História Just Friends - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Annie Cresta, Cato, Cinna, Clove, Effie Trinket, Finnick Odair, Gale Hawthorne, Glimmer, Haymitch Abernathy, Johanna Mason, Katniss Everdeen, Peeta Mellark, Personagens Originais, Plutarch Heavensbee, Primrose Everdeen, Rue, Tresh
Tags Akatsuki, Hentai, Romance
Visualizações 260
Palavras 4.338
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OOOOOOLAAAAAAA!!! OLHA SÓ QUEM TOMOU VERGONHA NA CARA E VOLTOU PRA ATUALIZAR A FIC QUE JA IA FAZER ANIVERSÁRIO DE TANTO TEMPO PARADA! Aeeeeee!
Voltei minhas crianças, titia andava meio triste e com um PUTA BLOQUEIO CRIATIVO NESSA LINDA HISTORINHA, por isso tanto tempo, MAS O QUE IMPORTA É QUE SAIU E AGORA QUE A TRETA VAI COMEÇAR PODE TER CERTEZA QUE VEM MAIS.
Bateu o espírito da tia Suzi na criança aqui, então se preparem.
E aproveitem o capítulo meus amores, vocês merecem depois de tanto tempo! 😊❤

Capítulo 28 - Parties, sex, panties, fairies and monitors.


Fanfic / Fanfiction Just Friends - Capítulo 28 - Parties, sex, panties, fairies and monitors.

Hora 1

Nós dançamos em uma rodinha composta por mim, Cato, Clove, Annie, Tresh, Marvel, Gale, Madge e Finnick.

Madge ainda não se aproxima de mim, na verdade ela mal me cumprimentou quando chegou.

Todos ganharam um  abraço grande e beijos e eu um simples e seco “Oi”.

Mas o que me consola é que Gale está se aproximando dela, talvez quando ele conseguir explicar toda a situação… Ela comece a suportar a ideia de voltar falar direito comigo novamente.

-KITKATIIIII! O QUE FOI MEU PÃO DOCE? POR QUE ESTÁ COM ESSA CARINHA TÃO TRISTE?! - Berra Finnick caindo de tão bêbado e joga um dos braços por cima do meu ombro.

-VOCÊ SABE QUE EU TE AMO MEU PÃOZINHO, POR QUE ESTA ASSIM? -Berra me olhando nos olhos com uma cara de dor.

-Não é nada Finn… -Começo, ele dá um berro gigantesco, chamando atenção pelo menos da metade do pessoal.

-OOO KATINHA EU QUERO TE VER CONTENTE! NÃO FIQUE ASSIM TRISTINHA COM A GENTE! -Cantarola e começa a fazer uma dancinha muito estranha, remexendo os quadris.

Ninguém se aguenta perante a cena, até ele mesmo ri, Oliver começa a gravar quando Cato se junta a ele e vai imitá-lo.

-Meu Deus! Eu preciso colocar isso no YouTube! -Diz Oliver entre risadas, Peeta corre e entra no meio também.

Eu fico feliz que ele começou a se divertir e parou com aquela paranóia doida dos meninos com a minha pessoa.

-OOOO KATINHA EU QUERO TE VER CONTENTE! -Berram todos juntos e faz dancinha, os três pulam no ar e depois rebolam os quadris pra frente.

Já estou ao ponto de me mijar nas calças, Clove se apoia em mim já sem ar e me oferece um copo que pisca, eu bebo um pouquinho só pra não deixá-la sem graça.

Oliver dá o celular pra Lily e se mete no meio dos doidos, fica um pouquinho perdido e dança de um jeitinho meio desengonçado, fazendo uma nova onda de risadas chegar.

Rio tanto que minha barriga chega a doer…Meu Deus! Eles sabem como me deixar feliz.

Hora 2

Está tocando, Sorry- Justin Bieber, e estamos todos tentando acompanhar Clove, que diz saber toda a coreografia.

Ela está tão bêbada que na maioria das vezes se embaralha nos passos e os repete pelo menos umas 3 vezes, mas ninguém é louco de falar isso a ela, Cato tentou e levou vodka colorida na cara.

