História Just Friends?-Carrossel - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Valéria Ferreira
Exibições 214
Palavras 2.968
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Tchau verão


25/01 

Pov Alícia 

"Tchau, gente. Vou sentir falta disso tudo"

"Também vamos, minha neta.  Foi muito especial esse tempo que ficamos todos juntos" Verônica falou

"Eu sei. Me tornou uma pessoa melhor"

"Na verdade, você sempre foi uma pessoa boa, só escondia isso" Meu vô José falou, me emocionando 

"Vocês dois estão me emocionando" 

  dito isso, os três já estavam em lágrimas e nós demos um abraço coletivo. Após alguns minutos, Paulo e seu pai, Roberto já tinham chegado e eu escutava as buzinas lá da sala.

"Agora eu preciso ir. Eu prefiro dizer até logo do que tchau. Então... até logo" 

  Eu guardei minhas malas atrás do carro e adentrei no mesmo. Falei com Paulo e seu Roberto. Coloquei os cintos e adormeci, estava cansada

**

"Giovanna? eu cheguei!" 

  Eu gritei assim que pus meus pés em casa, mas não escutei nenhuma resposta, ela deve estar ocupada como sempre. Tirei meus sapatos e deitei no sofá. Assisti um pouco de tv e vi que já era 14h e eu ainda não tinha almoçado. 

  Peguei minhas malas e fui as arrastando para o andar de cima, onde tinha o meu quarto e o outro, que agora era da minha mãe e do meu novo "papai"- sintam a irônia. 

  Meu quarto ainda estava o mesmo. Abri as janelas e desarrumei minhas malas. Eu olhei ao redor e tudo era do meu jeito. Quando minha mãe parou de me dar atenção, eu convivia muito com os meus vizinhos, que já não moram por aqui. Os filhos deles eram meninos e eu sempre brinquei de futebol e de video-game com eles. Sempre fui meio machinho. Nunca gostei de ser muito vaidosa e eu amo rock, ao contrário de muitas meninas. 
  
  Eu também era assim por conta de uma grande rebeldia que eu tinha com a vida. Mas eu gosto de ser assim, do meu jeito. O meu jeito único de ser. Claro que eu não preciso ser tão fechada com as pessoas e estou tentando melhorar isso. Amor, carinho e limite foi tudo o que eu mais recebi dos meus avós e não quero esquecer esses ensinamentos só por estar longe deles e aliás, não será muito esforço "mudar", afinal eu já sou praticamente uma nova Alícia. Uma Alícia mais leve que antes. Mas vou leva tempo para eu voltar a ser aquela garotinha sorridente de 6 anos. 

  Afasto os meus pensamentos sobre minhas mudanças e resolvo ligar para minha mãe, eu realmente não sabia onde ela estava. Depois de ligar mais de 3 vezes e ela não atender, resolvi andar pela casa. Iria procurar pelo jardim, na lavandeira ou algo assim, mas passei em frente a porta do seu quarto e ouvi vozes. Vozes não, gritos. Muitos gritos. Abri a porta devagar e vi Cícero, meu padrasto, agarrando os punhos da Giovanna e gritando com ela. Não aguentei ver aquilo e dei um grito assustado, que chamou atenção dos dois e eles resolveram disfarçar. 

"Alícia? já chegou, filha?" ela disse se aproximando

"Hã, sim. O que estava acontecendo?"

"Nada de mais, briguinha de casal. Que saudade" ela me abraça, mas eu olho desconfiada para o homem mais velho a minha frente

"Saudades também. Não vai me apresentar meu padrasto?"

"Eu sou o Cícero, espero que sejamos uma família"

"Ninguém substitui meu pai" disse na lata, não estava sendo infantil, mas ele não me parecia uma boa pessoa

"Claro que não. Ninguém vai substituir" ele me diz com maior cara de pau

"Que bom. Mãe, eu to varada de fome"

"Certo. Vou pedir naquele restaurante que você gosta, ok?"

"Ok" respondi seca e me tranquei no meu quarto

Pov Paulo

  Eu deixei a Ally na casa dela umas 13h30 e percebi que era só duas quadras de distância da minha. Isso já facilitava as coisas. Eu e meu pai chegamos e como eu sou extremamente preguiçoso, nem desarrumei as minhas malas. 
  A comida que meu pai pediu chegou rapidamente e nós fizemos a refeição na maior tranquilidade. Iria subir paa meu quarto e descansar um pouco, tinha tido férias super produtivas e estava exausto. Mas meu pai me chamou para uma conversa e eu assenti, já que parecia sério.

"Paulo, eu preciso te contar uma coisa"

"Pode falar, deixa de suspense"

"Tenho duas coisas para falar e uma você não vai gostar muito"

"Fala logo a que eu não vou gostar"

"Vou falar a primeira. Teremos um jantar hoje de noite com a família Ayala, meu novo sócio na empresa e un grande amigo meu"

"Tudo bem, eu vou. Mas e a segunda coisa?"

