendo rir.


Apoiei minha cabeça na parede do elevador e fechei os olhos imaginando minha cama confortável, e quando os abri percebi que ele me olhava com um sorriso .


-O que foi?


-Sua blusa - ele riu mais uma vez e se encostou na junção das paredes.


-O que tem ela? - perguntei depois de olhar pra ela, procurando alguma mancha ou rasgão.


-Não esconde o que deveria.


-Como assim? - perguntei me virando para a parte espelhada do elevador e vi que a gola deixava a mostra uma marca roxa no meu pescoço.


-Exatamente.


-Ai meu Deus, será que alguém viu isso? - perguntei desesperada sentindo meu rosto esquentar e ele riu mais alto dessa vez.


-Provavelmente todo mundo - ele botou a mão no bolso e olhou pra porta que abriu.


-Você percebeu isso?! - perguntei seguindo ele pelo estacionamento.


-Talvez…


-E por que você não disse?!!


-Você não me chamou hoje. - ele disse entrando no carro.


Ele realmente tinha me deixado passar vergonha com uma marca roxa no pescoço por vingança de uma coisa estúpida?


-Quantos anos você tem?! - perguntei entrando e ele apenas deu um sorriso de canto. Nunca odiei tanto o fato de ter vindo no mesmo carro que ele.


-Pra onde você tá indo? - perguntei quando percebi que o caminho era diferente do escritório.


-Eu to com fome.


-Ah sério? Eu tô cansada Yixing, você come depois.


-Não, eu quero comer agora


-Ahhhhhh - resmunguei jogando a cabeça pra trás.


-O que você quer comer?


-Nada, eu quero ir pra casa.


-_________, eu to tentando ser educado, então vou repetir, o que você quer comer?


-E estou dizendo que nada - falei curta e ele me olhou sério, dizendo algumas coisas em mandarim que não entendi.


-Você podia parar com essa mania de falar mandarim de repente


-E você agora repara nas minhas manias? - ele me olhou com uma sobrancelha arqueada.


-O que você quer dizer?


-Que você tá reparando muitas coisas, só isso.


-Era só o que me faltava - falei cruzando os braços e ouvi ele dar uma risada.


Mais alguns minutos se passaram até que nós chegamos no tal lugar que ele queria.


-Sério Yixing? - perguntei depois de ver o lugar que ele tanto queria, um restaurante chinês, irônico, no mínimo.


-O que? A comida daqui me deixa feliz.


-Feliz? - perguntei com tom de riso e ele me olhou sério, saindo do carro logo depois.


Assim que entramos, sentamos em uma mesa, um de frente para o outro e ele pediu o que tanto queria, enquanto eu fiquei mexendo no celular. Enquanto eu conversava com algumas pessoas, levantei a vista e provavelmente não consegui esconder a surpresa.


-________? - Yixing perguntou me olhando estranho, mas eu não consegui responder, minha visão tinha ficado restrita a uma pessoa, que também me encarava, meu ex, o responsável para que tudo isso entre Yixing e eu tivesse começado.


-O que você tanto olha? - ele perguntou virando pra trás - Você tá encarando aquele cara?


Depois de mais poucos segundos, me levantei e sentei ao lado dele. Ficar perto do Yixing era melhor do que olhar pra cara daquele idiota.


-Por que toda essa proximidade?


-Aquele é o meu ex.


-O do bar? - concordei com a cabeça e ele virou para encará-lo mais uma vez - E você acha que ficar perto de outro cara vai melhorar a situação?


-Não quero que melhore nem piore, só não quero ter ficar olhando pra cara dele.


-Ele tá te encarando ainda - ele disse depois de virar uma terceira vez.


-A culpa é sua por ter vindo pra cá! - reclamei batendo nele, que se afastou um pouco pra desviar.


-Nada de minha culpa, você que namorou com ele, não eu, logo, ele é seu ex, e você que tá chamando a atenção dele , então a culpa é sua.


Não respondi ao comentário dele porque a comida chegou logo depois e eu sabia o quanto ele tava com fome, então preferi ficar encolhida no banco que dava meia volta na mesa. Mesmo de costa, podia ser o olhar dele em mim, e isso era extremamente constrangedor e desconfortável.


-Me dá a chave do carro - pedi estendendo minha mão e ele me olhou com a boca cheia.


-Por que?


-Eu vou ficar esperando lá dentro.


-Sério ________? Isso tudo é por causa daquele cara?


-Eu não tô nada confortável aqui, então por favor, me dá a chave e eu fico trancada lá dentro.


-Não, você vai comer, porque eu pedi muita coisa, e vai ignorar o fato do seu ex tá te encarando fixamente desde que vocês se viram.


-Yixing, por favor, ele não para de olhar pra mim, não quero ficar aqui!


-Só tenta comer que ele te esquece.


-Não, ele não vai par…- eu ia continuar mas fui interrompida por um beijo dele. Não entendi porque ele fez isso, mas fez. A mão dele segurava meu rosto na mesma posição, enquanto eu fiquei parada, sem saber o que fazer.


-Agora ele para - ele disse assim que se separou e voltou a comer, como se não tivesse feito nada.


-Por que você fez isso?!


-Você reclamou que ele tava olhando, ele viu isso e deve ter ido embora ou só parado de olhar. - olhei pra trás e ele realmente tinha parado, na verdade, tinha sentado na outra ponta para ficar de costas pra mim.


-Qual a lógica disso?


-Ele pensou que a gente tava namorando.


