História Just for Benefits ( Yixing Long Imagine ) - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Exibições 212
Palavras 2.187
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nada a declarar🌝🌝

Capítulo 3 - Acting Strange


-Você devia parar com isso - Jongin disse pegando meu celular.


Jongin era meu melhor amigo, a única pessoa em quem eu realmente confiava pra falar tudo, e inclusive, o único que sabe dessa minha “relação” com o Yixing.


-O que? Me dá! - me estiquei para pegar, mas ele levantou o braço.


-Você fica no celular quando a gente tá conversando.


-Deixa eu passar de nível que eu paro - me estiquei mais uma vez, usando ele como apoio para conseguir uma altura maior - Aliás, eu só tava no celular porque você tava no celular - falei me afastando e apontei pra ele - Agora me dá meu celular.


-Atrapalho? - uma voz conhecida disse, nos distraindo e eu aproveitei pra pegar meu celular, quando virei, vi o Yixing parado na frente da minha porta.


-Não, ele já tava saindo - empurrei ele até a porta e fechei.


-Achei que você não fosse do tipo que fazia essas coisas no trabalho.


-O que?


-Em fim, sem explicações, eu preciso que você assine isso aqui. - ele me deu alguns papéis e botou as mãos dentro dos bolsos da calça.


-O Jongin só tava me enchendo o saco - falei mesmo sabendo que realmente não precisava.


-Sem explicações - ele repetiu e botou as mãos nos bolsos da calça.


Virei de costas e voltei até minha mesa para assinar o que ele pediu.


-O que ele tava realmente fazendo aqui? - ele perguntou e eu o olhei um tanto surpresa com a pergunta dele depois do que disse.


-A gente tava conversando besteira - falei e vi ele murmurar algo em mandarim. - Você tá fazendo de novo! - reclamei apontando a caneta e ele se espantou.


-Fazendo o que?


-Falando uma língua que ninguém entende.


-Quem sabe falar entende.


-Idiota - resmunguei abaixando a cabeça para terminar de assinar o que ele pediu. - Toma.


-Cuidado pra não ser pega por ninguém - ele disse pegando os papéis.


-Eu já disse que a gente não tava fazendo nada de mais!


-Que seja - deu de ombros e saiu da minha sala.


-Que chatice - resmunguei me jogando na cadeira.


Foquei no meu trabalho porque queria me livrar daquilo logo e poder ir pra casa com a cabeça fria e dormir tranquila.


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-Finalmente! - falei soltando minha respiração e jogando meu corpo na cadeira. Já passava das 20:00 e só agora tinha terminado o que precisava.


Arrumei minhas coisas pra poder sair e tranquei a sala, passei antes na sala do Jongin pra terminar o assunto de mais cedo, mas quem eu quero enganar? A essa hora, ele já devia estar em casa, jogado na cama ou jogando videogame. Refiz o caminho até o elevador e me resumi a cumprimentar as pessoas que vi com o básico da etiqueta, a verdade é que eu não tinha muitos amigos no escritório; não que eu fosse uma megera com as pessoas, mas o fato é que não tinham muitas funcionárias mulheres na empresa, talvez umas 10 contando comigo e com Yeonjoo, e a maioria dos homens não conseguiam suportar o fato de uma mulher ter um cargo melhor que o deles, então era praticamente impossível fazer amizades nesse lugar, Jongin era a exceção e talvez mais uns 7 homens, no máximo.


Enquanto eu travava uma batalha pessoal tentando achar a chave do carro na bolsa, senti dois braços me envolverem e me puxarem contra seu corpo. Me desespero e joguei as costas contra o peito da pessoa.


-Sou eu, calma - Yixing disse no meu ouvido e precisei controlar a vontade de matar ele por ter me dado esse susto.


-Você ta doido?! Por que fez isso?!! - perguntei me virando e batendo a bolsa no ombro dele.


-Você que é muito sensível - ele disse passando a mão no ombro - Tava pensando em você ir na minha casa hoje - ele me puxou e falou no meu pescoço.


-Yixing, para, alguém pode ver, ainda tem gente aqui - falei empurrando ele mas não consegui.


-Você vai lá pra casa? - dessa vez ele disse enquanto beijava a extensão do meu pescoço.


-Yixing é sério… - tentei falar normalmente mas não consegui sem fazer parecer um gemido.


-Isso foi um sim?


-Uhum - concordei colocando as mãos nos ombros dele pra conseguir uma distância mais confortável - Agora para antes que alguém veja.