De repente a música para, a luz se acende.

Ue…. Será que a polícia está chegando? Ouço duas batidas ocas em um microfone e volto meus olhos para o barulho e lá está Finnick Sparrow Odair, com uma garrafa de uísque na mão e um grande sorriso no rosto no meio da banda da noite, garotos bonitos todos vestidos de preto.

-Oi Oi Oi vocês, meus lindos convidados! Sim, eu parei com a musica para um comunicado super importante! Já são 00:00, estamos super atrasados! -Diz com a voz um pouco embolada.

-AH PARE DE FALAR SANDICES FINNICK! - Grita Clove e taca o copo que ela acabou de pegar com o garçom, no palco.

-Meu Deus, alguém pode controlar a baixinha com verme no cu? -Pergunta Finnick, Madge abraça ela de lado e faz carinho em sua cabeça.

- Então, continuando… Agora vocês, cada um dos meninos vão ganhar uma arminha com a água do meu freezer! Meninas por favor, não fiquem irritadas é só uma pequena brincadeira… Se a qualquer momento vocês se sentirem desconfortáveis ou acontecer qualquer coisa do tipo, é só vir até o palco onde nosso cantor Mash, estará aqui e lhes dará toda a assistência necessária! -Diz, Mash dá um pequeno aceno para o público.

-E também vamos dar a cada menina um apito, caso não queria mais brincar, sopre e ninguém mas poderá se aproximar de você ou será expulso da festa! -Diz serio.

Os garçons passam com as armas nas bandejas onde antigamente tinha bebidas estranhas em copos que piscava.

-Ei baixinho, não tome isso! -Digo arrancando o copo da mão do ser cabeludo que pegou sorrateiramente de uma das bandejas desgarradas.

-AH! Katniss… -Diz e faz bico pra mim, amora ri da sua cara e vira o copo que estava em minha mão.

-OOO OLHA AI! -Berra, Lilly termina de virar o copo e solta um grito, os meninos gritam de volta, Oliver fecha a cara.

-Ela pode mas eu não posso… -Resmunga, eu me viro pra olhar pra ele.

-Primeiro, ela é fofa! -Digo, ele afirma a cabeça em concordância.

-Em segundo ela é maior de idade! -Contínuo, ela dá um tapa na parte de trás da cabeça dele.

-É seu babacão, 21 anos, se quiser cheque minha carteira de idade! -Diz Lilly e depois faz um barulho estranho e balança ligeiramente os quadris… Acho que ela está um pouco alta.

-E eu nem sei o que é isso! -Digo, ele bufa com a boca e fecha a cara, eu bato meu corpo no seu e faço uma careta, ele faz bico e fecha a cara.

-Irei me vingar… buchuda Everdeen, pode ter certeza! -Diz com uma voz baixa e até bastante assombrante.

Um garçom de cueca azul, ainda não entendo porque que todos os garçons estão com apenas cuecas e purpurina colorida no peito, vem até nós e abaixa a bandeja para que os garotos possam pegar suas arminhas de água.

E dá pra cada uma de nós garotas um apito brilhante, sorri depois sai.

-Então todos pegaram seus apitos e arminhas? Levantem pra mim! -Diz pegando a sua rosa com glitter vermelho do cinto de couro cru que usa, Melhor pessoa.

Todos nós levantamos nossos apitos e arminhas, ele bate palmas animado.

-Okay… Já que todos estão com tudo que precisam, vamos começar o jogo que eu não chamo mais de camisa molhada e sim… Gladiador! -Diz e um sorriso alarga em seu rosto, acho que nós nos fodemos.

Uma buzina soa alto em todo o local e vemos uma contagem regressiva no telão, olho em volta, vejo Oliver com a arma levantada e com um sorriso psicopatico em minha direção, já sei que vou der de correr.

O tempo acaba e eu sou bombardeada com água por tantos lados que tenho de abaixar o rosto pra não engolir metade.

Eu sopro apito e todos param, olho para a direção e fecho a cara quando vejo Peeta, Oliver e um garoto que eu nunca vi na vida vestido de Clark Kent, os dois acenaram pra mim.

