História Just friends, nothing more - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Acampamento, Aventura, Colegial, Comedia, Drama, Erick, Esporte, Festa, Lemon, Marck, Originais, Sexo, Vincent, Yaoi, Yuri
Exibições 87
Palavras 2.163
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


PERDÃO PELA DEMORA! SORRY :'(

Bem gente, finalmente voltei,depois de um puta bloqueio criativo e de varias provas e crises de sinusite, palmas pra mim.
Desculpem a demora, eu me senti muito mal em não ter postado no dia certo (eu estava undo tão bem), porém eu esqueci de escrever o capitulo semana passada porque eu fiquei muito ocupada com minha outra fic. sorry de novo. tive que escrever o capitulo, mas eu nunca tinha uma boa ideia pra começar. apaguei e reescrevi diversas vezes e essa foi a versão que eu mais gostei.

Bom capitulo pra vocês amores. ah, e desculpe qualquer erro.

leiam as notas finais.

Capítulo 3 - Apenas um dia


Fanfic / Fanfiction Just friends, nothing more - Capítulo 3 - Apenas um dia

Vincent

 

Eu e Marck ficamos na praça conversando até o céu começar a escurecer, não sabia que horas eram. Até por que não estava com nenhuma pressa de sair dali e ir pra casa, queria ficar com ele conversando pra sempre.

-... Acho que já está ficando meio tarde, é melhor eu te levar pra casa- disse ele se levantando e tirando algumas folhas de grama que estava presos em seu cabelo e roupa- não quero que sua mãe brigue contigo por minha causa. Vem- me ofereceu a mão para me ajudar a levantar- vou te levar pra casa.

-Tá legal né- disse segurando sua mão e me levantando- que horas são?

-Deixa eu ver aqui - disse ele pegando o celular na sua mochila e vendo as horas- cinco e vinte e três. Vamos andando devagar, assim dá pra conversar mais.

Nos arrumamos e pegamos nossas mochilas caminhamos lado a lado continuando nossa conversa sobre os melhores filmes, estávamos falando sobre os melhores filmes de terror, assunto meu, pra Marck nenhum era bom todos eram horríveis.

Descobri bastante coisa sobre esse loiro idiota, ele tem uma irmã mais velha e duas mais novas e um irmão que se mudou a dois anos, ele não quis me falar o porquê então eu achei melhor deixar pra lá.

Os pais dele quase nunca estão em casa e suas irmãs vivem na casa da avó dele, deve ser um tédio ficar em casa sozinho sem nada pra fazer.

-Tu já bateu uma pensando em alguém - disse ele do nada, simplesmente do nada. Senti meu rosto esquentar e eu abaixei meu rosto constrangido- tá vermelho por quê?

-I-isso não é pergunta que se faça a ninguém- disse ajeitando a mochila em minhas costas- mas se quer saber, nunca fiz isso.

-Sério? Serio mesmo?- perguntou ele parando na minha frente- já viu pornô?

-Garoto, eu só tenho quatorze anos- disse batendo em seu peito- sou uma pessoa pura.

-Duvido muito- disse ele voltando a andar na minha frente- onde é que fica a sua casa?

-Vou te falando o caminho.

Enquanto conversávamos sobre outras coisas, já que o nível da conversa tinha decaindo aos poucos, eu ia guiando ele e depois de uns quinze minutos andando finalmente havíamos chagado a minha casa.

Subi as escadas da varanda e fiquei parado na frente da porta encarando ele, que estava parado do mesmo jeito que eu. Procurei as chaves na minha mochila e assim que peguei ele me surpreendeu me imprensando na parede com um braço ao lado do meu rosto.

-Que porra é essa?- perguntei sentindo meu rosto esquentar novamente.

-É o meu jeito de te seduzir- disse ele aproximando mais ainda o seu rosto do meu, pude sentir sua respiração batendo em minha boca. Essa sensação é muito estranha, mas ao mesmo tempo boa- consegui?

-Se afasta e tira suas mãos de mim- disse colocando minhas mãos em seus ombros tentando afastá-lo, mas não adiantou muito já que ele nem saiu do lugar- o que quer?

-Você sabe bem o que eu quero- disse ele com um sorriso estranho em seus lábios.

Levantei um pouco a minha cabeça ficando a poucos centímetros de sua boca, qualquer movimento, pelo menor que fosse nossos lábios se juntariam. Coloquei uma de minhas mãos em sua cabeça e mexi em seu cabelo entrelaçando meus dedos nele e depois o puxando para mim, colando nossas bocas.

O beijo já começou agitado, sentia a sua língua brincar com a minha e um arrepio subiu pela minha espinha, ele chupou minha língua me fazendo arfar entre o beijo. Essa sensação era muito boa.