"Você não vai  gostar nem um pouco, mas a Marcelina e a Margarida vão morar conosco"

"E quem são essas?" falei confuso e o velho tomou o ar pesadamente

"Marcelina é a sua meia-irmã e Margarida é a irmã postiça dela"

"Dá para fazer sentido?"

"Sua mãe, logo que foi embora, teve a sua filha, Marcelina, e conheceu Marcos Garcia, que estava viúvo e tinha uma filha de 3 meses. Eles se casaram e as meninas cresceram como irmãs"

"Mas por que elas vão vir morar com a gente?" levantei a voz, já estava irritado

"A Lilian me ligou. Ela e o marido vão passar um ano na Europa e não vão poder levar elas"

"Fodasse! Não quero essas duas aqui, além do mais se elas vierem nós vamos ser da mesma turma"

"Paulo, nada de palavrões por aqui. A Marcelina é sua irmã"

"É, ela é minha irmã. É a irmã que aquela mulher escolheu, ela nunca me amou"

"Não é assim a história, Paulo. Você sabe bem"

"Não to nem aí, e essa Margarida não é NADA minha nem do senhor"

"Eu sei, mas eu posso fazer esse favor a ela"

"Fazer um favor da mulher que te traíu e ainda teve uma filha com outro homem"

"Paulo, por favor"

"Por favor, nada. Tchau" 

  Saí batendo a porta e chorei como uma criança. A minha "querida irmãzinha" iria morar com a gente e ainda ia trazer de brinde outra pirralha. Que saco. Eu não vou aguentar passar uma semana ao lado delas, quem derá um ano. 
  Vou andando sem rumo até que paro em frente a praça do skate. Sento em um dos bancos e tento parar e refletir um pouco na vida. Precisava desabafar e resolvi ligar para a única pessoa nessa vida que me entende.

**

"Paulo? vim o mais rápido que consegui. O que aconteceu?"

"Ally, que bom que você veio"

"Não ia deixar você na mão, mas agora me conta" ela se sentou do meu lado

"Minha irmã e a irmã postiça dela vão vir morar comigo" disse, friamente

"E qual é o problema disso?"

"A Marcelina é a filha que a minha mãe escolheu. É a filha que ela ama, não eu. E a Margarida nem é filha dela mas aposto que ela também é mais amada que eu. Todos me deixam em segundo lugar"

"Mandando a real: você é muito sortudo por ter um pai presente, agradeça por ele nunca te trocar por namoradas idiotas"

"Eu sei. Mas eu sinto falta do amor materno"

"Eu te endendo"

"Somos azarados na família"

"É, mas temos um ao outro"
ela me disse e nos abraçamos tão apertado que é como se todas as nossas feridas se fechassem. 

"Mas e você? ta com uma carinha meio triste, o que aconteceu?"

"Peguei a Giovanna e o meu padrasto brigando. Ele estava prestes a bater nela"

"Como? meu deus, isso é bem sério. Você vai ter que ficar de olho nele"

"É, vou precisar mesmo"

Pov Mário

  Eu morava em Tampa desde que nasci, com os meus pais. Quando eu tinha três anos, minha mãe teve um cancêr a acabou falecendo. Isso deixou nós dois muito desamparados e me fez entrar um ano atrasado na escola. Quatro anos depois,eu ganhei uma madrasta, a Natália e uma irmãzinha, a Diana. No começo eu não gostava muito, mas acabamos todos nos apegando bastante.
  A um ano atrás, meu pai começou a ficar muito ausente e descobrimos que ele estava apostando todo o nosso dinheiro em jogo. Ele se viciou completamente ao ponto de ficarmos falidos. Após alguns meses de sufoco, meu pai conseguiu um emprego de sócio junto com o Senhor Roberto Guerra, um antigo amigo de adolescência dele.
  Agora, estamos indo conhecer nosso novo apartamento em Miami. Não sei muito bem do que esperar dessa nova fase, mas eu estou muito feliz. Vou fazer novos amigos, conhecer outros lugares, respirar novos ares. Além de que nossa vida financeira está entrando nos eixos.

**

  Após umas cinco horas de viagem, finalmente chegamos. Nosso bairro era simples e bonito. Entramos no apartamento e era do tamanho ideal para nós quatro. Na rua tinha vários outros prédios e nas ruas de trás tinha algumas casas. Parecia ser bem tranquilo
  Hoje nós tínhamos um jantar com o Senhor Guerra e seu filho, que parece ter a mesma idade que eu, se ele for legal e nos tormamos amigos, eu não
vou precisar entrar na escola totalmente sozinho. 