-Suas Porras, vocês querem me matar? -Pergunto indo até eles.

-Eu acabei de chegar aqui agora, e ele me disse pra ajudar eles a te atacar! -Diz e aponta pro Oliver com a cabeça.

-Ei! Não era pra me entregar Kile! -Diz e Bate na parte de trás de sua cabeça, Amora ri da cara dos dois.

-E você? Pensei que estivesse do meu lado! -Reclamo pra Lily, ela faz bico e enlaça o braço no de Oliver.

-Mas eu estou, só o cabelo de nós todos me ameaçou! -Diz Dengosamente, ele faz um pouco de carinho em seu cabelo.

-Você também é uma porra né Oliver?! -Ralho e ele me manda uma piscadinha, bastardo.

-Também te amo! -Diz, somos atacados novamente, desta vez todos os nós, eu e amora assopramos o apito,os garotos não param, filhos da puta.

Eu vou pra cima de um deles e tomo a arminha de sua mão e começo a jogar água na sua cara, os meninos começam a atacar seus amigos, amora se esconde atrás das costas de Oliver.

-O que? Sua louca! -Berra e coloca as mãos no rosto para proteger.

-A GENTE SOPROU A PORRA DO APITO, POR ACASO É SURDO? SE FOR UM POUCO VOU SOPRAR DE NOVO! -Berro, sopro meu apito bem no seu ouvido depois o empurro.

-Agora ouviu? Vaza seu mané! -Rosno e jogo mais água na sua cara, ele sai quase que correndo, seguido por seus amigos idiotas, minhas bochechas queimam de puro ódio.

Me viro para os garotos que me encaram quase que de boca aberta.

-Que foi? -Pergunto com a arminha ainda em posição de atirar.

-Mas que Nutelinha selvagem essa minha! -Diz Peeta em um tom de orgulho, me seguro pra não sorrir.

-Já disse pra não me chamar assim! -Rosno para ele que beija meu rosto.

-Ei gente, vamos sair da zona de fogo, eu estou quase que me afogando aqui! -Diz Kile, realmente me parece uma boa, tô cansada de levar água na cara.

Então nós saímos de dentro da casa e vamos para o jardim, estou meio perdida com essa casa gigantesca, mas Kile, o garoto de Kripton sabe onde ir… E em uma destas conversas é que eu descubro que ele é o irmão mais novo do bebum Odair.

Hora 3

Ele nos leva até o jardim de sua casa, que mais parece um campo de golf, se no seu campo de golf tiver uma piscina gigantes, bares improvisados de palha e brinquedos infantis gigantes, como: Escorregas, cama elásticas e piscina de bolinhas, todos com praticamente todas as pessoas semi nuas.

Agora vejo sua semelhança com o Finnick, tem os mesmo cabelos pretos, mas caídos na testa e os inconfundíveis olhos verde mar, marca de paixão de todas as pacientes do Panem Hospital.

Também não herdou o porte atlético, o dourado estranho de sua pele ou toda a energia do irmão.

É pálido, magro e esguio, e de uma voz grave mas tal calma e doce quanto uma brisa de verão.

Nós nos sentamos em uns dois de uma grande variedade de puffs gigantes espalhados pelo jardim, debaixo de um pessegueiro lotado de pisca-pisca.

-Seu irmão adora cores! -Observa Lily, ele dá uma risada educada.

- Você não faz ideia, às vezes acho que as festas dele parece uma parada gay de tanto brilho que vejo por aí! -Diz

-Ele sempre dá festas assim? -Pergunta Peeta

-É, quase todos os finais de semana, meus pais vivem brigando então fico aqui, muitas vezes sempre tem algo divertido pra ver! -Diz e faz uma careta.

-Ei! Aquilo é vodca?! -Diz Oliver, seguimos seus olhos, vemos no alto do escorregador inflável, três garotas de calcinha e sutiã jogando um líquido branco de uma garrafa azul no brinquedo e desce.

-Provavelmente sim, porque?! -Diz Kile.