Logo sua mão saiu da parede e agora passeava pelas minhas costas, eu apertava seus fios dourados em meus dedos. Suas mãos desceram mais e mais até estarem apalpando minha bunda, senti um incomodo muito grande, mas não podia negar que estava gostando de seu toque em meu corpo.

Desci uma mão para sua camisa e segurei com força chegando a amassar um pouco, deslizei um pouco mais pra baixo chegando até sua bunda. Ele sorriu entre o beijo e parou para recuperar o fôlego.

-Me surpreendeu- disse ele com a testa colada na minha- pensei que fosse tímido.

-Eu sou tímido- disse escondendo meu rosto na curva do seu pescoço- você é um merda.

-Nossa... Essa foi de graça- disse ele rindo- melhor você entrar, tá ficando tarde e ainda tem quatro paginas de história pra fazer.

-Droga, eu tinha esquecido essa merda de dever- disse ainda no ombro dele- é pra amanhã, né?

-Com certeza- disse ele se inclinando e me dando um selinho demorado.

O toque dos seus lábios eram tão delicados que se eu fosse cego duvidaria que era um garoto, só quando as mãos bobas dele aparecem que já dá pra ter uma ideia de que ele é um cretino fofo.

-Eu tenho que entrar, mas você não deixa- disse pegando a chave de casa que havia caído no chão- posso entrar?

-Faça o que quiser... Mas antes de te deixar entrar preciso de mais um beijo seu- disse ele fazendo um bico muito fofo que deu vontade de morder e foi o que fiz. Mordi seus lábios e iniciei um beijo calmo, sem língua nem nada, apenas a dança viciante e gostosa entre nossas bocas.

Mordi seu lábio inferior dando fim ao beijo, ele me olhou surpreso e sorriu. Limpei minha boca com os dedos e ele me olhou com um sorriso super malicioso, a maliciosidade emanava da sua pele.

-Que foi? Perdeu alguma coisa na minha boca?- perguntei enquanto ele se afastava um pouco de mim- pensei.

Me virei e destranquei a porta olhando pra ele encostado na coluna da varanda. Por que ele tinha que ser tão bonito assim? Até sem ele querer ele é bonito, ele feio deve ser bonito. Odeio gente bonita.

-Perdeu alguma coisa aqui?- perguntou ele me devolvendo a pergunta que eu tinha feito a ele.

-Tirando minha sanidade mental, nada- disse e ele veio até mim e me abraçou- você tá muito meloso, desgruda.

-A gente tá muito meloso, você também não me deixa ir embora- disse ele me soltando e se virando pra ir embora- até amanhã?

-Se você não morrer atropelado pela sua falta de atenção... Até amanhã- disse o puxando pela mão, era a primeira vez que eu tocava em sua mão – sua mão é feia.

-Só por que ela é cumprida? Que culpa eu tenho se você que é todo pequeno?- parece que ele nãos sairia daqui por nada.

-Você é um monstro sem coração, sabia disso?-perguntei acariciando sua mão com o meu polegar- por que tem que ser tão bonito?

-Me acha bonito?- perguntou ele puxando a mão e se aproximando novamente- as pessoas não dizem isso na minha cara, só minha irmã mais velha e olha lá.

Ficamos um tempo em silencio vendo o pouco movimento na rua em plena seis da tarde, algumas pessoas passavam com seus filhos ou com amigos, o movimento de carro era quase nenhum e a vizinhança estava em silencio hoje. Talvez estejam se recuperando do fim de semana agitado, já que não pararam de fazer barulho nem na madrugada, deviam estar dando alguma festa por ai.

-Quer entrar, comer alguma coisa?- perguntei me virando para a porta e abrindo a mesma.

-Eu bem que queria comer você- disse ele baixo me abraçando por trás me empurrando par adentro de casa e fechando a porta com o pé- mas acho que você não vai querer.

-Não mesmo- disse pegando meu celular na mochila e discando o numero da minha mãe.

Joguei minha mochila no sofá da sala e Marck fez o mesmo se sentando nele depois, assim que minha mãe atendeu disse que havia chegado em casa a algumas horas e que tinha esquecido de avisar, ela acreditou e desligou dizendo que precisaria ir pra um cirurgia agora.

-Você mente um pouco mal, mas eu acreditaria nessa voz fofa, ela engana bastante- disse ele esfregando os olhos e voltando a mexer no celular.

-Minha mãe não deixou comida, mas tem uma lanchonete por aqui. Quer ir lá?- perguntei tirando meus sapatos.

-Pode ser- disse ele indiferente- vamos daqui a pouco, eu tô cansado agora disse tirando seu tênis e colocando os pés no sofá- bem que a gente podia se divertir.

-Você fica quietinho na sua, eu vou pedir pizza é melhor- disse pegando o telefone fixo e discando o número da pizzaria- liga essa Tv e vai ver alguma coisa... procura um filme bem legal, tá bom?!