-Vem - ele segurou meu pulso e me arrastou.


-O que? Não! Yixing, meu carro não pode ficar aqui. - tentei sair e ele me segurou mais forte


-Ninguém entra aqui, agora vem logo. - ele destravou o carro dele e abriu a porta pra mim.


Assim que ele entrou, me olhou por alguns segundos, e me puxou pra um beijo longo. Esse tipo de coisa era novo pra mim, ele nunca fez o tipo disso, a gente simplesmente transava e não tinha tanto contato assim.


-Eu posso ir pra sua casa no meu carro pra poder voltar - falei depois que ele deu partida.


-Você pode dormir lá em casa.


-O que? - perguntei surpresa e ele me olhou rápido.


-O que o que? Não tem nada demais, eu já dormi na sua casa várias vezes, e você na minha. - me calei com a observação e fiquei olhando pra vista.


Quando chegamos ao prédio dele, senti um estranho frio na barriga, quase como se estivesse nervosa ou ansiosa pra fazer isso. Bastou que nós entrássemos no elevador para que eu sentisse minhas costas serem pressionadas contra uma parede do elevador, e a boca dele encontrar a minha num beijo molhado.


-Yixing, calma - pedi me afastando e ele negou com a cabeça, mudando o foco para o meu pescoço. Minhas mãos pararam na nuca dele, onde meus dedos envolviam os fios do seu cabelo e os puxavam.


A mão dele desceu até meu quadril, e me puxou em direção a calça dele, arrancando um gemido alto meu.


-Eu quero você - ele sussurrou no meu ouvido, antes de mordiscar minha orelha - E quero agora. - ele concluiu apertando minha bunda.


-Yixing, aqui tem câmera, para com isso - pedi tentando tirar a mão dele debaixo da minha blusa. Assim que terminei, a porta abriu no andar e ele praticamente me jogou pra fora e digitou o código do apartamento, me puxando e colocando contra a parede assim que abriu.


Estávamos só nós dois, e posso dizer que a primeira coisa que pensei foi 'finalmente’; ele me levantou e eu enrolei minhas pernas na cintura dele, podendo sentir o volume que já tinha se formado na calça dele. Enquanto ele se entretia no meu pescoço, minhas mãos faziam o trabalho de tirar o terno e a camisa que ele usava, até que eu senti ele dar chupões fortes no meu pescoço.


-Não faz isso, vai ficar marcado Xing - me afastei dele um pouco e quando vi o sorriso que aparecia no rosto dele eu percebi o que tinha dito. Nunca tinha chamado ele de nenhum apelido e nem nada além do próprio nome.


-Do que você me chamou?


-Nada - falei rápido e ele deu um sorriso maior.


-Eu juro que ouvi uma coisa - ele disse pressionando o quadril mais forte e eu fechei os olhos.


-Para de provocar - pedi apertando com força os ombros dele.


-Eu não tô provocando, só quero saber o que você disse - ele mexeu pra frente mais uma vez, e eu gemi.


-Não faz isso, por favor - pedi jogando minha cabeça no ombro dele e pude sentir ele rir.


-Se eu não tivesse com tanta vontade, ia te fazer repetir - ele praticamente grunhiu no meu ouvido e senti meu corpo todo arrepiar.


Ele então desencostou meu corpo da parede e foi até o quarto, me jogando na cama e beijando como se fosse a última coisa que pudesse fazer. A mão dele passou pelo meu braço e então parou na minha barriga, subindo até meus seios e os apertando por cima da roupa, me fazendo arranhar o pescoço dele. Minhas mãos desceram pelo abdômen dele, fazendo questão de arranhar por onde passava, até o cinto e comecei a desafivela-lo.


-E eu achando que era o apressado - ele disse com um sorriso de canto e eu acabei rindo.


As mãos dele começaram a abrir os botões da minha blusa, e sem muita demora, senti ele me erguer um pouco pra conseguir tira-la; logo fez o mesmo com a minha saia, e depois se permitiu olhar meu corpo agora coberto apenas com a lingerie e falou alguma coisa em mandarim.


-Para com isso!! - resmunguei empurrando o ombro dele e ele riu.


-Como você mesma disse, é uma mania.


-Mas é chato não entender.


-Você não vai querer saber o que eu disse - ele disse abaixando até meu ombro e beijando-o a medida que descia a alça do sutiã.


-Por que não? Eu quero sim!