-POR QUE EU QUERIA ESTAR BEBENDO AQUELA VODCA! -Berra Oliver indignado segurando Kile pelos ombros, o mesmo ri quando o cabeludo faz uma cara de que seu coração está se partindo, ele bate em seu braço levemente.

-Calma pequeno Sam, eu vou arrumar um pouco de vodca pra você! -Diz, Oliver bate palmas animados depois para dois segundos e me olha.

-Posso? -Pergunta, eu quase que me amoleço por dentro, adoro saber que ele entende a situação e que não é bom exagerar na idade dele, eu suspiro e sorrio pra ele.

-Só um copo! Já bebeu uísque com Peeta hoje! -Digo autoritária, ele se levanta e bate continência.

-Sim, Capita Everdeen! -Diz com a voz pomposa de soldado, nós rimos um pouco.

-Você que algo amora? -Pergunta com a voz aveludada para a coisinha roxinha quase sonolenta no puff.

-Quero água amor… -Diz dengosa e o puxa pela pontinha camiseta para perto dela, ele beija amavelmente sua testa.

-Okay, já voltamos! Vamos Kile! -Diz ele se afastando de Lilly e puxando Kile que está enterrado em seu puff.

E eles seguem em rumo a casa, conversando lado a lado, até eu os perderem na escuridão.

Hora 4

Já faz quase 1 hora que Kile e Oliver foram buscar algo para beber e até agora nada, começo a ficar preocupada mas logo vejo que é besteira, estou na casa do meu amigo, Oliver está com o irmão dele, não tenho que me preocupar com nada.

Isso eu penso antes de ver um grupo de pessoas cantando drogas de uma pinhada que acabou de cair ao chão.

-Eles estão demorando, você não acha? -Pergunto a Peeta, ele mexe distraidamente no meu cabelo.

-Vai passaram em algum lugar… -Começa

-Que tipo de lugar?! -Interrompo-o, eles riem.

-Calma mulher, deixa ele pelo menos terminar a frase! -Diz Lily que beberica uma Coca zero.

-Nao sei, mas tenho certeza de que estão bem! Eles estão em casa, a fila no bar deve estar muito grande lá dentro! -Diz, eu tento colocar isso na minha cabeça.

-É que eu não me sinto muito a vontade de deixar Oliver sozinho em uma festa como essa! E ele disse que buscaria água para a Lilly, porque diabos demoraria tanto?! -Digo, Peeta suspira, parecendo se dar por vencido pelas minhas paranóias.

-Quer ir procurá-los? -Pergunta, eu afirmo com a cabeça

-É o melhor a se fazer, eu fico aqui, pra caso eles voltem! -Diz Lilly, nós concordamos e partimos no escuro em busca da minha criança e do alienígena.

Lillian Muffin (Lilly)

03:50 AM, Odair House.

Eu tento ligar mais uma vez para o celular de Gustavo, mas novamente chama até cair na caixa postal, é eu tô começando a ficar preocupada também, mas ainda bem que Katniss e Peeta foram procurá-los.

-A senhorita aceita? -Pergunta-me o garçom me fazendo voltar a realidade, ele me oferece na  bandeja algum tipo de bebida alcoólica, pego um copo e sorrio educadamente para ele que logo vai servir outros.

Dou pequenos goles na bebida, que tem um gosto doce demais, enquanto checo a área, mas nenhum sinal de Oliver e Kile ou Katniss e Peeta.

Olho as horas, 10 para as 4:00 da manhã.

-Lilly! -Chama, levanto os olhos e vejo Kile em minha frente.

-Até que enfim! Aonde vocês estavam? Cadê o Gustavo?! -Digo, ele coça a nuca e suspira, meio sem jeito.

-Vem comigo! -Diz, eu me levanto e ele coloca um braço quase que protetor quando me leva por onde passaram antes.

Entramos na casa que está um bate estaca infernal, música eletrônica tão alta que quase não consigo escutar meus pensamentos.

Ele me puxa delicadamente pelas fendas onde as pessoas não se aglomeram para pular e dançar.

Nós subimos as escadas e vamos em direção ao que me parece quartos, seguimos até o fim do corredor e ele destranca um, entramos e ele fecha a porta.