-Eu não sou uma criança de sete anos de idade pra você ficar falando assim comigo... – enquanto ele reclamava eu ai falando com a atendente, elas sempre parecem estar de ótimo humor, mas só parecem.

Pedi a pizza e me encerrei a ligação me sentando ao seu lado no sofá e ele tinha colocado Teen Beach, ele só podia estar de brincadeira. Pelo visto ele sabia cantar também as musicas.

-... Just got to put 'em in the right place... If we can do it so can you... Tooth by tooth, row by row- ele cantava junto com a Tv enquanto olhava pra mim, essa cena estava ridiculamente fofa. Não sei como ele aprendeu a cantar essa musica –também nem queria saber- mas a voz dele até que era bonitinha.

-Marck, para com isso- disse rindo do jeito que ele tentava dançar – sim, alem de cantar ele também estava dançando-

-Calma ai, deixa eu cantar o refrão e depois eu paro- propôs ele e eu só observei ele acabar de cantar com uma voz um pouco mais fina o refrão da musica- Twist that frown upside down. You got to twist. that frown. Up, up, up, upside down. Cause we're gonna have fun, fun, fun. Turn the feeling around. There's a seat for everyone. You gotta make a smile out of a frown right now. Twist it upside dow. Up, up, up, upside down right now… melhor parte.

-Se soubesse como isso está muito idiota você pararia de cantar e dançar, mas já como não sabe, pode continuar- disse olhando ele ficar coradinho- Ownt, você fica fofo desse jeito- me aproximei dele e apertei suas bochechas- se alguém entrasse agora e te visse assim, duvidaria que você é um cretino.

-Mas eu não sou cretino- disse ele tirando minhas mãos das suas bochechas- que culpa eu tenho de ter nascido tão irresistível? Nenhuma!

Peguei o controle remoto da Tv e mudei de canal, coloquei em um filme de animação e ficamos lá, num silencio totalmente confortante até o entregador tocar a maldita campainha quatro vezes.

Fui atender a porta e paguei o entregador- que era um gato- e fui para a cozinha chamando Marck, peguei copos e pratos e coloquei na mesa.

Comemos e ele aproveitou pra mostrar que sabia todas as musicas de Teen Beach de cor, e eu tive que ouvi-lo cantar sem parar.

:

-Eu to falando serio, ele não deu isso hoje. Eu estava na sala- disse Marck tentando fazer o trabalho de história. Já como não tinha mais nada pra fazer –e ele não estava querendo ir embora - resolvemos fazer o dever para amanhã.

-Se não estivesse ocupado mandando mensagens, quem sabe assim você soubesse a matéria- disse com raiva da sua teimosia e de achar que ele tinha razão em tudo.

-Mas vamos ver aqui comigo, se ele passou um trabalho de hoje pra amanhã... por que ele passou o capitulo todo- resmungou ele fechando o livro e o jogando no chão- foda-se história.

-Olha a boca- disse jogando uma bolinha de papel nele- se falar qualquer palavrão no meu lado eu enfio esse tênis na sua garganta.

-Vou fazer um boquete no seu tênis? Você é bem safadinho!- Perguntou ele rindo maliciosamente

-Desito- disse abaixando a cabeça na mesa respirando profundamente. Senti suas mãos envolverem minha cintura e sua respiração contra meu pescoço. Levantei a cabeça recebendo um beijo no rosto- Porque faz isso?

-Não sei, gosto de como fica todo irritadinho. Acho fofo- disse ele encostando meu corpo na cadeira e se sentando no meu colo- eu tenho que ir, minhas irmãs devem ter chegado da escolinha e eu não quero que minha mãe chegue e veja que eu as deixei sozinhas com a Sthepane e tals. Bem, nos vemos amanhã- colocou sua mão em minha nuca e me deu um simples selinho antes de se levantar e juntar todo o seu material e saiu pela porta não antes de mandar um beijo pra mim.

Fiquei parado em frente a porta da cozinha encarando a porta da frente fechada, me virei e subi para tomar um banho pra tentar relaxar e parar de pensar em um certo loiro.

Depois que tomei meu banho vesti meu pijama, deitei na cama e fiquei lendo um livro qualquer até que eu  peguei no sono sem perceber e eu acabei sonhando com o loiro que acabou de foder de vez a minha vida.


Notas Finais


Bem gente, a partir desse mês eu devo começar a postar com menos frequencia, por conta das provas de concursos e tudo mais. vou tentar escrever o maximo que eu puder enquanto ainda tenho um tempinho livre nos meus finais de semana, posso postar de uma em uma semana- como faço, as vezes,-ou de mes em mes, ainda não sei ao certo.

Comentem o que acharam amores

BJKs pra vocês e até o proximo


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