-Tem certeza? - ele me olhou e eu concordei com a cabeça, vendo um sorrisinho brotar no rosto dele - Você não vai conseguir andar amanhã. - ele sussurrou rouco no meu ouvido e foi o suficiente pra que eu arranhasse as costas dele.


-Yixing, vai logo!


-Calma, a noite é muito longa. - ele disse, abaixando o quadril e encostando nossas intimidades, separadas apenas pelas roupas íntimas.


As mãos dele passaram por minhas costas e desfizeram o fecho do sutiã, o tirando e jogando em um lugar sem nenhuma importância. A boca dele logo distribuiu uma série de beijos por toda a pele agora descoberta, mordendo e chupando por onde passava a boca. Pouco depois, enquanto eu me contorcia e gemia seu nome, ele levantou minha coxa, facilitando nosso “encaixe” e eu gemi mais alto.


-Por favor, acaba com isso logo. - pedi e ele começou a descer a boca, fazendo uma trilha de beijos até a última peça que restava no meu corpo. Ele colocou os indicadores, um de cada lado da calcinha, e a desceu devagar, sem perder o contato visual que fazia comigo.


-Yixing! - apertei o pulso dele impaciente e ele subiu até meu rosto, me encarando por alguns segundos que me deixaram sem saber o que fazer.


Ele então passou a mão no meu rosto e deu início a um beijo calmo e delicado, totalmente diferente de qualquer outro de alguns minutos atrás. Estranhamente eu senti meu coração bater mais rápido e minha barriga gelar, aquilo pareceu tão melhor que os outros, que a ideia de nos separarmos era quase uma missão impossível. O contato das nossas bocas só foi interrompido quando ele entrou, me fazendo gemer e puxar os cabelos dele, que sequer notei que segurava, logo voltando ao beijo calmo enquanto ele se me mexia preguiçosamente.


Em outras circunstâncias eu teria ficado nervosa com esse ritmo, principalmente depois do que ele disse no meu ouvido, mas tava tão bom que eu não queria mudar nada.


-Você não quer mais rápido? - ele perguntou colando nossas testas e eu neguei, vendo um sorriso brotar no canto da boca dele antes de me beijar mais uma vez.


O que eu vou dizer agora pode parecer estranho, mas eu nunca tinha me sentido tão íntima dele como agora. Em todas as vezes que nós transamos, nunca tive vontade de ficar assim com ele, próxima. Pra mim, o sexo já era um nível de proximidade muito alto e por isso eu achava que tinha conseguido isso, mas me parece que toda essa ideia não passa de uma enganação, só me resta saber porque.


Após alguns minutos, nosso beijo começou a ser interrompido pelos gemidos e arfares que passaram a ser mais constantes e intensos à medida que nossos orgasmos se aproximavam.


A mão dele parou na minha coxa, a segurando forte e aumentando a velocidade das investidas.


-Posso ir mais rápido ? - ele perguntou no meu ouvido e minha resposta foi arranhar as costas dele.


Ele também nunca tinha perguntado nada, simplesmente decidia acelerar ou não, e não era algo que eu fosse contra.


Mais algumas investidas foram suficientes para que eu arranhasse as costas dele, fazendo vergões aparecerem quase instantaneamente, quando o atingi o orgasmo. Assim que ele também alcançou o ápice, escondeu o rosto no meu pescoço, abafando a respiração pesada.


Essa posição se manteve até que ele rolou para o meu lado e ficou deitado de barriga pra cima. Olhei para o lado e vi ele com os olhos fechados e um sorriso estampado no rosto. A vontade que me deu, foi abraçar ele e ficar o resto da noite deitada naquela cama, mas exatamente por não fazer sentido fazer isso com ele, decidi levantar e me vestir, e antes de conseguir encostar meus pés no chão, a mão dele passou na minha barriga e me puxou pra perto dele.


-Eu disse pra você dormir aqui - ele passou a mão na minha cintura e me puxou contra ele.


Eu não soube o que fazer, nunca nesses dois anos nós fizemos isso; ele dormia na minha casa e eu na dele, mas era simplesmente isso, sem muito contato físico e nada, dormíamos na mesma cama e só.


-Não, eu preciso ir antes que fique mais tarde.


-Shhhhh - ele me virou pra ele e deu um beijo calmo e rápido - Amanhã você vai pra sua casa e pronto, agora dorme.


-Certo - concordei estranhando mais ainda o comportamento dele e ele me puxou para deitar em seu peito, enquanto suas mãos subiam e desciam por minha cintura.


Por que ele começou a agir assim?









Notas Finais


Não deu pra evitar😉


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