Eu vejo Gustavo caído, dormindo na cama de um jeito torto, corro até ele e me ajoelho perto da cama.

Toco sua testa e ela está gelada, mas ainda ouço ele respirando e sinto um cheiro forte de bebida.

-O que aconteceu com ele? -Pergunto a Kile que está estacionado perto da porta

-Hum… Nós não conseguimos pegar nada em nenhum dos bares, meu irmão é bem severo quanto dar bebidas a menores de idade! Mas... Então quando estávamos voltando nós encontramos um garçom que ofereceu alguma bebida pra gente, tinha cheiro de bala de maçã verde com coco! -Diz notavelmente envergonhado.

-Absinto… vocês tomaram absinto? -Pergunto, ele faz que mais ou menos com a cabeça.

-Eu não sou fã de bebidas alcoólicas, mas ele bebeu tudo de vez e depois de alguns segundos começou a perder a consciência! E eu não sabia o que fazer, então eu o trouxe pro meu quarto pra descansar e fui atrás de vocês! -Diz, ele parece meio desesperado mesmo, Tadinho…

-Está tudo bem Kile, não é nada que um bom banho e algo doce não resolva, você pode conseguir algo pra mim? -Pergunto num tom tranquilo pra poder acalma-lo, ele faz que sim com a cabeça.

-Meu irmão sempre tem cubos de açúcar na geladeira, é quase obcecado! Posso pegar! -Diz, eu sorrio tranquila.

-Isso seria ótimo e você pode procurar Katniss e Peeta pra mim também?!

-Claro, eu já volto! Hum… tranque a porta para que gente não entre querendo transar aqui, gosto muito desta cama! -Diz, eu Rio dele.

-Pode deixar! -Digo, ele sai e tranca a porta.

Olho pra meu namorado desmaiado, é banho seria uma boa, mas ainda não estou preparada psicologicamente para o ver nu… Mas talvez não precise, talvez eu possa só o colocar na água um pouquinho para que desperte?

Ai meu Deus, eu deveria ter deixado o Kile com essa parte do trabalho e saído para procurar o casal.

Mas quem não me garante que eu não iria me perder também? Eu só consegui chegar até aqui por que Kile me trouxe e ele conhece tudo aqui, vai ser mais fácil pra ele encontrar os dois.

Respiro fundo 1,2,3,4 vezes e sigo em frente.

Tiro o seu paletó, a gravata, desabotoo a camisa e tiro.

Vejo as marcas roxas e machucados em seu corpo o que faz meu coração se apertar.

Desvio os olhos pra não chorar e contínuo, desabotoo sua calça, tiro os sapatos e as meias, depois a puxo.

Ele fica apenas com uma cueca preta aos meus olhos que estão desviados para o teto.

Como vou pegar ele que é quase 25 centímetros mais alto e 30 quilos mais pesado que eu? Vamos pensar um pouco.

Dá um pouco de trabalho mas consigo sentá-lo e levantá-lo.

Acho que ele ainda está um pouco consciente, pois anda um pouco quando o levo até o banheiro.

Me sento com ele debaixo do chuveiro quente, de roupa e tudo mesmo, não tenho certeza se conseguirei manter ele por muito tempo em pé, ainda mais em um lugar molhado, ele pode se machucar.

Eu o coloco dentro das minhas pernas e lavo com calma a tinta do seu rosto, esfregando delicadamente sua testa, queixo, bochechas.

-Amora… -Chama-me com a voz rouca e baixa, desço meus olhos até os seus e reparo que me encara atentamente.

-Oi meu amor! -Digo, e lavo suas bochechas.

-Oi amorinha! -Diz e ri, está completamente bêbado.

-Você está bem? -Pergunto, ele faz que sim com a cabeça.

-Meu Deus, você é tão linda! Eu poderia olhar pra você pelo resto da minha vida! -Diz e se vira de um jeito torto, quase que bate a cara no chão pra me olhar, eu deito sua cabeça em meus seios e continuo a limpar seu corpo.

-Eu te amo tanto Lilian, eu te amo muito muito muito! -Diz, olho pra ele completamente embasbacada e vermelha.