**

  Já era 19h30 e todos nós já estavamos prontos para nosso jantar. Íamos num restaurante aqui perto, mas como não conhecemos a cidade, chamamos um taxi.
  O taxi chegou depois de uns 20 minutos e eu fui admirando a vista o caminho inteiro. A cidade era bem iluminada, tinha shoppings, casas, escolas, barzinhos e boates. Também via muitas pessoas da minha idade caminhando pelas ruas, bastante felizes e cheios de ente ao redor. Parece que vai ser divertido.
  Ao chegamos ao restaurante, eu e a Di ficamos encantados de como aquele local era bonito. Nós logo avistamos a família Guerra, eles estavam sentados, conversando e parecia sério. O mais velho logo que nós olhou, nos mandou um sorriso e o menino ao lado parecia bastante incomodado. Nós sentamos e meu pai e ele começaram a falar de família, trabalho, empresa e blá blá blá. Paulo, acho que é assim o nome dele, me chamou para dar uma volta lá fora e como aquilo tava muito chato, eu aceitei rapidamente.

"É Mário, né?" Ele me perguntou, caminhando ao meu lado. Nós estávamos andando pela calçada do restaurante

"Sim. Paulo não é?"

"É. Você vai estudar aonde?"

"Numa tal de escola mundial"

"Sério? também vou estudar lá"

"Pelo menos já não vamos ser totalmente novatos" eu disse e ele pareceu concordar "que ano você vai?"

"Eu tenho 17, mas vou para o segundo ano"

"Ah, eu também. Entrei com quatro anos na escola, problemas pessoais"

"Eu fiquei alguns meses fora da escola e acabei repitindo. Problemas com a justiça" eu me surpreendi

"Você foi preso?"

"Hã, sim. Mas já estou curado, fui viciado em drogas"

"Nem parece, mas que bom que você já está curado. Mas está tudo certinho? vi que você estava incomodado"

"Estava mesmo, minha mãe ficou grávida de outro cara quando eu tinha um ano e meu pai expulsou ela de casa. Agora ela vive com a filha, um marido e a filha dele. E as meninas vão vir morar conosco"

"Que história complicada, cara! Mas por que elas vem morar aqui?"

"Parece que minha mãe o marido dela vão viajar a trabalho por um ano e não vão poder levar elas"

"Que merda. Você tem raiva delas?"

"Acho que tenho mágoa. A Marcelina foi a filha que ela escolheu criar, amar e a Margarida nem é filha dela, mas tenho certeza que recebeu mais amor que eu" ele já estava quase chorando e eu não sabia o que fazer

"Desculpa, eu não sou bons em conselhos, não sei o que te dizer"

"Não precisa, só de me escutar já é bom"

"Acho que seremos bons amigos" eu disse, direto

"Já somos. Agora vamos ver se a comida chegou que eu to varadão"

"Vamos"


**

31/01

Autora

  Eram 11h30 da manhã e uma buzina estridente acordou Roberto. Logo num domingo. Ele se estressou, mas se ligou que era a ex-mulher com as filhas. Colocou uma roupa normal e foi recebe-lás. 

"Lilian?"

"Roberto, oi! Essas aqui são a Marcelina e a Margarida" 

  Mostrou as duas meninas, a Marcelina tinha os cabelos castanho até os ombros, o rostinho era meigo e era bem mais baixinha do que a outra. Margarida era mais alta, parecia mais velha do que realmente era e tinha os cabelos pretos até a cintura. 
  Marcos e Roberto se deram super bem e colocaram todas as cinco malas na sala. Sentaram na mesa de café e conversaram normalmente.

"Cadê o Paulo? to louca para ver ele" Lilian disse, com o maior sorriso no rosto

"Não sei se ele vai ficar muito feliz, ele se sente abandonado por você. Mas sei que você não tem culpa"

"Pois é, Roberto. Nós nunca deveriamos ter brigado daquele jeito, nosso filho que sofreu"

"Mas vocês não podem voltar atrás. Certeza que o Paulo vai se acostumar com as novas irmãs e vai ficar tudo bem" Marcelina falava aquilo com um sorriso no rosto

  Paulo estava deitado no seu quarto, não estava mais dormindo. Na verdade, não tinha pregado o olho naquela noite. Ele sabia que elas chegariam naquela manhã. Ele tentava escutar a conversa pela porta, mas decidiu se trocar e descer logo. Quanto mais rápido ele encararia aquilo, mas rápido sua mãe iria embora e acabava logo com aquilo. 
  Ele desceu devagar e arregalou os olhos com a quantidade de malas deixada na sala. As meninas podiam ser tudo, menos patricinhas e frescas. Viu que todos estavam na mesa, e chegou rapidamente, assutando todos.