-O que?!


-Ah qual é ________? Tenho certeza que ele ia preferir achar que nós somos namorados do que saber qual a nossa relação de verdade.


-Não temos uma relação


-Ah tanto faz, esse acordo, combinado, tratado, que seja. Agora come logo porque não quero desperdiçar comida - ele me empurrou dois hashis e virou pra frente.


Não resisti ao impulso de olhar pra trás mais um vez, e ele continuava de costas.


-Se você não parar, ele vai perceber.


-Você tem razão - murmurei e tentei comer alguma coisa, mas mesmo sem vê-lo, não me sentia nada confortável naquele lugar.


---


-Quer comer mais alguma coisa? - ele perguntou quando a comida finalmente acabou e eu neguei, minha única vontade era sair dali.


Enquanto nós dois saíamos, eu me encolhi perto dele pra não ser vista e ele percebeu, passando o braço na minha cintura e me puxou pra perto. Eu o olhei espantada e ele continuou olhando pra frente.


-Eu sou seu namorado lembra? - ele disse quando passamos pela mesa dele e senti seu olhar me acompanhar. Quando saímos do restaurante ele me soltou e voltamos a agir como o normal, dois amigos (?) com um relacionamento… divertido.


-Obrigada - agradeci depois de alguns segundos de silêncio no carro.


-Por?


-Aquilo no restaurante, eu meio que surtei, valeu por, sabe? Hum… me controlar - ele me olhou e deu um sorriso pequeno.


-Usar o cérebro é bom - disse com um sorriso de canto e eu revirei os olhos.


Quando chegamos ao escritório, resolvi mais umas coisas e no caminho para a saída, passei pela sala do Yixing e vi a porta entreaberta e ele sentado no sofá, com algumas coisas na mão.


-Você realmente vai fazer isso hoje? - perguntei entrando na sala e ele me olhou rápido.


-Eu preciso entregar isso amanhã. - ele disse ainda olhando os papéis e eu me sentei do lado dele.


-O que você precisa fazer?


-Ahn? - ele me olhou com a testa franzida.


-Eu ajudo se você disser o que precisa.


-Não precisa, eu não tava falando sério.


-Eu quero fazer isso, então me diz o que precisa.


-Separa esses aqui pelos nomes das pessoas do contrato e bota cada um nessas pastas.


-Certo - falei pegando alguns papéis e ele ficou me olhando alguns segundos, antes de voltar ao que fazia.


-Você não fica com frio? - perguntei depois de alguns minutos de silêncio.


-Hum?


-A sua sala é muito mais fria do que todas as outras.


-Você já viu a quantidade de roupa que eu uso? Isso é muito quente.


-É muito frio - resmunguei soltando as mangas da minha blusa para cobrirem meus braços.


-Toma - ele disse me entregando o terno dele.


-Obrigada - disse sorrindo e ele fez o mesmo.   

Assim que botei, senti meu corpo agradecer pelo calor e conforto que veio automaticamente, além disso, o perfume dele parecia, pela primeira vez, mais reconfortante que o normal.


-Por que você e aquele cara terminaram? - ele me olhou brevemente e eu me toquei que em todo esse tempo, nunca tínhamos falado sobre isso exatamente, ele só soube que eu tinha terminado e pronto.


-Ele achava divertido dormir com outras, e eu só descobri por causa de uma marca no pescoço dele- falei sem olha-lo, por alguma razão que eu não sei qual, talvez vergonha por ter sido idiota e não ter percebido que ele me traia, provavelmente deve ter existido algum sinal.


-Já passei por isso.


-Sério? - perguntei surpresa, ele não tinha cara do tipo que sofria por amor e sim que causava esses sentimentos.


-Duas vezes. Na primeira, a garota só se aproximou de mim porque tava interessada num amigo meu; na segunda, ela preferia transar com outro. - ele disse com tom de deboche sem tirar os olhos do papel.


-Depois de tanto tempo, a gente só falou sobre nossas vidas agora - comentei aleatoriamente e ele soltou uma risada.


-A gente sempre tava mais interessado em outra coisa quando se via - ele me olhou e eu não consegui evitar o constrangimento.


-Os senhores ainda estão aqui? - um dos funcionários da limpeza disse aparecendo na sala, atraindo nossa atenção.


-Só estávamos terminando de organizar umas coisas - Yixing disse fechando uma última pasta e levantou.


-Toma - eu entreguei o que tinha terminado e também levantei - Pelo visto acabou, então eu já vou.


-Boa noite - disse ao funcionário, me curvando e ele fez o mesmo.


Quando cheguei no meu carro, percebi que ainda vestia o terno dele.


-Droga - resmunguei o tirando pra voltar e entregar, e acabei esbarrando nele.


-Eu esqueci de te entregar - estiquei o terno e ele o segurou.


-Ah sim - ele pegou e nós ficamos parados um na frente do outro. Pela primeira vez, era possível sentir um clima tenso entre nós dois, clima esse que nem quando nós acordamos depois de ter transado pela primeira vez aconteceu.


-Hum… eu já vou - me pronunciei primeiro e ele concordou, seguindo o caminho que fazia antes.


Enquanto ele andava, pude ver quando levou o terno até o nariz e deu um sorriso. O sorriso que eu dei, veio logo depois de ver a cena, como se fosse algo espontâneo e incontrolável; ao perceber o que tinha acabado de fazer, me repreendi instantaneamente e voltei a fazer o meu caminho.


O que você acabou de fazer ________?








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