Tem algo aqui, talvez seja a água quente, sua situação ou sua falta de roupa, que deixa o clima tão diferente entre nós dois, tão bom e estranho ao mesmo tempo.

Ele beija minha mão e continua me encarando, eu limpo a garganta e me levanto e o ajudo, acabando completamente com o clima romântico.

O seco e levo com dificuldade novamente para a cama.

-Vem cá… deita aqui comigo… -Diz dengoso, eu respiro fundo, eu nunca consegui dizer não a ele.

Eu me deito ao seu lado na cama, e ele pega minhas pernas e coloca em cima da suas, como sempre fiz.

Nós nos embrulhamos pois estou tremendo de frio e ficamos apenas nos olhando, silenciosamente.

Ele começa a beijar meu rosto, meu pescoço e me enrolar mais nos seus braços pois estou tremendo muito.

-Eu Também te amo Oliver! -Digo, acanhada, ele me olha surpreso e eu coro.

Ele ri como uma criança fazendo que eu fique completamente encantada com sua reação e ria de volta, depois de me beija, desta vez na boca com uma urgência e paixão que nunca houve antes.

Meu corpo se arrepia quando segura a parte de trás do meu cabelo enquanto me beija, acompanho sua boca e seu movimento bom e suave.

Ele aperta minha cintura e segura em meu quadril com força enquanto me beija, e isso é tão gostoso.

Uma de suas mãos corre pelo meu vestido e o sobe delicadamente, acaricia minha coxa por debaixo do tecido e beija meu pescoço.

Aperto seus ombros e seu corpo ao meu, deixo que beije minha garganta e queixo.

Eu me viro rapidamente e me sento em seu colo, sinto seu membro ereto em minha perna, mas não me importo.

Ele se senta e me encaixa no seu colo e volta a me beijar, beijos quentes de tirar o fôlego, mordo seu lábio inferior e chupo.

Suas mãos agarram a região entre minhas omoplatas, quase de roçando em meus seios, quando percebe tira as mãos.

-Eu vou parar, me desculpa… -Diz ele envergonhado, eu o beijo.

-Está tudo bem! -Digo e desço as alças do vestido, deixando meus seios exposto para seus olhos.

Seus olhos se fixam no local por um bom tempo com um ar de admiração, levanta a mão para toca-los mas ela fica suspensa no ar e seu rosto se contorce em dúvidas.

-Tem certeza? Não precisa fazer isso! -Diz esfregando um pouco dos meus fios em seus dedos.

Vocês devem estar se perguntando, por que uma garota de 21 anos teria receio de transar com seu namorado mais novo? Se ele também quer.

Aqui vai a história, eu fui abusada por um professor em meu curso para o vestibular, desde isto eu não lido bem com toques com o fator sexual.

A maioria dos garotos perdiam a paciência comigo e me mandava e se ferrar.

Mas o Gustavo sempre foi muito doce, eu sempre fui a coisa mais importante para ele, a opinião que importava, ele sempre me ouviu, me consolou e me tratou com muito carinho, o máximo que conseguia me dar.

Ele sempre passou em cima de todos seus desejos sexuais para me manter, por causa do amor que sente por mim, eu vejo isso, ele até me pergunta às vezes onde pode me tocar.

-Eu quero! -Digo, e trago suas mãos até a região, mas quando ele me toca, eu tremo.

Ele tenta tirar as mãos, mas eu as seguro, ele me olha se tivesse sentindo dor é quando eu percebo que a minha respiração está presa.

Solto-a e sorrio pra ele, ele não ousa a mexer um dedo.

Eu consigo ver a luxúria em seus olhos, consigo ouvir seu pulso acelerado por todo seu corpo por estar me tocando.

-Você quer me beijar? -Pergunto, ele faz que sim com a cabeça, eu encosto minha boca na sua.

Suas mãos saem do meu peito e vai para as minhas costas, acariciando com carinho enquanto me beija.

Mexe em meus cabelos, abraça minha cintura e eu seu pescoço.

Sinto seu corpo quente contra o meu.

Eu começo a suspirar quando começa a espalhar beijos desde minhas orelhas até a base do meu colo enquanto me abraça.