"Paulo, meu filho!!" Lilian correu e o abraçou, os olhos do menino se encheram de água, mas ele disfarçou

"Oi, mãe" ele disse irônico e se afastou friamente

"Você vai falar assim comigo, faz 16 anos que não nós vimos"

"Pois é, 16 anos que não tenho mãe. Nem considero mais" ele jogou na lata e assustou todos novamente

"Não fala assim, Paulo"

"Só não falo mais por que eu não to afim de gastar minha saliva com você"

"Paulo! Pare agora, ela é sua mãe. E a propósito, fale com o Marcos e suas irmãs" Roberto se levantou bruscamente de onde estava e eu bronca no menino

"Oi Marcos. Oi meia-irmã e Oi menina que não é nada minha"
ele disse cínico e Lilian e Marcelina já tinham água nos olhos  

"Roberto, eu e o Marcos já vamos. O nosso voo é daqui a 30 minutos"

"Tudo bem" Roberto disse

"Tchau mãe, tchau Marcos" Marcelina deu um abraço e logo Margarida foi na onda

"E você? não vai falar nada?"
ela se referiu a Paulo

"Boa viagem" ele disse seco

"Vou levar vocês até a porta"

  Os três adultos foram lá fora e Lilian e Marcos partiram para o aeroporto. Roberto voltou para lá dentro e encontrou os três adolescentes bastante magoados. Ele pediu que todos fossem para o sofá. Eles tinham que conversar já que agora seriam uma  "família"
  As duas meninas se sentaram no sofá e Paulo sentou do lado oposto, ainda com a cara emburrada. Roberto deixou todas as malas no quarto de hóspedes e desceu rapidamente para evitar qualquer tipo de discussão entre os três adolescentes a flor da pele. 

"Bom, eu sei que vocês não vão muito com a cara um do outro, mas serão praticamente irmãos agora e eu quero falar algumas regras"

"Regras? que nada a ver, nunca teve regras aqui antes" Paulo reclamou, revoltado 

"Mas antes era só nós dois. Agora seremos quatro"

"Que saco" Murmurou novamente o menino, deixando as meninas constrangidas

"Vocês serão da mesma escola e da mesma turma, tentem manter pelo menos a educação. Nada de muita bagunça e falem um com os outros antes de trazer colegas e fazer festas aqui"

"Só isso? tudo bem, seu Roberto. Na nossa casa a gente não pode fazer nada" Marcelina disse, em tom meigo

"Não estou dizendo que vou liberar tudo, mas vou tentar ser legal. Todos estão de acordo? O que acham?"

"Tudo bem, vai ser um ano ótimo" as meninas disseram em uníssono e sorriram 

"Eu acho que daqui para frente nossa vida será uma merda"

  Paulo não aguentava mais aquele tipinho de família feliz e ter visto a nova família da sua mãe o fez ficar enjoado. Ele subiu rapidamente as escadas da sua casa e possuía algumas lágrimas rasas nos olhos

"Não liguem, o Paulo é esquentado mesmo"

"Ele é meu irmão, não é? por que ele me odeia tanto?" Marcelina estava magoada com a frieza do menino que achava que seria seu grande companheiro 

"Não é só você Marce, certeza que ele também não foi com a minha cara" Marga tentou apaziguar a situação 

"Meninas, vão tomar banho, descansem, vão conhecer as redondezas. Esquecem ele, é só um choque de início. Tudo bem?"

**

23h35

Whatsapp ON

Paulo: Oi Ally, faz um tempo que eu não te vejo, mas passa aqui em casa para nós irmos juntos para a escola!

Ally: Oi paulo, que saudade! Vou sim, quero conhecer suas irmãs. Elas chegaram não é? 

Paulo: Sim ��

Ally:  Não fica assim, você se acostuma depois, tenho certeza que elas não são tão ruins assim

Paulo: Elas são meio patricinhas, mas até não são tanto como uma menina que vai estudar com a gente, a Maria Joaquina

Ally: Achei que você não conhecia ninguém do segundo ano

Paulo: Não conheço, só ouvir falar mesmo

Ally: Já vi que nós não vamos ser amigas, odeio patricinhas! 

Paulo: Também não gosto. Mas olha, conheci um menino que vai estudar com a gente, ele é novato também

Ally: Legal. Como conheceu ele?

Paulo: O pai dele é amigo do meu. Eles chegaram a alguns dias aqui, moravam em Tampa

Ally: Ata! Quero conhecê-l

Paulo: Não vai me trocar, ein?

Ally: Claro que não. Mas eu tenho que ir, boa noite

Paulo: Boa noite. Até amanhã 


Notas Finais


No próximo capítulo vamos conhecer o restante dos personagens e suas histórias. To morrendo de ansiedade para mostrar eles para vocês. Não quero ser convencida, mas eles foram construídos com bastante cuidado e estão incríveis!

Desculpem a demora e até o próximo capítulo!😘


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