-Voce quer? -Pergunto, ele me olha atentamente, acho que o álcool me deixou um pouco ousada.

-Não, quero quando você estiver pronta de verdade! Não quero que faça isso pra me agradar! -Diz e começa a levantar meu vestido novamente.

-Oliver… -Começo

-Não amora, não pelos motivos errados! -Diz, eu abaixo a cabeça, ele beija minha testa.

-Eu amo você e você me ama! Não precisa transar comigo pra provar isso! -Diz, eu coloco minha testa na sua.

-Okay... -Sussurro, ele sorri pra mim.

- Vem cá, vamos dormir um pouco! -Diz me fazendo deitar por cima dele e nos cobre, minha cabeça em seu peito e seus braços ao redor de mim enquanto os meus em seu pescoço.

Aos poucos acabo caindo em um sono tranquilo e quentinho.

Hora 5

Katniss Everdeen

05:55 AM, Odair House.

O ritmo de como eu sento em seu colo é quase que alucinante, ele segura meu quadril e empurra mais pra baixo e mais rápido, eu gemo mais alto.

Como paramos nus dentro de um quarto transando feito uns doentes? Não sei, mentira sei sim.

Encontramos Kile que nos descreveu toda a situação que aconteceu, desde o absinto até a parte que a amorinha foi cuidar dele, então viemos procurar nos quartos ele.

Mas não os encontramos e enfim, Peeta estava com o maior fogo no cu e aqui acabamos nos.

Ele me arranca de cima dele e se vira, fazendo eu ficar de costas coladas no colchão, se enfia em mim de novo.

E começa a me foder novamente, suas mãos encontram meu pescoço e o aperta enquanto estoca forte, gritos sai da minha boca e ele aperta mais forte os reprimindo, a cama faz um barulho gigantesco.

E céus, é tão gostoso que começo a gozar em tempo recorde, ele mete o tapa em minha coxa e se mexe mais.

Morde os lábios e chega a fechar os olhinhos com o prazer que sente, sua cara de quem está nas nuvens.

Se joga em cima de mim e começa a se esfregar em meu corpo e meter ao mesmo tempo, um ritmo muito mais lento porém muito gostoso.

-Peeta… -Digo exasperada enquanto ele beija meu pescoço.

-Diga meu amor! -Diz, eu sorrio.

-Temos que ver as crianças, levá-las pra casa! -Digo, ele me olha e faz bico.

-Mas está tão gostoso amor? Não está?! -Diz e se mexe mais,eu gemo mais alto e ele sorri maliciosamente.

-Cretino! -Rosno, ele me beija, depois de alguns segundos separo nossos lábios.

-É sério! -Digo, ele suspira.

-Tudo bem, posso pelo menos terminar aqui? - Pergunta, eu faço que sim com cabeça, ele volta a meter com furia, fazendo a gente gozar logo.

Nós nos vestimos e seguimos a linha reta de quartos procurando meu cabeludo, vamos assim até o último, abrimos a porta e damos de cara com a cena mais fofa de toda a vida.

Oliver e a amorinha dormindo todos enroladinhos e com um semblante de sorriso no rosto.

Hora 6

Katniss Everdeen

6:20 AM, Everdeen House.

Nós chegamos no andar no nossos apartamentos quase morrendo, eu e amora com os sapatos na mão e Peeta ajudando o Oliver que ainda está muito bem por causa da quantidade de absinto tomada.

Ainda não briguei com ele, deixa quando estiver sarado e de ressaca que é bom que dói mais.

Entramos em casa e vejo uma mulher estranha, vestida com um terninho e uma prancheta na mão, olhando para a gente de um jeito cético.

PUTA MERDA EU NÃO ACREDITO QUE…

-Bom dia senhorita Everdeen, eu sou a conselheira e vigilante do menor Gustavo Oliver Everdeen! -Diz Formal e sigo seu olhar até meu irmão bêbado jogado em cima do meu quase namorado.


Eu estou ferrada!


Notas Finais


Obrigada por lerem até aqui amores, logo postarei mais, agora que consegui voltar!
Até mais!😚


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